sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

Fãs de Nicholas Sparks pdem ler o prólogo e primeiro capítulo do seu último livro

Muito perto de chegar às livrarias, o último livro de Nicholas Sparks "A Melodia do Adeus" pode começar a ser lido através do prólogo e do primeiro capítulo que o blogue Marcador de Livros disponibiliza aqui

Planeta edita "Drácula: O Morto-Vivo", a sequela oficial da obra de Bram Stoker. Nas livrarias a partir de 5 de Novembro

"Valeu a pena esperar 112 anos pela sequela de Drácula" - USA Today


O livro retoma a história do clássico 25 anos depois de Drácula se desfazer em pó. As personagens que o combateram, supostamente até à sua morte, ficaram para sempre marcados pelo sucedido: Jonathan e Mina Harker criaram o filho, Quincey, mas o seu casamento feliz deteriorou-se. O Doutor Seward, antes um médico eminente, vive em paranóia e tornou-se dependente de drogas. Arthur Holmwood, o apaixonado noivo de Lucy, deixou-se consumir pelo ódio e pelo remorso. Evan Helsing, o líder do destemido grupo que enfrentou Drácula, encara agora o seu verdadeiro inimigo: a morte.

Em 1912, o que todos julgavam passado, volta afinal a ameaçá-los e acontecimentos sinistros invadem as suas vidas. Será possível que Drácula tenha sobrevivido e procure vingança? Ou será obra da terrível condessa Bathory, com reputação de rara crueldade?

O mal volta a unir os seus opositores, numa Londres assolada por crimes vampíricos, que o detectivo Cotford pensa serem obra de Jack,o Estripador. Entretanto, o jovem Quincey, apaixonado pelo teatro, depara-se com o passado oculto dos pais ao envolver-se na peça Drácula, encenada pelo próprio Bram Stocker e protagonizada por Basarab, um actor romeno que tem a Europa a seus pés e que exerce sobre o jovem um estranho fascínio...

Escrito a partir das notas de Bram Stocker, Drácula: O Morto Vivo retoma a riqueza do romance original, desenvolvendo novas personagens que apenas tinham sobrevivido nos apontamentos do autor e introduzindo outros elementos, a partir de uma pesquisa histórica consistente, numa trama articulada de forma extremamente criativa.

Site oficial: http://www.draculatheundead.com

Sextante - Novidades Outubro

Título: Ruído Branco
Autor: Don Delillo
National Book Award
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 400
Editor: Sextante

Sinopse
A vida de Jack assemelha-se à de tantos outros, ritmada pelos ruídos da sociedade moderna. A rotina fica transtornada quando um gás tóxico é libertado por acidente na cidade e ameaça toda a população. Para além da análise implacável e cheia de humor dos clichés, das obsessões e das fobias que assombram a classe média americana, Don DeLillo coloca a questão essencial - e, na altura, visionária - da mediatização sem limites. Uma das obras de ficção mais audaciosa e original dos nossos tempos.

Sobre o autor
Don DeLillo nasceu em 1936, em Nova Iorque. É autor de 14 e romances e três peças de teatro. Foi galardoado com o National Book Award, o PEN/Faulkner Award e o Jerusalem Prize. Em 2006, Underworld foi considerado um dos três melhores romances dos últimos 25 anos pela New York Times Book Review e recebeu em 2000 a Medalha Howells da American Academy of Arts and Letters pela mais eminente obra de ficção dos últimos cinco anos.

Críticas de imprensa
«Uma sátira brilhante da cultura de massas e dos efeitos estupidificantes da tecnologia.»

Chicago Tribune




Título: Um Caçador de Leões
Autor: Olivier Rolin
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 200
Editor: Sextante

Sinopse
Eis a história dos destinos cruzados de Edouard Manet, que morre com gangrena aos 51 anos, e do seu admirador e modelo ocasional, Eugène Pertuiset, aventureiro, caçador de leões, pinga-amor, grande comedor e bebedor. Uma viagem pelo espaço e pelo tempo, fervilhando de anedotas e recordações literárias e pessoais, um romance vivo e divertido, de uma formidável potência visual.

Críticas de imprensa
«Inspirado em personagens surpreendentes. Um romance para o grande publico de qualidade.»

Lire

Quinta Essência: Novo livro de Luanne Rice nas livrarias a 5 de Novembro


Título: Tua para sempre
Autor: Luanne Rice & Joseph Monninger
N.º de Páginas: 168 páginas
PVP: 14 €


Sinopse:
Poderá um casamento feliz resistir à mais dura das provas? A história apaixonante de um casal antes e depois do momento que mudou a vida de ambos para sempre.
Sam e Hadley West tentam, cada um à sua maneira, encontrar um novo rumo para a sua vida, depois da trágica perda do filho de ambos, Paul. Para Sam, o futuro passa por encontrar o local onde o filho morreu, numa arriscada jornada em trenó pela árida e bela imensidão do Alasca. Para Hadley, implica mudar-se para uma casa de praia, distante, isolada e coberta de salitre, onde finalmente recomeça a pintar.
A partir daí, em lados opostos do país, os dois começam a trocar cartas repletas de sentimentos e verdades que não conseguiram expressar pessoalmente, enquanto recordam o seu casamento — os momentos mágicos e os mais desafiantes —, redescobrindo as razões por que se apaixonaram. A história de ambos é rica e intensa, entre as memórias de um passado feliz e as emoções profundas que os abalam no presente.
Enquanto Sam arrisca a vida para alcançar o remoto local do acidente, Hadley inicia uma outra viagem, igualmente perigosa, lutando contra o vazio e a dor que sente. E, no local onde tudo se perdeu, eles vão reencontrar-se…
Será o amor que ainda os une capaz de preencher o vazio provocado pela morte do filho ou terão de trilhar caminhos diferentes? Nesta notável colaboração, Luanne Rice e Joseph Monninger criam, através de uma série de cartas íntimas e profundas, um romance extraordinariamente comovente. Tua para Sempre é uma história dolorosamente real, emotiva e inesquecível.

Imprensa

«Rice e Monninger criaram uma bela história de amor e de esperança, transportando o leitor numa intensa viagem emocional.» Booklist

«As personagens de Sam e Hadley vão encantar os leitores, que, no final, o mais certo é precisarem de ter um lenço à mão…» Publishers Weekly

«À medida que o relacionamento do casal se reconstrói, carta após carta, os leitores vão apreciar o privilégio de partilharem a sua apaixonante história. Vivamente recomendado.» Library Journal

«Este romance vai tocar o seu coração e levá-lo às lágrimas. Emotiva e intensa, é uma história a não perder.» Romance Reviews Today


Presença - Campanha "Chuva de Livros"

De 28 de Outubro a 15 de Novembro o site da Editorial Presença está com uma oferta tentadora. A cada registo novo ou mesmo login efectuado é associado um valor oferta entre 5€ e 200€, previamente definido.
Se for um dos primeiros 500 a fazê-lo, o valor mínimo de oferta é de 10€.
E, se for o participante com o maior valor acumulado de compras durante o período da campanha , recebe mais 500€ em conta-cliente.
Podem ver o regulamento aqui

" Emoções e Sentimentos Ilustrados" apresentado amanhã, em Lisboa

A Porto Editora apresenta no próximo sábado, 31 de Outubro, em Lisboa, o livro Emoções e Sentimentos Ilustrados, de Paulo Moreira – uma obra que pretende ajudar os pais e os professores a promoverem nas crianças a compreensão das experiências emocionais.
A sessão de lançamento tem início marcado para as 11 horas, na FNAC do Colombo, e conta com um workshop para crianças, pais e professores sobre emoções e sentimentos.
Na sessão de lançamento no Porto, no passado sábado, o auditório da FNAC do Norteshopping foi pequeno para as dezenas de interessados em ouvir Paulo Moreira partilhar, num tom divertido e cativante, o seu conhecimento e a sua experiência na abordagem à evolução sentimental dos mais novos.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Jogo da Verdade - Sveva Casati Modignani [Opinião]


Título: O Jogo da Verdade
Autor: Sveva Casati Modignani
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 416
Editor: Porto Editora



Sinopse:
Roberta, uma jovem livreira em plena crise existencial e conjugal - e Oscar, o marido, com quem casou contra a opinião de toda a gente, que se revela incapaz de responder às suas necessidades e de assumir as responsabilidades de uma família.
Uma dolorosa reflexão leva Roberta a percorrer o passado e a descobrir as raízes do seu mal-estar, que remontam à infância, passada no meio dos afectos envolventes da família paterna, onde a mãe, Malvina, brilhava pela ausência. Feminista convicta no período turbulento de 68, Malvina escolhera viver de acordo com os seus princípios e confia a filha ao companheiro. Desta situação vão nascer, ao longo do tempo, dramas, mal-entendidos, conflitos mal resolvidos e também segredos há muito guardados. E é apenas ao dissipar estas sombras que Roberta vai conseguir superar a crise e reconciliar-se consigo mesma.
Uma história de ligações profundas e paixões intensas em que Sveva Casati Modignani, através do confronto entre duas gerações de mulheres, nos conta como éramos antes e como somos agora.

A minha opinião
Em muito semelhante aos seus antecessores, O Jogo da Verdade relata a história de Roberta, uma mulher que, de um momento para o outro, se vê infeliz num casamento monótono, com dois filhos que sentem a falta de um pai, muitas vezes ausente. Desde que se tinha casado, Roberta dedicava-se inteiramente ao seu marido, Oscar, como se o casamento tivesse cortado completamente com o seu passado. O seu refúgio era a livraria, propriedade sua, onde passava grande parte do tempo.
«Onde teriam ido parar os anos da infância, da adolescência, e os seus sonhos de rapariga? Porque os tinha esquecido?»
Mas O Jogo da Verdade não é só Roberta. Existe também a mãe Malvina, uma feminista que viveu o Maio de 68, que lutou por igualdade entre homens e mulheres. No fundo, uma rebelde, mas que sabia muito bem o que queria. No entanto, para alcançar as suas ambições deixou a maternidade um pouco de lado, deixando Roberta aos cuidados da avô paterna e das duas tias solteiras, muito diferentes entre si, mas com muitos segredos de família que foram contando à jovem sobrinha.
Sveva também nos leva a conhecer a vida de Oscar anterior ao seu casamento. Um menino órfão, que foi criado por uma tia e pela sua irmã mais velha. Um homem solitário que se vê, sem que disso se aperceba, subjugado por uma mulher calculista, que tudo faz para viver às suas custas. Até que conhece Roberta, ainda adolescente, e se apaixona por aquela jovem figurinha. Anos mais tarde declara-se e acabam por se casar.
Um livro que gostei muito, à semelhança de todos os outros que já li da autora italiana e que nos leva a reflectir nas várias decisões que tomámos ao longo da nossa vida. Um livro que fala da importância da educação, do fanatismo religioso, da opressão e que, apesar de se passar em Itália, podia muito bem transportar-se para a realidade do nosso país, antes e depois do 25 de Abril.
terça-feira, 27 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

João Tordo: "As Três Vidas" depois do Prémio Saramago

Após a atribuição a As Três Vidas do Prémio José Saramago, da Fundação Círculo de Leitores (http://circulo1.claranet.pt/gca/index.php?id=283), que distingue o melhor romance do passado biénio escrito por um autor de língua portuguesa com menos de 35 anos, João Tordo vê crescer a atenção dada ao seu último livro, tanto dentro de portas como no estrangeiro.
Por cá, está a ser preparada para muito breve a edição do Círculo de Leitores de As Três Vidas, bem como a quarta edição da QuidNovi, que deverá sair para as livrarias nos próximos dias, agora em edição paperback.
No estrangeiro, a Actes Sud – uma das mais prestigiadas editoras francesas e a que tem o melhor catálogo de literatura estrangeira traduzida para francês – irá lançar já em Fevereiro próximo Les Trois Vies, em tradução de Dominique Nédellec (http://www.actes-sud.fr/pro/presse/brochures/201001_201002.pdf ).
O director editorial Bertrand Py, após a leitura atenta e entusiasmada do romance de João Tordo feita pela conselheira literária Alzira Martins, havia adquirido há cerca de um ano os direitos de publicação de As Três Vidas, do autor que a Actes Sud considerava já então “o cabecilha da jovem guarda das letras portuguesas”.
O interesse por As Três Vidas começa a agitar editoras espanholas, italianas, holandesas, brasileiras, mas a pioneira Actes Sud merece também os parabéns e uma especial referência por ter apostado, em plena época de crise e muito antes da atribuição do prémio, no romance de João Tordo como um dos seus pratos fortes para o ano de 2010. E como as coincidências felizes resultam normalmente do trabalho persistente, também por estes dias a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas http://www.iplb.pt/sites/DGLB/Portugu%C3%AAs/Paginas/home.aspx , cujo persistência na divulgação e promoção da literatura e dos autores portugueses no estrangeiro é, de há muito, discreta mas preciosa, anunciou João Tordo como o escritor português residente na famosa Ledig House http://www.artomi.org/ledig.htm#Overview em Abril de 2010. Um regresso aos EUA alguns anos, alguns prémios e três romances depois será seguramente um bom impulso para o quinto romance do autor, uma vez que o quarto está já a ser escrito a bom ritmo.

Tanta roupa e nada para vestir publicado dia 5 de Novembro

Livro de Maria Guedes resolve dilema diário das mulheres

A Ideias de Ler publica, a 5 de Novembro, Tanta roupa e nada para vestir, de Maria Guedes, um livro indispensável, que ajuda a resolver um dilema diário das mulheres e a conseguir um look sem falhas.
A apresentação
acontece nesse mesmo dia, no Espaço MK2, em Lisboa (ao Chiado), às 19 horas.

Título: Tanta roupa e nada para vestir
Autor: Maria Guedes
N.º de Págs.: 144
Capa: mole
PVP: 14,90 €

Tanta roupa e nada para vestir é «um desabafo» que Maria Guedes, fashionista, ouve «com regularidade». Na génese do livro está a vontade de ajudar as pessoas a eliminarem um comportamento de «consumo impulsivo» absolutamente indesejável para o guarda-roupa e para a carteira.

Neste guia indispensável, a autora ajuda a encontrar, no meio de tanta oferta, peças práticas, confortáveis e elegantes. Roupa que deixe as mulheres preparadas para um dia que se divide em cenários de trabalho, de família, de amigas, de lazer, de crianças e de tarefas domésticas. Aliás, Maria Guedes considera que «peças essenciais, pensadas para um estilo e lifestyle específicos, fazem maravilhas» pela economia pessoal das mulheres, «diminuem o tempo de indecisão matinal e melhoram consideravelmente» a imagem e estado de espírito.
Tanta roupa e nada para vestir é, portanto, uma «excelente prenda de Natal», que permite «começar o ano de forma refrescante». Ao longo de 144 páginas, pensadas para dar um cariz prático ao livro, Maria Guedes conduz as leitoras, que podem ter qualquer idade e fisionomia, através de todos os passos necessários para uma reorganização total de imagem, estilo e guarda-roupa.
A apresentação, no Espaço MK2, um local irreverente e inovador, inclui música ambiente com um DJ convidado, um cocktail e decoração com peças criadas por Maria Guedes.

Excertos do livro

Índice: http://recursos.portoeditora.pt/recurso?&id=1439190
Ilustrações: http://recursos.portoeditora.pt/recurso?&id=1439191
Texto: http://recursos.portoeditora.pt/recurso?&id=1439212

Sobre a autora:

Maria Guedes nasceu em Lisboa em 1978 e desde cedo revelou um enorme fascínio pelo mundo da moda.

Licencia-se em Marketing e Publicidade em 2000 e, três anos mais tarde, conclui uma pós-graduação em Comunicação e Imagem.
Em 2006, viaja para Nova Iorque onde frequenta o Associates Fashion Studies Program da Parsons – the New School for Design.
Estagia com os reconhecidos designers americanos Zac Posen e Jill Stuart e colabora na organização da New York Fashion Week.
De regresso a Portugal dedica-se ao Personal Styling, Shopping Assistido e Design de roupa por medida. Continua a desenvolver projectos de design de acessórios (para outras marcas), ilustração e pintura.
No início de 2009 lança o seu blogue www.mariaguedeslisboa.blogspot.com com considerações diárias sobre moda, estilo, ilustração e compras.

Contos de Vampiros apresentado esta quinta-feira

É já esta quinta-feira, 29 de Outubro, às 19:30, que a Porto Editora apresenta o livro Contos de Vampiros.
O evento decorre na Cantina da LX Factory, em Lisboa (Alcântara).
Na mesa, para uma tertúlia em torno da colectânea e respectiva temática, estão confirmadas as presenças dos autores Ana Paula Tavares, Hélia Correia, João Tordo, Jorge Reis-Sá, Rui Zink, Susana Caldeira Cabaço e do coordenador Pedro Sena-Lino.
No final, é servido um cocktail ao gosto de sanguinários seres da noite…


segunda-feira, 26 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Símbolo Perdido, o novo livro de Dan Brown, chega às 00h00 de dia 29

Mês e meio depois da publicação nos E.U.A Portugal desvenda O Símbolo Perdido

Os números impressionam: a edição portuguesa do novo livro de Dan Brown, O Símbolo Perdido, chega às livrarias nacionais no próximo dia 29 com uma tiragem inicial de 140.000 exemplares. Mas a 15 de Setembro, aquando do lançamento nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, o livro vendeu 1 milhão de exemplares em apenas 24 horas. Dan Brown, autor de O Código da Vinci, o maior best-seller mundial, e um dos mais bem sucedidos escritores da actualidade está de volta.
E com ele, também os códigos, as sociedades secretas, neste caso a Maçonaria, os enigmas, as reviravoltas e claro, Robert Langdon, o professor de Harvard especialista em simbologia que os leitores tão bem conhecem. A história de O Símbolo Perdido acontece ao longo de um período de 12 horas, em Washington DC, cidade imersa em elementos maçónicos e monumentos ricos em simbolismos místicos e começa, tal como os livros anteriores, com um acontecimento macabro (uma mão decepada aparece na Rotunda do Capitólio, sobre uma estaca, com duas tatuagens, uma no dedo indicador outra no polegar, no exacto instante em que Langdon se prepara para iniciar uma palestra no National Statuary Hall a convite de Peter Solomon, o homem que foi mutilado). Para o ajudar as desvendar as motivações por detrás deste acto bárbaro Robert Langdon vai contar com a ajuda de Katherine Solomon, uma investigadora das ligações entre o corpo e a mente, numa saga que envolve os segredos da Maçonaria nos E.U.A e os seus símbolos ocultos, bem como antigas autoridades americanas.
Tal como aconteceu com os anteriores, O Símbolo Perdido mistura assim ficção e realidade, a um ritmo implacável, muitas revelações e um desfile interminável de acontecimentos intrigantes que os portugueses vão poder desvendar já a partir das 00h00 de dia 29.

Vida de Pedro Couceiro em livro

O livro de banda desenhada que recria a história de vida do piloto Pedro Couceiro vai estar nas bancas a partir de 19 de Novembro.
A obra intitula-se “Sonho sem Fim” e é da autoria do próprio Pedro Couceiro em conjunto com Rui Ricardo e Hugo Jesus, ambos profissionais com provas dadas nesta área e editado pela ASA. O livro surge da paixão antiga de Pedro Couceiro pela Banda Desenhada e visa sobretudo passar a mensagem didáctica que nenhum sonho é impossível quando nele se acredita. Uma história real feita de pequenos nadas com grandes significados e que mais não são do que um retrato da vida de um dos melhores pilotos portugueses da actualidade. “Tentei transformar a minha história em algo que possa deixar a todas as crianças e não crianças que têm um sonho por realizar e que lhes permita ter uma visão mais optimista do futuro”, diz Pedro Couceiro. Ao longo do seu percurso profissional e pessoal Couceiro foi: “Construindo realidades em cima de sonhos, cimentando bases para o meu futuro e vendo sempre o amanhã como um dia melhor que o de hoje. É esta a mensagem que quero passar numa altura em que mais um sonho de criança transformo em realidade”, reforçou. Sendo desde 1995 embaixador da Unicef para Portugal, Pedro Couceiro sempre teve especial atenção para as causas dos mais desfavorecidos. Nesse sentido decidiu que as receitas deste livro reverterão exclusivamente a favor das Aldeias SOS, instituição que visitou no início da sua carreira internacional e que o marcou profundamente por dar apoio e fomentar o sonho de um futuro melhor para tantas crianças. De salientar que a produção deste livro que se pretende chegue ao maior número de jovens do nosso país, só foi possível graças a vários parceiros que se associaram e o tornaram realidade: “Não teria conseguido realizar mais este sonho, e em especial fazer com que consigam angariar-se verbas extras para uma causa tão nobre, se não fosse o apoio desde o primeiro momento da Navigator, que forneceu todo o Papel, da Lithoformas, que realizou toda a parte de impressão e encadernação e da Leya-Asa, que é responsável pela produção e distribuição do Livro. Sem dúvida que estou muito orgulhoso dos parceiros que reuni”, concluiu Pedro Couceiro.

"O BI da Perdiz" é o novo livro de Paulo Moreiras

Considerada por Aquilino Ribeiro como uma das aves mais lindas de Portugal, a perdiz sempre encantou e maravilhou os homens, quer pela sua beleza e elegância, quer pelos seus atributos gastronómicos.
A ela são atribuídas, igualmente, diversas fábulas e lendas mitológicas. A perdiz, por sua vez, foi também pitança que nunca faltou numa mesa real e isso permitiu que os mestres de cozinha se esmerassem na sua confecção. Em termos culinários existem quase tantas receitas sobre a perdiz como existem sobre bacalhau. A ideia principal que esteve na génese deste trabalho foi oferecer um alargado leque de pequenas histórias e informações acerca da perdiz, dispersas por várias obras, algumas delas de difícil acesso, que importava resgatar da memória dos tempos e enquadrá-las na lógica estrutural destes «Bilhetes de Identidade», pois só assim faziam sentido.
Estas e outras curiosidades sobre as perdizes podem ser encontradas no mais recente volume «B.I. da Perdiz», da autoria de Paulo Moreiras, integrado na colecção «Bilhete de Identidade», do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional (IELT) e publicado pela editora Apenas Livros.
A colecção Bilhete de Identidade tem direcção de Ana Paula Guimarães e conta com o patrocínio do IELT - Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, da FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia e do Centro de Tradições Populares Portuguesas.

Sobre o autor
Paulo Moreiras nasceu em 1969 em Lourenço Marques, Moçambique. Veio para Portugal em 1974. Viveu em Finzes (Cinfães), Laranjeiro (Almada) e vive actualmente em Meirinhas (Pombal). Desejou fazer cinema de animação e enamorou-se pela banda desenhada. Após algumas experiências com fanzines, começou a publicar poesia em edições artesanais. Apaixonou-se pela literatura picaresca e publicou o seu romance A Demanda de D. Fuas Bragatela (2002), seguindo-se um livro de poesia Do Obscuro Ofício (2004) e o Elogio da Ginja (2006). Entre outras coisas, escreveu também o BI da Cereja e da Ginja (2007), o BI do Palito (2007), o BI do Tremoço (2008) e o BI da Perdiz (2009). Em Setembro de 2009, publicou o seu segundo romance Os Dias de Saturno.

Inédito de Tolkien nas livrarias a 2 de Novembro

Com edição organizada por Christopher Tolkien, filho do conhecido escritor J.R.R. Tolkien, "A Lenda de Sigurd e Gudrún", um inédito de Tolkien, vai estar disponível para os leitores portugueses a partir de dia 2 de Novembro. A chancela é de Publicações Europa-América.

Título: Lenda de Sigurd e Gúdrun
Autor: J. R. R. Tolkien
Colecção: Obras de J. R. R. Tolkien
Preço: 23.50€
Pp.: 316


«Há muitos anos, J. R. R. Tolkien compôs a sua própria versão, agora publicada pela primeira vez, da grande lenda da antiguidade nórdica, em dois poemas intimamente relacionados, a que deu os títulos de «O Lai dos Volsungos» e «O Lai de Gudrún».
Em «O Lai dos Volsungos» conta-se a história do grande herói Sigurd, o assassino de Fáfnir, o mais famoso dos dragões, de cujo tesouro se apoderou, o despertar da valquíria Brynhild, que dormia rodeada por uma muralha de chamas, e o noivado dos dois. Após a chegada de Sigurd à corte dos grandes príncipes niflungos (ou nibelungos), o herói desperta o amor mas também o ódio da feiticeira dos Niflungos, versada nas artes mágicas.
Em cenas de grande intensidade dramática, troca de identidade, paixões frustradas, ciúmes e disputas amargas, as tragédias de Sigurd e Brynhild, de Gunnar, o Niflungo, e Gudrún, sua irmã, atingem o auge com a morte de Sigurd às mãos dos seus irmãos de sangue, o suicídio de Brynhild e o desespero de Gudrún.
Em «O Lai de Gudrún» é contado o seu destino depois da morte de Sigurd, o casamento, contra a sua vontade, com Atli (ou Átila), governante dos Hunos, o assassinato dos seus irmãos, os senhores niflungos, e a sua vingança hedionda.
Sendo a sua versão inspirada, principalmente, no estudo atento das antigas poesias norueguesas e islandesas conhecidas como Edda Poética (e no posterior trabalho em prosa, a Völsunga Saga), J. R. R. Tolkien utilizou estâncias curtas cujos versos conservam em inglês os exigentes ritmos
aliterativos e a intensa energia dos poemas da Edda.»

J. R. R. TOLKIEN nasceu a 3 de Janeiro de 1892 em Bloemfontein. Depois de ter lutado na primeira guerra mundial, Tolkien abraçou uma distinta carreira académica e foi reconhecido como um dos maiores filólogos do mundo. Contudo, é mais conhecido como o criador da Terra Média e autor de clássicas e extraordinárias obras de ficção como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. As suas obras foram traduzidas para mais de 40 línguas e venderam milhões de exemplares em todo o mundo. Recebeu o grau honorário de Doutor de Letras pela Universidade de Oxford, em 1972. Faleceu em 1973, com 81 anos.

CHRISTOPHER TOLKIEN nasceu a 21 de Novembro de 1924 e é o terceiro filho de J. R. R. Tolkien. Nomeado por Tolkien como executor literário, tem-se dedicado, desde a morte do pai em 1973, a editar e publicar os escritos inéditos, nomeadamente O Silmarillion e as colecções intituladas Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média e The History of Middle-earth (A
História da Terra Média). Ele e a sua esposa vivem em França desde 1975.

Novo livro de Paul Auster "Invisível", nas livrarias amanhã

Título: Invisível
Autor: Paul Auster
Colecção: Obras de Paul Auster
Tradução: José Vieira de Lima
Publicação: 27 de Outubro de 2009

Sinopse:
Sinuosamente construído em quatro partes entrecruzadas, o décimo quinto romance de Paul Auster começa em Nova Iorque, na Primavera de 1967, quando o jovem aspirante a poeta Adam Walker conhece Rudolf e Margot, um enigmático casal francês. O perverso triângulo amoroso que rapidamente se forma, conduz a um chocante e

inesperado acto de violência cujas consequências serão irreversíveis.
Três narradores contam uma história que se desloca no tempo, de 1967 a 2007, e no espaço, à medida que viaja entre Nova Iorque, Paris e uma ilha remota nas Caraíbas.
Invisível está imbuído de fúria, de sexualidade desenfreada e de uma busca implacável por justiça. É uma viagem através das fronteiras sombrias entre verdade e memória, criação e identidade. Uma obra inesquecível pela mão de um dos nomes cimeiros da literatura dos nossos dias.

Recensão Crítica
“Invisível é provavelmente o melhor romance de Paul Auster até à data.”
Kirkus Reviews

Sobre o autor
Escritor, argumentista, tradutor, ensaísta, realizador, marinheiro, inventor de um curioso jogo de cartas e muito mais, Paul Auster é considerado um nome cimeiro da literatura dos nossos dias. Nascido em 1947 em Newark, frequentou a Universidade de Columbia e residiu durante quatro anos em França, antes de se radicar em Nova Iorque, onde vive com a mulher, Siri Hustvedt. Distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura 2006, Paul Auster foi nomeado Comendador da Ordem das Artes e das Letras de França em 2007. Em 1993 a sua obra Leviathan recebeu o Prémio Médicis para o melhor romance estrangeiro. As Loucuras de Brooklyn recebeu em 2006 o Prémio Qué Leer dos Leitores para o melhor romance estrangeiro, distinção também dada a A Noite do Oráculo em 2004. A sua obra encontra-se traduzida em trinta línguas.

Para mais informações sobre o autor e a obra visite o blogue paulauster.blogs.sapo.pt
domingo, 25 de outubro de 2009 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Espião de D. João II - Deana Barroqueiro [Opinião]

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Título: O Espião de D. João II
Autor: Deana Barroqueiro
P. V. P.: 19,50 euros
Páginas: 528
Formato: 16x23 cm

Sinopse:
O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora.
El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, certo que qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.
Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João.
Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho e costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al-Andalus, o Escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.
Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…

A minha opinião
O Espião de D. João II relata as aventuras de Pêro da Covilhã, ou Ali Moumen, um dos nomes que adoptou para se disfarçar de muçulmano aquando a sua viagem por via terrestre até à Índia, com o intuito de descobrir a rota das especiarias. Pelo caminho depara-se com inúmeras aventuras, conseguindo escapar sempre à morte. A convivência com diversas culturas também é aqui relatada, como é o caso das mulheres indianas ou de algumas facções muçulmanas que espantam Pêro da Covilhã, pelas disparidades tão grandes com a cultura portuguesa da época.
Na cultura indiana, por exemplo, Pêro espanta-se ao saber que as mulheres brâmanes e naires, as duas castas mais nobres, vivem em lugares próprios, sempre fora das cidades, com o intuito de não se cruzarem com castas inferiores às suas. Quando uma rapariga está na altura de receber um homem, a mãe começa a procurar imediatamente alguns brâmanes ou naires para lhe manterem a filha e assim dormirem, três ou quatro com ela, cada um deles dando-lhe uma certa quantia de dinheiro por dia para o seu mantimento. Em suma, quanto mais amantes tiver a mulher, mais honrada fica.
«Cada um dos seus maridos está com ela em dia certo, desde o meio-dia até ao outro meio-dia e assi vão passando sua vida sem haver entre eles quaisquer cumprimentos e, se algum a quiser deixar, larga-a e toma outra e ela também quando se aborrece de algum diz-lhe para se ir embora e ele não tem outro remédio senão obedecer-lhe.»
E é aí, na Índia, que descobre um mundo diferente do que estava habituado. «De uma única palmeira, se pode achar não só madeira como tecido para vestes, papel de carta ou fio para fazer cordas, leite, óleo e açucar ou, ainda, vinho e aguardente para o prazer e o esquecimento». Descobre a canela, o fulgor do ouro, o brilho das safiras, os rubis.
E descobre, também, aquilo que julga serem as antigas Minas de Salomão, mas é envenenado por uma víbora que o deixa momentaneamente cego.
Quando é enviado, por D. João II, para a descoberta terrestre da rota das Índias, Afonso Paiva, seu colega em aventuras também o acompanha na viagem até África, mas com uma missão diferente: descobrir Preste João. Só que, anos mais tarde, quando Pêro decide encontrar-se com ele, descobre que o seu amigo havia sido assassinado e não tinha conseguido cumprir a sua missão. Decide então encetar novas aventuras para cumprir a missão do amigo.
É interessante a incursão de Pêro da Covilhã a Fez, logo no início da sua viagem, descrita como uma cidade com mais de 785 mesquitas, 80 fontes e chafarizes, 93 banhos públicos (…) uma urbe maior que muitas capitais europeias, incluindo Lisboa, dando a demonstrar que os mouros eram bastante avançados em relação aos europeus.
É bastante curiosa a vida de Pêro da Covilhã, que confesso sabia muito pouco (ou quase nada). A forma como Deana Barroqueiro conta e relata a História é também de louvar, uma vez que, com a sua escrita tão fluida, nos faz viajar no tempo, de uma forma nada maçadora, e nos faz viver também as aventuras deste jovem beirão, que muito fez pelo nosso país.

Podem ainda saber mais sobre o livro e as viagens da autora após a conclusão do romance: http://conversacomleitores.blogspot.com/2009/10/no-rasto-de-pero-da-covilha.html
Os interessados podem ainda visitar o blogue da escritora: http://deanabarroqueiro.blogspot.com/