sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 | By: Maria Manuel Magalhaes

Civilização lança a 14 de Fevereiro Os 33 – O dramático resgate dos mineiros chilenos

Título: Os 33 – O dramático resgate dos mineiros chilenos
Autor:
Jonathan Franklin
Título original: 33 Men
Tradução: Teresa Campos
Páginas: 316
Encadernação: Capa mole
Família: Literatura
PVP:
16€
Lançamento: 14 de Fevereiro 2011


A muito aguardada história sobre o resgate dos 33 mineiros chilenos, uma das mais inspiradoras e mediáticas de sempre, vai sair em livro pouco mais de três meses após o seu feliz desenlace, com a chancela da Civilização Editora. Escrito por Jonathan Franklin, um premiado jornalista norte-americano radicado há mais de quinze anos no Chile e o único jornalista com acesso directo aos mineiros, Os 33 – O dramático resgate dos mineiros chilenos tem estreia mundial simultânea (para já, em 16 países) a 14 Fevereiro. O autor vai estar em Portugal no início de Março.

Os 33 – O dramático resgate dos mineiros chilenos é um relato absorvente e rigoroso do mais longo e profundo enterramento humano de sempre, acompanhado de perto por Jonathan Franklin, o jornalista que começou a seguir a história a 5 de Agosto, o dia em que a terra tremeu e deixou 33 homens presos no interior de uma mina de cobre em São José, um lugar perdido a mais de 800 quilómetros da capital do Chile, Santiago. Na altura, o mundo ainda não sabia da existência destes homens, o que viria a acontecer algumas semanas mais tarde, a 22 do mesmo mês, quando uma sonda revelou que estavam vivos.
Durante um mês, o autor de Os 33 – O dramático resgate dos mineiros chilenos viveu na encosta onde foi montado o centro de operações de salvamento. E, enquanto os homens se mantinham reféns dos setecentos metros de terra acima deles, Franklin arranjou uma forma rudimentar de falar com eles ao telefone, de pô-los em contacto com o mundo. Assim que foram resgatados das entranhas da terra, a 13 de Outubro, o autor conduziu uma série de entrevistas com os mineiros, que se encontravam no recobro do hospital de campanha.

Jonathan Franklin afirmou: “É um milagre que estes mineiros tenham sobrevivido ao colapso inicial e que, após várias semanas sem praticamente nenhuma comida, tenham conseguido resistir tendo apenas para beber a água com óleo dos radiadores dos tractores. Este livro conduz os leitores ao mundo dos mineiros – uma caverna escura, húmida, com discussões e lutas, drogas e receios de canibalismo e, ao mesmo tempo, um mundo onde os homens rezavam juntos e tomavam decisões em comunidade e sobreviviam devido a uma determinação feroz de viver”.

Por outro lado, acrescenta o autor, “enquanto dois mil jornalistas se encontravam limitados às barreiras policiais, o meu passe de ‘equipa de resgate’ permitiu-me viver de perto as últimas seis semanas deste milagroso salvamento. Foi um privilégio assistir ao desenrolar deste drama, nos seus diversos momentos de beleza e coragem e comédia; e ver, em primeira-mão, a profunda união que permitiu que toda esta operação fosse um sucesso”.

O livro incide não só no drama vivido pelos mineiros, mas também na parte logística e humana relacionada com toda a operação de salvamento, do operador da máquina de perfuração (um americano do Colorado) ao chefe dos médicos e ao psicólogo responsável pelo apoio aos familiares dos mineiros. Jonathan Franklin analisa ainda o jogo de interesses que, apesar dos diversos avisos e decisões judiciais, permitiu que uma mina de cobre particularmente perigosa e mortífera se mantivesse tanto tempo em funcionamento.
Baseado em mais de 75 entrevistas com os mineiros, as suas famílias e a equipa de resgate, o autor combina o olhar do especialista no detalhe e no diálogo com a história profundamente tocante e extraordinária destes mineiros, em luta pela sobrevivência num ambiente de extrema adversidade.

Sobre o autor:
Jonathan Franklin vive no Chile há quinze anos, doze dos quais como correspondente sul-americano do The Guardian (RU). Graças a um cobiçado passe de “Equipa de Resgate”, ele foi a voz dos mineiros, enviando notícias de São José para os jornais Guardian, Washington Post, Observer (RU) e Sydney Morning Herald. Como operador de câmara na mina, filmou imagens exclusivas transmitidas nos canais ABC News, CNN International, Univision e o Discovery Channel. Fluente em espanhol, Franklin tem coberto uma série de histórias na América do Sul com repercussão mundial, da prisão de Augusto Pinochet aos meandros da droga. As suas histórias e opiniões são publicadas regularmente em revistas de todo o mundo, da GQ à Esquire ou à Playboy. Enquanto co-fundador de www.AddictVillage.com, Franklin viaja por toda a América Latina em busca de reportagens que publica em jornais e revistas de todo o mundo. Algumas dessas reportagens foram já transmitidas em programas como Nightline (NBC) 60 Minutes (CBS), A&E, BBC, entre outros. Nascido em Lincoln, Massachusetts, EUA, e licenciado pela Brown University, Providence, Rhode Island, Franklin mudou-se para o Chile em 1995, residindo com a sua mulher Toty Garfe e as suas seis filhas em Santiago.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 | By: Maria Manuel Magalhaes

Fred Vargas integra catálogo da Porto Editora com A Terceira Virgem

Título: A Terceira Virgem
Autor: Fred Vargas
Tradutor: Isabel St. Aubyn
Págs: 376
PVP: 16,60 €

A colecção Alta Tensão da Porto Editora vai ficar ainda melhor a partir do dia 17 de Fevereiro com a publicação de A Terceira Virgem, um dos melhores romances da rainha do policial europeu, Fred Vargas.
Bastante aclamado pela crítica, A Terceira Virgem é uma combinação da
catarse grega com o policial, um romance negro e inquietante, que promete manter o leitor suspenso até à última página. Segundo o Times Literary Supplement, «Fred Vargas tem tudo: enredos complexos e surpreendentes, um bom ritmo, personagens variadas e excêntricas, sentido do lugar e da história, diálogos individualizados, engenho e estilo».

Sinopse:
O fantasma de uma freira do século XVIII que degolava as suas vítimas, sepulturas e cadáveres de virgens profanados, sombras misteriosas e sinistras em cemitérios obscuros da Normandia profunda, livros medievais com poções mágicas que asseguram a vida eterna, o furto de relíquias, um rival do passado longínquo que fala em verso e… dois traficantes de droga assassinados às portas de Paris.
Um puzzle complicado que deixaria louco qualquer um que não fosse o comissário Adamsberg. À medida que as mortes se sucedem, o comissário e a sua peculiar equipa lutam contra o tempo para encontrar os culpados.

Sobre a autora:
Fred Vargas (pseudónimo de Frédérique Audouin-Rouzeau) nasceu em Paris em 1957. Estudou História e Arqueologia e publicou vários romances policiais que estão traduzidos em trinta e cinco países. Unanimemente reconhecida como a rainha francesa do polar, os seus livros foram galardoados com numerosos prémios: o Prix Mystère de la Critique (1996 e 2000), o Grande Prémio de Novela Negra do Festival de Cognac (1999), o Trofeo 813, o Giallo Grinzane (2006) e o CWA International Dagger (2009).

Imprensa:

Verdadeiramente original… não existe nada igual no romance policial
contemporâneo. Uma delícia. Sunday Times
Fred Vargas é provavelmente neste momento, na Europa, a autora mais interessante do género policial. Babelia
Fiel ao seu estilo, Fred Vargas acaba de conquistar o estatuto de rainha francesa do romance policial. Le Figaro magazine
Humor, audácia e génio nas atmosferas e nas personagens secundárias, uma escrita a um tempo depurada e evocativa… uma pequena pérola. Le Nouvel Observateur
Poética, original e ligeiramente viciante. A sua escrita é de uma destreza rara, com um humor irónico. Uma voz única. The Guardian

E porque o Dia dos Namorados está à porta, a Esfera dos Livros sugere...

Porque o dia dos namorados é já na segunda-feira, a Esfera dos Livros não quer deixar de assinalar esta data com dois óptimos livros que vão com certeza agradar a sua cara metade! Fique a conhecer O Guia para Ficar a Saber ainda Menos Sobre as Mulheres de Isabel Stilwell. Um livro que ajuda os homens a compreenderem certas atitudes das mulheres que por vezes são difíceis de explicar. Escrito com muito humor e ironia, Isabel Stilwell fornece uma série de conselhos que vão ajudar os homens a conhecerem melhor os comportamentos complicados das mulheres!

Título: Guia para ficar a saber ainda menos sobre as mulheres
Autor: Isabel Stilwell
Colecção: Fora de Colecção
PVP: 16 €
N.º de Páginas: 144
Formato: 15 X 23
Encadernação: Cartonado
Data de Distribuição: Fevereiro

Sinopse:
«Estamos convencidos de que anda aí, algures, a nossa alma gémea (…) Esse ser seria capaz de ler os nossos pensamentos, decifrar o nosso estado de alma apenas pelo olhar, conhecer-nos até ao mais recôndito bocadinho e gostar de nós, amar-nos de cabeça e coração perdido, mesmo depois de já não termos nada a esconder.»
Para Isabel Stilwell não há dúvidas, os homens mais não são do que personagens de um filme cujo realizador são as mulheres, e como actores precisam de um guião que os conduza no mundo do amor e das relações. Com todas as indicações, dicas e conselhos para desempenhar o papel na perfeição, ou pelo menos tentar...
O objectivo último é conseguir fazer uma mulher absolutamente feliz. Adivinha-se uma tarefa hercúlea… Este livro é um guia para ficar a saber ainda menos sobre as mulheres. Escrito com humor, ironia e muita provocação.
«Damos um valor enorme a coisas que os homens não conseguem mesmo compreender. Encontramos simbolismos nos elementos mais estranhos, registamos acontecimentos em diários, entremeados de flores secas e bilhetes de autocarro e temos uma obsessão por datas»

Sobre a autora:
Isabel Stilwell é jornalista e escritora. Actualmente é directora do jornal Destak. Foi directora da revista Notícias Magazine, e tem um longo percurso na imprensa escrita. Sempre se confessou apaixonada por romances históricos. A autora obteve um enorme sucesso nos seus três romances históricos, Filipa de Lencastre, Catarina de Bragança e D. Amélia.

  • Isabel Stilwell revisita o seu livro best-seller, com mais 50 mil exemplares vendidos. Nova edição actualizada, com conselhos fundamentais para os homens ficarem a conhecer ainda menos as mulheres.
  • Novos textos em que a autora explora o diálogo entre homens e mulheres, sempre com humor e ironia.
  • Isabel Stilwell é a mais consagrada autora portuguesa de romances históricos. 22.ª edição Filipa de Lencastre – 36.500 ex vendidos 15.ª edição Catarina de Bragança – 35.000 ex. vendidos 11.ª edição D. Amélia – 35.000 ex. vendidos


Ou inspire-se no conhecimento de Ramiro Calle, conhecido professor de Yoga e especialista em meditação e psicologia oriental através do livro A Arte do Casal. Saber Cuidar, Saber Libertar. O Equilíbrio de uma Relação. Um obra baseada num estudo profundo sobre a vida dos casais que oferece soluções práticas para resolver discussões e conflitos matrimoniais mais frequentes.

Título: A Arte do Casal
Subtítulo: Saber Cuidar, Saber Libertar O Equilíbrio de uma Relação

Autor: Ramiro Calle
Colecção: Esoterismo
PVP: 16 €
N.º Páginas: 176
Formato: 16 X 23,5
Encadernação: Brochado
Data de Distribuição: Fevereiro

Sinopse:
«É preciso cuidar da relação, velar por ela, saber descobrir e suturar as feridas incipientes ou fissuras e não permitir que seja uma sementeira de fricções, mas antes um cenário para nos relacionarmos com esse amor da alma que é o “amor” que é capaz de recompor qualquer situação equívoca ou dissonante.»
A vida em casal é uma arte. Um equilíbrio difícil de manter entre saber cativar, cuidar do nosso/a companheiro/a, sem obsessão, dependência, apoderamento ou apego, mas mantendo um vínculo de afecto cuidado e saudável, e saber libertá-lo/a sem rancor, maus sentimentos ou ressentimento, com generosidade quando os sinais de ruptura são evidentes.
Ramiro Calle, autor best-seller e especialista em meditação e psicologia oriental, valendo-se de um estudo profundo que fez sobre a vida dos casais e de vários testemunhos que recolheu, oferece soluções práticas para resolver as discussões matrimoniais mais frequentes e fornece-nos uma série de ferramentas e comportamentos, para conseguir manter relações mais estáveis, fluidas, harmónicas e felizes, mas também nos apresenta propostas para tomar o caminho da separação, quando esta se revela a via mais adequada, para que o indivíduo possa continuar a crescer.

Sobre o autor:
Ramiro Calle estudou os efeitos terapêuticos das psicologias orientais e explorou as pontes que existem entre a meditação e a psicanálise, a psicoterapia e a neurologia. Professor da Universidade Autónoma de Madrid foi o primeiro a promover investigações médicas sobre a terapia ioga em Espanha, em colaboração com especialistas médicos, e a ensinar ioga, relaxamento e técnicas de meditação como forma de prevenir e combater problemas psicossomáticos. Pioneiro do ensino de ioga em Espanha, disciplina que lecciona há mais de 30 anos, é director do centro de Ioga e Orientalismo Shadak. É considerado um dos mais importantes escritores orientalistas de Espanha. As suas cerca de setenta viagens à Ásia permitiram-lhe entrevistar especialistas, mestres e orientalistas, experiências que inclui nos seus livros de orientalismo e auto-ajuda, lidos por milhões de leitores em todo o mundo.

  • Ramiro Calle, baseando-se num estudo profundo que fez sobre a vida dos casais e de vários testemunhos que recolheu, oferece soluções práticas para resolver as discussões matrimoniais mais frequentes.
  • Um conjunto de ferramentas e comportamentos, para conseguir manter relações mais estáveis, fluidas e felizes, mas também propostas para tomar o caminho da separação, quando esta se revela a via mais adequada.
  • Ramiro Calle é autor best-seller e especialista em meditação e psicologia oriental. Dos livros publicados pela Esfera, vendeu mais de 9.500 ex. . Do autor 4.ª edição - Os Melhores Contos Espirituais do Oriente O Livro do Amor O Homem que Procurava o Sentido da Vida

Convite Encontro no teu Olhar

Convite - Textos de Amor

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Ilha dos Encantos - Mary Nickson [Opinião]


Título: A Ilha dos Encantos
Autor: Mary Nickson
PVP: 17, 95€
N.º de Páginas: 524

Feito de histórias de afecto, recordações, esperança no futuro e acertos de contas com o passado, A Ilha dos Encantos tem como protagonistas Victoria, órfã desde os seis anos, e Evanthi, sua avó e dona da casa veneziana onde Victoria passava as suas férias, até casar com Richard.
Com a repentina e inesperada morte do marido, e mergulhada numa profunda depressão, Victoria decide abandonar a localidade onde vive, e refugiar-se na saudosa casa veneziana da avó. Aí, na idílica ilha do mediterrâneo, Victoria parece ter encontrado forças para superar a dor do luto e refazer a sua vida. Mas para enfrentar o futuro é preciso averiguar a verdade sobre o passado…
Ambientado num mediterrâneo intocado, na essência da alma grega e ao estilo das grandes sagas familiares, A Ilha dos Encantos é um romance escrito de forma notável e com desmedida sensibilidade.

A minha opinião:
A maravilhosa ilha de Corfú relatada no maravilhoso livro de Mary Nickson, “A ilha dos Encantos”
veio-me novamente à memória desta feita em duas belíssimas histórias de amor que ali se desencadearam e que dali nasceram. Também eu tenho boas recordações na visita a essa ilha grega e isso foi o mote para a leitura de “A ilha dos Encantos” que me prendeu desde cedo, apesar de ter demorado tanto tempo a terminar o livro.
A autora, transporta-nos para esta lindíssima ilha pelas mãos de Victoria, uma mulher devastada pela morte do marido, mas ao mesmo tempo com dúvidas em relação ao seu verdadeiro amor por ele. Desolada decide viajar para debaixo das “asas” da avó Evanthi, que vive em Corfú, e é ai que descobre uma verdade terrível sobre o passado de Richard e que também envolve o melhor amigo de ambos e primo de Victoria: Guy.
É depois de toda a verdade, e com a ajuda dos ares da Grécia e da avó, que Victoria se restabelece da dor, e se abre para uma nova paixão, ao conhecer o crítico de arte, Patrick. Mas sem que saibam, também eles partilham algo em comum com os seus antepassados.
Além de toda a história de amor que envolve os protagonistas da história, “A Ilha dos Encantos” mostra também o lado duro das relações humanas e de uniões falhadas. Por um lado deparamo-nos com uma família que, à morte de um membro, pretende apropriar-se de tudo sem olhar a meios: família de Richard. Por outro, existe uma outra, à beira da ruína, que revela a fragilidade de uma mulher, obcecada por uma amiga, ao ponto de se deixar levar por tudo o que ela lhe pede, ao ponto de desprezar os próprios filhos: Rachel, mulher de Patrick.
Uma autora que promete e de quem quero ler mais.

César Vidal autor de JESUS, O JUDEU, em Lisboa nos dias 22 e 23 de Fevereiro

A Esfera dos Livros lança esta semana o livro Jesus, o Judeu, de César Vidal, um controverso historiador espanhol especialista em Teologia e Filosofia, que traz neste livro uma ideia sólida e audaz ao revelar a realidade histórica de Jesus. O autor desvenda que Jesus de Nazaré, uma pessoa adorada e venerada por milhões de pessoas não foi cristão, nem nasceu no meio ocidental. Séculos de manipulação esconderam a verdade: Jesus nasceu, viveu e morreu como judeu e tanto a sua pessoa como a sua doutrina são impossíveis de compreender sem ter em conta estes factos.

Para ajudar a compreender melhor esta teoria, o autor vai estar em Lisboa nos dias 22 e 23 de Fevereiro.


Sinopse:
Jesus de Nazaré é uma personagem adorada, venerada e admirada por milhões de pessoas. Deus para uns, mestre para outros, a realidade é que a sua figura e os seus ensinamentos são desconhecidos por muitos dos que afirmam segui-lo. Séculos de manipulação e ocultação, esconderam a verdade de que Jesus não foi um cristão nem nasceu no meio ocidental. Jesus nasceu, viveu e morreu como judeu e tanto a sua pessoa como a sua doutrina são impossíveis de compreender sem ter em conta estes factos. O historiador espanhol César Vidal, especialista em Teologia e Filosofia, traz-nos neste livro uma tentativa sólida e audaz de revelar a realidade histórica de Jesus. Baseado numa pesquisa extensa e em documentação variada, Jesus, o Judeu pretende perceber quem foi este homem, o seu contexto familiar, quem deixou de ser, o que ensinou e qual o seu verdadeiro significado na História Universal. Uma leitura indispensável para compreender o judaísmo do Segundo Templo, as origens do cristianismo, as verdadeiras raízes da cultura em que vivemos.

Biografia:
César Vidal é doutorado em História, Teologia e Filosofia e licenciado em Direito. Leccionou em diversas universidades na Europa e Estados Unidos e é membro de prestigiadas entidades académicas Traduzido em várias línguas, está habitualmente nas listas de best-sellers, para além de ter sido agraciado com vários prémios literários. Entre as suas últimas obras publicadas destacamos: El testamento del pescador (2004), Prémio Espiritualidade, Los hijos de la luz (2005) Prémio de novela Ciudad de Torrevieja, Jesús y los manuscritos del Mar Muerto (2006), Pablo, el judío de Tarso Prémio biografia Algaba (2006) , El fuego del cielo (2006) Prémio novela Alfonso X el Sabio, El Camino hacia la cultura (2007), Pontífices (2008), Por qué soy cristiano (2008), El Caso Lutero Prémio de ensaio Finis Terrae (2008), El judío errante (2008), Loruhama (2009) e Los primeros cristianos (2009).

Civilização publica primeiro de trilogia de Jenna Burtenshaw

Título: O Livro dos Dons
Autor: Jenna Burtenshaw
Título original: Wintercraft
Tradução: Maria Peres
Páginas: 326
Encadernação: Capa mole
Família: Ficção Juvenil
PVP: 10,99 €
Lançamento: Fevereiro 2011

Sinopse:
Quando o tio de Kate Winters é levado pelos guardas da Albion destroçada pela guerra, tal como tinha acontecido dez anos antes aos seus pais, ela toma a firme decisão de o salvar. No entanto, Kate é perseguida por um inimigo muito mais perigoso. Silas Dane, um assassino com uma história perturbante, descobriu que ela é um dos Dotados, os seres com a aptidão rara de ver através do véu que separa a vida da morte. Silas está determinado a contar com a ajuda de Kate para pôr fim ao seu pesadelo pessoal; infelizmente, não é o único com planos para ela… À medida que a Noite das Almas se aproxima, um segredo escondido nas profundezas de uma cidade-cemitério que revela a chave para os destinos de Kate, daqueles que ela ama e até da própria Albion…

Quando o tio de Kate Winters é levado pelos guardas da Albion destroçada pela guerra, ela toma a decisão de o salvar. Kate é um dos Dotados, seres com a aptidão rara de ver através do véu que separa a vida da morte. O Livro dos Dons, romance de estreia de Jenna Burtenshaw, é o primeiro título de uma trilogia que promete ser um sucesso de vendas e uma das grandes apostas de ficção juvenil da Civilização em 2011.
Uma história empolgante e comovente, o novo romance de Jenna Burtenshaw tem recebido críticas muito estimulantes da imprensa internacional. “A estreia de Jenna Burtenshaw traz uma lufada de ar fresco… Muito divertido e deliciosamente arrepiante”, diz o The Times, ideia que é reforçada pela Amazon.
Mais informações sobre a autora em http://www.wintercraft.co.uk/.

Novidade Planeta: Numa viagem transatlântica, entre Bilbau e Nova Iorque, mergulha-se no passado e entende-se o presente...

Título: Os Dois Amigos
Autor: Kirmen Uribe
N.º de Páginas: 184
PVP: 17,95€
Tradução: Pedro Vidal
Disponível a 9 de Fevereiro.

Sinopse:

O último desejo de Liborio Uribe ao tomar conhecimento de que a hora da morte está traçada é ver pela última vez um mural, e pede à nora que o leve a contemplá-lo.
Homem do mar, passou toda a sua vida a bordo do Dois Amigos, onde muitas histórias se desenrolaram. O neto Kirmen, sempre desejou recordar essas histórias, de que tinha memórias esfiapadas, e decidiu tentar reconstituir a vida do avô e do Dois Amigos.
Romancista e poeta, Kirmen reconstrói o passado de três gerações da família com um mosaico de cartas, poemas e dicionários... e tudo narrado num voo transatlântico, entre Bilbau e Nova Iorque.

Homenagem a um outro mundo que ficou no passado, este livro é também um legado para os que perduram.

Sobre o autor:
Vencedor do Prémio Nacional de Narrativa 2009, em Espanha, Kirmen Uribe é considerado um dos principais inovadores da cena literária actual. Com o seu romance de estreia, O Dois Amigos, o autor concretiza uma deslumbrante narrativa do cenário hispânico de época, em que as memórias de família são a premissa para o desenrolar da acção. Difusor da língua e cultura bascas, Kirmen Uribe é também um aclamado poeta, cujo primeiro livro do género, Bitartean heldu eskutik, venceu o Prémio Nacional da Crítica Espanhola no ano da sua publicação. Dramaturgo e tradutor são outros dos seus trabalhos, em que as suas raízes bascas estão sempre presentes. Actualmente colabora com os diários regionais bascos Berria e Gara, onde mantém uma coluna semanal, e também escreve para a The New Yorker.

Novidade Planeta: «Se nunca leu um livro sobre sexo, comece por este. Se tiver lido muitos, este continua a ser necessário!»

Título: O sexo no feminino
Autor: Sylvia de Béjar
N.º de Páginas: 396
PVP: 18,85€
Tradução: Artur Costa e Emília Ferreira
Disponível a partir de 9 de Fevereiro.

Sinopse:

O sexo não é algo que acabe na cama, que dure um instante e que, uma vez terminado, acabou e pronto. É muito mais do que isso. Se se sentir realmente satisfeita, perfeito. Mas se não for o caso, se tiver dúvidas ou se sente que poderia melhorar, não se conforme, não ignore a situação nem diga a si mesma que é só uma parte da sua vida ou da sua relação: o sexo é importante. Daí este livro, que inclui tudo o que você (e ele) tem de saber para compreender a sua sexualidade, que reflecte de um modo sincero e directo sobre alguns dos temas que preocupam muitas mulheres e expõe (não impõe) algumas ideias, algumas pistas a seguir. É provável que concorde com muito do que aqui vai encontrar ou que discorde de alguns temas. Seja como for, a leitura deste livro levá-la-á a pensar na sua sexualidade e a tirar (muito mais) partido dela. Porque este é um livro sobre o sexo (ainda mais) no feminino.

Sobre a autora:
Sylvia de Béjar é jornalista e escritora. Trabalhou durante dezassete anos no diário La Vanguardia, e nos últimos quatro coordenou assuntos de saúde, psicologia e beleza no Magazine. É especialista em Sexualidade Humana e Educação Sexual (pela UNED) e tem um Master em Programação Neurolinguística. Publicou mais de uma centena de artigos sobre o crescimento pessoal, relações amorosas, sexualidade e psicologia infantil em diversos meios de comunicação. Realiza conferências sobre sexualidade e relação amorosa. Acaba de receber o prémio de L’Asociación de Sexologia y Medecina Sexual (AESMES) pela excelente divulgação de uma adequada cultura sexual.

«Um best-seller absoluto. Um verdadeiro prazer de ler.» Cosmopolitan, Itália
«Se nunca leu um livro sobre sexo, comece por este. Se tiver lido muitos, este continua a ser necessário!» Petra, Alemanha
«Lê-lo é como fazer um mestrado em sexologia feminina.» El Mundo
«Uma declaração de intenções, a começar pelo título.» El País
«Um livro de referência.» El Periódico
«Com muito sentido de humor, abordam-se imensos assuntos, mesmo aqueles sobre os quais nunca ousámos perguntar.» Marie Claire
«O sexo sem tabus, com bons conselhos e um tratamento desinibido.» Elle
«Sem rodeios… Imperdível.» Glamour

Civilização publica novo thriller de Martina Cole

Título: Ruas Escuras
Autor: Martina Cole
Título original: Hard Girls
Tradução: Ana Cunha
Páginas: 384
Encadernação: Capa dura
Família: Literatura
PVP: 18,90 €
Lançamento: Fevereiro 2011

Kate Burrows é uma antiga agente da polícia londrina que se tornou uma lenda depois de ter apanhado dois perigosos serial-killers. Quando uma prostituta é brutalmente assassinada, Kate regressa ao activo para tentar resolver mais um caso problemático. Ruas Escuras, o novo thriller de Martina Cole, autora de 17 livros traduzidos em 22 línguas e que venderam mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo, foi directamente para o número um do top de vendas no Reino Unido.

O crime na perspectiva do criminoso. É assim mais um empolgante thriller de Martina Cole, uma autora comparada amiúde à mestra dos policiais, Agatha Christie. “Martina Cole é brilhante a retratar os bons entre os maus, e vice-versa, portanto, até ao fim, nunca sabemos em quem confiar. É isto que a torna tão irresistível”, considera o Daily Mirror.

Sobre a autora:
Martina Cole nasceu e cresceu em Essex. O seu primeiro livro, Dangerous Lady, tornou-se automaticamente em bestseller. Desde então, Martina Cole escreveu quinze romances sobre o submundo do crime. É a maior escritora inglesa de policiais, vendendo uma média de mais de dez mil exemplares por semana e com as suas histórias frequentemente adaptadas à televisão. A Civilização já publicou sete dos seus romances, em qualquer dos casos um absoluto sucesso de vendas.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 | By: Maria Manuel Magalhaes

O verão de todos os silêncios de Maria Manuel Viana é novidade Planeta

Título: O verão de todos os silêncios
Autor: Maria Manuel Viana
N.º de Páginas: 152
PVP: 15,50€
Disponível a 9 de Fevereiro

Uma mulher que escreve um livro e três mulheres personagens desse livro. Quantas mulheres serão?

Sinopse:

Sara busca até à loucura memórias perdidas, e escreve. No livro encontrado, Ana B, M.ª João e Sara K. vão em viagem às Canárias tentando, cada uma, conciliar-se consigo própria e com a memória que recalca, que lhe falha ou que silencia.
Uma história passada entre Portugal, Espanha e a Argentina em que os abusos de infância e os mecanismos extremos de defesa se alinham num fio de escrita construído como uma frágil barreira contra a torrente da desintegração. Maria Manuel Viana traz-nos um romance poderoso sobre os mecanismos da ficção, a capacidade de resiliência e o resgate da memória.

Sobre a autora:

Maria Manuel Viana nasceu na Figueira da Foz, onde estudou até entrar para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Durante os 5 anos em que tirou Filologia Românica deu aulas à noite na Escola Bernardino Machado, na Figueira da Foz. Em 1979, enganou-se a preencher o boletim de concurso de professores e foi colocada em Castelo Branco, cidade que adoptaria como sua e onde viveu durante mais de vinte anos. Aí nasceram os seus dois filhos David e Manuel, e também aí foi coordenadora do Centro de Área Educativa, presidente da Comissão Distrital de Protecção de menores, candidata a deputada pelo Partido Socialista, vereadora da cultura e coordenadora do Gabinete para a Igualdade. Escreveu os romances A Paixão de Ana B. (2002) e A Dupla Vida de M.ª João (2006). Vive e trabalha em Lisboa desde 2002. Em 2007, com Ana Benavente, publicou Damas, Ases e Valetes.

A autora é uma das presenças confirmadas na 12ª edição das Correntes d'Escritas

John Lennon nunca morreu é o novo livro de Catarina Coelho

John Lennon nunca morreu é o novo livro de Catarina Coelho, a ser publicado pela Chiado Editora ainda este mês. A data de lançamento também já está agendada para o próximo dia 13, pelas 17 horas, na Bertrand do Fórum Montijo.

John Lennon nunca morreu apresenta sete contos que conjugam fantasia, magia,
sobrenatural e improvável. Entrando directamente na mente e nas emoções das personagens, cada história procura ser, ao mesmo tempo, visão imaginária e reflexo de sentimentos.

Sinopses parciais dos contos:

John Lennon nunca morreu - A história de um fã entusiástico dos Beatles, que não se conforma com a grande perda sofrida pela música com a morte de John Lennon e decide fazer alguma coisa quanto a isso.

A Troca - Stella e Charlotte vivem perto de uma floresta ancestral. Nela, existem forças que reinam soberanas. E desafiá-las pode ter consequências inesperadas…

Pequenos demónios - Após anos de ausência, a protagonista deste conto regressa à casa onde cresceu e descobre como o passado, que julgava completamente morto e enterrado, pode tornar-se assustadoramente vivo e presente.

O Sacrifício - Um monge cristão chega a um território onde a fé é a dos velhos deuses e o choque com a nova crença é inevitável. Quando o amor acontece e ameaça abalar a velha ordem, homens e deuses vêem-se envolvidos numa disputa cujo preço pode ser demasiado alto…

E nada mais importa - Mesmo quando o coração se julga nulo e insignificante, o bem que fazemos pode dar sentido a toda uma vida e um simples gesto de caridade pode fazer toda a diferença...

Espelhos - Elizabeth odeia a hipocrisia que reina entre os convidados para o baile de Whitestone, a forma como escondem entre sorrisos e cortesias os seus maiores defeitos. Mas, um dia, será ela a organizadora desse baile e decidirá preparar para os seus convidados uma surpresa que eles nunca esquecerão…

Espírito da Natureza - Em Green Oaks, celebra-se a festa das colheitas, junto do castelo do senhor daqueles domínios. Mas os festejos são perturbados por um acontecimento misterioso, que abalará a paz daquela terra e fará a comunidade perceber que há forças maiores em jogo…

Podem saber mais sobre o livro no blogue http://johnlennonnuncamorreu.blogspot.com/

Apresentação de "POSITIVA-MENTE" de Catarina Rivero e Helena Marujo. Dia 10 de Fevereiro, 18h30, Fnac Chiado

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidades Papiro Editora para Fevereiro

Título: Deixai-me Cantar a Floresta
Autor: Sara Timóteo
Género: Poesia
Páginas: 56
Preço: 11€
Mês edição: Fevereiro

Sinopse:
Em Deixai-me Cantar a Floresta, Sara Timóteo resgata meditações íntimas, visões mitológicas, forças subterrâneas de uma natureza que pulsa sob o manto celeste, e instiga o leitor a procurar nas suas profundezas aquilo que jaz à tona do verso.

os homens não perseguem a natureza
já não procuram o território inviolado
das coisas
na sua desilusão constroem-se lacunas imensas
no rasto vazio do tempo


Título: Portugal no 1.º Quartel do Séc. XX
Autor: Graça Fernandes
Género: História
Páginas: 400
Preço: 16,60€
Mês edição: Fevereiro

Sinopse:
“Os jornais eram, então, o palco e cenário do grande pulsar da acção política e cultural. Manuel Laranjeira, nas páginas do jornal O Norte, pouco antes do regicídio, proclamava num texto que ficou célebre, que em Portugal “o pensamento representa um capital negativo”. Referia-se ao suicídio de homens como Antero, Camilo e Soares dos Reis — ele que pouco depois se suicidaria também. Ora é este País “desencontrado” e “caótico”, mas também erudito nas franjas mais esclarecidas, para recorrer a expressões do mesmo Manuel Laranjeira, que Graça Fernandes redescobre e nos devolve nestas páginas de saborosa leitura.” (Do prefácio)

Coisas que Nunca Aconteceriam em Tóquio, de Alberto Torres Blandina, é o vencedor do Prémio Europeu da Mediateca de Bussy Saint-George

Coisas que Nunca Aconteceriam em Tóquio, de Alberto Torres Blandina, é o vencedor do Prémio Europeu da Mediateca de Bussy Saint-George. Um prémio recente que permite aos leitores participarem activamente na escolha do seu romance europeu preferido, entre seis obras seleccionadas. Este ano, A Viagem do Elefante, de José Saramago era também finalista.

A Quetzal lançou recentemente este romance no mercado. E o autor, Alberto Torres Blandina, participará no XII Encontro Correntes D’Escritas, a convite da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, onde se fará a apresentação do livro. O autor estará disponível para entrevistas, nos dias 25 e 26 de Fevereiro.

Sobre o livro:
Salvador Fuensanta é empregado de limpeza de um aeroporto e está às portas da reforma. Este lugar tão impessoal – onde trabalha há mais de vinte anos – e os milhares de pessoas desconhecidas que diariamente cruzam o seu posto vão desenvolver nele uma capacidade especial – a de modelar a realidade, recriando histórias e julgando adivinhar as vidas dos passageiros anónimos. Além disso, Fuensanta conhece muito bem as outras pessoas que trabalham no aeroporto: Sara, a empregada da cafeteria; Joana, que trabalha no quiosque; Pau, um artista inconformado que inventa um poeta finlandês para se tornar famoso e se apaixona por uma rapariga que sofre de amnésia em consequência de uma acidente aéreo. Assim, este mundo cheio de conversas e histórias soltas, inacabadas, reais, inventadas, que se mesclam a um ritmo alucinante, vai-se transformando num relato de contornos invulgares, em que cada história oculta ou revela uma outra história. Tradução de Francisco Guedes.


Sobre o autor:
Alberto Torres Blandina nasceu em Valencia, em 1976. É ficcionista, professor de literatura, dramaturgo e vocalista do grupo Niñamala. Os seus dois primeiros romances foram finalistas de vários prémios literários, e Coisas Que Nunca Aconteceriam em Tóquio, traduzido agora para português, foi galardoado em 2007 com o prémio de romance Las Dos Orillas. Agenda: Alberto Torres Blandina participa na 6.ª mesa do encontro, “Espalho sobre a página a tinta do passado”, às 15 horas, do dia 25 de Fevereiro. O lançamento de Coisas que Nunca Aconteceriam em Tóquio terá lugar às 22 horas do dia 24, no Hotel Axis Vermar, na Póvoa de Varzim.

Sextante Editora publica um novo romance de Rubem Fonseca

Título: Bufo & Spallanzani
Autor: Rubem Fonseca
Págs: 232
PVP: € 16.60

O Seminarista, publicado pela Sextante no Outono, deu a conhecer um
pouco de quem é Rubem Fonseca, atingindo vendas que o autor nunca
tinha alcançado em Portugal. Após esta primeira demonstração, a
Sextante publica um novo romance do brasileiro, Bufo & Spallanzani, que chega às livrarias no dia 15 de Fevereiro.
Bufo & Spallanzani revela-nos personagens fortes e uma misteriosa intriga que inclui mafiosos, detectives desconfiados e escritores frustrados. Ficamos até a saber como se constrói um livro dentro de um livro.
Este é um romance que, como afirma Francisco José Viegas, «É Rubem. É muito bom».

Sinosep:
«Quando chegou ao local do encontro, Guedes já sabia que Delfina não estava a dormir, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranquilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.»
De novo um livro de perfil policial com muita literatura dentro: uma mulher da alta sociedade aparece morta, tem uma relação com um escritor que está escrever um livro, o detective é uma espécie de Columbo e o marido um rico mafioso. Vários suspeitos, uma história complexa, lírica e dura.

Sobre o autor:
Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», Rubem Fonseca só precisou de publicar dois ou três livros para ser consagrado como um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos. Com as suas narrativas velozes e sofisticadamente cosmopolitas, cheias de violência, erotismo, irreverência e construídas em estilo contido, elíptico,cinematográfico, reinventou para a língua portuguesa uma literatura noir ao mesmo tempo clássica e pop, brutalista e subtil – a forma perfeita para quem escreve sobre «pessoas empilhadas na cidade enquanto os tecnocratas afiam o arame farpado». Já era considerado o maior contista brasileiro quando, em 1973, publicou o seu primeiro romance, O caso Morel, um dos mais vendidos daquele ano, depois traduzido para o francês e acolhido com entusiasmo pela crítica europeia.
Começava então a sua carreira internacional. Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu cinco vezes o Prémio Jabuti. Várias das suas histórias foram adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão.

Imprensa:
A voz de Rubem Fonseca, em Bufo & Spallanzani, é rica em ironia, humor subtil e inteligência.
Publishers Weekly
Uma narrativa muito bem estruturada confirma o domínio técnico, a sagacidade e o talento de Rubem Fonseca. Bufo & Spallanzani é uma obra eloqüente, excitante, repleta de significados. Rolando Camozzi, ABC
O homicídio fez progressos depois de Raymond Chandler. Rubem Fonseca escreveu um romance no qual mata segundo as convenções do género para, de seguida, se rir delas.
Jean-François Fogel, Le Point

Passatempo "A Rainha Vermelha"

O blogue Marcador de Livros, em conjunto com a Civilização Editora, tem para oferecer 1 exemplar do livro de Philippa Gregory, A Rainha Vermelha

Regras do Passatempo:
- O passatempo decorre até às 23:59 do dia 14 de Fevereiro.
-
Para participarem terão de responder acertadamente às quatro perguntas presentes no formulário abaixo.
- O premiado será sorteado aleatoriamente e o seu nome
será publicado neste blogue e o mesmo será avisado por email.
- Só serão permitidas participações a residentes em Portugal e apenas uma por participante e residência.


As respostas ao passatempo poderão ser encontradas no post abaixo do passatempo.





Civilização publica mais um livro de Phillipa Gregory: A Rainha Vermelha

Título: A Rainha Vermelha
Autor: Phillipa Gregory
Título original: The Red Queen
Tradução: Maria Beatriz Sequeira
Formato: 155 x 235 mm
Lombada: 23 mm
Páginas: 408
Peso: 612 g
Encadernação: Capa mole
Família: Literatura
Sub-família: Romance Histórico
Público-alvo: Adultos
Colecção: Literatura
PVP: 17,90 €
Lançamento: Fevereiro 2011

Sinopse:
Herdeira da rosa vermelha de Lancaster, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer, a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York.
Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior.

Imprensa Internacional:
“Seguro, vívido, convincente e cheio de conflitos, traições e intrigas políticas […] Tal como em Margarida Beaufort, o talento de Gregory eleva-se sobre o dos seus imitadores com uma dose de energia inigualável, concentração e execução firme.” Publishers Weekly
“A pesquisa de Gregory é irrepreensível, o que torna a sua imaginativa ficção ainda mais convincente.” Daily Mail
“Temos de agradecer a Philippa Gregory, escritora britânica de romances históricos, por muitas das razões da actual popularidade dos Tudor.” Time Magazine

  • Philippa Gregory é a mais conhecida autora de romances históricos; cada novo livro transforma-se automaticamente em bestseller.
  • A Rainha Vermelha faz parte de uma trilogia iniciada com A Rainha Branca, um tremendo sucesso de vendas internacionalmente e em Portugal.
  • O filme ‘Duas irmãs e um rei’ sobre a relação entre as irmãs Bolena e Henrique VIII, interpretado por Natalie Portman, Scarlett Johanson e Eric Bana, ajudou a popularizar ainda mais a autora no mercado português.

Sobre a autora:
Philippa Gregory nasceu no Quénia em 1954, mas mudou-se com a família para Bristol, na Inglaterra, quando tinha dois anos. Frequentou a Universidade de Sussex, onde um curso de Iniciação à História viria a mudar a sua vida. Até hoje já publicou 25 livros – -muitos deles bestsellers. Philippa Gregory é doutorada em Literatura do Século XVII pela Universidade de Edimburgo e os seus romances reflectem uma pesquisa e um pormenor histórico meticulosos. O seu período favorito da História é a época Tudor, sobre a qual já escreveu vários romances, alguns dos quais foram adaptados pela BBC a dramas históricos.

Títulos já publicados:
A Rainha Branca
A Rainha Branca é a história de uma plebeia que ascende à realeza servindo-se da sua beleza, uma mulher que revela estar à altura das exigências da sua posição social e que luta tenazmente pelo sucesso da sua família, uma mulher cujos dois filhos estarão no centro de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre.
A Outra Rainha
Um romance dramático de paixão, política e traição, da autora de Duas Irmãs, Um Rei. Com a sua característica combinação de magnífica narrativa com um contexto histórico autêntico, Philippa Gregory dá vida a esta época de grandes mudanças, numa fascinante história de traição, lealdade, política e paixão.
Duas Irmãs, Um Rei
Duas Irmãs, Um Rei apresenta uma mulher com uma determinação e um desejo extraordinários que viveu no coração da corte mais excitante e gloriosa da Europa e que sobreviveu ao seguir o seu próprio coração.
A Herança Bolena
Uma maravilhosa evocação da corte de Henrique VIII e da mulher que destruiu duas das suas rainhas. Estamos no ano de 1539 e a corte de Henrique VIII teme cada vez mais as mudanças de humor do rei envelhecido e doente.

Resultado do passatempo "As Pirâmides de Napoleão"

Obrigada a todos que participaram no passatempo "As Pirâmides de Napoleão" realizado entre o Marcador de Livros e a Editorial Presença, num total de 213 participações.

A feliz contemplada com um exemplar do livro foi:
26 - Joana Marques (Vila Nova da Barquinha)


Além de o seu nome figurar no blogue, a contemplada foi ainda avisado através de email.