sexta-feira, 28 de setembro de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Inverno do Mundo - Ken Follett - Opinião 1.ª parte [Opinião]

Título: O Inverno do Mundo - Livro II
Autor: Ken Follett
P.V.P.: 25,20 €
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 533
Data 1ª Edição: 18/09/2012
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-4876-8
Nº de Páginas: 832
Sinopse: Este volume vem dar continuação à extraordinária trilogia de Ken Follet, O Século, depois do êxito internacional alcançado pelo volume inaugural, A Queda dos Gigantes. A história recente do conturbado século XX continua a desenrolar-se como se diante dos nossos olhos, as figuras históricas e os acontecimentos reais evoluindo e decorrendo em simultâneo com as vidas da segunda geração das cinco famílias que já protagonizaram o primeiro volume, misturando-se num grandioso e colorido fresco em amplas pinceladas que, graças a uma rigorosa fundamentação e a um talento narrativo raro, se encaixam numa totalidade cheia de vida realismo. O Inverno do Mundo decorre entre a ascensão do nazismo e as suas dramáticas consequências até ao início da Guerra Fria.  

A minha opinião:

No Inverno do Mundo vamos acompanhar novamente a vida das mesmas cinco famílias, entretanto aumentadas por outras gerações: as famílias americana, alemã, russa, inglesa e escocesa . Se o primeiro livro relatou essencialmente o período da Primeira Guerra Mundial, da Revolução Russa e do Movimento Sufragista, neste novo volume entramos na Segunda Guerra Mundial. Podem ler as minhas opiniões de A Queda dos Gigantes aqui, aqui e aqui

Tal como no anterior volume, e como este também é bastante extenso, decidi fazer a minha opinião por partes, assim como o próprio livro está dividido.

Na primeira parte do livro Ken Follett faz o enquadramento do antes da segunda grande guerra. Apesar de os diferentes países ainda não se encontrarem em guerra existem já relatos impressionantes que antevêem o que vai acontecer com a chegada de Hitler ao poder. A derrota na Primeira Guerra Mundial deixa os alemães com uma moeda desvalorizada e uma subida do n.º de desempregados.

Em 1933, na Alemanha encontramos Maud e Walter levando uma vida desafogada com os seus dois filhos: Carla, de 11 anos e Erik, de 13 anos. Maud, trabalha agora para um jornal alemão, mas de conteúdo comunista. Apesar de estar num país estrangeiro os seus ideais não se desvanecem e continua a ver no jornalismo um grande veículo para demonstrar o quanto o fascismo a desagrada. No entanto, o fascismo já se começa a instalar e a marcar o seu desagrado com aqueles que não obedecem às suas leis. Porém, nem todos os membros da família partilham os mesmos gostos políticos...

De visita à Alemanha, Lloyd, filho de Eth, também vai viver na pele as atrocidades dos nazis. O racismo e xenofobia já se torna evidente e os castigos corporais são cada vez mais violentos.

A nova lei proposta por Hitler é aprovada por quase todos os partidos políticos. A excepção foi dos sociais democratas no qual se inseria Walter, o que lhe vai trazer dissabores...

Nos Estados Unidos vive-se ainda tempos de grande descontracção, embora os olhos e ouvidos estejam sempre atentos ao que se vai passado na Europa. Olga e Lev Péchov vivem um casamento de fachada, com Lev a coleccionar amantes e a levar a sua vida de sempre, não olhando a meios para atingir os fins. Com a indústria cinematográfica cada vez mais em ascensão, Lev é agora um empresário na sétima arte. Apesar de ricos, a alta sociedade não vê esta família com bons olhos e a mais prejudicada é a filha de ambos: Daisy, que decide partir para Inglaterra.

Nesta altura Lloyd já tem regressado ao seu país natal e continua a envolver-se na política. Quando rebenta a guerra civil espanhola, decide ir para lá. Mais relatos de horrores, desta feita pelo regime de Franco, mas também das tropas exteriores, quer sejam inglesas, mas sobretudo russas, que também por lá combatem.

Moscovo: a carreira de Gregori estagnou nos anos 20. No entanto, o seu filho Volódia herdou as ambições do pai e decide entrar na política russa. 


Com o fim da guerra em Espanha, a espionagem continua até porque a Alemanha constitui, no momento, uma ameaça cada vez maior para a URSS. No entanto, pouco tempo depois, Estaline e Hitler fazem as pases através de um pacto. Durante esse tempo, as coisas mudaram completamente na Alemanha e a família de Maud perde qualidade de vida...
A Inglaterra entra em guerra. Começa a Segunda Guerra Mundial.

Excertos:

“Para os cobardes não há clemência” - pag. 245

“Se alguma coisa aprendi em Espanha é que temos de lutar contra os comunistas tanto como contra os fascistas. São ambos horríveis.” - pág. 247

Lançamento do livro de Javier Moro «D. Pedro, O Rei - Imperador»


Quetzal publica nova edição de Austerlitz, a obra que consagrou W. G. Sebald

Título: Austerlitz
Autor:
W. G. Sebald

Género: Romance
Tradutor: Telma Costa
N.º de páginas: 272
Data de lançamento: 4 de outubro
PVP: 16,60 €


«Uma das obras mais originais e poderosas da literatura europeia contemporânea.» José Mário Silva, Expresso
Austerlitz é uma narrativa notável, um monólogo melancólico e uma poderosa reflexão sobre o ponto em que as memórias pessoais de um homem se cruzam com a História.
Em 1939, o pequeno Jacques Austerlitz é enviado para Inglaterra ao cuidado de uma família adotiva. Austerlitz cresce sem conhecer as suas verdadeiras origens, mas, cinquenta anos depois, esse passado nebuloso e desconhecido regressa ao longo de um passeio pela costa de East Anglia. Desenvolvida na fina costura entre a ficção e a verdade – e abordando questões fundamentais como o tempo, a memória e a identidade –, a obra de Sebald procede à reconstrução do indivíduo que saiu da Segunda Guerra Mundial. A reconstrução física e económica da Europa foi mais rápida; a reconstrução espiritual dos seres isolados que a compunham foi mais lenta, mais contemplativa. Exigiu tempo, tempo passado a caminhar pelos destroços físicos e geográficos, para sarar as feridas gravadas na memória individual.


Podiam ter sido escritas sobre Austerlitz as palavras de Milan Kundera:
«O romancista deixa de limitar a questão do tempo ao problema proustiano da memória pessoal [e passa] a alargá-lo ao enigma do tempo colectivo, do tempo da Europa, a Europa que se volta para olhar o seu passado, para fazer o seu balanço, para aprender a História, tal como um homem velho que abarca com um único olhar a sua própria vida decorrida.»



Sobre o autor:
W.G. Sebald nasceu em 1944 em Wertach, na Alemanha, e viveu desde 1970 em Norwich, no Reino Unido, onde foi docente universitário de Literatura Alemã. Prosador e ensaísta, é autor de grandes marcos da literatura contemporânea como Os Anéis de Saturno, Austerlitz, Os Emigrantes ou História Natural da Destruição. Sebald foi galardoado com os prémios literários Mörike, Heinrich-Böll, Heinrich-Heine e Joseph Breitbach.
W.G. Sebald morreu em 2001.

Nascente: Guia de Remédios Naturais para Crianças de Sofia Loureiro, com prefácio da atriz Joana Seixas

A saúde dos filhos constitui uma das grandes preocupações da vida dos pais, já que, apesar da sua inesgotável vitalidade, por vezes sofrem quebras no seu bem-estar. E nas últimas décadas tem-se observado um aumento da procura de tratamentos simples e naturais para prevenir e tratar as queixas mais comuns das crianças.

Os remédios naturais são uma excelente opção, pois contribuem para reduzir a intensidade e frequência das queixas, para aliviar o desconforto e para prevenir as complicações. Este é um guia completo e detalhado de remédios naturais para crianças, pleno de sobre mais de uma centena de queixas de saúde das crianças, para consultar sempre que necessário.

Para além dos conselhos práticos, este guia inclui uma introdução às terapias naturais, sugestões para a organização de um «kit natural» e notas sobre hábitos saudáveis, entre outros temas importantes para a saúde física, mental e emocional da criança.

Um livro imprescindível, para ter sempre à mão.
 

Alergias, arranhões, constipações, dificuldade em comer, dor de ouvido, falta de apetite, febre, gastroenterite, medos, tosse, varicela, choros e até birras. Estas são algumas das queixas mais comuns nas crianças e para as quais os pais podem encontrar soluções e tratamentos simples e naturais. E são cada vez mais as pessoas que recorrem às terapias naturais como alternativa a tratamentos com químicos e, até hoje, existia no mercado editorial português uma lacuna no que respeita a literatura de apoio sobre remédios naturais para crianças.

Já à venda em todo o país, este Guia de Remédios Naturais para Crianças (19,99€, 432 páginas), editado pela Nascente, traz dezenas de conselhos práticos baseados em terapias como Hidroterapia, Homepatia, Aromaterapia, Florais de Bach, Reflexologia, entre outras, para além de conselhos sobre alimentação e hábitos saudáveis. 


Sobre a autora:
A autora Sofia Loureiro, é licenciada em biotecnologia, doutorada em química do ambiente e especialista em terapias naturais. Os vários anos dedicados à investigação científica e a publicação de artigos, juntamente com os conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação em diversas disciplinas de terapias naturais (naturopatia, homeopatia, aurículo-acupunctura, etc.), concorreram para o rigor essencial à redação desta obra abrangente e detalhada. A sua dedicação ativa às terapias naturais manifesta-se através de artigos de divulgação e da participação em palestras (www.soproverde.wordpress.com).

O prefácio da atriz Joana Seixas é uma mais valia para esta obra, pois trata-se da perspetiva de uma mãe que se tem apoiado no respeito pela natureza não só na educação do seu filho Francisco, mas também como filosofia no projeto que fundou: a Casa Verdes anos.
Foi muito curioso ter recebido o convite para fazer este prefácio, porque os meus conhecimentos de medicinas naturais são apenas os da minha experiência como mãe.

Há já muito tempo que sentia que a informacão em Portugal nesta área era muito escassa, e este guia vem preencher uma lacuna no que respeita aos manuais de saúde natural.
Tal como eu, a equipa educativa da Casa Verdes Anos — um projeto pedagógico alternativo criado em 2004 por um conjunto de pais — também tem sentido essa falta de informacão, lacuna que temos vindo a compensar com palestras e formacões. (...)



quinta-feira, 27 de setembro de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Pilar del Río e João Paulo Oliveira e Costa apresentam «Imperatriz Isabel de Portugal» de Manuela Gonzaga


Porto Editora publica novo livro de Sveva Casati Modignani: Um Dia Naquele Inverno

Título: Um Dia Naquele Inverno
Autor:
Sveva Casati Modignani
Tradutor: Regina Valente
Págs: 384
PVP: 16,60 €


Os leitores pediram, a autora respondeu: Sveva Casati Modignani vem a Lisboa apresentar o seu mais recente romance, Um Dia Naquele Inverno, que a Porto Editora publica a 4 de outubro.
Com o famoso Lago de Como como cenário, esta é uma história sobre uma jovem francesa que um dia vai viver para a exuberante mansão de uma família italiana.
Sveva Casati Modignani vai estar em Lisboa entre os dias 18 e 23 de outubro para diversas sessões de autógrafos e contactos com a comunicação social.


Sinopse:
Numa grande mansão, às portas de Milão, vivem os Cantoni, proprietários há três gerações da homónima e prestigiada fábrica de torneiras. Aparentemente, todos os membros da família levam uma vida transparente, mas, na realidade, todos eles escondem segredos que os marcaram; existem situações que, ainda que conhecidas por todos, permanecem um tema tabu. Omite-se até a loucura de que sofre Bianca, a matriarca desta dinastia.
Um dia, entra em cena Léonie Tardivaux, uma jovem francesa sem dinheiro e sem parentes, que casa com Guido Cantoni, o único neto de Bianca. Léonie adapta-se bastante bem à rotina familiar, compreendendo a regra de silêncio dos Cantoni. Isso não a impede de ser uma esposa exemplar, uma mãe atenta e uma gerente talentosa, que, com bastante êxito, conduz a firma pelo mar hostil da recessão económica. No entanto, também ela cultiva o seu segredo, aquele que todos os anos, durante apenas um dia, a leva a largar tudo e a refugiar-se no Lago de Como.

Mais uma vez, Sveva Casati Modignani cativa o leitor com uma saga familiar que atravessa quase um século da História de Itália, dos anos 20 até aos dias de hoje, colocando em cena personagens encantadoras: homens inteligentes, autênticos e perspicazes, que têm ao seu lado mulheres fortes e inigualáveis, capazes de os aconselhar e apoiar.

Sobre a autora:
Reconhecida como a grande signora do bestseller italiano, com mais de 11 milhões de exemplares vendidos, Sveva Casati Modignani está traduzida em 17 países e é hoje uma das autoras mais populares em Portugal. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia, O Esplendor da Vida, A Siciliana, Mister Gregory e A Viela da Duquesa.
Sveva Casati Modignani está no Facebook.

Apresentação de "Mesa Real" de Ana Marques Pereira


Mazagran, conjunto de crónicas de J. Rentes de Carvalho, chega às livrarias a 4 de outubro

Título: Mazagran
Autor:
J. Rentes de Carvalho

Género: Crónicas
N.º de páginas: 320
Data de lançamento: 4 de outubro
PVP: 16,60 €


«Mazagran, palavra que outrossim não se encontra no texto, designa uma bebida favorita no Maghreb: um copo grande cheio até mais de um terço com café forte, um volume igual de água gasosa, muito açúcar, uma rodela de limão. Quando o Profeta abranda a sua vigilância junta-se-lhe um cálice de conhaque. Bebe-se quente no Inverno e quase gelada nos dias de calor. A pequenos goles. Com aquela disposição benigna do espírito que umas vezes nos leva à rua para cavaquear com os amigos, e outras nos prende em casa a ler um livro.» 
www.quetzal.blogs.sapo.pt

Sobre o autor:
J. Rentes de Carvalho nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia, onde viveu até 1945. Obrigado a abandonar o país por motivos políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris. Em 1956 passou a viver em Amesterdão, na Holanda, como assessor do adido comercial da Embaixada do Brasil. Licenciou-se (com uma tese sobre Raul Brandão) na Univ. de Amesterdão, onde foi docente de Literatura Portuguesa entre 1964 e 1988. Em 2012 foi galardoado com o Grande Prémio de Literatura Biográfica APE/Câmara Municipal de Castelo Branco 2010-2011 com o livro Tempo Contado.
 

«Uma escrita que pede meças aos grandes mestres da nossa língua e atinge por vezes a qualidade narrativa dos grandes escritores» António-Pedro Vasconcelos
«Uma das maiores surpresas literárias recentes.» Filipa Melo, Sol
quarta-feira, 26 de setembro de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Assírio & Alvim - Novidades - José Tolentino Mendonça, António Osório e Fernando Pessoa

Título: Estação Central
Autor: José Tolentino Mendonça
Págs.: 64
PVP: 9,00€
Edição Brochada

Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa com Estação Central. Na epígrafe a um dos poemas lemos Dietrich Bonhoeffer: «Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda».
Compreende-se por isso que «[…] Deus sendo puro deixa-se consumir /com a paixão insultuosa / dos devassos». Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro.


CREDO
atribuído a Yossel Rakover


Creio no sol, mesmo quando não o vejo
Creio no amor, mesmo quando não o abraço
Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala


Sobre o autor:
Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça nasceu em 1965, na Ilha da Madeira. Doutorou-se em Teologia Bíblica, em Roma, e vive atualmente em Lisboa. Entre outras responsabilidades é docente na Universidade Católica Portuguesa, dirige o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura e a revista Didaskalia.
Tem publicado diversos livros de poesia, ensaio e teatro na Assírio & Alvim, e colaborado em muitos outros como tradutor e/ou organizador. Para José Tolentino Mendonça, «A poesia é a arte de resistir ao seu tempo». 

A sua obra tem sido galardoada com diversos prémios, entre eles o Prémio Cidade de Lisboa de Poesia e o Prémio Pen Clube de Ensaio.

Título: O Concerto Interior - evocações de um poeta
Autor: António Osório
Págs: 136
PVP: 12€
Edição Brochada

«As recordações são acompanhadas aqui de poemas. Não se trata de uma antologia — a poesia procurou sempre tornar mais clara a minha vida, e a prosa revela a verdade dos versos e das pessoas invocadas. As duas, lado a lado, buscam o encanto de caminharem juntas e de se completarem. Falta acrescentar que o mistério da existência — procurei-o sempre descobrir ao longo da vida — é o das quatro estações. Porque será que a velha glicínia segue o ritmo das jovens roseiras, essas lindas raparigas? E porque luzem na hora certa, como as constelações? De tudo resulta um concerto interior, preenchendo a alma e tornando-a digna de voltar.» António Osório
«E em cada poema, em cada texto, é o sentido do mundo que procura, o lado fraterno da existência, como se pode aferir, página a página, em O Concerto Interior. Concertante deambulação pelas recordações epoemas de um homem que nunca deixou de procurar entender o mistério das quatro estações. Em fundo talvez Vivaldi, reverberação constante dos seus dias.» Maria Leonor Nunes, JL 19/09/2012


Sobre o autor: 
Nasceu em Setúbal em 1933, filho de pai português e mãe italiana. Poeta e ensaísta é licenciado em Direito, exercendo atividade como advogado em Lisboa. Foi bastonário da Ordem dos Advogados e presidente da Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente. Pertence, desde 1999, à Academia de Ciências de Lisboa, secção de Letras. Tem sido unanimemente considerado pela crítica como uma das vozes mais consistentes da poesia portuguesa contemporânea.
 
Título: Teoria da Heteronímia
Autor: Fernando Pessoa
Organização: Richard Zenith e Fernando Cabral Martins
Págs.: 384
PVP: 18,00€
Edição Brochada

«Caímos na armadilha. Fomos, realmente, burlados, como foram burlados os seus amigos para quem ele preparou, de peito feito, a grande “palhaçada” dos seus heterónimos.» O parecer, publicado em 1951, é do primeiro biógrafo de Fernando Pessoa. Embora João Gaspar Simões muito admirasse o poeta, considerava os heterónimos uma blague e a obra feita em seu nome um «ciclo mistificador». No entanto, para muitos especialistas e leitores, a heteronímia é a chave que permite apreciar devidamente a obra e o génio do poeta.
A presente edição reúne textos de Fernando Pessoa — prosa, poesia e alguns projetos — que de algum modo incidem sobre o tema da heteronímia, enquanto procedimento literário e como modo de estar no mundo. Um prefácio analisa e contextualiza o fenómeno, enquanto uma Tábua de heterónimos e outros autores fictícios descreve as aptidões e a atividade literária de 106 «colaboradores» de Pessoa, alguns dos quais revelados nesta edição pela primeira vez.
«Criei em mim várias personalidades. Crio personalidades constantemente. Cada sonho meu é imediatamente, logo ao aparecer sonhado, encarnado numa outra pessoa, que passa a sonhá-lo, e eu não. Para criar, destruí-me. Tanto me exteriorizei dentro de mim, que dentro de mim não existo senão exteriormente. Sou a cena nua onde passam vários atores representando várias peças.» Fernando Pessoa


Tradução de obra de Thomas S. Kuhn premiada pela União Latina e FCT

A tradutora Ana Sampaio conquista distinção cinco anos depois de ter recebido Menção Honrosa pelo livro Galileu, Cortesão, também da Porto Editora.
A União Latina e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia decidiram atribuir o Prémio de Tradução Científica e Técnica em Língua Portuguesa a Ana Sampaio, pela tradução da obra de Thomas S. Kuhn, O percurso desde A Estrutura – Ensaios filosóficos (1970-1993) e entrevista autobiográfica.
Ana Sampaio é uma experiente tradutora de livros dedicados ao pensamento e à história da ciência, tendo assegurado, para a Porto Editora, a tradução de Ciência e Religião, de John Hedley Brooke, Ciência e Iluminismo, de Thomas L. Hankins, e Galileu, Cortesão, de Mario Biagioli, com o qual ganhou uma Menção Honrosa na XV edição deste mesmo Prémio da responsabilidade da União Latina e da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Integrada na coleção História e Filosofia da Ciência, esta obra reflete a evolução do pensamento de Thomas S. Kuhn nos anos mais tardios da sua vida, no seguimento do livro A Estrutura das Revoluções Científicas com que introduziu uma das mais influentes conceções de progresso científico que emergiram durante o século XX. Em O percurso desde A Estrutura – Ensaios filosóficos (1970-1993) e entrevista autobiográfica são reunidos vários ensaios que alargam e reformulam as perspetivas apresentadas em A Estrutura, assim como uma longa e reveladora entrevista autobiográfica.

Apresentação de "Mulheres Livres" de Maria de Belém. Dia 27 de Setembro, 18h30, Fnac Colombo


Lançamento de "Amália - O Livro da Sua Vida"


terça-feira, 25 de setembro de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Sextante Editora publica duas novidades de Rubem Fonseca

Sextante Editora publica duas novidades de Rubem Fonseca. Trata-se de dois livros muito aguardados: José e Axilas & outras histórias indecorosas, de Rubem Fonseca, são duas novidades da Sextante Editora que vão ser publicadas a 4 de outubro.
José é uma autobiografia do prestigiado autor brasileiro, uma memória da sua infância e juventude, onde perpassa o entusiasmo e a paixão pelos livros, o fascínio pelas mulheres e a sua ascendência portuguesa.
Já Axilas & outras histórias indecorosas é um livro de contos negros, permeados por um humor ácido e um forte erotismo, personagens obsessivas e impiedosas para consigo mesmas e, sobretudo, para com quem as rodeia.


Título: Axilas & outras histórias indecorosas
Autor:
Rubem Fonseca
Págs.: 144
PVP: € 13,30


«Eu ainda não sabia o seu nome, que depois descobri ser Maria Pia. Ela já estava sentada quando vi os seus braços, braços finos, que para o meu bisavô não causariam o menor interesse, ele provavelmente os acharia feios. Além do mais, Maria Pia usava uma manga cavada e os braços estavam totalmente desnudos. Meu bisavô gostaria que ela usasse mangas curtas meio palmo abaixo do ombro e que seus braços fossem cheios, do jeito que Machado de Assis descreve no conto “Uns braços”. Maria Pia era fina, toda ela, eu sabia, desde o início, vendo-lhe apenas os braços. E quando ela deu-lhes movimento, pude ver parte da sua axila.»
 
Título: José
Autor:
Rubem Fonseca
Págs.: 112
PVP: € 13,30


Ao falar de sua infância José tem que recorrer à sua memória e sabe que ela o trai, pois muita coisa está sendo relembrada de maneira inexata, ou foi esquecida. Mas ele gostaria de concluir, ao fim dessas lembranças tumultuadas, que a memória pode ser uma aliada da vida. Sabe que todo relato autobiográfico é um amontoado de mentiras – o autor mente para o leitor, e mente para si mesmo. Mas aqui, se alguma coisa foi esquecida, ele se esforçou para que nada fosse inventado. José cita Proust: «a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram.»

Sobre o autor:
Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», Rubem Fonseca só precisou de publicar dois ou três livros para ser consagrado como um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos.
Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu cinco vezes o Prémio Jabuti. Com várias das suas histórias adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão, Rubem Fonseca já publicou treze coletâneas de contos e onze romances.

Quiz Bertrand

A Bertrand Livreiros organiza durante o mês de outubro o 1º Quiz Literário Bertrand.

Neste Quiz desafia os leitores que também são enciclopédias a mostrarem a sua sabedoria literária. O concurso consistirá em três eliminatórias, a primeira a realizar-se no Porto, a 13 de outubro, a segunda em Aveiro, a 20 de outubro, e a última em Lisboa, no dia 27. Os concorrentes vão ver os seus conhecimentos sobre literatura testados através de um conjunto de 60 perguntas divididas por três níveis de dificuldade. As duas equipas vencedoras de cada eliminatória irão à grande Final, no dia 10 de novembro, na Bertrand do Chiado.

Esta iniciativa contará com a preciosa participação de José Mário Silva e de Pedro Vieira.

Para saber tudo sobre o 1º Quiz Literário Bertrand visite a páginas do facebook da Bertrand Livreiros em www.facebook.com/bertrandlivreiros

João Ricardo Pedro participa no Clube de Leitores Bulhosa

João Ricardo Pedro, vencedor do Prémio Leya 2011 com o livro O Teu Rosto Será o Último, editado pela Dom Quixote, participa no Clube de Leitores Bulhosa Campo de Ourique, hoje, terça-feira, 25 de setembro, às 18h30. A moderação está a cargo de Olga Marques.
João Ricardo Pedro nasceu em 1973, na Reboleira, Amadora. Curioso acerca da força de Lorentz, licenciou-se em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico. Durante mais de uma década, trabalhou em telecomunicações sem, no entanto, alguma vez ter aplicado as admiráveis equações de Maxwell. Na primavera de 2009, em consequência do carácter caprichoso dos mercados, achou-se com mais tempo do que aquele de que necessitava para cumprir as obrigações do quotidiano. Num acesso de pragmatismo, começou a escrever. O Teu Rosto Será o Último é o seu romance de estreia.
O Clube de Leitores é uma atividade com uma regularidade mensal, na qual é discutido um livro de um autor português. O autor é sempre convidado para o clube, podendo os leitores discutir o livro e outros aspetos da sua obra com ele. O clube de Campo de Ourique começou no ano 2001, sendo peregrino na organização de comunidades de leitores.

Novidades Planeta para Setembro

Título: D. Pedro O Rei-Imperador - O Império És Tu
Autor:
Javier Moro
N.º de Páginas: 520 

PVP: 22,90€
Disponível a 20 de Setembro

Durante cerca de três anos, Javier Moro fez uma minuciosa investigação
histórica e documental, falou com especialistas e percorreu alguns locais, de Portugal ao Brasil, para escrever esta grande epopeia sobre D. Pedro I, que lhe valeu o Prémio Planeta 2011, um dos mais prestigiados do mundo.

«Este não é um romance histórico, é uma história
real romanceada, onde não há fantasia, não há episódios apócrifos, nem personagens inventadas. Há indivíduos completos, com os seus medose ódios, com as suas dúvidas e vícios, mas reais.»
Javier Moro, em entrevista ao jornal La Razón

Depois do éxito conseguido com O Sari Vermelho, Javier Moro volta
a conquistar os leitores e a crítica internacional com este romance premiado. Fascinado pela história de D. Pedro I, o autor consultou centenas de documentos, cartas privadas, crónicas e diários, visitou Portugal e instalou-se por terras brasileiras, para viajar ao centro da vida deste imperador, uma personagem surpreendente que Moro apelida de fora de série.

«Foi rei de Portugal, durante sete dias, imperador do Brasil, aos 23, rejeitou a Coroa de Espanha, rejeitou a Coroa da Grécia, ganhou uma guerra civil, conseguiu a independência do maior país da Américado Sul,o Brasil, redigiu as constituições mais liberais da época, e tudo isto em apenas 36 anos de vida.» Javier Moro

Com a beleza exuberante dos trópicos como pano de fundo, Javier Moro
narra, com paixão pelo pormenor, a prodigiosa epopeia do nascimento do maior país da América do Sul, com a visão histórica que nos oferece um imperador humano que defende os seus ideais e não o déspota como em geral os livros de História o costumavam conotar.
Um Bragança e Borbón, neto de Carlos IV, a quem o seu pai, D. João VI, lhe disse um dia: «Podes amar como um homem, mas tens de te casar como um príncipe, porque o império és tu... e sê-lo-às um dia».
Nesta biografia romanceada sobre Pedro I do Brasil, podemos ler que aquele imperador capaz de cavalgar durante sessenta quilómetros sem desmontar do cavalo, de estar um dia inteiro sem comer, de navegar oceanos de inimigos e de fascinar mulheres inesquecíveis, tinha uma enorme sensibilidade que se manifestava no seu amor incondicional pelas crianças.
Apesar de uma esmerada educação e de grande inteligência, a personalidade de D. Pedro I era excessiva e contraditória, as mulheres foram a sua salvação e a sua perdição. Teve vários filhos e muitos ilegítimos: do casamento com a primeira mulher, a virtuosa Leopoldina de Áustria que o levou ao apogeu teve sete filhos, e cinco com a amante, a ardente Domitila de Castro, que o arrastou para a decadência.
Era um liberal entre os absolutistas, um promíscuo entre os monogâmicos, um hiperactivo e um bipolar, que ora era Jekyll para a seguir se transformar em Hyde. Dono de uma personalidade escandalosa, D. Pedro Itinha como único objectivo ‘beber a vida em grandes goles, num copo maior que a própria grandeza.’
Quando o imenso Brasil se tornou pequeno e o poder deixou de lhe interessar, pôs a sua vida em risco por aquilo que acreditava ser justo. E alcançou a glória.

O QUE DIZ JAVIER MORO NA IMPRENSA ESPANHOLA

"É uma pena e uma vergonha que em Espanha não se saiba quase nada sobre Portugal, e que em cada país latino-americano se saiba muito pouco da história de cada um. Não nos conhecemos, quando ao fim e ao cabo, e como dizia Saramago, somos todos hispânicos» La Razón


«Como é que um país tão pequeno como Portugal conseguiu manter uma colónia tão grande, unida e homogénea? Porque um dia o rei de Portugal, D. João VI, decidiu mudar-se para as colónias com a sua corte, e com mais dez por cento da população portuguesa. É um feito único na história e, graças a isso, o Brasil é hoje o que é. Se a corte espanhola se tivesse mudado para a América, como fez a portuguesa, a unidade hispano-americana hoje seria um feito e uma realidade.» La Razón


«Às vezes penso que as histórias me escolhem a mim. Antes de escrever este livro, vieram ter comigo dois velhos amigos que me disseram: «esta história tens de a escrever tu, porque não está escrita como tu a escreverias, como uma grande epopeia humana…» EL País 


«Depois de escrever dois livros sobre mulheres (Uma Paixão Indiana e O Sari Vermelho) queria aproximar-me de um personagem masculino e consegui um ‘macho alfa’. É uma mistura de D. Quixote com D. Juan. E todos os outros personagens também são deslumbrantes. Se os tivesse inventado para um romance ninguém teria acreditado em mim.» ABC


«D. Pedro I não era uma Borbón típico. Foi um rei insultado e glorificado, conforme as épocas. Às vezes, vemo-lo como um chefe militar vitorioso, o homem que proclamou a independência do Brasil, e outras como um arruaceiro, um bêbado e um mulherengo. Eu procurei humanizá-lo, expondo as suas contradições. Ele não foi educado para reinar, porque esse era o papel para o seu irmão mais velho. Ele aprendeu a ferrar cavalos antes de saber ler. Namoradeiro, rebelou-se contra o que o seu pai lhe disse um dia: «Podes amar como um homem, mas deves casar-te como um príncipe.» La Vanguardia

Sobre o autor
:
Javier Moro (Madrid, 1955) colaborou desde muito jovem em meios de informação nacionais e estrangeiros. Trabalhou como investigador em diversos livros de Dominique Lapierre, seu tio, e Larry Collins. Co-produtor e guionista dos filmes Valentina e Crónica del alba, ambos baseados na obra de Ramón J. Sender, esteve seis anos nos Estados Unidos da América a desenvolver projectos de cinema e televisão, onde colaborou com realizadores como Ridley Scott.
É autor de Senderos de Libertad, El Pie de Jaipur, Las Montañas de Buda, Era Medianoche en Bhopal, em colaboração com Dominique Lapierre, Paixão Indiana e O Sari Vermelho.

Javier Moro estará em Lisboa, nos dias 2 e 3 de Outubro para
o lançamento do seu livro, no Instituto Cervantes, em Lisboa, às 18.30h.



Título: A Floresta Mecânica - Os Variantes
Autor:
Robison Wells
N.º de Páginas: 328 

PVP: 17,75 €
Disponível a partir de 20 de Setembro

Um tema assustador, quase paranóico, que Robison Wells
leva ao extremo com brilhantismo e de forma vertiginosa, o que resulta numa estreia absolutamente espantosa.

INQUIETANTE. MISTERIOSO. PERTURBADOR
E se dentro de uns anos a sociedade passar a ser vigiada por um único e gigantesco Big Brother?
Partindo de um cenário arrepiante, o autor constrói a acção desta distropia, que nos faz reflectir sobre esse futuro próximo que poderá de facto acontecer. Entrar para uma escola poderá ser muito mais difícil não devido às notas mas por os jovens se verem obrigados a formar parte integrante de «bandos», que estarão subdivididos por castas. Onde a punição por violar as regras é a morte.
« A narrativa de Benson desenrola-se rápida e fluida. Muito difícil de largar depois das primeiras páginas, este romance de ritmo acelerado responde apenas a algumas das perguntas que coloca, mantendo fechadas as outras com grande inteligência para o desfecho da série de tal forma bem feito que não é nada comum.» Kirkus Reviews

Na Academia Maxfield, as escolhas são: Sociedade – Caos – Variantes

Benson terá de juntar-se a um dos grupos para sobreviver. Mas está determinado a fugir. Só há uma pessoa em quem pode confiar: ele próprio. Benson Fisher pensou que uma bolsa para frequentar a Academia Maxfield seria o seu passaporte para uma vida com futuro. Estava enganado. Agora, vive num colégio cercado por uma vedação de arame farpado. Um colégio onde câmaras de vigilância monitorizam todos os seus movimentos. Onde não há adultos. Onde os alunos se dividiram em grupos para sobreviver. Onde a punição por violar as regras é a morte. Mas, quando descobre, por acidente, o verdadeiro segredo do colégio, Benson percebe que cumprir as regras poderá trazer-lhe um destino pior do que a morte, e que a fuga – a sua única esperança de sobrevivência – talvez seja uma missão impossível.


«A Floresta Mecânica combina temas psicológicos de obras como O Senhor das Moscas e Jogos da Fome de uma forma verdadeiramente única. Uma obra que deve fazer parte das mais lidas nos géneros da ficção científica e fantasia. É um livro altamente viciante.» VOYA


Sobre o autor:
Wells vive em Holladay, no Utah, com a mulher e os seus três filhos. Terminou recentemente o seu curso universitário, durante o qual leu e escreveu romances quando devia estar a estudar economia.

Pode visitá-lo online e ler o seu blogue em www.robisonwells.com.

Título: Dinossáurios em acção!
Autor: Geronimo Stilton
N.º de Páginas: 48 

PVP: 12,90€
Tradução: Ana Maria Pinto da Silva
Disponível nas livrarias a partir de 20 de Setembro

Geronimo Stilton vai viver mais uma aventura empolgante que permite aos mais novos conhecer e perceber as diferentes épocas da História mundial de forma divertida.
 

O sétimo volume desta colecção de banda desenhada, que tal como os anteriores, integra o Plano Nacional de Leitura, é passado num tempo muito distante: o Período Cretácico.
Geronimo Stilton é o director do Eco dos Roedores, o jornal mais famoso da Ilha dos Ratos.
Nos tempos livres adora contar histórias alegres e divertidas. Determinados a desembaraçar-se do Professor Volt de uma vez por todas, os Gatos Piratas raptam-no e abandonam-no no Período Cretácico.
De forma a salvar o amigo, Geronimo vai deparar-se frente a frente com dinossáurios e répteis voadores!
Para crianças a partir dos 7 anos.

Mais de 15 000 exemplares vendidos desta colecção. As aventuras da família Stilton e dos Gatos Piratas oferecem um mundo de aventura e gargalhadas onde as crianças querem sempre entrar.
Geronimo Stilton promete boas leituras para os pequenos leitores, ao mesmo tempo que funciona como uma ferramenta educacional para pais e professores. Publishers Weekly

Primeiro romance juvenil de Filomena Gonçalves - O Mundo Misterioso de Guta (Casa das Letras)

Título: O Mundo Misterioso de Guta
Autor: Filomena Gonçalves
N.º de Páginas: 100
PVP: 7,50 euros

Uma história surpreendente, carregada de ternura e emoção!


Sobre o livro:

Guta e a família mudam-se para uma nova casa no Parque das Nações. Cansada de mudanças e arrumações, resolve ir passear e ler para o pé do rio, onde, das águas surge um ser mágico, uma tágide, que a desafia a resolver um misterioso enigma. A nossa heroína inicia um caminho recheado de descobertas fantásticas que a levam a conhecer novos amigos.
Uma história divertida sobre um mundo imaginário e fabuloso dos mistérios do Tejo e dos segredos que nos falam de poetas e musas de seres mitológicos e sobre o valor da amizade, dos nossos afectos e das recordações.


Sobre a autora:
Filomena Gonçalves tornou-se conhecida do grande público pelo seu trabalho como atriz, sobretudo para televisão, através de Ricardina e Marta, Palavras Cruzadas, Desencontros e, ainda, de séries de que também foi coprodutora, tais como A Ferreirinha, João Semana, O Processo dos Távoras e Quando os Lobos Uivam, entre muitas outras.


A sua recente incursão no mundo da ficção juvenil participando em Morangos Com Açúcar, no papel da Diretora Linda, agradou-lhe especialmente pela possibilidade de contactar de perto com muitos jovens, atores e fãs da conhecida série.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Bertrand: Uma Sonata de Amor

Título: Uma Sonata de Amor
Autor:
Santa Montefiore

Género: Romance
Tradutor: Ana Maria Pinto da Silva
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 496
Data de publicação: 28 de setembro
PVP: 16,60 €


Publicada em 17 países e com mais de 4 milhões de livros vendidos, Santa Montefiore é a autora britânica mais promissora na área do romance feminino.

No coração de Buenos Aires vive uma pequena comunidade anglo-argentina onde os mexericos se devoram como scones com chá. É aqui que Audrey cresce e se apaixona por Louis, um jovem excêntrico e de passado duvidoso, com um talento extraordinário para a música. Audrey é a única mulher que o compreende e Louis compõe para ela uma brilhante sonata de amor, uma melodia hipnotizante ao ritmo da qual se envolvem num romance secreto.
Porém, uma tragédia familiar interrompe abruptamente o romance e Audrey, uma filha exemplar, emociona os próprios pais ao aceitar casar-se com Cecil, o bem-sucedido irmão mais velho de Louis. Trata-se de um sacrifício de que ela se arrependerá amargamente. Apesar das alegrias da vida familiar, Audrey ouve as notas da sonata a ecoarem ao longo dos anos como um lembrete do seu amor perdido.
Épico na forma, lírico no tom, Uma Sonata de Amor é uma viagem apaixonante de uma mulher à descoberta de si própria e do verdadeiro significado do amor.
«Uma história muito comovente que deveria vir com um pacote de lenços de papel... Para todos os que gostam que os seus livros sejam servidos com uma dose gigantesca de romance, este é o ideal.» Jewish Chronicle


Sobre a autora:
Santa Montefiore nasceu em Inglaterra em 1970. Fez Estudos Espanhóis e Italianos na Universidade de Exeter e passou grande parte dos anos 90 em Buenos Aires, cidade onde a mãe cresceu. Converteu-se ao Judaísmo em 1998 e casou com o historiador Simon Sebag Montefiore. O casal vive em Londres com os dois filhos, Lily and Sasha.
www.santamontefiore.co.uk


Sobre A Andorinha e o Colibri na imprensa portuguesa:
«Seria capaz de esperar a vida inteira pelo amor da sua vida? Algumas respostas estão neste romance apaixonante sobre expectativas.» Destak
«A Andorinha e o Colibri é um romance poderoso vivido por personagens com quem o leitor se identifica e através das quais pode viver uma arrebatadora história de amor.» TV7Dias

Depois de «Doida não e não!», o novo livro de Manuela Gonzaga

Título: Imperatriz Isabel de Portugal
Autor:
Manuela Gonzaga

Género: Romance Histórico
Formato: 15 x 23,5 cm
N.º de páginas: 568
Data de publicação: 21 de setembro
PVP: 18,80 €


Autora do sucesso «Doida não e não!», publicado em 2009, Manuela Gonzaga regressa com a história de uma figura marcante das Histórias peninsular e Europeia da primeira metade do século XVI.
D. Isabel, Infanta de Portugal e Rainha de Castela, de quem os cronistas diziam ser a mais bela mulher do seu tempo.
Em 1526, Isabel de Portugal, considerada a mais bela mulher do seu tempo, foi para Castela ao encontro do marido, Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. Em Sevilha quando se encontraram, foi paixão à primeira vista… e um amor que durou a vida toda dos dois.
Mãe de Filipe II de Espanha e I de Portugal, filha de D. Manuel I, o Venturoso rainha e imperatriz pelo casamento, Isabel foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido, a quem escrevia incansavelmente. Inteligente, sensível, apaixonada, mas de saúde frágil, desempenhou os vários papéis da sua vida – mulher, mãe e soberana – de forma exemplar. A morte, que a colheu ainda jovem, aos 36 de idade, precipitou Isabel de Portugal no esquecimento geral durante séculos. Apenas a lenda guardou o seu registo. E a arte. Um dos seus retratos – verdadeira obra-prima de Ticiano – é das raras referências que todos, ou quase todos, conhecem.
Neste livro, Manuela Gonzaga resgata-a do olvido numa obra de leitura irresistível, colocando-a no palco da história europeia do seu tempo, com as suas guerras, intrigas, desgostos, cismas, roturas, alianças e traições. Mas também com os amores e as glórias que coroaram a vida breve desta muito amada infanta de Portugal.


«Retrato sublime de uma das mulheres mais importantes da história peninsular e da história europeia da primeira metade do século XVI.» João Paulo Oliveira e Costa, historiador e escritor.


Sobre a autora:
Escritora, autora de mais de uma dezena de livros, e mestre em História dos Descobrimentos e Expansão Portuguesa (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), é investigadora associada ao CHAM (Centro História Além-Mar, Universidade Nova de Lisboa). Concebeu e tem vindo a coordenar Oficinas de Escrita, a próxima das quais em colaboração com a Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul. Natural do Porto, viveu em África – Angola e Moçambique –, uma parte da adolescência e da juventude. Durante cerca de 30 anos exerceu o ofício de jornalista. Coordenou e dirigiu algumas publicações. Entre outras, foi chefe de redação da revista Marie Claire, edição portuguesa, e diretora da revista Pais.
Tem quatro filhos, dois netos, e desde 2000 que se dedica à escrita e à investigação a tempo inteiro.
http://gonzagamanuela.blogspot.pt/


Sobre Doida Não e Não! na imprensa portuguesa:
“Traçado com rigor histórico, este livro é o testemunho da luta e da vontade de uma mulher que tudo arriscou pelo homem que amava.” TV Guia
“O livro é a continuação da apaixonada e cuidada incursão pela História que a romancista, jornalista e investigadora tem vindo a desenvolver.” Jornal de Notícias
“O livro de Manuela Gonzaga é o relato mais completo publicado até hoje dessa fabulosa história.” Time Out


Novidade Vogais: A Lista da Nossa Mãe

Lançado em março deste ano em Inglaterra, A Lista da Nossa Mãe rapidamente saltou para os top’s de venda. Uma história verídica, de ler até às lágrimas, que tinha de ser partilhada com o mundo. Um livro inspirador que serve de alerta para aprendermos a disfrutar da vida todos os dias. À venda em Portugal a partir de 20 de setembro (15,98€, 360 páginas), A Lista da Nossa Mãe é um livro que vai arrebatar corações.

A vida nem sempre é justa, e quando Kate pediu para trocar de lugar com Reef, depois de descobrir que o seu filho tinha cancro, ela nunca imaginou que alguém a estivesse ouvir. Casada durante 23 anos com o seu amor de juventude, Kate lutou durante dois anos contra um cancro, uma batalha que não conseguiu vencer. Tinha apenas 38 anos. Em dezembro de 2009 os médicos deram a Kate 18 meses de vida. Viveu apenas 18... dias. Entre os tratamentos e as longas horas deitada em casa, Kate foi escrevendo uma lista de tudo o que gostaria que St John fizesse depois da sua morte para que os filhos, Reef e Finn, tivessem uma vida feliz.

Mas A Lista da Nossa Mãe não é só uma lista de desejos. É a história de um homem que estava louco de amor pela mulher. A história de um casal que viveu uma vida cheia de aventuras. A descoberta de como ser pai solteiro com dois filhos, e a luta diária para conseguir a combinação perfeita entre ter a mãe sempre presente nas suas vidas, enquanto lhes dá as ferramentas que os permita avançar.

Com o dinheiro que St John recebeu da Penguin Books pela publicação da história, alguns dos desejos de Kate tornaram-se mais fáceis de concretizar. Desde visitar as pirâmides do Egito, a fazer mergulho no Mar Vermelho, St. Joh, Reef e Finn têm honrado as vontades da mãe. Mas existe um desejo que St John ainda não se sente preparado para realizar. E quem sabe, nunca o fará: encontrar uma pessoa para ficar ao seu lado, de forma a que Reef e Finn possam crescer com uma presença feminina. Mas alma gémea só há uma...

No fim, A lição que A Lista da Nossa Mãe nos traz é simples: não precisamos de perder alguém que nos é querido para fazer uma lista do que mais desejamos na vida e viver os nossos sonhos.


Apresentação do livro "Maria Barroso - Um Olhar Sobre a Vida", de Leonor Xavier. Apresentado por Artur Santos Silva (Teatro Nacional D. Maria II)


Selo Versatile Blogger

Muito obrigada ao ao blogue Dispersões pelo selinho! :)


Regras:

1 - Postar o selo e dizer quem me presenteou
2 - Dizer 7 coisas sobre mim
3 - Presentear 15 blogs com o mesmo


7 coisas sobre mim:
1 - Adoro ler
2 - Amo a minha família
3 - Amo o sorriso da minha filha
4 - Gosto de Pedro Abrunhosa e Keane
5 - Gosto do silêncio
6 - Detesto que mexam nas minhas coisas
7 - Gosto que o correio me traga livros