segunda-feira, 2 de abril de 2012

Morte no Bosque - Harlan Coben [Opinião]


Título: Morte no Bosque
Autor:
Harlan Coben

P.V.P.: 18,68 €
Coleção: Minutos Contados
Nº na Coleção: 17
Data 1ª Edição: 02/04/2008
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-3934-6
Nº de Páginas: 340
Dimensões: 150x230mm
Peso: 506g


Sinopse:
Para Paul Copeland, a vida nunca mais foi a mesma desde que uma noite, há vinte anos, quatro jovens por quem era responsável num acampamento de Verão desapareceram no bosque circundante. Dois foram encontrados sem vida na manhã seguinte, e os outros dois, a sua irmã Camille e Gil Perez, nunca mais voltaram a ser vistos. Quando o corpo deste último aparece, mas recentemente assassinado, Paul começa a investigar a fundo o que aconteceu naquela noite, e aquilo que está prestes a descobrir poderá revelar-se muito mais perverso do que alguma vez imaginara...


A minha opinião:
Estreei-me com Harlan Coben com os livros condensados das Selecções Reader's Digest há já alguns anos, mas para ser sincera o nome do autor não me ficou muito na memória. Até que me decidi a comprar este Morte no Bosque porque gostei da sinopse em Agosto do ano passado. Só agora lhe peguei e só tenho pena de não ter começado antes a sua leitura porque fiquei verdadeiramente fascinada com este policial.
Partindo de um desaparecimento de 4 jovens há vinte anos, e tendo sido encontrados os corpos de dois deles logo no dia seguinte ao seu desaparecimento, pressupôs-se que todos eles tinham sido vítimas de um serial killer que trabalhava na altura num acampamento de jovens. Mas o facto de o corpo da irmã do delegado do Ministério Público, Paul Copeland, ter aparecido vai fazer com que ele nunca mais esqueça o caso. E quando o seu pai morre, fazendo-o prometer que a vai continuar a procurar, Cope, nunca mais vai ter descanso.
A acção do policial sobe de intensidade quando Gil Perez, um dos desaparecidos, aparece levantando a esperança de que talvez Camille também não tenha sido assassinada naquela fatídica noite.
É uma investigação a um ritmo alucinante, e vai levantar muitas questões como ética, espionagem com agentes do KGB, corrupção...
Pelo meio, Paul Copeland ainda se vê a braços com um caso extremamente difícil de defender e que envolverá famílias com alguma influência, o que vai fazer levantar coisas do passado já há muito enterradas em que até o próprio Paul desconhecia.
O melhor policial que li este ano.

Sem comentários: