sexta-feira, 12 de abril de 2013

Eixo do Mal no Ler no Chiado no Dia Mundia do Livro


Eric Frattini em Portugal

 

O autor de Mossad e Cosa Nostra vem a Portugal para apresentar Os Abutres do Vaticano, o livro em que previu a renúncia de um Papa.

Autor:
Eric Frattini nasceu em Lima, Peru, em 1963. Ensaísta, jornalista, professor universitário, guionista de televisão e escritor, foi correspondente e trabalhou com diversos órgãos de comunicação no Médio Oriente.

Mildred Pierce, o clássico que deu origem à tão aclamada mini-série da HBO, com Kate Winslet, já nas livrarias

Título: Mildred Pierce
Autor:
James M. Cain
Selo: Suma de Letras
Páginas: 368
Preço: 16,50€

MILDRED PIERCE
O clássico que deu origem à tão aclamada mini-série da HBO, com Kate Winslet

«Cain capta, com mestria, aqueles impulsos primários da ganância e do sexo em menos palavras do que qualquer outro escritor.» The New York Times

Mildred Pierce foi abençoada com umas pernas de fazer perder a cabeça, jeito para a cozinha e uma personalidade que não é para brincadeiras.

Tudo isso lhe foi útil quando teve de sobreviver ao divórcio e à pobreza e abrir o caminho de saída da baixa classe média. Mas Mildred tem também duas fraquezas: uma tendência para se apaixonar por homens indolentes e uma devoção irracional pela filha mimada e egoísta.

Cain é um observador nato da natureza humana, das suas idiossincrasias, fraquezas e motivações. Mildred Pierce, o romance de 1941, é de uma força emocional devastadora e executa uma crítica social contundente. Mildred Pierce, a heroína, é uma personagem memorável, com cujas ambições e mágoas qualquer leitor poderá identificar-se.

Após a adaptação, vencedora de um Óscar, para o grande ecrã em 1945 – com a inesquecível Joan Crawford –, Mildred Pierce chega finalmente à televisão numa mini-série vencedora de cinco prémios Emmy e um Globo de Ouro, protagonizada por Kate Winslet. A adaptação é da HBO, produtora de Os Sopranos, Sete Palmos de Terra e A Guerra de Tronos.

Sobre o Autor:
James M. Cain (1892-1977) é hoje reconhecido como um dos grandes mestres do policial negro americano. Nascido em Baltimore, começou a sua carreira como repórter, serviu na Força Expedicionária Americana na Primeira Grande Guerra e tornou-se, mais tarde, professor de Jornalismo no St. John’s College, em Annapolis. Escreveu editoriais para Walter Lippmann, no New York World, e foi chefe de redacção do The New Yorker antes de rumar para Hollywood, para ser guionista. Aos 42 anos, viu publicado o seu primeiro romance, O Carteiro Toca Sempre Duas Vezes, que de imediato causou furor. Um clássico, foi acusado de obscenidade em Boston e diz-se ter inspirado Albert Camus a escrever O Estrangeiro. Com 18 livros publicados, Cain estava a trabalhar na sua autobiografia quando morreu, em 1977.



quinta-feira, 11 de abril de 2013

Lançamento «O Que Vou Vestir Hoje?» - Editorial Presença


Novidades Assírio & Alvim para Abril

Título: Crónica, Saudade da Literatura
Autor: Manuel António Pina
Organização: Sousa Dias
Págs. 672
PVP: 19,90€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 15 de Abril

A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do Jornal de Notícias num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo «da matéria da morte e do esquecimento», anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como «saudade da prosa», as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura.
A presente antologia reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.


Título: O Tesouro
Autor: Manuel António Pina
Desenhos: Pedro Proença
Págs. 48
PVP: 13,00€
Edição Encadernada
Nas livrarias a partir de 15 de Abril

O Tesouro foi publicado pela primeira vez em 1994, pela Associação 25 de Abril e pela APRIL, com o alto patrocínio do Presidente da República de então, Dr. Mário Soares. Em 1999, nos 25 anos do 25 de Abril, O Tesouro deu origem ao premiado filme de João Botelho: Se a Memória Existe.
A nova edição foi enriquecida com magníficos desenhos de Pedro Proença: uma parceria que já nos habituou a outros “tesouros”, como O Pequeno Livro da Desmatemática ou Perguntem aos Vossos Gatos e aos Vossos Cães.
O Tesouro está recomendado pelo PNL para o 3.º ano de escolaridade — leitura orientada em sala de aula — Grau de Dificuldade II.

Sobre o autor:
Manuel António Pina nasceu no Sabugal, em 1943. Exerceu advocacia, trabalhou na publicidade e no jornalismo. É autor de uma notável obra literária, galardoada com diversos prémios, entre eles o Prémio Camões em 2011. 




Título: A Luz é mais Antiga que o Amor
Autor: Ricardo Menéndez Salmón
Tradução: Helena Pitta
Págs. 160
PVP: 14,90€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 15 de Abril

Novo livro de Ricardo Menéndez Salmón pode ser lido como um ensaio sobre o génio artístico, como um romance de aprendizagem e até como uma obra de mistério
Numa segunda-feira de 1350, quando a Europa recupera da Peste Negra, o futuro papa Gregório XI visita o pintor toscano Adriano de Robertis para destruir a sua última obra, a blasfema Virgem Barbuda. A 25 de fevereiro de 1970, o pintor norte-americano Mark Rothko corta as veias no seu estúdio de Nova Iorque. A 11 de setembro de 2001, enquanto o mundo penetra na Era do Desconsolo, o pintor russo Vsévolod Semiasin redige uma carta onde revela as razões da sua loucura. A história destes três mestres, baseada num enigma (o destino insuspeito da Virgem Barbuda de Adriano de Robertis) e gravitando em torno de uma ideia central (o compromisso do pintor com a sua arte face ao poder encarnado pela Igreja, Mercado ou Estado), é o eixo condutor de A Luz é mais Antiga que o Amor, livro de que um romancista chamado Bocanegra nos fala durante três momentos cruciais da sua vida: o nascimento da sua vocação, a morte da mulher e a sua consagração em 2040 como glória da literatura universal.

Sobre o autor:
Nascido em Gijón, em 1971, Ricardo Menéndez Salmón é licenciado em Filosofia pela Universidade de Oviedo. Diretor literário da editora KRK, fez crítica cultural nos jornais ABC, El Comercio e La Nueva España e nas revistas El Mercúrio, Quimera e Tiempo. Autor de um singular livro de viagens, Asturias para Vera, publicou os livros de contos Los caballos azules e Gritar, e os romances La filosofía en invierno, Panóptico, Los arrebatados e La noche feroz. Os seus três romances anteriores, A Ofensa, Derrocada e O Revisor, publicados em Portugal pela Porto Editora, formam a denominada Trilogia do Mal e foram recebidos com grande aplauso pela crítica, transformando-o num dos escritores mais prestigiados no panorama da narrativa contemporânea espanhola. Traduzida para catalão, francês, italiano, holandês e português, a sua obra recebeu os prémios Crítica de Astúrias, Crítica da Feira do Livro de Bilbau, Casino de Mieres de Romance, Qwerty de Barcelona Televisión, Juan Rulfo de Relato e Llanes de Viagens.


Título: História Abreviada da Literatura Portátil
Autor: Enrique Vila-Matas
Tradução: José Agostinho Baptista
Págs. 112
PVP: 12€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 15 de Abril

Em História Abreviada da Literatura Portátil surgem algumas marcas que perpassam toda a obra de Enrique Vila-Matas, como a exploração de  biografias, verdadeiras ou imaginárias, de personagens escritores. Este livro é uma vibrante história das vanguardas do século XX, onde se narra o  percurso de um grupo de intelectuais que, em 1924, decide fundar uma sociedade secreta. Encontravam-se entre estes Duchamp, F. Scott Fitzgerald, Walter Benjamin, Cesar Vallejo, Man Ray, Tristan Tzara, Valery Larbaud, Federico García Lorca e muitos outros.
Conhecidos como portáteis, ou shandys, em homenagem ao Tristram Shandy de Laurence Sterne, este grupo, obscuro e extremamente seleto, cultiva ideais como o amor à escrita, a diversão, o espírito inovador e a autoria de obras, literárias ou plásticas, que possam caber facilmente numa pequena mala: portáteis. História Abreviada da Literatura Portátil aposta decididamente numa imaginação radical, excêntrica, operando com suficiente eficácia para que a ficção se comprometa com a inteligência do ensaio.


Sobre o autor:
Enrique Vila-Matas nasceu em Barcelona, em 1948. Aos vinte anos parte para Paris, auto exilado do governo de Franco e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado por Marguerite Duras. Durante esses anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista Fotogramas e chegou mesmo a participar como figurante num filme de James Bond. Com a publicação de História Abreviada da Literatura Portátil começou a ser reconhecido e admirado internacionalmente. As suas obras combinam ensaio, crónica jornalística e novela. A sua literatura, fragmentária e irónica, dilui os limites entre a ficção e a realidade. Possui uma vasta obra narrativa que se inicia em 1973 e se encontra traduzida para 29 línguas. É um dos maiores escritores espanhóis da atualidade e tem conquistado inúmeros prémios, no seu país e no estrangeiro.


Título: Pela Parte que me Toca
Autor: Helder Moura Pereira

Págs. 96
PVP: 10€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 15 de Abril

Reconhecido pelo público e pela crítica, Helder Moura Pereira regressa às livrarias com o surpreendente livro Pela Parte que me Toca. A Assírio & Alvim publicou já diversos livros do poeta, dos quais se destacam Um Raio de Sol, Lágrima, A Tua Cara não me é Estranha, Mútuo Consentimento, Segredos do Reino Animal e Se as Coisas não Fossem o que São.

Folhagem sobre os pés ou sob os pés,
raízes que me cortam a busca
de um corpo que deve estar por perto
a fazer coincidir o céu azul
com a vontade de ter ar para si,
e cinza, e um olhar de amor.
Um peso que não se arrasta, voz
sem tempo nenhum, vem pé
ante pé sobre mim e sobre o livro
que deixou de ter palavras
mal caiu no meio do ar o desejo
de esvoaçar no meio da tarde.

Sobre o autor:
Nasceu em Setúbal em 1949. Foi professor no Ensino Secundário e Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa (Departamento de Estudos Anglo-Americanos). No King's College da Universidade de Londres, como Leitor, ensinou Literatura Portuguesa. Lecionou também Português e Técnicas de Expressão do Português nos cursos de Formação Profissional da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa. Ingressou no Ministério da Educação em 1986, tendo exercido funções técnicas na área da educação de adultos, nomeadamente em animação de leitura e nos grupos de planeamento e redação da revista “Forma” e do jornal “Viva Voz”. Publica regularmente na Assírio & Alvim e tem conquistado diversos prémios literários, com os seus próprios livros e com as suas traduções.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Quetzal: Lionel Asbo, o mais recente romance de Martin Amis, nas livrarias a 26 de abril

Título: Lionel Asbo
Autor:
Martin Amis
Género: Romance
Tradução: Jorge Pereirinha Pires
N.º de páginas: 320
Data de lançamento: 26 de abril
PVP: 17,70 €

Durante o expediente matinal na prisão, Lionel Asbo, um delinquente de médio porte de Diston, recebe a notícia de que ganhou 139 milhões de libras na lotaria.
Último rebento de Grace, cuja prole aos 19 anos ascendia a sete, Lionel partilha a casa com o sobrinho órfão adolescente, Desmond Pepperdine, e com dois pitbull, Joe e Jeff, que alimenta com uma dieta de tabasco e maus-tratos.
Uma vez posto em liberdade, a fabulosa riqueza catapulta-o naturalmente para uma vida de excessos e gastos estratosféricos que, em substância, não difere muito do quotidiano de sarilhos e arruaças da anterior, só que agora vive nas primeiras páginas dos tabloides. Lionel continua a preferir a pornografia à companhia de uma mulher (pornografia que, com a prisão, constitui para ele um dos pilares fundamentais da existência); persiste na educação férrea dos cães (outrora uma importante ferramenta do negócio); e em não prestar qualquer tipo de auxílio financeiro aos membros da sua família.
Enquanto Lionel desbarata a fortuna a um débito alucinante, e espreme todos os proveitos que pensa poder retirar da fama – Des, o sobrinho, está nos antípodas: é um rapaz inteligente e sensato, que procura no estudo e no trabalho, e numa relação estável, um sentido para a vida.
Lionel Asbo é um romance cómico, visceral, hiperbólico – e uma sátira da Inglaterra dos nossos dias e da obsessão contemporânea pelo dinheiro e pela celebridade.

Sobre o autor:
Martin Amis é um dos autores britânicos mais importantes da atualidade. Nasceu no País de Gales e é filho do escritor Kingsley Amis. A matéria-prima dos seus romances radica no absurdo da condição pós-moderna e nos excessos do capitalismo tardio das sociedades ocidentais; o seu inconfundível estilo é compulsivo e terrivelmente vívido. Saul Bellow, Vladimir Nabokov e James Joyce são as suas grandes referências literárias. Por seu turno, influenciou uma nova geração de romancistas, como Will Self ou Zadie Smith. Depois de A Viúva Grávida, Os Papéis de Rachel, O Segundo Avião, A Informação e Dinheiro, a Quetzal dá continuidade à publicação das obras de Martin Amis com o seu mais recente romance (2012).

MEC no Facebook

Quem, em Portugal, utiliza o Facebook já se deparou, por certo, com partilhas de frases e textos de Miguel Esteves Cardoso. Seja sobre o amor ou a portugalidade, certo é que MEC é das personalidades mais citadas do país. A militância de muitos fãs levou mesmo à criação de várias páginas e grupos organizados. A partir de hoje, porém, passa a existir uma página oficial de Miguel Esteves Cardoso no Facebook, gerida pelo autor e pela Porto Editora.
Em www.facebook.com/miguelestevescardoso, os fãs vão poder encontrar informações sobre o autor e conteúdos exclusivos criados pelo próprio MEC.
Lembre-se que, a 22 de abril, são publicados um novo livro de crónicas, intitulado Como é linda a puta da vida, e ainda quatro novas edições: A causa das coisas, O amor é fodido, Os meus problemas e Explicações de Português explicadas outra vez.
A apresentação oficial das cinco obras – cujas capas são da autoria do ilustrador portuense Rui Ricardo – vai acontecer no Porto, a 27 de abril, às 17:00, no âmbito do ciclo literário Porto de Encontro (Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal). Em Lisboa, a apresentação acontecerá a 3 de maio, em local a anunciar brevemente.

Heróis de Quatro Patas - John McShane [Opinião]

Título: Heróis de Quatro Patas
Autor:
John McShane
Testemunhos
N.º de páginas: 272
PVP: € 15,80

O Livro:
Conheça dezenas de histórias verdadeiras que celebram o amor e amizade que os cães sentem por nós.
São os cães mais corajosos do mundo. Os nossos heróis de quatro patas.
Atravessam-se à frente de balas dirigidas aos donos, salvam-nos de incêndios e são capazes de percorrer quilómetros de neve, em sofrimento, para levar medicamentos a quem mais precisa.
Em Heróis de Quatro Patas surgem histórias comoventes de alguns desses pequenos grandes benfeitores que, a todo o custo, tentaram e conseguiram proteger os seus donos. É o caso de Roselle, um Labrador, que deixou o seu dono cego a salvo da carnificina do 11 de Setembro; ou de Balto e Togo, dois dos Huskies que atravessaram mais de mil quilómetros de neve para levarem medicamentos a uma cidade isolada no Alaska onde grassava uma epidemia mortal.
Qualquer um dos cães aqui retratado conquistou o direito de ser tratado como «o melhor amigo do homem».


A minha opinião:
Quando vi pela primeira vez este livro surgiu-me logo a frase: "tenho de o ler!"
A minha paixão por animais deve ter surgido desde que nasci. Com 5 dias apenas fui lambida por um pastor alemão enquando dormia, portanto, a  relação com animais teria de ser maravilhosa.
Desde pequena convivi com cães, e tive um que foi meu companheiro, o meu fiel amigo, durante 10 anos. Prenda de aniversário quando fiz 14 anos, o Bolinhas (nome original), raçado de Serra da Estrela e Pastor Alemão, proporcionou-me muitos momentos divertidos. Mas também tristes... a primeira decepção foi quando vim da escola e o meu cão não estava lá, nas escadas, onde estava sempre. Tinham-mo roubado. Levaram-no no comboio, mas não sabia para onde. Até que, depois de anunciarmos na rádio local, alguém tinha visto um cão numa estação de comboios. O meu Bolinhas, depois de uns dias na casa do ladrão, tinha conseguido fugir e como sabia que tinha ido de comboio, toca a chegar a uma estação e meter-se num para o levar a casa. O problema é que o comboio ia na direcção errada... a sorte mesmo foi que alguém estava atenta ao apelo e o meu amigo veio novamente para casa, muito fragilizado. Mas conseguiu sobreviver.
Ainda esteve connosco muito tempo até morrer no dia 13 de Setembro de 2002... 
Portanto, só poderia gostar destas histórias de cães-heróis. E sobretudo da do cão que ia esperar sempre o dono à estação de combois. Apesar de não se parecer em nada com a minha, fez-me lembrar o meu fiel amigo.
Quem gosta de animais vai gostar de saber estes fabulosos feitos destes heróis de quatro patas, seja na guerra, em situações de catástrofes naturais, no 11 de Setembro, ou então em situações do dia-a-dia. Estes fiéis amigos mostram assim aos humanos uma lição de lealdade e amor ao próximo que nem sempre nós conseguimos demonstrar.

Bulhosa lança campanha de descontos Abril. Livros Mil

Abril. Livros Mil. Este é o mote da campanha de descontos Bulhosa, que começou esta segunda-feira, 8 de abril, e que termina no domingo, 28 de abril. Obtenha descontos imediatos entre 10% e 30% em www.bulhosa.pt ou www.livrarialeitura.pt, descontos que ficam disponíveis, num prazo máximo de 48 horas, nas livrarias Bulhosa e Leitura.

Para participar, deve aceder ao website e clicar no botão Partilha já no Facebook e Ganha um desconto imediato. O desconto é imediato e não acumulável com Cartão Cliente, vouchers promocionais ou outras campanhas a decorrer e cada participante pode obter apenas um desconto por dia (ver condições de participação no website).

A praia das pétalas de rosa - Dorothy Koomson [Opinião]

Título: A praia das pétalas de rosa
Autor:
Dorothy Koomson
Tradução: Irene Ramalho
Págs.: 544
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

Desde que, em 2006, deu a conhecer às leitoras portuguesas A filha da minha melhor amiga – um enorme sucesso, já na 14.ª edição –, a Porto Editora tem vindo a publicar com regularidade a obra da escritora Dorothy Koomson. Em 2012, lançou O outro amor da vida dele; um ano depois, prepara-se para publicar, a 8 de abril, o novíssimo A praia das pétalas de rosa, oitavo livro da autora editado em Portugal.
A mestria com que aborda as relações amorosas é um dos trunfos desta autora inglesa de origem ganesa. A praia das pétalas de rosa deixa uma interrogação no ar: «seria capaz de magoar alguém por amor?».
O sucesso em Portugal é apenas parte do crescente prestígio internacional de Dorothy Koomson, que assinalou, no último mês, dez anos de carreira literária.

Sinopse:
Todas as histórias de amor sofrem reviravoltas.
Depois de quinze anos de um grande amor e um casamento perfeito, Scott, marido de Tamia, é acusado de algo impensável. De repente, tudo aquilo em que Tamia acreditava - amizade, família, amor e intimidade - parece não ter qualquer valor. Ela não sabe em quem confiar, nem sonha o que o futuro lhe reserva. Então, uma estranha chega à cidade, para lançar pétalas de rosa ao mar, em memória de alguém muito querido e há muito perdido. Esta mulher transporta consigo verdades chocantes que transformarão as vidas de todos, incluindo Tamia que será obrigada a fazer a mais dolorosa das escolhas...
O que estaria disposta a fazer para salvar a sua família? 

A minha opinião:
Dorothy Koomson é mestre no romance. Criadora de personagens fortes e marcantes, Koomson foi ainda mais além neste "a praia das pétalas de rosa", porque introduziu o suspense, com a suspeita de vários crimes que me fascinaram ainda mais.

Tudo levava a crer que essa seria uma noite perfeitamente normal na vida de Tamia. Casada com um homem exemplar e com duas filhas, Tamia nem imagina o quanto a sua vida vai mudar quando batem à porta. Na entrada estão dois polícias que acusam o seu marido de um crime horrível, deixando a vida de Tamia completamente do avesso.

É aqui que entra também o poder da amizade, da traição, da desconfiança, mas também o poder do amor e do perdão.

Koomson mostra mais uma vez que as suas personagens podiam muito bem fazer parte da realidade. Isto porque nem tudo o que parece é, e por detrás da capa de cada um, existe sempre alguma coisa escondida.
E nomalmente são coisas do passado, da infância, que vão estar directamente relacionadas com certas atitudes, porque apesar da mudança, os genes continuam lá.

Tami é uma mulher que, apesar das "facadas" que a vida lhe dá é um grande exemplo de vida; Scott, oriundo de uma família disfuncional e completamente à margem da sociedade, torna-se num homem de sucesso; Beatrix, a melhor amiga de Tamia, que está sempre presente nos bons e nos maus momentos, e Mirabelle, a vizinha e também melhor amiga de Tamia, cheia de mistérios e com um passado por resolver, torna-se, para mim, a personagem mais importante da história.

Em suma, este foi o melhor livro, sem qualquer dúvida que li de Koomson. Sabem aquela sensação que desejam que o dia dure mais que 24 horas, e que esse tempo seja apenas para nos debruçarmos sobre a sua leitura? Foi isso que senti.


Mais informações aqui

terça-feira, 9 de abril de 2013

Fialho Gouveia: Biografia Sentimental - Homenagem a um dos mais queridos apresentadores portugueses


Recheado de fotografias inéditas, Fialho Gouveia: Biografia Sentimental é mais do que o retrato de um jornalista e apresentador ímpar: é a história de um período fundamental da vida portuguesa.

Editado pela Vogais, esta obra escrita pela filha Maria João Fialho Gouveia chega às livrarias no dia 18 de abril (384 páginas + 24 páginas com fotografias I 19,99€), e será apresentada no dia 19.
O prefácio, emocional, é de Marcelo Rebelo de Sousa.

«Fialho Gouveia era descrito pelos amigos como homem bom, repórter talentoso, benfiquista entusiasta e, acima de tudo, uma referência ética e cívica para todos. Já era uma das vozes mais populares da rádio quando participou na fundação da RTP, em Março de 1957.
Desde logo se tornou uma das caras mais importantes do «pequeno ecrã». Criou e apresentou, com Raul Solnado e Carlos Cruz, o Zip-Zip, o primeiro talk-show português; fez a reportagem em directo do 25 de Abril, numa emissão histórica da RTP; e foi a face e a alma de alguns dos mais conhecidos programas dos anos 80 e 90, como A Visita da Cornélia, A Arca de Noé e Entre Famílias.
A sua filha, Maria João, oferece-nos pela primeira vez um relato íntimo e comovente do conhecido apresentador, em todas as suas facetas — a harmonia familiar e o sucesso popular, mas também as mentiras e as amarguras que lhe roubaram a alegria nos seus últimos dias.»

Inclui os testemunhos sentidos de mais de uma centena de amigos e colegas de profissão, entre os quais
Alice Vieira • António Victorino D'Almeida • Carlos Cruz •Eunice Muñoz • Eusébio • Fernando Tordo
Herman José • João Braga • João Soares • Júlio Isidro • Luís Filipe Vieira • Mário Soares • Mário Zambujal • Ramalho Eanes • Rita Salema • Ruy de Carvalho • Simone de Oliveira

A Maria João Fialho Gouveia irá fazer um lançamento no Porto, dia 27, no Mar Shopping (18 horas), estando, nessa altura, igualmente disponível para entrevistas aos meios de comunicação.


Luís Miguel Rocha apresenta novo livro na Bulhosa

O escritor Luís Miguel Rocha vai estar na Bulhosa Oeiras esta quinta-feira, 11 de abril, às 18h, e no dia seguinte, sexta-feira, 12 de Abril, às 18h, na Leitura Bom Sucesso, para duas sessões de autógrafos, em Lisboa e no Porto, aproveitando o lançamento do seu mais recente romance com a chancela da Porto Editora, A Filha do Papa. Os seus títulos anteriores, O Último Papa e Bala Santa, foram ambos bestsellers e A Mentira Sagrada, o mais recente, foi publicado em 22 países e o primeiro livro de um autor português a entrar para o top de vendas do New York Times.
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado? Esta é a questão de partida em A Filha do Papa, uma obra cheia de ação centrada na figura de Pio XII. Elogiado por escritores portugueses de referência como José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, este livro foi lançado, em março, na véspera do Conclave que terminou com a eleição do Papa Francisco.
Luís Miguel Rocha nasceu no Porto em 1976 e passou a infância e adolescência em Viana do Castelo. Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita (www.luismiguelrocha.com).

Luís Miguel Rocha em sessão de autógrafos…
Na Bulhosa Oeiras, Quinta-feira, 11 de Abril, 18h
Na Leitura Bom Sucesso, Sexta-feira, 12 de Abril, 18h

Apresentação de livro de António Mega Ferreira


Porto Editora lança o Mistério do Lago, o novo livro de Arnaldur Indriđason

Título: O Mistério do Lago
Autor:
Arnaldur Indriđason
Tradutor: Vasco Gato
Págs: 312
PVP: 16,60 €

Arnaldur Indriđason, considerado por Luis Sepúlveda «a grande voz do policial nórdico», publica um novo livro na Porto Editora. Depois de A Voz, chega no dia 15 de abril às livrarias O Mistério do Lago.
Vencedor do Prémio Chave de Vidro, atribuído pela Associação Escandinava do Romance Policial, e do CWA Gold Dagger, o autor tem a sua obra publicada em 26 países e é uma referência dentro da literatura policial negra. O Mistério do Lago é protagonizado pelo inspetor Erlendur, que desta vez investiga um assassinato que envolve membros do ex-bloco soviético.

Sobre o livro:
O nível das águas do lago Kleifarvatn tem vindo a descer lentamente na sequência de um terramoto. Uma hidróloga local está a estudar o estranho fenómeno quando descobre uma ossada humana com um buraco no crânio e, ao lado, um velho aparelho de rádio com inscrições em cirílico quase ilegíveis. A Polícia é enviada ao local e o inspetor Erlendur e a sua equipa ficam a cargo da investigação, que os levará a pesquisar desaparecimentos ocorridos na Islândia na década de sessenta. As pesquisas conduzem-nos inevitavelmente às embaixadas do ex-bloco soviético e a antigos estudantes islandeses das juventudes socialistas, bolsistas na Alemanha de Leste em plena Guerra Fria.
Um romance carregado de mistério que confirma Arnaldur Indriđason como um dos grandes nomes do policial nórdico.

Sobre o autor:
Arnaldur Indriđason (Reiquejavique, 1961) é historiador, jornalista e crítico literário e de cinema. Durante vinte anos trabalhou para o Morgunbladid, o mais importante diário da Islândia, antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro. Publicados em vinte e seis países, os seus romances rapidamente se tornaram bestsellers. A sua vasta obra tem recebido inúmeros prémios, entre os quais se destacam o Prémio Chave de Vidro (2002 e 2003), atribuído pela Associação Escandinava do Romance Policial, e o CWA Gold Dagger.

Imprensa:
Arnaldur Indriđason é um contador de histórias nato, com um dom especial para evocar a complexidade do ser humano. The Guardian
Um romance excecional, que transcende o género. Library Journal
Arnaldur Indriđason deixa o leitor em suspenso até às últimas páginas. Washington Post
O grande nome do romance negro islandês. El Mundo

«Os Petiscos da Filipa» de Filipa Vacondeus - Brevemente nas livrarias

Título: Os Petiscos da Filipa 
Autor: Filipa Vacondeus
Género: Gastronomia
N.º de páginas: 208
PVP: € 17,80

Sobre o livro:
Todos os portugueses gostam de petiscar… Os amigos reunidos, delícias sobre a mesa para picar e chorar por mais, um bom vinho no copo ou uma cerveja gelada. Não são assim os nossos dias felizes?
Perante a riqueza da nossa cozinha, Filipa Vacondeus sentiu a necessidade de partilhar as suas receitas mais tradicionais, mais saborosas, para que perdurem e passem de geração em geração.
O livro Os Petiscos da Filipa é um convite à redescoberta da cozinha nacional, com requinte, com sabor e aquele toque caseiro que, no fundo, é o tempero com que as avós marcaram a nossa infância.
Encontra iguarias como pataniscas de polvo, favinhas com presunto, tibornada de sardinhas, iscas maravilhosas, tarte de bacon, tâmaras e queijo de cabra, entre muitas outras.
Saiba como cozinhar bem, à moda antiga mas com uma apresentação moderna, pela mão da cozinheira mais querida de Portugal.

Sobre a autora:
Filipa Vacondeus dispensa apresentações. É uma das figuras mais carismáticas da cozinha portuguesa, sendo reconhecida pelo seu talento gastronómico e pela capacidade de elaborar deliciosas receitas, sem gastar muito dinheiro.
Ao longo de mais de 30 anos de carreira, esteve à frente de restaurantes de sucesso, tornou-se presença regular em programa televisivos e editou dezenas de livros. As suas receitas têm acompanhado várias gerações de portugueses. Os Petiscos da Filipa é o mais recente título desta autora bestseller, onde partilha receitas tradicionais portuguesas que todos nós gostamos de comer, mas que poucos sabem fazer.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Lançamento de "Fogo", de Gastão Cruz


O regresso de MEC: Porto Editora publica novo livro e outras quatro novas edições

Ao contrário da maioria dos acrónimos, MEC não é apenas uma forma de simplificar um nome extenso. MEC é uma marca de significado imenso para uma geração. Anunciar que está de regresso quer dizer que ele, Miguel Esteves Cardoso, volta a publicar de forma regular. Mas, agora, com a Porto Editora, efetivando um nunca consumado e antigo namoro. A 22 de abril são publicados um novo livro de crónicas, intitulado Como é linda a puta da vida, e ainda quatro novas edições: A causa das coisas, O amor é fodido, Os meus problemas e Explicações de Português explicadas outra vez.
Na verdade, a paixão nunca foi vivida em segredo. Mais do que uma vez, numa altura em que já assinava uma crónica diária no jornal Público, Miguel Esteves Cardoso elogiou o trabalho da Porto Editora. Mais tarde, num email à diretora editorial Cláudia Gomes afirmou: «A Porto Editora é a única editora que me orgulharia de representar, sem ser a Assírio». A paixão podia ter-se consumado de imediato, mas nem o autor, nem a Porto Editora, quiseram ser responsáveis pelo rompimento da relação entre MEC e a Assírio e Alvim, sua editora de sempre (MEC nunca disse que o amor era fácil). Em 2012, estando a Assírio & Alvim integrada no Grupo Porto Editora, desatou-se um nó e deu-se outro: Miguel Esteves Cardoso, MEC para os amigos, passa a estar casado com a Porto Editora.
A apresentação oficial dos cinco livros – cujas capas são da autoria do ilustrador portuense Rui Ricardo – vai acontecer no Porto, a 27 de abril, às 17:00, no âmbito do ciclo literário Porto de Encontro (Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal). Em Lisboa, a apresentação acontecerá a 3 de maio, em local a anunciar brevemente.

Sobre o autor:
Em 1955 nasceu em Lisboa. Em janeiro de 1981 nascem em Manchester as duas filhas, Sara e Tristana. Em 2000 casou-se com a Maria João Lopes Pinheiro, amor da vida dele. A partir desse ano, dedica-se tanto ao casamento como ao trabalho. Desde 2009 escreve diariamente no Público e, em 2013, passa a ser autor da Porto Editora, a quem confia a obra inteira. É feliz da vida e vive com a Maria João em Colares.

Título: Como é linda a puta da vida

Págs.: 248
Capa: mole
PVP: 15,50 €

Este livro é a primeira coleção de crónicas publicadas pela Porto Editora e é aqui que tenho de deixar o meu apreço agradecimento e amizade pela minha editora de sempre, a Assírio & Alvim.
Aturaram-me durante 27 anos. Se eu conseguir induzir a Porto Editora no mesmo erro terei 84 anos quando chegar a hora difícil de me despedir dela. Qualquer casamento que dura 27 anos e que, apesar de acabar, não acaba mal ou a mal, pode considerar-se um casamento feliz.
Este livro não é o princípio de uma nova vida; Deus me livre. É a celebração de uma vida velha, cheia de novidades que envelhecem mais devagar do que eu.
(Do Prefácio)

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