sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Último Minuto - Jeff Abbott [Opinião]

Título: O Último Minuto 
Autor: Jeff Abbott
Título original: The Last Minute
Tradução: Helena Serrano
Páginas: 560
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Policial
PVP: 16,90 €
Lançamento: Agosto de 2012

Sam Capra tem uma única razão para viver: recuperar o filho das pessoas que o raptaram. Agora, os raptores fazem-lhe uma proposta mortal: entregam-lhe o bebé… se Sam concordar em cometer um assassinato espetacular. Aliando-se a uma jovem mãe cuja filha desapareceu, Sam parte em busca do seu filho pelo país fora numa corrida perigosa e desesperada contra o tempo. O autor de bestsellers como Pânico e Adrenalina, Jeff Abbott, regressa com mais um thriller de cortar a respiração, O Último Minuto. 

A minha opinião:

Sam Capra nunca chegou a ver o filho. Foi raptado no momento que nasceu e agora os seus raptores querem fazer um pacto com ele: assassinar um inimigo da associação e que a pode colocar em perigo. Como companhia Capra passa a ter Leoni, mulher a quem lhe raptaram igualmente a filha e ambos buscam desenfreadamente pelo o alvo.

Num livro de acção alucinante, acompanhamos Capra numa extensa investigação de um pirata informático, ao mesmo tempo que nos deparamos com as atrocidades cometidas por uma organização criminosa denominada Novem Soles.

Ex-agente da CIA, Capra sabe os melhores meios de se envolver e com as pessoas certas, mas só no último minuto é que consegue o desejado. Mas mesmo assim terá uma tremenda surpresa.

Gostei do ritmo de escrita de Jeff Abbott, apesar de ter uma opinião um pouco diferente do autor depois de ter lido Pânico, que não me deixou tão impressionada.

Pelo meio aparece Mila, personagem fundamental para percebermos toda a história.

Apesar de ser uma continuação de Adrenalina, consegue ler-se isoladamente. Mas tenho a certeza que depois de ser ler este O Último Minuto se vai desejar ler o primeiro.

É de facto viciante.

Excertos:
“O pior inimigo é aquele que um dia foi nosso amigo.”
“A vida é uma série de abandonos.”
“Pior do que nos sentirmos indefesos, é sentirmo-nos inúteis.”



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