sexta-feira, 22 de junho de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

As Raparigas da Villa - Nicky Pellegrino [Opinião]


Título: As Raparigas da Villa Autor: Nicky Pellegrino
Editora: Edições Asa
Data de Lançamento: Agosto 2011
Nº Páginas: 352

Quatro amigas, um pacto, e umas férias que mudarão as suas vidas para sempre…

Rosie, Addolorata, Toni e Lou: onde quer que estejam, estas quatro amigas cumprem sempre o pacto que fizeram quando eram ainda colegas de escola. Apesar de terem seguido rumos muito diferentes, todos os anos se reúnem para passar férias num destino paradisíaco. Entre confissões, romances e pura evasão, os lânguidos dias passados ao sol em encantadoras villas são-lhes imprescindíveis. Lou é insegura e debate-se permanentemente com os seus sonhos e expectativas. A inconveniente Toni encontrou no jornalismo uma carreira à sua medida mas as suas escolhas pessoais parecem ser uma eterna fonte de problemas. Como boa filha de italianos, a extrovertida Addoloratta, gosta de partilhar o seu amor pela vida. Será ela a salvar Rosie da solidão em que vivia desde a morte dos pais e a incluí-la neste grupo de amigas. Inesperadamente, será a tímida Rosie quem vai ver o seu futuro mudar mais radicalmente graças ao pacto… e a um sensual italiano chamado Enzo.

A minha opinião:

Nunca tinha lido nada de Nicky Pellegrino apesar de ter em casa A Noiva Italiana à espera de leitura. Por sugestão de Rui Azeredo, o tradutor de As Raparigas da Villa, decidi embrenhar-me neste delicioso livro que nos leva a Itália através de sabores, mas também da descrição de como funcionam as famílias italiana, gente unida e muito alegre, mas também de locais paradisíacos.

Pellegrino junta quatro raparigas, todas com uma personalidade diferente, mas que se complementam entre si. Por vezes, a única coisa que as une é a promessa feita nas primeiras férias que passaram juntas: todos os anos se reuniriam outra vez para uma viagem. Mas foi nas férias a Itália que as coisas começaram a mudar. As quatro raparigas conhecem Enzo, um italiano lindíssimo, e os seus amigos e uma delas vive uma intensa história de amor.

As descrições da comida italiana deixam crescer água na boca e o dia-a-dia de uma herdade cuja principal função é cuidar de um extenso olival e deste produzir azeitonas, fez-me gostar ainda mais da história. Adoro tudo o que tenha a ver com Itália apesar de ainda não conhecer o país.

O livro é assim dividido entre a história de Rosie, uma rapariga tímida que perdeu os pais ainda jovem, e o italiano Enzo, “herdeiro” da herdade das Oliveiras. É ainda complementado com partes do diário de Addolarata, a amiga de Rosie de origem italiana.

De uma leitura leve, mas ao mesmo tempo contagiante, As Raparigas da Villa retratam a família italiana, que se entre-ajuda; uma amizade forte apesar de feitios completamente diferentes das personagens. Deixaram-me curiosa para ler A Noiva Italiana, que reúne algumas das personagens deste romance.

Porto Editora publica "Dias Negros", quarto volume da série "O Detetive Esqueleto"

Título: Dias Negros 
Autor: Derek Landy
Coleção: O Detetive Esqueleto
Tradução: Cláudia Ramos
Págs.: 288 
Capa: mole com badanas
PVP: 14,40 €

A Porto Editora publica, a 2 de julho, Dias Negros, o quarto volume da coleção O Detetive Esqueleto, da autoria do escritor e argumentista irlandês Derek Landy.
Neste novo livro, o Mundo pode acabar a qualquer momento. Skulduggery Pleasant, o peculiar detetive, continua desaparecido, depois de ter sido sugado para uma realidade paralela. E não há um plano para o salvar.
Esta série, cujo primeiro título foi eleito Melhor Livro para Jovens Adultos pela American Library Association, tem um grande número de fãs em Portugal, facto que confirma a existência de um público fiel às obras juvenis de cariz policial. A Porto Editora publica, também, com grande êxito, a coleção CHERUB, de Robert Muchamore – autor que esteve recentemente em Portugal, contactando com centenas de fãs, na Feira do Livro do Porto.

Sinopse: 
Skulduggery Pleasant continua em lugar incerto, do outro lado do portal, numa realidade paralela dominada pelos Sem Rosto. Conseguirá ele sobreviver? (Sim, OK, ele já está morto, mas mesmo assim…)
O Santuário não tem um plano para o salvar e todas as esperanças recaem em Valkyrie. Com Skul desaparecido, um gangue de vilões quer destruir o Santuário e ver Valkyrie morta. Como se tudo isto não bastasse, uma feiticeira de seu nome Escurezza pretende destruir o Mundo e todos os humanos.
São, sem dúvida, Dias Negros.

Sobre o autor:
Antes de enveredar pela carreira de escritor, Derek Landy viveu algumas aventuras. Lutou contra um urso selvagem na ladeira de uma montanha, desbaratou uma praga de crimes que subitamente invadiu a cidade e encontrou a Cidade de Ouro Perdida.
(Infelizmente, já não sabe onde fica a Cidade de Ouro Perdida, porque é
incapaz de se recordar da localização exata da árvore que tinha como referência.)
Vive em Dublin, na Irlanda, onde divide o seu tempo entre a escrita de livros e argumentos, e o treino do seu Exército de Pestinhas para o proteger dos ninjas.

"Para onde podemos viajar?" | uma conversa com Tiago Carrasco, Patrícia Gameiro de Brito e Nuno Abreu | 26 junho | 19h | Livraria LeYa na Buchholz


quinta-feira, 21 de junho de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Nova colecção Porto Editora: Duarte e Marta dDa autoria dos jornalistas Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira


Títulos: Mistério no Pavilhão de Portugal e Ameaça no Vale do DouroAutores: Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira
Coleção: Duarte e Marta
Págs.: 144 e 160
Capa: mole
PVP: 7,50 €

A Porto Editora inicia, a 28 de junho, a publicação de uma coleção que constitui uma nova aposta na literatura infanto-juvenil nacional. Da autoria dos jornalistas Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira, Duarte e Marta é uma série de aventuras adequadas aos dias de hoje, que se apresenta aos leitores através de Mistério no Pavilhão de Portugal e Ameaça no Vale do Douro.
Maria Inês Almeida, jovem e premiada jornalista (Prémio Valorsul, Prémio Gazeta Revelação, do Clube de Jornalistas), tem uma obra já vasta de âmbito infanto-juvenil. Talvez por isso esteja convicta de que «os jovens não precisam das lições dos adultos, mas sim de encontrar as suas». Joaquim Vieira, que, para além de Provedor do Público, foi jornalista do Expresso, da RTP, da Visão e da Grande Reportagem, entusiasmou-se com o desafio de escrever obras diferentes daquelas a que estava habituado. Pretende, «com o espírito das aventuras de antigamente, encontrar os impulsos das aventuras dos dias de hoje».
Maria Inês Almeida enaltece, ainda, que o facto de ela e Joaquim Vieira serem de gerações diferentes oferece às histórias «sensibilidades complementares».
Os jornalistas, que se conheceram através de um projeto profissional totalmente diferente, salientam que esta é a primeira coleção juvenil em que os protagonistas são um rapaz e uma rapariga e os autores um homem e uma mulher.
O lançamento dos dois primeiros títulos vai acontecer no El Corte Inglés de Lisboa, às 18:30 do dia 12 de julho. Júlia Pinheiro fará a apresentação.

Colecção Duarte e Marta
A série de aventuras juvenis Duarte e Marta narra as peripécias de dois adolescentes, colegas de turma, que se lançam à descoberta de casos misteriosos. Atentos ao que se passa à sua volta e aos problemas de familiares, amigos ou conhecidos, em vez de ignorarem as dificuldades procuram enfrentá-las e ajudar a resolvê-las, já que os receios que possam ter são suplantados pela sua imensa curiosidade. Esta coleção é da autoria de Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira, dois escritores de gerações diferentes que se aventuraram a trazer para os dias de hoje o espírito das histórias de segredo e intriga que têm marcado a juventude de todas as épocas.

Mistério no Pavilhão de Portugal:
Duarte e Marta encontram-se à saída de um concerto noturno de rock, próximo do Pavilhão de Portugal, e, quando reparam num vulto masculino que se movimenta sobre a cobertura do edifício, decidem investigar o que se passa. Começam assim uma movimentada aventura, e há um mistério que têm de resolver em menos de 24 horas. Será que vão conseguir?

Ameaça no Vale do Douro:
Convidados por um amigo a passar uns dias de férias no Porto, Duarte e Marta deparam, logo após a chegada, com a existência de uma ameaça: a destruição da vinha do vale do Douro pertencente à família do jovem. Viajam até à zona da vinha e põem em prática um plano para tentarem descobrir quem está por trás da manobra. Será que descobrem?

Sobre os autores:
Maria Inês Almeida é jornalista (Prémio Gazeta Revelação em 2005) e escritora dedicada à área infanto-juvenil. Os seus títulos Sabes onde é que os teus pais se conheceram? e Quando eu for… Grande figuraram na lista “100 livros para o futuro” apresentada por Portugal na Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha de 2012, e o segundo foi um dos três nomeados para o prémio do melhor livro infanto-juvenil da
Sociedade Portuguesa de Autores em 2011. Tem um filho, José, nascido em 2008.
Joaquim Vieira é jornalista, ensaísta e documentarista, foi membro da direção de vários órgãos de informação (Expresso, RTP, Grande Reportagem) e Provedor do Leitor do Público. Entre muitos outros livros, assinou a série em 10 volumes Portugal Século XX – Crónica em Imagens (Círculo de Leitores) e dirigiu, para a mesma editora, uma coleção de 18 fotobiografias (de que escreveu os volumes sobre Salazar, Marcelo Caetano, Almada Negreiros e Benoliel) e Crónica de Ouro do Futebol Português (cinco volumes). Os seus mais recentes documentários intitularam-se Maior que o Pensamento (RTP1) e Os Mitos da República (RTP2). O seu trabalho foi reconhecido com diversos galardões. Tem dois filhos, nascidos em 1997 e 2004.

«Perder um Rosto, Ganhar uma Vida» - a história verídica de Bárbara Alves que estará em Portugal na próxima semana

Título: Perder Um Rosto, Ganhar Uma Vida 
Autor: Luís Maia
Género: Não Ficção
PVP: 13,99€
Data de lançamento: 22 de Junho

«Qualquer semelhança entre o meu rosto e o de um ser humano era pura coincidência.
Preferia morrer a ficar naquele estado! Arrancaram-me o maxilar e parte da mandíbula»
Bárbara Alves



«Perder um Rosto, Ganhar uma Vida» é o novo título do Clube do Livro SIC e chega às livrarias a 22 de Junho.

Luís Maia assina o livro que conta a história verídica de Bárbara Alves, que estará em Portugal para a promoção e apresentação do livro entre os dias 25 de Junho e 6 de Julho.

O lançamento acontece a 3 de Julho na FNAC do Colombo. A apresentação está a cargo de Paulo Malo e Hernâni Carvalho.

Em «Perder um Rosto, Ganhar uma Vida», conheça a história de Bárbara Alves, uma jovem que tinha o mundo aos seus pés, era amada pelos homens e invejada pelas mulheres. Sonhava ser manequim e espalhava charme pela noite de Lisboa.
Mas aos 23 anos uma doença rara desfigurou-a e parecia ter envelhecido décadas. Como será que sobreviveu uma jovem vaidosa e obcecada pela beleza? Algum homem poderia desejar uma mulher assim, sem boca e quase sem rosto? Teria a mais pequena hipótese de recuperar as feições?
Bábara seria a primeira a recuperar de tão àspera destruição facial por uma técnica desenvolvida na Malo Clinic, por técnicos portugueses. «Perder um Rosto, Ganhar uma Vida» mostra-nos um final supreendente. Um hino ao amor e à coragem, a prova de que nada é impossível.

Sobre o autor:
Luís Maia licenciou-se em Comunicação Social. Passou por produtoras como a Duvideo e Teresa Guilherme Produções e foi jornalista na TVI. Ajudou a fundar o primeiro canal de televisão privado em Angola, a TV Zimbo, onde coordenou um projecto.
Actualmente é repórter na SIC, sob a coordenação de Júlia Pinheiro. «Perder um Rosto, Ganhar uma Vida» é o primeiro livro que edita a solo, depois de sete obras lançadas em co-autoria com o jornalista Hernâni Carvalho, entre as quais o bestseller «Maddie 129».


terça-feira, 19 de junho de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Clube do Autor publica Mães como Nós da autora do bestseller Morrer é só não ser Visto






Título: Mães como Nós 
Autor: Inês Barros Baptista
PVP: 16,50 € 
N.º de Páginas: 340

Da autora do bestseller Morrer é só não ser Visto

Há histórias que são verdadeiras, mas que não são reais
Há vidas que são reais, mas que não são verdadeiras

Há anos que Dulce Rosa sonha ser mãe. Gostava de ser como Rita e de encher a casa de filhos. Há noites em que Patrícia não dorme, imaginando o regresso do pai do seu filho. À frente do espelho, Verónica esforça-se por disfarçar as marcas da maternidade, ao contrário de Clara, que as torna mais evidentes a cada dia que passa. Sophia trava uma luta entre o prazer e a culpa. Margarida e Rebeca concretizam o desejo de ter uma filha. Fátima vive à mercê de um pequeno déspota.
Estas são as histórias de Mães Como Nós. De mulheres com vidas semelhantes às nossas, com inquietações, mágoas, fragilidades, medos, incoerências, planos, sonhos. Com filhos que a toda a hora chamam por “Mããããããããe!”, mas que nem sempre têm disponibilidade para atender aos seus apelos. Com ilusões e desilusões, dias melhores e dias piores, padrões, crenças, memórias. Com a esperança – comum a todos os seres – de amarem e de serem amadas.

Excerto:
É Aquilo Que É.
Disponibilidade para se dedicar em exclusivo a cada presente que a vida lhe oferece. É a paz de não querer que nada seja senão o que é e o corpo confere: os pensamentos podem cair à vontade que o coração não se altera. Neste preciso momento, não sente nenhum aperto no peito, nenhuma ansiedade em relação ao futuro, o passado passou. É Aquilo Que É. A salada pronta e temperada, o arroz de pato tostado por cima a sair do forno, a sua voz a chamar os filhos para a mesa e as vozes dos filhos respondendo ao apelo.
– Sim, mãe, vamos já.


Sobre a autora:
Inês de Barros Baptista nasceu em Lisboa, em Setembro de 1966. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Trabalhou como copy-writer e como jornalista. Foi diretora da revista Pais&Filhos e colaboradora da revista Pública. Já publicou vários livros, entre os quais Há Vozes na Ilha, Os Dias da Luz, Pede um Desejo, Índigo - O Mistério do Rapaz de Luz e Morrer é só não ser visto.

É a autora de todas as histórias que conta a si própria sobre a vida, o mundo e os outros e muito poucas são verdadeiras. É mãe e coautora de quatro obras-primas: Francisca, Lucas, Madalena e Luísa. Gosta de fazer mandalas e de andar descalça e escreve avulso num blogue: http//www.ahumanidadedosporques.blogspot.com

Clube do Autor publica o guia das melhores praias nacionais para começar a preparar as próximas férias

Título: Tanto Mar 
Autor: Pedro Adão e Silva
Ilustrador: João Catarino
PVP: 16,50 €
N.º de Páginas: 168

De Caminha a Vila Real de Sto António, este livro reúne a verdadeira essência de Portugal: um mar generoso e praias soberbas. Seguindo uma determinada ordem geográfica, do norte ao Algarve, Tanto Mar inclui descrições das melhores praias deste vasto litoral, e de algumas vilas costeiras, e indicação das “dez praias onde não pode deixar de mergulhar antes de morrer”. Tudo isto acompanhado, página sim página sim, pelas ilustrações do João Catarino.

«Este Tanto Mar é um achado. Permite-nos ser heróis da aventura de ir-ver-e-vencer, sem levantar o rabo da cadeira, e isso, caros amigos, não tem preço.» Jacinto Lucas Pires, in Prefácio

Sobre Pedro Adão e Silva (textos) e João Catarino (ilustração)
Pedro Adão e Silva (Lisboa, 1974) é licenciado em Sociologia (ISCTE-IUL), tendo-se doutorado em Ciências Sociais e Políticas no Instituto Universitário Europeu, em Florença. É colunista no Expresso e na Surf Portugal e comentador político na SIC Notícias e na TSF, onde é também autor do programa de música Zona de Conforto. É professor na Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-IUL.

João Catarino (Lisboa, 1965) é licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Frequenta o Curso de Desenho no Ar.co e o curso de Cinema de Animação do CITEN na Fundação Calouste Gulbenkian. Tem colaborado com ilustrações para a revista Surf Portugal, jornais Expresso, Público e i e para os canais de televisão TVI e RTP 2. Publicou, em 2010, o diário de viagem EN2.

Sofia Martinez, autora de O Primeiro Alquimista, em Portugal nos dias 29 de Junho, 2 e 3 de Julho

A Esfera dos Livros vai publicar o romance que mostra como era a Idade do Bronze em Portugal. 
Sofia Martinez, residente em Bruxelas, vem a lisboa nos dias 29 de junho, 2 e a 3 de Julho apresentar e promover O Primeiro Alquimista. 
Um romance surpreendente, baseado numa rigorosa pesquisa histórica, que nos leva numa viagem até ao início da Idade do Bronze (1750 a. C.) e à aldeia da Fraga, situada no actual concelho de Macedo de Cavaleiros

Uma história de amor e coragem na Idade do Bronze em Portugal, que nos revela os usos e costumes dos povos que então habitavam os atuais territórios portugueses. Não perca esta oportunidade para descobrir mais sobre este povo e sobre esta época tão fascinante da nossa história.



No dia 29 de junho, a professora Raquel Henriques, presidente da Associação dos Professores de História apresenta esta obra, na Bertrand do Chiado. E no dia 30 de Junho, a Esfera dos Livros apresenta a obra em Macedo de Cavaleiros.

Quando a jovem Breia recupera a consciência depara-se com Bran, o grande mestre fundidor da aldeia da Fraga, e Tor, o seu corajoso aprendiz. Estes calcorreavam o vale em busca do precioso minério, para forjar machados de bronze. Breia assusta-se ante os dois estranhos. Sentia ainda o cansaço e o medo de ter sido perseguida durante dias por dois homens que a ameaçavam com os seus machados. Sentia as dores no corpo de ter caído naquele abismo, de onde nunca imaginara poder sair. Mas, ao cruzar os seus olhos com os de Tor, Breia vê nele o seu porto de abrigo, o seu salvador. O mestre fundidor decide adotar a jovem, que se recusa a dizer o seu nome e a revelar as suas origens, e leva-a para a sua pequena aldeia. Decide chamar-lhe Nan-tai e é com este novo nome que a jovem se adapta à sua nova vida. No entanto, tudo se complica quando o povo do Norte vem à aldeia da Fraga para entregar Raina, a noiva de Binan, o filho do chefe da aldeia. O segredo de Breia seria finalmente descoberto.

Sobre a autora:
Sofia Martinez (n. 1977, Lisboa) é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborou no suplemento literário juvenil DN Jovem entre 1992 e 1995. Participou com dois contos na recolha Mosaico, dedicada a Manuel Dias pelos autores dessa obra coletiva. Em 2006 publicou um primeiro romance, O Caçador e a Curandeira. Tem contos e poemas em várias gavetas. Vive em Bruxelas desde 2007, com o marido e os dois filhos. 

Sextante publica Autor de culto francês inédito em Portugal

Título: Macau
Autor:
Antoine Volodine
Fotografias: Olivier Aubert
Tradutor: Ana Isabel Sardinha Desvignes
Págs.: 112
PVP: € 14,90

No dia 28 de junho, chega às livrarias Macau, de Antoine Volodine, autor de culto até agora inédito em Portugal, com mais de 30 títulos publicados em França. Ilustrado com fotografias de Olivier Aubert, Macau é uma novela que serve de passaporte para esta região cuja História tanta ligação tem a Portugal.
É através da memória do narrador que fazemos uma viagem onírica por Macau: um homem condenado à morte encontra-se preso dentro de um junco, drogado e amarrado com fita adesiva, à espera de ser assassinado por um enviado da máfia local. Enquanto aguarda, relembra as ruas, as pessoas e a vida da cidade, uma viagem poética e sonhadora que contrasta com a situação violenta em que o narrador se encontra.

Sobre o livro: 
«Agradava-me a ideia de ser morto na China dentro de um junco ancorado, diante de um velho fotogénico, no meio de uma atmosfera chinesa saturada de maus cheiros, fumo e peixe frito, de tabaco, petróleo e água suja. Afinal fora para isso que eu viera, para acabar com tudo, para estar algures fora de tudo e a tudo pôr termo. Os médicos tinham‑me concedido pouco tempo antes do começo dos sofrimentos a sério. Eu tinha previsto abreviá‑los por mim mesmo, abreviar essas irreversíveis degradações do corpo. Não é que ser assassinado por engano me fosse de todo indiferente. Claro que havia uma certa dose de injustiça nesta história toda, algo que à última hora me poderia ter deixado uma certa amargura.»

Sobre os autores:
Antoine Volodine é o pseudónimo mais conhecido de um dos mais destacados escritores franceses contemporâneos. O seu romance Des anges mineurs foi galardoado em 2000 com o Prémio Inter. A sua identidade literária múltipla, com três heterónimos (Manuela Draeger, Elli Kronauer e Lutz Bassmann),  cruza-se com uma obra misteriosa, de ressonâncias beckettianas, que aborda os males do nosso mundo em sociedades nebulosas e irreconhecíveis, onde é dada voz aos mortos e aos sobreviventes (ou resistentes). Quase quinze anos após a publicação de Le port intérieur, livro ancorado nas mesmas paragens do mar da China, Antoine Volodine reencontra essa paisagem familiar: as ruelas escuras de Macau, a humidade sórdida, a noite onde monologam personagens ambíguas e sem futuro. E um novo livro, o seu primeiro em Portugal, se junta à vasta construção romanesca que encetou em 1985 e que conta hoje com mais de trinta títulos.
 
Olivier Aubert vive com máquinas fotográficas há cerca de vinte anos. Utiliza-as para fazer explorações, reportagens, inquéritos, retratos. Trabalhou até hoje numa trintena de países, uma grande parte dos quais em África e na Ásia. A sua obra está representada em numerosos museus franceses.
 
Imprensa:
Familiar e desfigurada pela modernidade mundializada, Macau escapa e permanece. Num junco, corpo imobilizado com fita adesiva, o narrador observa os seus carcereiros, um velho chinês mudo e Laura Kim, jovem coreana de perturbante beleza. Prisioneiro da máfia local, Breughel vai morrer de novo…
Não fazemos mais que visitar os nossos sonhos, nos livros de Antoine Volodine, e os sonhos dos outros, mortos ou vivos, reais ou quiméricos, que importa? Este texto desdobra os seus mistérios com um charme irresistível, face à cidade que as fotografias de Olivier Aubert nos revelam lentamente.

Michel Abescat, Télérama
Desde os seus primeiros romances que Volodine constrói uma obra singular, sob várias identidades, um longo sonho onde erram xamãs, loucos, seres no limite da vida, no limite da humanidade. Eles lutaram pela Revolução, a sua derrota está consumada, não lhes resta senão uma viagem no escuro. Por vezes são submetidos a interrogatório, em vão, a sua memória foi aniquilada ou está povoada de slogans vazios de sentido. Há escárnio também, e humor, neste universo crepuscular e de ternura desolada, fraterna. Há um verdadeiro «fenómeno Volodine» que se avoluma desde há vinte e cinco anos, guardando uma aura de confidencialidade.
Isabelle Rüf, Le Temps

«Até Ao Secreto Coração do México», de Robin Bayley, o México que não vem nos panfletos turísticos e que julgávamos desaparecido

Título: Até o Secreto Coração do México» Autor: Robin Bayley
Género: Não Ficção, Viagens
PVP:17,00€
Data de lançamento:22 de Junho

«Até o Secreto Coração do México» é a história verídica de duas jornadas paralelas, com cem anos de distância, ao coração da América Latina.

Em criança, Robin Bayley vivia fascinado com as histórias que a avó lhe contava das aventuras mexicanas do pai, onde entravam bandidos, excursões à selva, sacos escondidos cheios de moedas de prata e o dia em que o pai escapou, por um triz, à Revolução Mexicana.
Convencido que faltava um pedaço qualquer às histórias da sua infância, Robin abandonou a sua vida bem-sucedida no sector dos Média para reconstituir os passos do bisavô.
Nesta aventura pelo México, Robin encontra feiticeiras, traficantes de droga e um ex-nazi, negociante de diamantes. Sofre ameaças de deportação, recebe protecção de guerrilheiros Colombianos, apaixona-se e quase desiste da sua busca, até que a sensação de destino o impele a percorrer o Oeste do México e descobrir muito mais do que esperava.

Sobre o autor:
Robin Bayley nasceu em casa da sua avó, em pleno North Yorkshire, no Reino Unido. Cresceu em Sheffield e, depois de concluir os estudos, mudou-se para Londres, onde trabalhou em publicidade e programas infantis de televisão. Bayley deixou por duas vezes a carreira profissional para viajar e seguir a sua musa. «Até ao Secreto Coração do México» é o fruto dessas viagens. O autor vive em Londres e está a escrever o seu segundo livro.

Sessão de apresentação de Nunca Te Esquecerei, a biografia de Angélico Vieira publicado por Livros D'Hoje


segunda-feira, 18 de junho de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Luís Miguel Rocha no "Programa do Jô"

Escritor português é convidado de Jô Soares, o mais famoso comunicador brasileiro

Luís Miguel Rocha está no Brasil para gravar o Programa do Jô. O escritor português, bestseller do The New York Times, é convidado de Jô Soares, o mais famoso comunicador brasileiro, e o programa, que surge no âmbito da publicação de A Mentira Sagrada naquele país, ser-lhe-á inteiramente dedicado.
A gravação decorre hoje, às 18:00 (22:00 em Lisboa), em São Paulo. O Programa do Jô é diário e emitido entre nós pela TV Globo Portugal. A data de emissão do programa com Luís Miguel Rocha será conhecida nos próximos dias.
No passado 10 de junho, o autor esteve em Londres para a inauguração da Biblioteca de Língua Portuguesa do Reino Unido, da qual A Mentira Sagrada é o livro n.º 1 e Luís Miguel Rocha o padrinho.
Em Portugal, A Mentira Sagrada está em 5.ª edição e foi o segundo livro de um autor português mais vendido em 2011.

Estratégias de sucesso, amor e outros detalhes... "Marketing de Mulher", de Vanda Neves

Título: Marketing de Mulher
Autor:
Vanda Neves
N.º de Páginas: 27
PVP: 13,90€

Se souber aplicar o marketing certo à sua vida, poderá desencadear muitas reacções positivas.

Um livro dedicado a todas as mulheres que foram e são tudo aquilo que lhes apetece ser, mesmo quando isso não é bem-visto, nem suposto.


Sobre o Livro
A partir da sua experiência profissional e pessoal, Vanda Neves escreveu este guia com a intenção de provar que é possível ser mulher e amante, ter uma carreira e ser mãe, abraçar muitas causas e com isso tornarmo-nos pessoas mais felizes. Procurando aplicar os conceitos do marketing ao universo feminino, o Marketing da Mulher dá-nos todas as ferramentas para não nos conformarmos e não virarmos as costas à felicidade.
Quantas vezes pensou em mudar de vida? E quantas vezes levou avante os seus desejos de mudança? E onde estão os sonhos que pensava realizar? Saiba que tudo é possível e que está nas suas mãos um novo começo e a realização de todos os seus sonhos.
Atreva-se a mudar e ser feliz. Leia este livro e descubra que ser uma mulher especial só depende de si. Comece hoje mesmo.

Sobre a Autora
Vanda Neves nasceu em Faro. Licenciada em Gestão de Marketing pelo Instituto Português de Administração e Marketing, desenvolveu, nos últimos 15 anos, a sua carreira em empresas da nova economia e de marketing direto. Atualmente vive em Lisboa e é mãe de dois filhos. Marketing da Mulher é o seu primeiro livro.Mais informações em www.marketingdamulher.com

Um Estranho Caso de Culpa - Harlan Coben [Opinião]


Título: Um Estranho Caso de Culpa  
Autor: Harlan Coben
P.V.P.: 20,19 €
Coleção: Minutos Contados
Nº na Coleção: 6
Data 1ª Edição: 04/04/2007
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-3738-0
Nº de Páginas: 368
Dimensões: 150x230mm
Peso: 543g


Sinopse: 
Numa briga entre estudantes, Matt Hunter mata acidentalmente outro jovem para defender um amigo. Após quatro anos passados na prisão, Matt é um homem feito, determinado a recuperar o tempo perdido e a reconstruir a sua vida. Graças à solidariedade do irmão consegue integrar-se numa firma de advogados e a vida parece começar a sorrir-lhe quando a encantadora Olive se torna sua mulher e espera agora um filho de ambos. Mas então Matt é atingido por novo golpe do destino ao receber, no seu telemóvel, um estranhíssimo vídeo de Olive. Um thriller complexo, sinuoso e cheio de reviravoltas inesperadas, que não deixa o leitor afrouxar a leitura até ter solucionado o enredo. Harlan Coben foi distinguido com três prestigiados prémios – o Edgar Award, o Shamus Award e o Anthony Award. A Presença publicou, deste autor, na colecção «O Fio da Navalha», Não Contes a Ninguém, Desaparecido para Sempre e Apenas Um Olhar.

A minha opinião: 
Harlan Coben não pára de me surpreender. Sempre que leio um livro dele quero ler mais e mais, tal é o vício da sua leitura. 
Em Um Estranho de Culpa, Coben elege como protagonista o ex-condenado Matt Hunter num thriller emocionante até à última página. A vida de um ex-condenado é sempre olhada de lado. Os amigos de escola e os antigos vizinhos esperam sempre por uma recaída, mas Matt deseja ser unicamente feliz coma mulher que ama e o filho que ela carrega no ventre. Mas tudo muda quando Matt recebe uma fotografia e um vídeo estranho que envolve a sua mulher, Olive. Sem nunca pensar que esta o traiu, Matt deseja mesmo assim tirar a limpo toda a história e contrata uma detective particular para que o ajude a deslindar tão estranho caso. 
A forma como Coben desenvolve o caso a partir daí é genial. Uma série de mortes que aparentemente não estão ligadas entre si vão fazer com que Matt seja o principal suspeito. Em busca da verdade, mas também para salvar a sua pele e a da mulher, Matt vai ver-se envolvido numa história que remete para o passado de muitas personagens, incluindo a sua mulher. 
Excelente.

Bertrand publica Os Litigantes de John Grisham

Título: Os Litigantes
Autor: John Grisham
Género: Romance
Tradutor: Ana Mendes Lopes
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 440
Data de lançamento: 15 de junho
PVP: 17,70 €

«O melhor escritor de thrillers vivo» Ken Follett
«Representa o mestre do thriller judicial no seu melhor.» Press Association
 
Um livro extremamente divertido, repleto das estratégias legais e do suspense que fizeram de John Grisham o escritor preferido da América.
Os dois sócios da firma de advogados Finley & Figg, especializados em casos de divórcio e de condução sob o efeito do álcool, mais pareciam um velho casal. Mas eis que a mudança chega. David Zinc, um advogado jovem, abandona a carreira numa elegante firma do centro, embebeda-se e vai literalmente parar à porta da Finley & Figg.
Agora com um novo membro, a F&F está pronta para agarrar um grande caso, que os pode tornar ricos sem que tenham de trabalhar muito. O Krayoxx, um medicamento popular para reduzir o colesterol em doentes obesos, produzido por um gigante da indústria farmacêutica, está sob fogo depois de vários casos de ataques cardíacos associados ao tratamento. A única coisa que a Finley & Figg tem de fazer é encontrar meia dúzia de pessoas que tenham tido ataques cardíacos enquanto tomavam Krayoxx, convencê-las a tornarem-se seus clientes e preparar-se para a fama e a fortuna. Com um bocadinho de sorte, nem sequer terão de ir a tribunal! Parece quase bom de mais para ser verdade. E é.

Sobre o autor:
John Grisham é autor de vinte e três romances, uma obra de não-ficção, uma coleção de contos e três livros para jovens. Vive na Virginia e no Mississippi.
www.jgrisham.com
www.facebook.com/JohnGrisham

«Os Litigantes mostra Grisham no seu melhor. Tem um ritmo acelerado, é engraçado e está apinhado de personagens reais com as quais o leitor adoraria beber uma cerveja depois das sessões de tribunal. Ponha de lado um fim de semana para ler este livro, pois não vai querer pousá-lo.» Irish Examiner
«Os Litigantes é uma emocionante diversão no mundo sombrio das ações judiciais e dos vigaristas, ricos e pobres. Cheio das características voltas e reviravoltas [de Grisham], para não falar de imensa duplicidade, tenha cuidado se for a ler Os Litigantes no autocarro, pois poderá perder a sua paragem.» Irish Independent
«Representa o mestre do thriller judicial no seu melhor. Não vai querer pousá-lo!» Press Association

Ciclo Prémios Camões – Poesia nas Conversas na Bulhosa: A quinta sessão é dedicada ao escritor brasileiro Ferreira Gullar

O ciclo de debates Prémios Camões – Poesia, integrado nas Conversas na Bulhosa, prossegue, esta quarta-feira, 20 de junho, às 18h30, na livraria de Entrecampos, com uma sessão dedicada a Ferreira Gullar. Orientado pelo docente e investigador, António Carlos Cortez, e tendo como convidado o jornalista e crítico literário, José Mário Silva, este ciclo de conversas prestou, anteriormente, justas homenagens aos escritores Sophia de Mello Breyner Andresen, Eugénio de Andrade, Miguel Torga e Eduardo Lourenço.
Ferreira Gullar (1930) é um poeta, crítico de arte e ensaísta brasileiro. Fez parte do movimento literário neoconcreto. Ferreira Gullar é pseudónimo de José Ribamar Ferreira. O poeta e escritor nasceu no Maranhão, onde também fez parte de um movimento literário pós-modernista, cuja ideia foi divulgada na revista A Ilha. No Rio de Janeiro, Ferreira Gullar também se envolveu com a poesia pós-moderna. O seu modo de composição era bem curioso, pois gravava os poemas em madeira.
Em 1956, foi realizada a exposição “concretista”, na qual participou. Com Lígia Clark e Hélio Oiticica, criou o movimento neoconcretista, cuja ideia era a maior aproximação à subjetividade em contraposição ao “concretismo” excessivamente objetivo.
Ferreira Gullar ganhou diversos prémios de literatura, entre os quais o Prémio Jabuti de melhor livro de ficção de 2007, com Resmungos. Também teve reconhecimento pelo Prémio Camões em 2010. No mesmo ano, conseguiu título de Doutor Honoris Causa pela UFRJ. Em 2011, recebeu o Prémio Jabuti de Poesia.
Algumas obras suas são bastante lidas e comentadas: A luta corporal (1954), A luta corporal e novos poemas (1966), Poema sujo (1976), Antologia poética (1977) e Poemas escolhidos (1989). Ferreira Gullar é também ensaísta e já publicou importantes escritos, entre outros, Sobre arte (1983) e Cultura posta em questão/Vanguarda e subdesenvolvimento, Rembrandt (2002). Foi colaborador em programas de televisão como Araponga (1990), Irmãos Coragem (1995) e Dona Flor e Seus Dois Maridos (1998).
António Carlos Cortez é professor de Literatura Portuguesa, crítico literário (JL, Relâmpago, Colóquio-Letras) ensaísta e poeta. Publicou cinco livros de poesia, o último dos quais em 2010, intitulado Depois de Dezembro. Publicou, em 2005, Nos Passos da Poesia - textos sobre pedagogia do texto lírico; está antologiado em publicações diversas de poesia portuguesa contemporânea.
José Mário da Silva nasceu em Março de 1972, em Paris. Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, trocou os laboratórios pelas redações dos jornais ainda antes de terminar o curso. Jornalista desde 1993, trabalhou 14 anos no Diário de Notícias, onde foi editor adjunto do suplemento DNA e da secção de Artes.
Pelo meio, fez parte da equipa que realizou dois programas televisivos emitidos na RTP2 (Portugalmente e Juízo Final). Traduziu algumas obras do francês e é autor do livro de poemas Nuvens & Labirintos (2001), obra vencedora do Prémio Literário Cidade de Almada.
Atualmente, é crítico literário do Expresso e colaborador permanente da revista Ler. Escreve diariamente sobre livros e literatura no blogue Bibliotecário de Babel. Vive em Lisboa, no topo de uma das sete colinas. É casado e pai de dois filhos.