sexta-feira, 16 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Exército Perdido de Valerio Massimo Manfredi é a nova aposta da Porto Editora

Título: O Exército Perdido
Autor: Valerio Massimo Manfredi
N.º Págs: 448
PVP: 18€

O Exército Perdido, vencedor do Prémio Bancarella 2008, marca a entrada do célebre autor e arqueólogo italiano, Valerio Massimo Manfredi, no catálogo da Porto Editora. Autor apresentará o livro no Porto e em Lisboa, a 2 e 4 de Novembro, respectivamente.
O novo livro de Valerio Massimo Manfredi, O Exército Perdido – Prémio Bancarella 2008 – chega às livrarias no próximo dia 22 de Outubro. Depois de mais de seis milhões de exemplares vendidos em 45 países (entre os quais Inglaterra, E.U.A., Espanha, França e Brasil), o escritor italiano recupera uma das mais famosas obras da literatura grega (a Anábase, do ateniense Xenofonte) como mote para mais de 400 páginas de épica acção.

O escritor, arqueólogo e responsável de programas de televisão sobre a História Antiga vem a Portugal
apresentar a sua mais recente obra: dia 2 de Novembro, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e dia 4, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Sobre O Exército Perdido
Podemos dizer que a vitória não é o único caminho para a glória. No ano 401
a.C., trinta anos de guerra entre Esparta e Atenas levaram a Grécia ao limite das suas forças. Nesse momento de profunda crise, Ciro, irmão do imperador persa Artaxerxes, decide reunir um enorme exército de mercenários gregos, que passará à História como o “Exército dos Dez Mil”. Ainda que tenha
anunciado que o seu propósito era combater tribos rebeldes, o verdadeiro objectivo desta marcha de três mil quilómetros continua a ser um dos grandes enigmas da Antiguidade.
Depois da morte de Ciro numa batalha, os mercenários ficaram abandonados à sua sorte num território que lhes era hostil. Pouco depois, os chefes gregos seriam aniquilados numa emboscada. Xenofonte, um culto guerreiro ateniense, toma o comando da fracassada expedição e empreende o regresso à pátria. A seu lado, sempre, uma mulher: Abira, a jovem que tudo abandonou para o seguir.
O Exército Perdido narra a épica aventura dos Dez Mil e, simultaneamente, a história de um amor incondicional que nunca vacilou diante das maiores adversidades.

Sobre o Autor
Valerio Massimo Manfredi (n.1943) é arqueólogo, investigador e topógrafo do Mundo Antigo.
Actualmente a leccionar na Universidade de Bolonha, tem publicado inúmeros artigos académicos e várias obras de ficção, de entre as quais se destaca a famosa trilogia sobre a vida de Alexandre, o Grande, cujos direitos foram vendidos para 38 países e que deu origem a um filme da Universal Pictures. A sua obra já vendeu mais de seis milhões de exemplares em todo o mundo. Com O Exército Perdido, Manfredi obteve o Prémio Bancarella 2008.

O que dizem
«Uma das histórias mais extraordinárias da Antiguidade.»
PANORAMA

«Valerio Massimo Manfredi é um verdadeiro mestre.»

THE TIMES

«São poucos os escritores que conseguem combinar na medida certa o ritmo e a atenção ao detalhe, tal como Valerio Massimo Manfredi o faz nas suas histórias épicas de desejo, duplicidade e actos heróicos... Não é necessário ter qualquer conhecimento histórico para se deixar cativar pelas descrições dos campos de batalha e pelos pormenores da vida quotidiana da época.»
SUNDAY EXPRESS

«Os livros de Manfredi são únicos e inconfundíveis. São romances épicos, que reconstituem os heróis clássicos na sua fina luz perpétua. É a História reconciliada com o mito que se revela capaz de renovar paixões e ideais sempre respeitando com o rigor os factos históricos. É um fenómeno editorial.»
IL SECOLO D’ITALIA

«São páginas que se lêem de um só fôlego até ao inesperado final. São personagens descritas de um modo magistral. Mas a mais atraente é Abira, a narradora. Por entre um ambiente de guerra, uma mulher apaixonada é capaz de intuir temas que para a razão masculina são incompreensíveis. Uma vez mais, Manfredi não despontará os seus muitos leitores.»
IL MESSAGERO

«Este romance contém todos os elementos de um verdadeiro romance épico. São páginas repletas de aventura, perigo, amor, vingança, mistério e enigma.»
HISTORICAL NOVEL REVIEW

"Os Dias de Saturno" é o novo livro de Paulo Moreiras


O novo livro de Paulo Moreiras, Os Dias de Saturno vai ser apresentado no próximo dia 22 de Outubro, pelas 18h30, na Livraria Pó dos Livros, em Lisboa. A apresentação estará a cargo da professora Maria Lúcia Lepecki.


Sinopse:
“No dia 7 de Novembro de 1699, reúnem-se no Convento de Cristo dois grandes amigos alquimistas: Domingos Rodrigues, cozinheiro do rei D. Pedro II e autor do primeiro livro de cozinha publicado em Portugal; e o médico da Casa Real João Curvo Semedo, um dos mais conceituados do seu tempo. Ambos vêm para assistir do terraço do convento a um eclipse do Sol — fenómeno misterioso que dificilmente voltarão a presenciar durante as suas vidas. Na tarde desse mesmo dia, nas cercanias da vila de Tomar, a escuridão que se abate de repente sobre o mundo precipitará o parto de uma jovem a caminho de casa, cujo filho nasce com uma estranha marca no peito, vista imediatamente como castigo divino e maldição eterna. Mas será, curiosamente, esse sinal raro que aproximará a vida do recém-nascido da dos dois alquimistas e coserá para sempr
e os seus destinos. Mesmo que o rapaz só o venha a saber muitos anos depois. Quiçá tarde de mais. Passado numa época de grandes transformações sociais, fausto, riqueza e avanço científico e intelectual, Os Dias de Saturno — do autor do aplaudido A Demanda de D. Fuas Bragatela — é um romance fascinante sobre o amor e a sua impossibilidade, com doses iguais de humor e dramatismo, escrito numa linguagem que torna a sua leitura irresistível. A não perder.”

Primeiro capítulo aqui

Sobre o autor:
Paulo Moreiras nasceu em 1969 em Lourenço Marques, Moçambique. Veio para Portugal em 1974. Viveu em Finzes (Cinfães), Laranjeiro (Almada) e vive actualmente em Meirinhas (Pombal). Desejou fazer cinema de animação e enamorou-se pela banda desenhada. Após algumas experiências com fanzines começou a publicar poesia em edições artesanais. Apaixonou-se pela literatura picaresca e publicou o seu primeiro romance A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002), seguindo-se um livro de poesia Do Obscuro Ofício (2004) e o ensaio Elogio da Ginja (2006). Entre outras coisas escreveu também o BI da Cereja e da Ginja (2007), o BI do Palito (2007) e o BI do Tremoço (2008).

Página oficial do escritor aqui

Novidade Zéfiro: "Os Últimos Dias da Monarquia" de Jorge Morais

Título: Os Últimos Dias da Monarquia
Autor: Jorge Morais
Colecção: Ventos da História
N.º de Páginas: 248
Formato: 16 x 23 cm


Sinopse:
1908 - 1910: Da Esperança de Tréguas à Instauração da República
Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com uma ironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.»

A trégua frustrada: O desconhecido "Pacto Liberal" de 1908 entre republicanos e monárquicos
Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, dois dirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel II congeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas que convinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama de envolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia o “benefício da dúvida” e ao regime um último fôlego, tão necessário no início do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiado pelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poder pela feroz oposição de um dos líderes monárquicos; e a sua inviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigos do regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta da República, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para a compreensão do processo republicano português, o “Pacto Liberal” (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história “oficial” do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa, documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira de muitos e pela ambição de alguns.

«Obra lúcida e certeira, que vem enriquecer sobremaneira a historiografia deste período.» «Jorge Morais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantes ensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes […]. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágil e fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira à última linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar a convocação do imprescindível corpus documental.»

António Reis
in Prefácio

Com a presente obra, Jorge Morais encerra um ciclo de estudos e ensaios sobre o período de transição da Monarquia para a República em Portugal. Das suas pesquisas resultaram, entre outros, os seguintes trabalhos: «O Desembarque» (estudo sobre a partida da Família Real para o exílio, in O Embarque – Um Dia na História de Portugal) e Com Permissão de Sua Majestade (ensaio sobre a participação da Maçonaria e da Família Real inglesa no 5 de Outubro de 1910). Na Zéfiro publicou Regicídio – A Contagem Decrescente (investigação sobre a preparação do assassínio do Rei D. Carlos e do Príncipe Real). É também autor, entre outras obras, de Dom Duarte (perfil biográfico do 22.º Duque de Bragança); Aventuras Trans-Ideológicas – Alteridade e Transgressão (ensaio sobre a deriva política do poeta Ezra Pound); e Rua do Ácido Sulfúrico (estudo sobre Alfredo da Silva e as políticas sociais da CUF). Em 2006 foi-lhe atribuído o Prémio Bocage de Ensaio pelo livro Bocage Maçon (estudo bibliográfico sobre o Iluminismo Maçónico em M. M. Barbosa du Bocage).
quinta-feira, 15 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

Passatempo "O Monte dos Vendavais"

O blogue Marcador de Livros, em conjunto com a Editorial Presença, tem para oferecer 3 exemplares do livro de Emily Brontë, O Monte dos Vendavais (disponível a partir do dia 20 de Outubro).
Para tal, basta responder correctamente às seguintes questões:

1 - "O Monte dos Vendavais" é uma narrativa trágica de um amor tempestuoso. Quais os protagonistas desse amor?
2 - A par das duas irmãs, Emily Brontë tornou-se uma das figuras literárias mais importantes do século XIX. Qual o nome das suas irmãs?
3 - Emily Brontë morre muito jovem. Com que idade?


Regras do Passatempo:
- O passatempo decorre até às 23:59 do dia 21 de Outubro.
-
Para participarem terão de enviar um email para marcadordelivros@gmail.com com as respostas, juntamente com os seus dados pessoais (nome e morada).
- Os premiados serão sorteados aleatoriamente e o nome dos vencedores
será publicado neste blogue e os mesmos serão avisados por email.
- Só serão permitidas participações a residentes em Portugal e apenas uma por participante e residência.


Encontrará as respostas facilmente no blogue Marcador de Livros e na internet.

Nas livrarias amanhã: "O Senhor da Guerra dos Céus" de Michael Moorcock

A Saída de Emergência vai lançar, já amanhã em todas as livrarias: O Senhor da Guerra dos Céus de Michael Moorcock

Título: O Senhor da Guerra dos Céus
Autor: Michael Moorcock
Género: Lit. Fantástica
Palavras-chave: Viagens no tempo, história alternativa, conspiração, Império Britânico
Tradutor: João Henrique Pinto
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 192
Tiragem: 1500
PVP: 16,96 €
Data de Lançamento: 16 de Outubro

Sinopse
Esta é a vida fabulosa e inacreditável do capitão Oswald Bastable. Militar inglês do início do século XX, Bastable
vê-se atirado para um futuro em que os dirigíveis das Grandes Potências dominam um mundo pacificado pelo Império Britânico e governado pelo rei Eduardo VIII. No entanto, nem todos os cidadãos do Império apoiam a nova ordem mundial de paz e prosperidade. Ameaçado por uma conspiração internacional anarquista, o capitão Bastable será forçado a questionar os seus ideais para poder defender a Pax Brittanica. Mas viajar para um futuro estranho e desconhecido não é
a sua única surpresa. Bastable descobre, para seu horror, que se tornou um nómada das correntes do tempo, eternamente condenado a viajar pelos caminhos sem nome do caótico multiverso. Guiado pela crononauta Una Persson, o capitão Bastable terá que confrontar uma
miríade de futuros alternativos antes de aceitar, por fim, o seu destino.

Sobre o autor:
Michael Moorcock é autor de quase 100 livros. Vencedor de variadíssimos prémios literários, cronista regular do Th e Daily Telegraph, Th e Guardian e The Observer, crítico respeitado e músico de rock inspirado. Como editor da controversa revista New Worlds, deu voz a autores que mais tarde receberam prémios tão prestigiados como o Booker Prize. Senhor de uma prosa poderosa e uma imaginação corrosiva, Moorcock é o mais importante sucessor dos grandes mestres do fantástico e, actualmente, a maior infl uência dentro do género. Nascido em
Londres em 1939, divide o seu tempo entre os EUA e a Europa.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novo livro de José Rodrigues dos Santos nas livrarias a 24 de Outubro

Chama-se Fúria Divina o novo romance de José Rodrigues dos Santos que a Gradiva irá lançar no próximo dia 24 de Outubro.
A apresentação da obra coincidirá com a data de lançamento e terá lugar na Praça Central do Centro Colombo, às 17 horas. Estão previstas várias surpresas nessa cerimónia de lançamento, que terminará com uma sesão de autógrafos.

Com seis romances já publicados, José Rodrigues dos Santos tornou-se um dos mais bem sucedidos romancistas portugueses da actualidade.

Título:
Fúria Divina
Autor:
José Rodrigues dos Santos
N.º de Páginas: 608
PVP: 23€

O Mar em Casablanca - Francisco José Viegas [Opinião]

Título: O Mar em Casablanca
Autor: Francisco José Viegas
Nº Págs.: 240
P.V.P.: 15,50€
Sinopse
O Mar em Casablanca devolve-nos a personagem principal dos anteriores romances do
autor, o inspector Jaime Ramos, da Polícia Judiciária do Porto, numa história sobre vingança, sobre o tempo que regressa para se vingar e sobre os portugueses que viajam pelo mundo em segredo para se esconderem de si próprios.
O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de Maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detective, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial – e um personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século. História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.

A minha opinião
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O Mar em Casablanca é um policial, mas não é um policial qualquer. Seguindo os passos do inspector Jaime Ramos, que já me habituei a seguir em romances como Morte no Estádio, Um Crime na Exposição, Crime em Ponta Delgada e Um Crime Capital. Confesso que conheci a escrita de Francisco José Viegas um pouco por acaso. Numa qualquer feira do livro de um hipermercado, vi um livro baratíssimo que me chamou a atenção: Um Crime na Exposição. Adquiri-o e gostei tanto que tive de continuar a ler a histórias do inspector Jaime Ramos e seus companheiros de ofício. Em O Mar em Casablanca deparamo-nos com dois assassinatos. O primeiro ocorre durante a festa de encerramento temporário do Palace Hotel do Vidago, quando um jornalista de economia aparece morto, junto a um lago. Mais tarde, ocorre o segundo homicídio numa quinta do Douro, do empresário angolano, Benigno Mendonça. Enquanto anda no encalço do assassino, vivemos, juntamente com Jaime Ramos, dos seus sonhos e as suas recordações do tempo da guerra colonial e do pós-25 de Abril, em que a revolução tomou conta das ex-colónias também. Apesar de os anos não perdoarem (Jaime Ramos teve um princípio de AVC), o inspector mostra-se forte, um autêntico polícia do norte, mas mostrando a sua fragilidade no seu íntimo. Fragilidade de corpo e alma. Um romance excelente de um autor de excelência.

Podem ainda visitar o blogue www.omaremcasablanca.blogs.sapo.pt, onde se encontra disponível o vídeo de apresentação do livro, imagens do início do século XX do Vidago Palace Hotel (cenário fundamental no romance), uma das receitas preferidas do inspector Jaime Ramos, o primeiro olhar de Francisco José Viegas sobre Casablanca, entrevistas com o autor e informação essencial acerca de O Mar em Casablanca.
terça-feira, 13 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

Faltam apenas 3 semanas...

Faltam apenas três semanas para sair o livro de Tolkien: "A Lenda de Sigurd e Gudrún"

Novidade Planeta: Um Arco-Íris na Noite de Dominique Lapierre

Um Arco-Íris na Noite de Dominique Lapierre tem como data de lançamento o dia29 de Outubro, na fundação Mário Soares, pelas 18h30. O autor estará em Portugal entre os dias 29 e 31 de Outubro e a apresentação do livro será feita por Mário Soares.

Uma História a ferro e fogo com mais de 3 séculos.

25 milhões de negros dominados por 5 milhões de brancos durante mais de quatro décadas, no maior país da África Austral.
Duas personalidades, símbolos das várias cores do mesmo país:
Helen Lieberman, uma mulher branca que desafiou o regime do apartheid e combateu a injustiça e a pobreza junto das populações negras.
Nelson Mandela, líder negro de dimensão política e humana inigualáveis, figura ímpar do século XX, prémio Nobel da Paz em 1993. Prisioneiro 466/64, silenciado durante 27 anos

Sinopse:
Esta é, pela pena de um dos mais prestigiados cronistas da actualidade, a tumultuosa e épica história da África do Sul, desde o início do século XVII, quando os primeiros colonos holandeses desembarcaram ali para cultivar legumes, até ao século XX, palco do hediondo regime do apartheid mas também da luta vitoriosa dos seus resistentes.

Durante 3 anos de investigação, Dominique Lapierre, pesquisou, recolheu testemunhos de vida, visitou lugares, teve acesso a documentos, mergulhando assim na realidade social, na memória histórica, nas feridas de uma nação. E traçou um retrato inédito, completo e apaixonante do percurso do país que receberá, em 2010, o Mundial de Futebol.

Com a paixão, o rigor e o talento que têm marcado as suas obras, Dominique Lapierre reconstrói a epopeia destes homens e mulheres, célebres e anónimos, brancos e negros, europeis e africanos que fizeram da África do Sul, nas palavras de Nelson Mandela, "a nação arco-íris".

O livro contém um conjunto de imagens que ilustram a História do país, um anexo com toda a legislação do apartheid e um registo do percurso, até aos dias de hoje, dos principais protagonistas do século XX sul-africano.

Um Arco-Íris na Noite, primeiramente editado em França em 2008, chega agora aos leitores portugueses.

"Mais do que um documento, Um Arco-Íris na Noite é um fresco cativante e inquietante."
Le Figaro Magazine

"Com Um Arco-Íris na Noite, Dominique Lapierre levanta o véu sobre a África do Sul, três séculos e meio de uma epopeia sublime com dramas terríveis"
Le Point

"Uma poderosa saga que se lê como um romance. Uma narração belíssima com uma mensagem de tolerância e esperança."
Pasteur

"Um Arco-Íris na Noite é uma saga de três séculos e meio em grande parte desconhecida que Lapierre nos conta, recorrendo a testemunhos comoventes, com o seu estilo narrativo e vivo, inimitável, forjado na escola do Paris-Match"
Paris Match
segunda-feira, 12 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

Editorial Presença publica, a 20 de Outubro, "O Monte dos Vendavais", de Emily Brontë

No próximo dia 20 de Outubro, a Editorial Presença vai publicar o excelente livro de Emily Brontë, O Monte dos Vendavais.

Título: O Monte dos Vendavais
Autor: Emily Brontë
Título Original: Wuthering Heights
Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues
Páginas: 320
Colecção: Obras Lietrárias Escolhidas N.º9
PVP: 16€
Data de Publicação: 20 de Outubro

Sinopse:

O Monte dos Vendavais é uma das grandes obras-primas da literatura inglesa. Único romance escrito por Emily Brontë, é a narrativa poderosa e tragicamente bela da paixão de Heathcliff e Catherine Earnshaw, de um amor tempestuoso e quase demoníaco que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. Adoptado em criança pelo patriarca da família Earnshaw, o senhor do Monte dos Vendavais, Heathcliff é ostracizado por Hindley, o filho legítimo, e levado a acreditar que Catherine, a irmã dele, não corresponde à intensidade dos seus sentimentos. Abandona assim o Monte dos Vendavais para regressar anos mais tarde disposto a levar a cabo a mais tenebrosa vingança. Magistral na construção da trama narrativa, na singularidade e força das personagens, na grandeza poética da sua visão, nodoso e agreste como a raiz da urze que cobre as charnecas de Yorkshire, O Monte dos Vendavais reveste-se da intemporalidade inerente à grande literatura.

Mais
informações aqui

Sobre a autora:
Emily Brontë nasceu em 1818 em Thornton, Yorkshire. Para além da obra-prima que é O Monte dos Vendavais escreveu também poesia de grande qualidade, tendo-se tornado, a par das irmãs, Charlotte e Anne, uma das figuras literárias mais importantes do século XIX. Em 1848, no seguimento de uma constipação no funeral do irmão, a frágil Emily contrai tuberculose e acaba por morrer ainda nesse ano, em Dezembro.