sexta-feira, 4 de maio de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Apresentação de "A Dieta dos 31 Dias" da nutricionista Ágata Roquette e Sessões de autógrafos na Feira do Livro


Deana Barroqueiro na Feira do Livro de Lisboa




Domingo, 6 (das 16 h. às 19h.) Feira do Livro, Editora Ésquilo -Pavilhão B17 - "O Romance da Bíblia" é uma boa prenda para o Dia da Mãe, porque nele se celebra a Mulher em toda a sua glória, paixão e sacrifício. E porque é Livro do Dia, a autora estará na Feira para o assinar. O livro é uma saga poética, sensual, irónica e por vezes perversa ou terrivelmente dramática das mulheres da Antiguidade, confinadas nas tendas dos pastores ou nos haréns e serralhos dos palácios do Egipto, Pérsia, Mesopotâmia, etc., cujos ambientes e costumes são recriados com grande rigor. A autora dedicou-o às mulheres, por isso a linguagem é poética, ousada e intimista. Foi publicado em castelhano, italiano e tem versão brasileira.
Mais informações (críticas e opinião dos leitores) na  Página "O Romance da Bíblia":
http://romancedabiblia.blogspot.pt/2011/02/uma-leitura-de-o-romance-da-biblia.html
 
No Sábado, 12, também estará na Feira das 16 h. às 19 h.

O Romance da Bíblia e O Espião de D. João II serão ambos Livros do Dia.

Luísa Ducla Soares dá autógrafos no pavilhão da Civilização

A escritora Luísa Ducla Soares vai estar na Feira do Livro de Lisboa, este domingo, 6 de maio, entre as 15h30 e as 18h30, para uma sessão de autógrafos no pavilhão A13 da Civilização. Histórias de Lobos Bons / Histórias de Lobos Maus e Diário de Sofia & C.ª (aos 15 anos), os livros mais recentes da autora com a chancela da Civilização, são dois dos destaques nos diversos pavilhões ocupados pela editora.
Com mais de cem livros editados, Luísa Ducla Soares já ganhou vários prémios e é frequentemente convidada para entrevistas na TV, leituras em escolas, palestras, congressos e debates. Em 1973, foi-lhe atribuído o Grande Prémio de Literatura Infantil Maria Amália Vaz de Carvalho, pelo livro A História da Papoila (prémio que recusou por razões políticas), em 1984-1985 recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o Melhor Livro de Literatura Infantil e em 1996 ganhou o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra.
Em 2004, Luísa Ducla Soares foi nomeada para o Prémio Hans Christian Andersen da IBBY  International Board on Books for Young People), considerado o Prémio Nobel da Literatura para a Infância. Os livros de Luísa Ducla Soares têm acompanhado gerações sucessivas de crianças, o que tem levado a constantes reimpressões da sua obra. Mais de trinta livros da autora, editados pela Civilização, fazem parte do PNL.

Lançamentos, sessões de leitura e um “Porto de Encontro” marcado com a Feira do Livro

A agenda do Grupo Porto Editora para este fim de semana oferece aos milhares de leitores e visitantes da Feira do Livro de Lisboa excelentes sugestões.
Tudo começa amanhã, às 18:30, com o lançamento de Memorial do Coração, de António Manuel Couto Viana e Ricardo Saavedra, um documento magnífico sobre a vida e obra de Couto Viana escrito a quatro mãos.
No sábado, 5 de maio, assinala-se condignamente o Dia da Língua Portuguesa com a presença de inúmeros autores para sessões de autógrafos: a partir das 15:00, Francisco José Viegas, Sofia Marrecas Ferreira, João Céu e Silva, Alexandre Honrado, Gonçalo M. Tavares (16:00) e José Luís Peixoto e Paulo Ferreira (17:00).
Destaque para dois lançamentos: às 16:00, O País dos Cágados, de Artur Correia e A. Gomes Dalmeida; às 18:00, o muito aguardado Sagal – um herói feito em África, de António Brito, o primeiro volume de uma nova coleção de livros de ação e aventura.
Ainda no sábado, às 18:30, teremos um “Dueto Improvável” em que João Luís Barreto Guimarães e Paulo Freixinho falarão das “Palavras que se cruzam com a poesia”, conversa que sucede ao workshop de Paulo Freixinho dedicado às palavras cruzadas (18:00).
Para os mais novos, Luísa Ducla Soares promove uma sessão de leitura sobre A História do Alfa (16:00) na companhia da própria mascote.
“Porto de Encontro” em Lisboa
Domingo, 6 de maio, é o Dia da Mãe e, por isso, foi planeado um dia marcadamente feminino. O grande destaque vai para a realização de uma edição especial do “Porto de Encontro”, um ciclo de conversas conduzido pelo jornalista Sérgio Almeida que se realiza todos os meses no Porto, tendo tido como convidados escritores como Gonçalo M. Tavares, Luis Sepúlveda e Manuel António Pina. Neste domingo, a partir das 18:00, Sérgio Almeida terá a companhia de Cristina Carvalho, Leonor Xavier, Manuela Gonzaga, Tânia Ganho e Teolinda Gersão.
Mas antes do “Porto de Encontro” há, a partir das 15:00, sessões de autógrafos com Maria José S. Núncio, Cristina Carvalho e Teolinda Gersão. A essa mesma hora, os mais pequenos estão convidados para uma sessão de leitura com Catarina Águas e o seu Letras com Histórias .
Atenção, ainda, para a conversa com os leitores que Alexandra Solnado promove a partir das 16:00, e para o showcooking de Joana Moura, que começa às 17:00.

Albatroz - Testemunhos - História real sobre uma doença genética rara

Título: Darei vida aos teus dias
Autores:
Anne-Dauphine Julliand
Tradução: Susana Mendes Sereno
Págs: 184
Capa: mole com badanas
PVP: 14,90 €

A 10 de maio, chega às livrarias nacionais uma história real sobre uma doença genética rara, a leucodistrofia metacromática. A publicação de Darei vida aos teus dias, de Anne-Dauphine Julliand, contribui para aquilo a que se costuma chamar “uma causa nobre”: um euro de cada venda será entregue à associação Raríssimas.
Este é um comovente testemunho sobre a força do amor e a importância de aproveitar cada segundo. A autora considera que o livro «mostra que devemos acreditar sempre que a felicidade é possível», independentemente das circunstâncias.

Sinopse: 
Uma família perfeitamente normal. Um casal feliz. Dois filhos pequenos, Thaïs e Gaspard, e um bebé a caminho.
Até que um dia, num passeio pela praia, a forma como Thaïs vira o pezinho ao andar muda tudo.
Uma doença genética rara: leucodistrofia metacromática.
Este livro mostra que devemos acreditar sempre que a felicidade é possível. Em todas as circunstâncias.
A minha força advém do amor, do amor aos nossos filhos, do amor que lhe temos, do amor que nos dão. É graças ao amor que conseguimos escalar as nossas montanhas. Estou certa que é o amor que faz girar o mundo.
Quis transformar uma situação extraordinária num quotidiano normal.
Anne-Dauphine Julliand, mãe a autora deste livro

Sobre a autora:
Anne-Dauphine Julliand nasceu em 1973 e vive em Paris. É jornalista e mãe.
«O seu relato dramático e sincero alcançou um espantoso sucesso: mais de 60 mil leitores em dois meses.» Valeurs Actuelles

Críticas:
O que distingue Anne-Dauphine Julliand é o belo sorriso e um olhar velado de tristeza. Assim como a sua coragem e recusa em ter compaixão de si mesma. Elle
Pelo sorriso e beleza intatos de Anne-Dauphine Julliand não se consegue imaginar o quotidiano desta Mãe Coragem dividido entre uma filha moribunda e um bebé que combate a doença graças a um transplante de medula. (…) A força da coragem criou um bestseller. Journal du Dimanche
A incrível lição de uma filha pequena, narrada pela voz de sua mãe. Livre
Com sinceridade e humildade, Anne-Dauphine escreve uma história sem façanhas nem heróis. Apenas a de uma família atingida por um raio. La Nouvelle Republique du Centre Ouest
O testemunho de uma família luminosa com dois dos três filhos portadores de uma doença genética rara e mortal e que se aguenta à força do amor e da fé, dando como ganho cada dia das suas vidas. Deslumbrante e sem lamechices, este livro contém respostas importantes para aqueles que têm de lidar com a doença de alguém próximo e não sabem como. Notre Temps

Perdida vence Prémio Edgar Allan Poe 2012 - Melhor Romance


Perdida de Mo Hayder foi galardoado com o Prémio Edgar Allan Poe na categoria de Melhor Romance, um prémio atribuído pela Mystery Writers of America, uma organização que reúne escritores americanos na área policial, suspense e mistério.
Com mais de dois milhões de livros vendidos em todo o mundo, Mo Hayder é considerada uma das melhoras escritoras da actualidade no género thriller e policial. Após vários projectos na área do ensino, dedicou-se à escrita a tempo inteiro.
Perdida segue-se a Ritual e Pele, também editados na Europa-América na colecção «Crime Perfeito».

Sobre Perdida:
Um novo caso para o inspector Jack Caffery

Anoitece quando o inspector Jack Caffery chega para falar com a desesperada vítima de car-jacking.
O que lhe é dito deixa-o horrorizado. O automóvel foi levado à força. E no banco traseiro havia um passageiro. Uma menina de onze anos.
Que ainda não foi encontrada.
O assaltante não demora muito a entrar em contacto com a Polícia. E Caffery tem cada vez mais a certeza de que ele está a planear roubar outro automóvel. E outra criança.
Quem é o assaltante? Como é que ele escolhe as suas vítimas? E — mais importante que tudo — conseguirá Caffery encontrar a criança?
Antes que seja tarde de mais…

Porto Editora publica Divergente, de Veronica Roth, a 10 de maio

Título: Divergente
Autor:
Veronica Roth
Tradução: Pedro Garcia Rosado
Págs.: 352 
Capa: mole com badanas
PVP: 15,50 €

Sucesso à escala mundial, aventura cuja ação se desenrola em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais, Divergente, de Veronica Roth, é a nova aposta da Porto Editora na ficção juvenil. Estará à venda a partir de dia 10 de maio e em destaque no último fim de semana da Feira do Livro de Lisboa.
A obra consta em várias listas de melhores do ano – Amazon, Goodreads, Publishers Weekly, Barnes & Nobles, entre outras – e chegou mesmo a número um do top do The New York Times. A Publishers Weekly considerou-a «Uma viagem memorável e imprevisível que é impossível ignorar». Também Becca Fitzpatrick, autora da saga hush, hush (igualmente publicada em Portugal pela Porto Editora), não poupou elogios ao livro: «Maravilhoso, perigoso e enérgico, com uma intensa história de amor a que não consegui resistir!».
Merece destaque, ainda, o facto de os direitos para cinema terem sido vendidos antes mesmo de o livro ser publicado.
 
Sinopse:
Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.
Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se apaixona por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo e que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama ou acabar por destruí-la.

Sobre a autora:
Veronica Roth formou-se na Northwestern University, no curso de Escrita Criativa. Nos seus tempos de estudante, preferiu muitas vezes dedicar-se a escrever a história que viria a tornar-se a sua primeira obra, DIVERGENTE, deixando de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida. Dedicando-se à escrita a tempo inteiro, a autora vive em Chicago.
quarta-feira, 2 de maio de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Dona Maria, a Empregada de Cavaco - António Ribeiro [Opinião]


Título: Dona Maria, a Empregada de Cavaco Autor: António Ribeiro
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 192
Editor: Esfera dos Livros
ISBN: 9789896263652
PVP: 15€

Sinopse:
Nascida em Horta da Vilariça, no final dos anos 40, Maria chegou a Lisboa ainda na flor da juventude. Nascida para trabalhar, rapariga de muita discrição, cedo ganhou a admiração nos corredores do Palácio de Belém. Testemunha privilegiada do dia a dia do palácio, Maria traz-nos ao longo destas páginas o relato inédito e não censurado dos bastidores da presidência do Professor Aníbal Cavaco Silva. Dos pequenos episódios da vida doméstica às audiências com as grandes figuras da política internacional, tudo é aqui registado de forma simples e apaixonada pela empregada do Presidente da República.

A minha opinião:
Muito semelhante ao Cão de Sócrates que tive oportunidade de ler no ano passado, surge agora Dona Maria, a Empregada de Cavaco publicado novamente pela Esfera dos Livros. Este é um livro de sátira sobre a política portuguesa e, como toda a sátira, vai dizendo umas verdades sobre o país e governantes que temos.
Desta vez António Ribeiro criou D. Maria uma criada muito peculiar e que vê no seu patrão, o Presidente da República, um exemplo a seguir. Para ela, Cavaco Silva é o seu ídolo.
Dos sete presidentes que serviu ao longo de 40 anos ao serviço do Palácio de Belém, o presidente Cavaco é a pessoa por quem nutre mais afecto. E não entende como é que lhe fazem duras críticas ao longo do seu mandato.
Desde as escutas no seu gabinete, ao episódio do bolo-rei, passando pela lei do casamento homossexual, pelo BPN, da casa de férias no Algarve, até à célebre frase de que as duas pensões não lhe chegavam para as despesas, D. Maria é sua defensora acérrima.
Um livro a não perder.

Excertos:
“O senhor Almirante Américo Tomás, como velho lobo-do-mar que era, adorava peixe… O General António Spínola não dava trabalho nenhum na cozinha. Só comia rações de combate. O Senhor General Costa Gomes era muito difícil de contentar à mesa. Não era carne nem peixe. O senhor General Ramalho Eanes quando chegou ao palácio tinha cara de quem comia comunista ao pequeno-almoço. O Senhor Doutor Mário Soares comia tudo o que fosse francês. O Senhor Doutor Jorge Sampaio adorava pãezinhos sem sal…. O Senhor Presidente é um homem que tem orgulho em ter sido do povo há muitos anos atrás e por isso come qualquer coisa que seja popular. Só há uma coisa que o Senhor Presidente não come: bolo-rei.”

“E depois, o senhor Professor Cavaco Silva não precisava dos votos da esquerda para ser reeleito. Todos nós sabemos que em Portugal um presidente para ser reeleito basta estar vivo.”


“Não se pense que o Senhor Presidente não é um homem de cultura… O Senhor Presidente tem tanto respeito pelos livros que raramente lhes toca para não os estragar.”


“Eu tenho medo dos chineses. Não é que eles não sejam simpáticos. Até me ofereceram um porta-chaves da EDP escrito na língua deles quando cá vieram.”

Novidades ASA para Maio

Título: O Amante
Autor: Marguerite Duras 
PVP: 14,00 € (nas livrarias a 30 Maio)

Saigão, anos 30. Uma bela jovem francesa conhece o elegante filho de um negociante chinês. Deste encontro nasce uma paixão. Ela tem quinze anos e é pobre. Ele tem vinte e sete e é rico. Os amantes, isolados num mundo privado de erotismo e autodescoberta, desafiam as convenções da sociedade.
Enquanto ela desperta para a possibilidade de traçar o seu próprio caminho no mundo, para o seu amante não há fuga possível. A separação é inevitável e tragicamente cadenciada pelos últimos acordes da presença colonial francesa a Oriente.
A jovem é a própria autora e este é o relato exacerbado de uma paixão inquieta e dilacerante. De tão etérea, a sua realidade gravar-lhe-ia no rosto marcas implacáveis de maturidade. Para o mundo, fica uma obra que contém toda a vida.
Obra intemporal, relato de um mundo perdido, O Amante foi vencedor do prestigiado Prémio Goncourt, em 1984, e confirmou o génio literário de Marguerite Duras, nome cimeiro da literatura mundial.

 Título: Comprada - A Minha Vida num Harém
 Autor: Jillian Lauren 
PVP: 14,40 € (nas livrarias a 20 Maio)

Odaliscas, véus sensuais, aromas inebriantes e histórias das mil e uma noites… a simples ideia de um harém desperta as mais exuberantes fantasias e lembra mundos exóticos e antigos.
Com apenas 18 anos, Jillian Lauren descobriu que o nosso imaginário ocidental não podia estar mais errado.
Jillian acabara de desistir da universidade para apostar numa carreira de atriz em Nova Iorque. A sua determinação era imensa mas o dinheiro limitado. Por isso, quando lhe disseram que um milionário de Singapura pagava a jovens americanas vinte mil dólares por apenas duas semanas a animar as suas festas, Jillian achou a proposta irrecusável. E foi assim que a filha de um casal de classe média de New Jersey deu por si no extravagante palácio do príncipe Jefri. Irmão do sultão do Brunei, um sultanato conhecido pela sua imensa riqueza, o príncipe reunia cerca de quarenta mulheres oriundas de todo o mundo num harém de alta segurança.

 

Título: Destino: Frankfurt
Autor: Agatha Christie 
PVP: 10,50 € (nas livrarias a 14 Maio)

Durante uma escala no aeroporto de Frankfurt, o diplomata Sir Stafford Nye conhece uma misteriosa mulher que lhe confessa correr perigo de vida. Todavia, este não será o único encontro entre ambos. Já em Londres, os seus caminhos parecem cruzar-se constantemente e, de todas as vezes, a mulher tem uma identidade diferente. Sir Nye percebe então que se envolveu involuntariamente numa rede de espionagem internacional. Num mundo onde ninguém confia em ninguém e nada é o que parece, Sir Nye tem pela frente um inimigo poderoso… e invisível!
Título: A Menina na Falésia
Autor: Lucinda Riley 
PVP: 16,50 € (nas livrarias a 7 Maio)

Grania Ryan tem em Nova Iorque a vida com que sempre sonhou. Tudo é perfeito até ao dia em que o seu desejo mais íntimo é brutalmente estilhaçado. Arrasada, Grania decide voltar à Irlanda e aos braços da sua adorada família. E é aqui, à beira de uma falésia, que conhece Aurora Lisle, a menina que vai mudar profundamente a sua vida.
A ligação entre ambas é imediata e profunda. Pouco a pouco, Grania descobre que as histórias das suas duas famílias estão estranha e intrinsecamente ligadas…
Assombrosa, terna e comovente, a história de Aurora é uma inspiração para todos nós. Um exemplo de como a esperança e o amor podem ultrapassar todas as perdas.

Feira do Livro de Lisboa. Não perca as próximas sessões de autógrafos da Esfera dos Livros


Salvar a Pele - Lisa Gardner [Opinião]

Título: Salvar a sua Pele
Autor:
Lisa Gardner
Disponibilidade: Em Stock.
Preço Círculo: € 13,99

Sinopse:
Annabelle sempre esteve em fuga. Não sabe quem é, de onde vem. Passou a infância entre cidades e esconderijos. O pai nunca lhe explicou porque se escondiam, de quem fugiam. Quando o detetive Bobby Dodge investiga a origem do cadáver encontrado no hospício municipal, chega a Annabelle. Mas para deslindar este macabro assassínio ele tem de saber mais sobre o seu passado, ele tem de saber o que nem Annabelle sabe sobre si mesma e a sua família. Um intenso thriller de suspense, crime e paixão.

A minha opinião:
Neste novo livro de Lisa Gardner deparei-me, mais uma vez, com os detectives D. D. Warren  e Bobby Dodge naquela que poderá ser uma sequela de Sozinhos (ler a minha opinião aqui )
Nesta investigação os detectives deparam-se com macabros assassinatos de crianças ocorridos há muitos anos atrás. Num poço, dentro das instalações do antigo Hospital Psiquiátrico de Boston  encontram os corpos de seis crianças e não há muitas pistas que os levem ao serial killer.
No entanto, o depoimento de Annabelle, uma jovem que viveu toda a sua vida em fuga, poderá dar muitas pistas para este caso. E quando Bobby a vê compara-a à sedutora Catherine de Sozinhos. E o modus operandi do assassino é muito parecido com o que aconteceu com Catherine quando ela tinha 12 anos. Será que o caso está relacionado? Ou trata-se apenas de um imitador?
Um policial surpreendente até a última página, que nunca me fez descobrir quem era o terrível assassino de crianças. 
Mais um livro que me deixou rendida. Adoro Lisa Gardner!




Porto Editora - Ficção - Retrato de uma época crucial da História dos EUA


Título: O Gosto Proibido do Gengibre
Autor: Jamie Ford
Tradutor: Vasco Gato
Págs: 320
PVP: 16,60 €



A tensão entre Americanos e Japoneses nos momentos que antecederam o ataque a Pearl Harbor e as respetivas consequências serviram de inspiração a Jamie Ford para escrever o seu romance de estreia, O Gosto Proibido do Gengibre. Este livro, que já se encontra nas livrarias, publicado pela Porto Editora, atingiu os tops de vendas nos EUA, com mais de um milhão de exemplares vendidos.
Jamie Ford cresceu próximo da Chinatown de Seattle, um dos palcos deste romance que narra a história de dois amigos, uma japonesa e um americano de ascendência chinesa, que são obrigados a separar- -se após o ataque a Pearl Harbor, momento que marca a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, e altura em que as famílias nipónicas em solo americano são enviadas para campos de internamento.
A amizade, os conflitos geracionais, o racismo e o patriotismo fazem de O Gosto Proibido do Gengibre um romance de estreia notável, que permite analisar o passado e, simultaneamente, refletir sobre os problemas do presente.


O Livro:
1986. Henry Lee, um americano de ascendência chinesa, junta-se a uma multidão que se encontra à porta do Hotel Panama, outrora o ponto de encontro da comunidade japonesa de Seattle. O hotel esteve entaipado durante décadas, mas a sua nova proprietária descobriu na cave poeirenta os pertences das famílias japonesas que, após o ataque a Pearl Harbor, foram enviadas para campos de internamento. Quando uma sombrinha de bambu é exibida, Henry recua quarenta anos e recorda Keiko, uma jovem de ascendência japonesa com quem criou um profundo laço de amizade e de amor inocente que ultrapassou os preconceitos ancestrais que opunham as duas comunidades. Quando Keiko e a sua família são enviados para um campo, apenas resta aos dois jovens esperar que a guerra termine para que as promessas que fizeram um ao outro se possam finalmente cumprir.
Passados quarenta anos, Henry, agora viúvo, ainda tenta encontrar uma explicação para o vazio que o acompanhou desde então; para a atitude distante de um pai que nunca entendeu; para a relação difícil com o filho; e, sobretudo, uma explicação para as suas próprias escolhas.
O Gosto Proibido do Gengibre é um romance extraordinário, que nos revela uma das épocas mais conflituosas da História dos Estados Unidos.


Sobre o autor: 
Bisneto de um imigrante de origem chinesa, Jamie Ford cresceu próximo da Chinatown de Seattle e vive agora em Montana. Autor premiado de contos, O Gosto Proibido do Gengibre é a sua estreia no romance. Depois do enorme sucesso que conheceu nos Estados Unidos, os direitos de tradução da obra foram vendidos para 31 países.
Página pessoal: www.jamieford.com

PIANO PIANO - Novo livro da editora GATO NA LUA

Título: Piano Piano
Autor:
Davide Cali
Ilustrador: Éric Héliot
Tradução: Carolina Ventura
Formato: 185 x 257 mm
Nº de páginas: 32
Preço sem IVA: 13,02 €
Preço com IVA: 13,80 €
ISBN: 978-989-97326-4-3
EAN: 9789899732643
Idade: a partir dos 4 anos
Data de publicação: Abril 2012

Cling, clang, clong! Todos os dias, à mesma hora, o pequeno Marcolino pratica piano para poder vir a ser um grande pianista, como é a vontade da sua mamã. Mas, na verdade, ele tem outros planos…
Menção Especial do Júri no Prémio “Words and Music” 2006, da Feira internacional de Bolonha.

Sobre os autores:
Davide Cali
Nasceu em 1972 na Suíça. Iniciou a sua carreira em 1994 como escritor de cartoons para a revista italiana Linus. Começou a escrever livros para crianças em 2000 e desde então já publicou mais de 20 livros, sendo os quatro primeiros ilustrados por ele próprio. Em 2006 ganhou o prémio especial de livros para crianças de Bolonha.Os seus livros foram publicados em 18 países. Calì vive em Génova, Itália.

Éric Héliot
Nasceu em 1959, em França. Após ter finalizado o curso de Belas Artes, tornou-se ilustrador em Rouen, onde vive e trabalha actualmente. Éric também toca bateria, o que lhe rendeu a amizade dos seus vizinhos... Ele gosta especialmente do absurdo, o que lhe permite dar asas à sua imaginação, exprimindo-se através de ilustrações elegantes e peculiares. Com mais de 50 títulos já publicados, tem uma colaboração regular com o autor Davide Cali.
segunda-feira, 30 de abril de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Lançamento do novo livro de Isabel do Carmo


Catarina de Habsburgo, Yolanda Schenber novidade Casa das Letras

Título: Catarina de HabsburgoAutor: Yolanda Schenber
PVP: 18,50 €
N.º de Páginas: 492

Tragédia e amor, humilhação e riqueza, clausura e o esplendor da corte de Portugal: a história da admirável mulher de D. João III. Um magnífico testemunho, profundo e dilacerante de Catarina de Habsburgo, Rainha de Portugal.

Sobre o Livro:
Torquemada, 1507. Joana I de Castela dá à luz a sua sexta e última filha enquanto acompanha o caixão do seu amado esposo até Granada. Catarina está destinada a fazer flamejar a divisa dos Habsburgo em Portugal, casada com o primo D. João III de Portugal, mas ninguém poderia pressentir a trágica vida que o destino lhe tinha reservado.
Todo o seu existir foi agitado pelas contradições. Conheceu a pobreza mais extrema e a mais assombrosa riqueza, comendo em pratos de madeira e vendo a marquesa de Denia e as filhas usarem as suas roupas; o feliz amor de um esposo apaixonado e o calvário das mortes dos seus nove filhos, mas nunca nada, nem ninguém, conseguiu vergar a sua fé inquebrantável, que a ajudou a superar as dores mais extremas com profunda e serena valentia.

Yolanda Scheuber, com o agradável estilo que a carateriza, traça aqui um magnífico relato, profundo e dilacerante, da mais nova das filhas da rainha, Joana I de Castela

Sobre a Autora:
Yolanda Scheuber nasceu a 29 de março de 1953, na Argentina. Enveredou pela carreira universitária na Universidad del Salvador de Buenos Aires, licenciando-se em 1975 em Ciências Políticas e, a partir de 1976, começou a trabalhar como redatora oficial da Gobernación de la Província de La Pampa.
Foi professora titular da Cátedra de Introdução às Ciências Sociais na Faculdade de Humanidades da Universidade Nacional de La Pampa e colaborou em publicações da Administração Pública.
Apaixonada pela história e pela literatura, é autora dos romances: Juana la reina, loca de amor, El largo camino de Olga, Leonor de Habsburgo, Isabel de Habsburgo e Maria de Habsburgo.

Porto Editora: Amanhã, o espaço é das crianças

Aproveitando o facto de amanhã ser feriado, o Grupo Porto Editora programou uma tarde de sessões de leitura dedicadas aos pequenos leitores.
“Quem conta um conto” é a primeira sessão de leitura agendada (15:00) e é da responsabilidade de Alexandre Honrado, escritor com dezenas de títulos publicados e várias vezes distinguido com prémios e menções honrosas. Uma hora mais tarde, será a vez de Carlos Vidal, conhecido pela personagem Avô Cantigas, dar voz ao seu livro Uma Mão Cheia de Coisas. Às 17:00, Rita Duarte partilhará com os mais novos a aventura A Gotinha Salva o Mar.

LER NO CHIADO vai à feira
“Quem conta um conto acrescenta vários contos” é o tema da edição especial da LER NO CHIADO, que se realiza na próxima quinta-feira, 3 de maio, às 18:30. Com moderação de Anabela Mota Ribeiro, o debate conta com a participação do antropólogo Francisco Vaz da Silva, da pintora Graça Morais e do psicanalista João Seabra Diniz.
Antes do próximo fim de semana, que será dedicado à Língua Portuguesa e às Mães, destaque para o lançamento de Memorial do Coração, de António Manuel Couto Viana e Ricardo Saavedra, um documento magnífico sobre a vida e obra de Couto Viana escrito a quatro mãos. O evento está marcado para as 18:30 de sexta-feira, 4 de maio.

Autores de "Viver em tempos de Mudança" na Feira do livro de Lisboa



Amanhã Carmo Oliveira e Manuel de Oliveira autores do livro Viver em Tempos de Mudança vão estar no pavilhão da Esfera dos Livros ( Stand B 76) da Feira do Livro de Lisboa a autografar o seu livro

Planeta - novidades editoriais

Título: LUTO PELA FELICIDADE DOS PORTUGUESES
Auto-ajuda para tempos difíceis
Autor:
Rui Zink
N.º de páginas: 184 
PVP: 11,95 €
Disponível a partir de 26 de Abril

«A leitura deste livro cura todos os males do mundo: enxaquecas, mauolhado, tremores, joanetes, anginas de peito, depressões, insuficiência salarial, fadiga crónica, asma dos fenos, males de amor.» Rui Zink

Rui Zink no seu melhor, num livro para os tempos que correm: luto e luta pela nossa felicidade colectiva e individual.
Um conjunto de crónicas de Rui Zink – publicadas ao longo de cinco anos numa revista de bem-estar –, das mais emblemáticas que tem escrito sobre quem somos nós, portugueses, como povo, como indivíduos, como pais, como cônjuges.
Irónico, já se sabe, acutilante e verdadeiro, as confissões e reflexões do autor sobre os afectos e desafectos, a conjugalidade normal e a loucura mansa deste povo à beira-mar pasmado, onde todos os leitores se revêm, entre uma gargalhada que faz pensar e uma reflexão que nos ajuda a rir de nós próprios.
Eis um livro que recolhe textos curtos, dos mais emblemáticos que tem escrito, e sempre, sempre, ao lado do povo:
«Decididamente, Portugal dá-se mal com a doce vida. A sesta, o fim-de-semana, as férias, são apenas a expressão de uma verdade que devia ser evidente: nós não nascemos para trabalhar, nascemos para viver. Viver bem, se possível. Na democracia original, a grega, havia dois grupos: o dos cidadãos e o dos escravos. A felicidade começa quando uma pessoa tem as suas ideias claras: e, com franqueza, não é melhor ser filósofo do que escravo?»

Quatro entradas para uma saída feliz, os capítulos: Fado Portugal, Português sem filtro, Metades do céu e Hoje é o primeiro dia.
Saia mais leve para o resto da sua vida e leve consigo um olhar acutilante para ver o que o rodeia.
 
«O amor tornara-nos especiais, o dia-a-dia remete-nos brutalmente de volta à nossa condição mediana.»

Sobre o autor:
Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961. É escritor e professor no Departamento de Estudos Portugueses da Universidade Nova de Lisboa.
Estreou-se como ficcionista em 1986 e desde então publicou mais de duas dezenas de obras, entre ficção, ensaio, literatura para a infância, BD e teatro.
Alguns dos seus livros encontram-se traduzidos para inglês, alemão, hebraico, japonês, romeno, sérvio, croata e francês.
Ficção:
Hotel Lusitano • A realidade agora a cores • Homens Aranhas • Apocalipse Nau • O Suplente • Os Surfistas • Dádiva Divina • A Palavra Mágica • A Espera • O Anibaleitor • O Destino Turístico • O amante é sempre o último a saber


Título: Voltar - Memória do Colonialismo e da descolinização
Autor: Sarah Adamopoulos
N.º de Páginas: 320 
PVP: 18,85 €
Disponível a partir de 26 de Abril

«Um livro de História e de memórias, de discursos e identidades múltiplas como convém a uma sociedade aberta, que só o será se não quiser esquecer as vivíssimas transformações que conheceu nos tempos de Abril.» Álvaro Garrido, historiador – Universidade de Coimbra

Em 1975 começaram a voltar a Portugal aqueles que ficaram para o nosso imaginário e a nossa história recente como «os retornados».
São eles os actores principais desta história. O regresso deste contingente, calculado em perto de meio milhão de pessoas, foi segundo uns traumático, segundo outros exemplar.
Passadas quase quatro décadas, Sarah Adamopoulos foi em busca de memórias dos que regressaram das várias ex-colónias portuguesas e registou testemunhos e imagens do Portugal de então que permanecem muito vivas.
São retratos de corpo inteiro de famílias, vidas e mudanças que a todos tocaram, de diferentes formas e com diferentes graus de desilusão e esperança. A esperança continuará, de novo ou ainda, virada para essa África? Certo é que a terra que tão marcada está ainda na identidade de tantos, nos é de novo apontada como destino de um futuro uma vez mais adiados.
Numa época em que a tomada de consciência dos povos africanos criou uma identidade irrevogável em cada cidadão, Voltar é um título que ecoa em duas direcções e surge para muitos como uma pergunta.
Estarão fechadas as feridas deste regresso?

«Quase quatro décadas depois, essa hostilidade ainda vem algumas vezes à tona, como pude comprovar recentemente, quando uma portuguesa de jus soli, sabendo-me natural de Angola, me acusou dos muitos males que atribuía aos “retornados”.» Diana Andringa, do prefácio

Sobre a autora:
Sarah Adamopoulos (Rotterdam, Holanda, 1964) chegou a Portugal no início dos anos 70 do século passado e, depois de ter sido grega e apátrida, tornou-se portuguesa em 1982, o que ficou a dever a uma então recentemente alterada lei da nacionalidade, que tornou portugueses os filhos das portuguesas.
De família paterna francófona, teve uma educação bilingue, embora a sua aproximação à escrita se tenha feito na língua materna, por via do jornalismo – missão que abraçou muito jovem ainda, quando integrou a primeira equipa do paradigmático semanário O Independente.
Tragicamente fascinada pela cultura e pela sociedade portuguesas, o seu projecto jornalístico tornou-se literário e tem tido por objecto central o país simbólico português.
Sarah Adamopoulos é autora de Nicolau Breyner - É melhor ser alegre que ser triste, Editorial Planeta, 2010.


Título: Uma Argola no Umbigo
Autor:
Alexandre Honrado
Ilustrações: Rui Ricardo
Já na 3.ª edição
N.º de Páginas: 168 páginas
PVP: 12,20€
Disponível nas livrarias a partir de 26 de Abril

Problemas como a gravidez na adolescência e o divórcio dos pais são tratados nesta história com um notável equilíbrio entre a irreverência do universo juvenil e a sensatez. Um livro que é instrumento precioso para discussões em aula, em família ou entre amigos sobre temas de que muitas vezes não é fácil falar.

A história de uma adolescente, tagarela e emotiva, às voltas com a família e aflita, porque outra adolescente engravidou e vai casar, esquecendo que a vida merece ser vivida em tempo certo e não antecipado......
Uma Argola no Umbigo, mostra-nos que, por muito que se pense que tudo corre mal e que não há volta a dar, há sempre um acontecimento, alguém que transforma tudo aquilo que parece errado.
Leitura recomendada dos 8 aos 12 anos.

Quando uma prima vai casar antes do tempo e a prima da província chega à cidade com uma argola no umbigo, será que o mundo endoidou?
O Falinhas Mansas arrasta a asa a caminho da escola, a Palmira do 2.º esquerdo abandonou o Ronhas e vem assaltar o frigorífico da família, a prima Rosarinho vai MESMO casar com o Imbecil e até a Rute Despenteada fica sem fala quando a Ramela Sofia se apeia do comboio com um ar tão «à frente» que parece que vem de Marte, e não da província...
Entre projectos escolares, rapazes inspiradores (Jorge? Quem é o Jorge?) e problemas e dúvidas com que o mundo parece querer atropelar-nos quando temos 13 anos.

Sobre o autor:
Alexandre Honrado é professor, jornalista, guionista, investigador e escritor com vasta obra publicada para crianças, jovens e adultos.
Nasceu em Lisboa em 1960, começou a escrever muito cedo e tem dedicado, na sua carreira literária, especial atenção à literatura infantil.
É autor de várias obras que estão contempladas no Plano Nacional de Leitura, para além de ter recebido vários prémios e menções honrosas. Na Editorial Planeta, publicou: A Família que Não Cabia Dentro de Casa e Palhincócegas (considerado um dos 100 melhores livros europeus para crianças, pela La Revue des livres pour enfants, a mais importante publicação francesa especializada em literatura infantil e juvenil).

1 Maio l 19h l Lançamento "100 FILMES Que Podem Mudar A Sua Vida" de Rui Pedro Tendinha. Apresentado por Nuno Markl


Ciclo Prémios Camões – Poesia nas Conversas na Bulhosa: A primeira sessão é dedicada ao escritor Miguel Torga

As Conversas na Bulhosa de Entrecampos regressam esta quarta-feira, 2 de maio, às 18h30, desta vez com o ciclo de debates Prémios Camões – Poesia. A primeira sessão é dedicada ao escritor Miguel Torga e vai ser orientada pelos docentes e investigadores Fernando J.B. Martinho e António Carlos Cortez.
Miguel Torga (pseudónimo de Adolfo Correia Rocha) nasceu em S. Martinho de Anta (12.08.1907) e morreu em Coimbra (17.01.1995). É autor de uma obra extensa e diversificada, compreendendo poesia, diário, ficção (contos e romances), teatro, ensaios e textos doutrinários. Em 1934, ao publicar o ensaio intitulado A terceira voz, o médico Adolfo Rocha adota expressamente o nome de Miguel Torga.
Associando o fitónimo “torga” – evocativo de resistência e de pertinaz ligação à terra, propriedades de um pequeno arbusto do mesmo nome- a "Miguel"- nome de escritores ibéricos (Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno), de artista visionário e genial (Miguel Ângelo) e de Arcanjo com forte motivação semântica (“Quem como Deus”), o poeta (então, com apenas 27 anos) escolhe um programa ético e estético centrado no confessionalismo e na busca de autenticidade. De entre as suas obras, destacam-se os volumes de contos Bichos, Contos da Montanha e Novos Contos da Montanha, seis livros de poesia, reunidos em dois volumes publicados em 1997 e 2000, e os dezasseis volumes do Diário. Recebe o Prémio Camões em 1989.
Fernando J. B. Martinho é Professor aposentado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se doutorou e lecionou entre 1982 e 2004. Foi Leitor de Português nas Universidades de Bristol e de Santa Bárbara, na Califórnia. Tem-se dedicado especialmente ao estudo da Literatura Portuguesa Contemporânea, e tem colaboração dispersa em publicações periódicas, volumes coletivos e dicionários literários.
Professor de Literatura Portuguesa, crítico literário (JL, Relâmpago, Colóquio-Letras) ensaísta e poeta, António Carlos Cortez publicou cinco livros de poesia, o último dos quais em 2010, intitulado «Depois de Dezembro». Publicou, em 2005, Nos Passos da Poesia - textos sobre pedagogia do texto lírico; está antologiado em publicações diversas de poesia portuguesa contemporânea.

Porto Editora - oferta de 650 livros "Fernando Pessoa - Uma quase-autobiografia" a estabelecimentos de ensino


Título: Fernando Pessoa – Uma quase-autobiografia
Autor:
José Paulo Cavalcanti Filho 
Págs.: 712 Capa: mole com badanas
    PVP: 25,00 €


A Porto Editora e o autor José Paulo Cavalcanti Filho vão oferecer, esta semana, 650 exemplares do livro Fernando Pessoa – Uma quase-autobiografia a escolas e colégios do ensino secundário de todo o país, para apetrechamento das respetivas bibliotecas. A ideia partiu do próprio autor e foi acolhida com entusiasmo pela Porto Editora.
José Paulo Cavalcanti Filho é ex-Ministro da Justiça do Brasil e consultor da UNESCO e do Banco Mundial. Escreveu Fernando Pessoa – Uma quase-autobiografia, uma monumental obra sobre a vida do poeta, que foi apresentada na última quinta-feira, em Lisboa, numa Casa Fernando Pessoa absolutamente repleta. Também ontem, na Feira do Livro de Lisboa, José Paulo Cavalcanti Filho foi um dos autores mais solicitados pelos leitores e o livro um dos mais vendidos do dia.
José Carlos de Vasconcelos escreveu, na apresentação à edição portuguesa, que este é «um livro absolutamente invulgar, extraordinário, "apaixonado"» e que as centenas de páginas que tem «se leem como um romance e acrescentam muito ao conhecimento do percurso existencial de Pessoa e dos que lhe são próximos». O diretor do Jornal de Letras salienta ainda a inteligência e a seriedade da investigação, ressalvando, porém, o cariz possivelmente controverso de certas conclusões.
Em função da excelente receção que o livro está a ter por parte dos leitores portugueses (está no prelo a segunda edição), a Porto Editora prepara uma digressão do autor pelo país.