sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Arkheion Editora publica "A Casa com Alpendre de Vidro Cego", de Herbjørg Wassmo

Título: A Casa com Alpendre de Vidro Cego
Autor: Herbjørg Wassmo
N.º de Páginas: 272
P.V.P: 14,90€

Este mês chegará às livrarias a obra "A Casa com Alpendre de Vidro Cego", de Herbjørg Wassmo, aquele que é o primeiro título da "Trilogia de Tora".

Publicado originalmente em 1981, este romance já conquistou o estatuto de clássico da literatura norueguesa.

Sinopse:
A Casa com Alpendre de Vidro Cego conta, com a simplicidade característica da melhor literatura nórdica, a vida de Tora, uma menina nascida da relação de uma norueguesa com um soldado alemão durante a Ocupação, numa aldeia do Norte da Noruega.
Tora carrega o estigma da desonra que a torna alvo do escárnio dos vizinhos, mas é no lar que terá de enfrentar as investidas do perigo, sofrendocom a ausência da mãe, Ingrid, que tem de sustentar a família, e com os abusos do padrasto, Henrik, um homem violento. Apesar deste ambiente de pobreza e de miséria moral, Tora tem as ilusões próprias de uma menina da sua idade e desenvolve armas para lutar contra as adversidades.

A Casa com Alpendre de Vidro Cego é o primeiro título da trilogia de Tora que nos deixará, a todos, na expectativa de saber como será a vida da menina-coragem.

Sobre a autora:
Herbjørg Wassmo nasceu em Vesterålen, no Norte da Noruega, em 1942. Iniciou a carreira literária em 1976, com o livro de poesia Bater de Asas (Vingeslag). O reconhecimento chegaria mais tarde, em 1981, com o primeiro romance A Casa com Alpendre de Vidro Cego (Huset Med den Blinde Glassveranda), uma obra que conquistou o estatuto de clássico da literatura norueguesa. O livro constitui o primeiro volume da trilogia de Tora, ao qual se seguiram O Quarto Silencioso (Det Stumme Rommet), em 1983, e o Céu Doloroso (Hudløs Himmel), em 1986.

A voz de Wassmo goza de um poder poético e evocativo que conduz o leitor até uma fronteira próxima da desintegração do jovem ser humano e da luta pela dignidade.
Sobre a trilogia:

A trilogia de Tora, cujo primeiro volume a Arkheion Editora se orgulha de agora publicar, foi vencedora dos prémios Literary Critics’ Prize, em 1981, Booksellers’ Prize, em 1983, e Nordic Council’s Literary Prize, em 1987.

A trilogia de Herbjørg Wassmo sobre Tora, filha de mãe norueguesa e de um soldado alemão, já conquistou o estatuto de clássico da literatura nórdica. A autora, com a sua perceção subliminar e sensibilidade realista,
relata o percurso sofrido de Tora, desde a adolescência até à idade adulta: os avanços sexuais do padrasto, a distância e fragilidade da mãe, a frieza da população local. É uma leitura poderosa, cativante e com um sucesso crescente na Noruega e além-­‐fronteiras. No país de origem, os seus livros já venderam mais de 500 000 cópias, em capa dura, capa mole, e em edições do clube do livro. A trilogia, traduzida em cerca de 20 línguas, integra:
‐ A Casa com Alpendre de Vidro Cego (Huset med den blinde glassveranda)  (A chegar às livrarias, publicado pela Arkheion Editora.)
‐ O Quarto Silencioso (Det stumme rommet) (A publicar pela Arkheion Editora.)
‐ Céu Doloroso (Hudløs himmel) (A publicar pela Arkheion Editora.)


«Sombras da Meia-Noite», de Lara Adrian - Bestseller New York Times (Quinta Essência)

Título: Sombras da Meia-Noite
Autor:
Lara Adrian
Género: Ficção Estrangeira
O beijo dele prometia a eternidade
Bestseller do New York Times

Sobre o livro:
Num deserto gelado mergulhado na escuridão, as linhas entre o bem e o mal, amante e inimigo, nunca são pretas ou brancas, mas desenhadas em tons de meia-noite. Algo inumano surgiu nos confins gelados do Alasca, deixando uma carnificina indizível na sua esteira. Para a piloto Alexandra Maguire, os assassínios trazem recordações de um evento horrível que ela testemunhou em criança e evocam uma inexplicável sensação de alteridade que há muito tempo sentia dentro de si mesma, mas nunca compreendera totalmente… até que um desconhecido sedutor e sombrio com os seus próprios segredos entra no seu mundo. Enviado de Boston para investigar os selvagens ataques e parar a matança, o vampiro guerreiro Kade tem os seus próprios motivos para regressar ao frio e proibitivo local do seu nascimento. Assombrado por uma vergonha secreta, Kade logo percebe a verdade surpreendente da ameaça que enfrenta, uma ameaça que porá em perigo a frágil união que formou com a corajosa e determinada jovem que desperta em si as paixões mais profundas e os anseios mais primários. Porém, ao trazer Alex para o seu mundo de sangue e trevas, Kade deverá enfrentar os seus demónios pessoais e o mal ainda maior que pode destruir tudo o que ele mais ama.

Imprensa:
«Para além de ter maravilhosos romances paranormais, a série Raça da Meia-noite continua a adicionar complexidade ao plano maquiavélico do grande vilão da série. Uma reviravolta no final pode vir a ser muito interessante. Umas horas bem passadas!» Romantic Times BookReviews

«Cenas de sexo escaldante acrescentadas a um enredo cheio de suspense torna Sombras da Meia-Noite digno de figurar junto dos volumes anteriores. O mundo da Raça da Meia-Noite de Lara Adrian continua a fascinar-me e a fazer-me ansiar por mais.» Romance Junkies

Sobre a autora:
Em criança, Lara Adrian costumava dormir com os cobertores quase sobre a cabeça, com medo de vir a ser vítima de vampiros. Mais tarde, sob a influência de Bram Stoker e Anne Rice, foi levada a interrogar-se se o seu medo não seria antes outra coisa: um desejo secreto de estar num mundo mais sombrio, de viver um sonho perigoso e sensual com um homem sedutor de poderes sobrenaturais. É essa mistura de medo e desejo que alimenta hoje as fantasias de Laura e a ideia que ela explora na série «Raça da Noite», bestseller do New York Times e vendida em 16 países.

Com as raízes familiares a estenderem-se até aos primeiros colonos chegados a bordo do Mayflower, Lara Adrian vive com o marido no litoral da Nova Inglaterra, rodeada por cemitérios seculares, pelo moderno conforto urbano e pela inspiração infinita do oceano Atlântico. Para saber mais acerca dos seus romances, visite www.laraadrian.com






 

Livros invadem Largo do Moinho de Vento, no Porto

O Largo Moinho de Vento, na baixa do Porto vai encher-se de livros. Isto porque nos três próximos sábados, alfarrabistas, editores e livreiros do Bairro dos Livros vão estar presentes naquela zona da cidade invicta transformanda numa Feirinha de Bairro.

Podem ver mais aqui

Bertrand: Um continente mergulhado na anarquia e no caos: a Europa, a 18 de outubro nas livrarias

Título: Continente Selvagem – A Europa no Rescaldo da Segunda Guerra Mundial
Autor: Keith Lowe
Género: História
Tradutor: Rita Guerra
N.º de páginas: 528
Data de lançamento: 18 de outubro
PVP: 24,40 €

«Gráfica e horripilante. Esta excelente obra pinta um retrato pouco conhecido e assustador de um continente mergulhado na anarquia e no caos.» Ian Kershaw

As paisagens tinham sido devastadas, cidades inteiras arrasadas e mais de trinta e cinco milhões de pessoas mortas. Em quase todo o continente, as instituições que agora tomamos como certas – a polícia, os media, os transportes, os governos locais e nacionais – estavam completamente ausentes ou irremediavelmente comprometidas. A taxa de criminalidade subia em flecha, as economias colapsavam e a população europeia encontrava-se no limiar da fome.
Neste estudo pioneiro sobre os anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, Keith Lowe descreve uma Europa que permanecia atormentada pela violência, em que diversos segmentos da população ainda não tinham aceitado o fim da guerra. Descreve a limpeza étnica e as guerras civis que dilaceraram as vidas das pessoas comuns, do mar Báltico ao Mediterrâneo, e o estabelecimento de uma nova ordem mundial que trouxe, por fim, a estabilidade a um continente estilhaçado.


Sobre o autor:
Após mais de uma década como editor de obras históricas, Keith Lowe é, agora, autor e historiador a tempo inteiro. O seu trabalho especializado na Segunda Grande Guerra é mundialmente reconhecido, o que o tornou presença habitual na televisão e na rádio, tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos. É autor de Inferno: The Devastation of Hamburg, 1943, uma obra aclamada pela crítica.

Sessões de autógrafos com Fátima Lopes autora do livro "Mães e Filhas com História"

As primeiras de sessões de autógrafos que Fátima Lopes vai dar no âmbito da promoção do livro Mães e Filhas com História acontecem já este sábado.

12 de Outubro

11h00 – Pingo Doce do Barreiro

15h00 – Jumbo do Fórum Almada

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A 18 de outubro, a Porto Editora publica Encantamentos, da americana Kathryn Harrison, um livro sobre a vida da filha de Rasputine

Título: Encantamentos
Autor:
Kathryn Harrison
Tradutor: J. Teixeira de Aguilar
Págs.: 352
PVP: 16,60 €

A história da filha de Rasputine
Encantamentos, de Kathryn Harrison, é baseado em factos reais
A 18 de outubro, a Porto Editora publica Encantamentos, da americana Kathryn Harrison, um livro sobre a vida da filha de Rasputine, inspirado em factos reais e agraciado pela crítica.
Recomendado por escritores como Peter Carey e Jennifer Egan, Encantamentos é um romance histórico que conduz o leitor aos tempos tumultuosos da Rússia pré-revolucionária até à queda do czar e da dinastia dos Romanov. De acordo com o New York Times Book Review, Encantamentos é «um livro esplêndido e surpreendente. Kathryn Harrison deu-nos uma personagem perene: a última figura romântica da era dos Romanov, uma rapariga domadora de circo, que em tempos conheceu intimamente um império moribundo».

Sinopse:
No primeiro dia de 1917, ano de todas as mudanças na Rússia, o corpo de Rasputine é resgatado das águas geladas do Neva, em São Petersburgo. Horas mais tarde, as duas filhas do Monge Louco são levadas para o palácio e acolhidas pela família imperial, pois a czarina espera que Masha, a mais velha, consiga salvar o filho Alyosha, o enfermiço herdeiro do trono. Masha não tem o misticismo magnético do pai, mas descobre o dom encantatório das suas histórias. E é com elas que, sempre entre a vida e a morte, os dois adolescentes conhecerão o amor e um país imenso, a Rússia, que Alyosha nunca chegará a governar.
Inspirando-se na vida aventureira da filha de Rasputine, Xerazade russa que viria a ser domadora de leões na América, Kathryn Harrison retrata uma era em que a História se impacienta e o mundo mudaria, com a Revolução Bolchevique e o fim da lendária dinastia dos Romanov.

Sobre a autora:
Kathryn Harrison nasceu e foi criada pelos avós maternos em Los Angeles, Califórnia, formou-se em Stanford e vive atualmente em Nova Iorque, onde leciona escrita criativa na universidade Hunter College. Escreveu livros de memórias, romances, uma biografia de Santa Teresa de Lisieux e vários ensaios saídos na New Yorker, na Harper’s Magazine e na Vogue, entre outras publicações. Encantamentos, o seu último romance, vendido para quinze países, foi calorosamente recebido pelo público e por escritores como Peter Carey e Jennifer Egan.

Margarida Rebelo Pinto apresenta o novo livro, «Há sempre uma primeira vez» - Dia 17 nas livrarias

Título: Há sempre uma primeira vez
Autor: Margarida Rebelo Pinto
PVP: 16,50 € 
N.º de Páginas: 256  

Há sempre uma primeira vez, o novo livro da escritora Margarida Rebelo Pinto, é um retrato atual e bem humorado sobre as complicadas relações entre homens e mulheres, sobre o que dizem as mulheres e os homens entendem e vice versa.
Quando o meu filho Lourenço tinha quatro anos perguntaram-lhe na creche o que era o amor. Respondeu: o amor é casar, e se não der resultado, é carregar os sacos de compras da mãe, que é fraquinha e precisa de ajuda, conta a autora nas primeiras páginas do novo livro.
Escrito com o humor e a sabedoria que lhe são característicos, Margarida Rebelo Pinto parte de histórias do dia-a-dia, episódios banais da vida em casal, peripécias em que muitos leitores se vão reconhecer para fazer um tributo aos sentimentos que iluminam a vida a dois.
Por isso, este não é apenas um livro sobre o amor. É também um livro sobre mágoas e expectativas frustradas, desilusões e recomeços. Nas relações, não há culpados ou inocentes, bons ou maus, justos ou pecadores.
O amor tem muitas caras e formas variáveis, tanto pode ser fiel quanto traiçoeiro, fugaz quanto eterno, sereno quanto inquietante. Mas no fundo todos queremos amar e ser amados, todos desejamos ter sorte no eterno jogo do dar e do receber atenção, carinho e afeto, escreve Margarida Rebelo Pinto.
E se ninguém duvida que todos precisamos de amor, é verdade que não nascemos ensinados para manter uma relação a dois. Os homens queixam-se que não compreendem as mulheres e as mulheres reclamam da falta de jeito dos homens para os assuntos do coração. Será sempre assim?
Há sempre uma primeira vez para tudo na vida e com o amor verdadeiro é sempre a primeira vez. E ainda bem, conclui a escritora no prefácio do livro.
Há sempre uma primeira vez é por isso um livro para homens e mulheres de todas as idades, porque todos podem aprender com ele e todos devem cultivar a capacidade de sonhar, sempre.

Há sempre uma primeira vez será apresentado pela jornalista Sofia Carvalho na próxima quarta-feira, dia 16 de Outubro, às 18h30, na Bertrand do Chiado.



Sobre a autora:
Margarida Rebelo Pinto dispensa apresentações, é a autora portuguesa mais lida no seu país com mais de 1.200.000 exemplares vendidos e 15 títulos com entrada direta no top dos livros mais vendidos em Portugal. Há sempre uma primeira vez é o seu 19º livro.




Alfaguara: Regresso à Atlântida, de Ana Soares e Bárbara Wong, já está nas livrarias

Título: Regresso à Atlântida
Autor: Ana Soares e Bárbara Wong
N.º de Páginas: 208
PVP: 8,90€

Zé, Alice, António, Mel e Pedro vão de férias. Assim que chegam a São Miguel, Pedro começa a ouvir um som que o deixa com tonturas. O que haverá de errado naquela ilha açoriana? Mel sente-se triste e irritada. Irá descobrir algo sobre o seu passado? E quem é a deusa que os ataca? Os heróis da nova era têm mais uma missão. Estará a resposta na mítica cidade de Atlântida? Os amigos criaram uma plataforma virtual onde comunicam entre si www.olimpvs.net

Este é já o quinto título da colecção, que vem juntar-se aos títulos anteriores, No labirinto do Minotauro, O túmulo perdido, No mundo dos mortos e O enigma de Ulisses.

A colecção foi escolhida pelo jornal Público como um dos dez melhores LIVROS INFANTO-JUVENIS de 2012.

Outros títulos da colecção Olimpvs.net:
No labirinto do Minotauro
O túmulo perdido
No mundo dos mortos
O enigma de Ulisses

Sobre as autoras:
Ana Soares passa a maior parte dos seus dias na escola porque é professora de Português. Como tal, adora ler e escrever.

Bárbara Wong gosta tanto de escrever que é jornalista no PÚBLICO.Quando estão de férias, as duas autoras gostam de estar na praia, a ler e a conversar debaixo de um toldo azul às riscas brancas. São amigas há tantos, tantos anos que os seus filhos pensam que são primos!


Cartas da nossa Paixão - Karen Kingsbury [Opinião]

Título: Cartas da nossa Paixão
Autor: Karen Kingsbury
N.º de Páginas: 320

Sinopse:
Um romance belo e sofrido que prova que as histórias de amor merecem o milagre de uma segunda oportunidade. Ellie Tucker e Nolan Cook são mais do que amigos.
Apesar de terem apenas quinze anos, ele repete-lhe constantemente que ela nunca irá encontrar alguém que a ame tanto. Mas uma tragédia familiar obriga Ellie partir subitamente. Na véspera desse dia triste, ela e Nolan sentam-se sob o velho carvalho do parque onde partilharam tantos momentos felizes e escrevem uma carta um ao outro, que enterram numa caixa de metal enferrujado. Combinam regressar exatamente onze anos depois, e lerem em conjunto as duas cartas. Passaram os anos e os dois nunca mais se encontraram. Ellie tem hoje vinte e seis anos e é mãe solteira, lutando diariamente para sustentar a sua filha. Nolan conseguiu realizar o sonho de se tornar jogador de basquetebol e é uma famosa estrela da NBA. Mas desde o dia em que o pai sucumbiu a um ataque cardíaco, Nolan sofre com a solidão. Afogado num oceano de dor, pensa frequentemente em Ellie, a paixão da adolescência que nunca esqueceu, e na inocência da infância que partilharam. À medida que se aproxima a data, Ellie e Nolan sonham com o reencontro sob o velho carvalho. Mas será que, onze anos depois, ainda há alguma hipótese de serem felizes?


A minha opinião: 
2002: Uma noite pode mudar completamente a vida de uma pessoa. Bem o pode dizer Ellie que de repente tudo muda na sua vida. Quando o pai descobre que a mulher lhe é infiel só pensa em fugir dali com a filha de ambos. Nesse mesmo instante decide aceitar uma proposta de trabalho em San Diego e parte no dia seguinte com Ellie que fica completamente desamparada.

De quem ela sente realmente falta é de Nolan, o grande amigo e primeiro amor que deixa para trás. No ar fica a promessa de se encontrarem daí a onze anos, no dia 1 de Junho de 2013. No entanto, esperam contactar-se por telefone ou carta, mas o pai de Ellie troca-lhes as voltas...

Pelo meio fica também a mãe de Elli que se encontra grávida de um bebé, fruto da sua paixão repentina por uma artista de música country que mostra qualquer interesse nela nem no bebé.

Durante estes onze anos muita coisa se passa na vida destas personagens. Algumas delas conseguem concretizar quase os seus sonhos de infância, mas a maior parte vive ainda presa ao passado e à palavra perdão.

Em Cartas da Nossa Paixão é bem claro o significado da religião, da fé, na vida das personagens, o que para mim se tornou a parte mais chata do livro. Tudo gira em torno de rezas e fé extrema, achando que é pelas rezas que a vida vai mudar. Ceticismo à parte o certo é que foi por muito "culpa" das orações que a vida de todos vai mudar, e para melhor.

Quem leu o primeiro livro da autora publicado pela Topseller vai deparar-se com Ryan e Molly, personagens principais do romance anterior. Apesar de terem um papel bastante pequeno vão ser fundamentais para o desfecho final e feliz de todos.



Um livro forte e emotivo que só peca, a meu ver, pela parte religiosa que é bastante forte em toda a história. 

 Excerto: 
"Às vezes a pessoa parte, mas os sentimentos nunca desaparecem."


A minha opinião do outro livro da autora (clicar na imagem) 



Alice Munro é Prémio Nobel da Literatura 2013

A vencedora do Prémio Nobel da Literatura 2013 é Alice Munro, uma escritora canadiana, considerada uma das principais contistas da actualidade.

Em Portugal estão publicados alguns dos seus livros, todos pela Relógio d' Água:

Clube do Autor: Já a pensar em 2014

Como de costume, já está à venda a Agenda dos Escritores para o próximo ano.

Nesta nova edição, destaque para a encadernação especial e o acabamento cuidado, bem como o conteúdo específico. Organizada por meses, a agenda inclui a tradicional planificação semanal, a identificação do número da semana, as fases da lua e os feriados nacionais. E sendo uma agenda que evoca a arte da escrita, ao longo das suas páginas encontram-se as principais efemérides culturais do próximo ano, algumas citações de escritores famosos, além de uma folha em branco para registo dos livros favoritos, o calendário dos principais acontecimentos editorais nacionais e estrangeiros, os mais prestigiados prémios literários e as datas de nascimento de vários autores conceituados. Nas primeiras páginas figuram ainda os principais espaços culturais em Portugal Continental e nas Ilhas.

Esta não vou deixar de comprar :)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Assírio & Alvim - Literatura Portuguesa - Novos livros de Álvaro Magalhães e Eugénio de Andrade

Título: O Senhor Pina
Autor:
Álvaro Magalhães
Ilustrações: Luiz Darocha
N.º de Páginas: 96
PVP: 14,40 €
Coleção: Assirinha

Um livro-homenagem a Manuel António Pina
ilustrado por Luiz Darocha

A Assírio & Alvim publica O Senhor Pina no dia 11 de outubro. Cerca de um ano após a morte do poeta Manuel António Pina, esta é uma homenagem comovente prestada por Álvaro Magalhães, um dos seus grandes amigos. Encontramos aqui um conjunto de dezasseis ficções que erguem um retrato íntimo, sensível e muito bem-humorado do poeta Manuel António Pina, desde o seu modo peculiar de olhar a vida e a literatura até à sua relação com Joanica-Puff, o Urso com Poucos Miolos que ele tanto admirava.
O lançamento deste livro terá lugar na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, no próximo dia 18 de novembro, data de aniversário de Manuel António Pina.

Sobre os autores: 
 Álvaro Magalhães nasceu no Porto, em 1951. As suas obras para a infância, onde reina a força do imaginário e da palavra, são o produto de uma sensibilidade espiritualizada que reivindica a totalidade mágica da existência e apelam permanentemente à imaginação e ao sonho.
Luiz Darocha nasceu no Porto em 1945 e vive atualmente em Paris. Pertence ao Milky Way Laboratory e é produtor do WYSIWAI (what you see is what art is).

Título: Os Afluentes do Silêncio
Autor:
Eugénio de Andrade
Prefácio: João de Mancelos
N.º de Páginas: 208
PVP: 14,40 €

Título: Obscuro Domínio
Autor:
Eugénio de Andrade
Prefácio: António Ramos Rosa
N.º de Páginas: 88
PVP: 11,10 €

Desde o ano passado que a Assírio & Alvim tem vindo a publicar a obra de Eugénio de Andrade, devolvendo às livrarias nacionais os livros do autor. No dia 11 de outubro são lançadas as novas edições de Os Afluentes do Silêncio e de Obscuro Domínio.
Os Afluentes do Silêncio constitui uma das raras incursões de Eugénio de Andrade no território da prosa, em conjunto com outros dois livros a publicar brevemente pela Assírio & Alvim: Rosto Precário e À Sombra da Memória. Uma prosa «nítida como um muro de cristal, rolada como os seixos musicais, fugindo em claras, esbeltas cadências, direita, pausada e firme», como nos diz tão eloquentemente Nuno de Sampayo. O prefácio a esta edição, cuidadosamente revista, é assinado por João de Mancelos que, sobre Eugénio de Andrade, diz que «O tempo saberá recordar este homem com coração de pássaro.»
Já a presente edição de Obscuro Domínio, publicado pela primeira vez em 1972, inclui um magnífico prefácio do poeta António Ramos Rosa, para quem «Obscuro Domínio é mais um belo livro de Eugénio de Andrade, um livro em que se nos deparam belíssimos poemas, e talvez alguns dos mais magníficos de toda a sua obra.»
A Assírio & Alvim publicou já os seguintes livros: Primeiros Poemas · As Mãos e os Frutos · Os Amantes sem Dinheiro; As Palavras Interditas · Até Amanhã; Coração do Dia · Mar de Setembro; Ostinato Rigore e História da Égua Branca.

Sobre o autor:
Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Em 1947 ingressou na função pública, como funcionário dos Serviços Médico-Sociais, e em 1950 fixou residência no Porto. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética.
Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os  Amantes sem Dinheiro (já publicados pela Assírio & Alvim). Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001.



Será que foram os portugueses a descobrir a Austrália? 100 Perguntas sobre factos, dúvidas e curiosidades dos Descobrimentos

Será que sabe responder a estas questões?

· Vasco da Gama foi um herói ou um almirante cruel e sanguinário?
· É verdade que antes dos Descobrimentos se pensava que a terra era plana?
· O mar era mesmo povoado por monstros, como o famoso e aterrador Adamastor, e outros seres maravilhosos, como acreditavam os marinheiros na Idade Média?
· O Infante D. Henrique criou uma Escola em Sagres?
· O Tratado de Tordesilhas foi uma vitória ou uma derrota para Portugal?
· Os marinheiros portugueses chegaram à América antes de Cristóvão Colombo?
· E foram ou não os portugueses a descobrirem a Austrália antes do capitão James Cook?

Estas são algumas das 100 perguntas a que o historiador Paulo Jorge de Sousa Pinto responde neste curioso livro sobre os Descobrimento, a idade de Outro da história de Portugal.

Sinopse: 
Felizmente, tem havido também historiadores, académicos e sábios que vão pondo a História nos eixos. Porém, um lado da guarda desse passado tem sido descurado: a divulgação. O simples facto de sermos um país onde não há uma caravela, para lá entrar, ver e tocar (…), diz da importância de livros como este Os Portugueses Descobriam a Austrália? - 100 Perguntas Sobre Descobrimentos Portugueses» Ferreira Fernandes, In Prefácio.
Os Descobrimentos representam a Idade de Ouro da História de Portugal, e continuam a suscitar uma especial curiosidade junto de todos os que se interessam pelo nosso passado. Uma temática recheada de mitos por desfazer e mistérios por desvendar, factos e curiosidades por rever ou redescobrir, mas também ideias-feitas, estereótipos e controvérsias que continuam a povoar o nosso imaginário. Estas 100 perguntas formam um guião de uma visita à fascinante época dos Descobrimentos que nos permite compreender melhor a forma como um povo pequeno conseguiu, entre o desejo de conhecer e a vontade de descobrir, abrir-se ao mundo, espalhar-se pelos cinco continentes e alterar, de forma irreversível, o curso da História de culturas, impérios e civilizações.

Sobre o autor:
Paulo Jorge de Sousa Pinto (n. Lisboa, 1966) é mestre em História dos Descobrimentos e Expansão Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa e doutorado em Ciências Históricas pela Universidade Católica Portuguesa, onde é professor auxiliar convidado e leciona no Mestrado em Estudos Orientais e no Consórcio de Estudos Asiáticos. Ao presente, é bolseiro de pós-doutoramento da FCT e investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura, da mesma Universidade, onde desenvolve um projeto sobre "Presenças e Representações dos Chineses Ultramarinos nas Sociedades Ibero-Asiáticas (séculos XVI-XIX)". As suas temáticas principais de interesse e investigação são o Sueste Asiático, a expansão europeia na Ásia e os impérios ultramarinos ibéricos. Tem desenvolvido atividade de investigação e publicado obra na área, nomeadamente The Portuguese and the Straits of Melaka, 1575-1619: Power, Trade and Diplomacy, Singapore University Press, 2012. É membro da European Association for South East Asian Studies e da Academia de Marinha.


A Sentinela - Richard Zimler [Opinião]

Título: A Sentinela
Autor:
Richard Zimler
Tradução: José Lima
Págs.: 424
PVP: 16,60 €


Sobre A Sentinela:
6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.

A minha opinião:
A Sentinela não é um policial comum: o protagonista não é o assassino, nem vítima, mas simplesmente O inspector Henrique Monroe e o seu alter ego: Gabriel, ou Sentinela.

O assassinato de um empresário da construção civil, abastado e com grandes influências por parte da classe política levam à cena do crime o inspector Monroe e Lucy, polícia que investiga, pela primeira vez, este género de crime.

Espantado e até admirado com este crime violento, Monroe logo suspeita que o crime principal poderá esconder um outro crime mais grave ainda. Empresário rico, Pedro Coutinho foi somando inimigos devido aos subornos sucessivos, à corrupção, mas depois de esmiuçar a cena do crime, Monroe não chega a nenhuma conclusão óbvia.

Paralelamente à investigação surge a vida pessoal, passado e presente, de Monroe. Originário de Colorado, EUA, Henrique Monroe veio para Portugal com 14 anos, acompanhado do irmão, Eric, quatro anos mais novo.O passado ensombra os dois irmãos, que não conseguem ver-se livres dele. A violência que sofriam por parte do pai, psicológica e física, a morte da mãe, vai fazer com que se Eric se torne praticamente num eremita e Monroe crie um transtorno de identidade dissociativa que o faz "fugir" da realidade por momentos surgindo o seu alter ego Gabriel. É a sentinela que o vai ajudar a descobrir o crime (ou crimes), lançando-lhe pistas cruciais para o desfecho final.

Importante na narrativa é também a harmonia familiar que Monroe tem com a mulher e os dois filhos, pouco habitual em livros do género.

Com alguma semelhanças com o próprio autor (Zimler é americano e veio para o nosso país em 1990), Monroe ainda me cativou mais.

A Sentinela mostra muito da realidade portuguesa, da corrupção nas altas esferas da sociedade e da política, do "medo" da própria polícia em avançar com certas descobertas macabras, da crise...

Esta foi a minha estreia nos livros de Richard Zimler e, confesso, tardia, mas que não vai ficar por aqui. O próximo a ler do autor será "O Último Cabalista de Lisboa".

Excerto:
"Ser pai é para mim uma constante surpresa. Provavelmente porque tudo parece passar demasiado depressa." 








Lançamento do livro "O pinguim Pingalim e o leão Tião"


Bertrand: "Até quando irá durar o domínio do Ocidente?"

Título: O Domínio do Ocidente
Autor: Ian Morris
Género: História
Tradutor: Rita Guerra e Pedro Carvalho
N.º de páginas: 720
Data de lançamento: 18 de outubro
PVP: 28,80 €

«Espantoso…[Morris] desafia, estimula e diverte. Todos os que não acreditam que se pode aprender com a História deviam começar por aqui.» Jane Smiley, The Washington Post
«Com uma história construída ao longo de cinquenta mil anos, O Domínio do Ocidente reclama o seu lugar entre os clássicos modernos da História mundial. O autor, Ian Morris, um polímato e um académico de renome internacional, bem como “o historiador antigo mais talentoso do mundo” (Niall Ferguson) – explica a história do domínio ocidental numa teoria unificada de todas as áreas geopolíticas. Descrevendo os padrões da História da humanidade, Morris reúne as mais recentes descobertas de várias disciplinas, da História Antiga à Neurociência, não só para explicar porque acabou o Ocidente por dominar o mundo mas, também, para prever o que nos trarão os próximos cem anos. Simultaneamente vibrante, erudito e divertido, O Domínio do Ocidente é um relato espantosamente informativo, imaginativo e envolvente.»
Glenn C. Altschuler, Pittsburgh Post-Gazette

Ian Morris apresenta o livro:


Sobre o autor:
Ian Morris é professor no departamento de Clássicas e professor de História da Universidade de Stanford. Publicou dez obras académicas e, enquanto arqueólogo, supervisionou escavações na Grécia e em Itália. Vive nas montanhas de Santa Cruz, na Califórnia.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Sextante Editora publica o primeiro romance de Ana Luísa Amaral

Título: Ara
Autor:
Ana Luísa Amaral
Págs.: 88
PVP: € 13,30

Um dos grandes destaques da Sextante Editora para esta rentrée é, sem dúvida, Ara, a estreia de Ana Luísa Amaral na prosa, um livro que é publicado a 18 de outubro.
A prosa romanesca acolhe neste livro a voz poética da autora, numa narrativa idílica de histórias de amor, memórias de adolescência e do despertar para a sexualidade. Segundo Maria Irene Ramalho, professora de literatura na Universidade de Coimbra, «Ara é o mais teórico dos escritos poéticos de Ana Luísa Amaral. Diz-se “romance” – mas encontra-se pura escrita a falhar contra o vento, incapaz de se libertar dos bordados e das japoneiras da memória para encontrar a exactidão da língua-de-ninguém, só ela capaz de narrar.»
O lançamento de Ara vai realizar-se no dia 4 de novembro, às 18:30, na livraria Barata, em Lisboa. A apresentação estará a cargo de Maria Helena Buescu e Manuel Gusmão e serão lidos excertos do livro por Pedro Lamares e pela autora.

Sobre o livro:
«Primeiro: a prosternação diante do altar. A hesitação diante da proliferação dos ritos: sacrifício, louvor, cântico, narrativa. Figuras e vozes, acólitos. Insurgências. Japoneiras e túneis do sentido. Discrepância a todas as vozes acumulando num sentido. Não único, mas unívoco. Desde a infância. Segundo (como se diz de um andamento ou de um painel): o tríptico dentro do tríptico das DUAS IRMÃS: a narrativa oblatória e clara da paixão sáfica. Ardente e casta.
Sem falso pudor. Vergonha é não te amar. A oferenda lírica. Terceiro: não é coisa de rasgar como romance este romance. Assente na pedra do lar um prisma multifacetado e translúcido: o amor único, a palavra. A brisa do arado sobre a ara.»
Maria Velho da Costa

 Sobre a autora:
Ana Luísa Amaral ensina na Faculdade de Letras do Porto e tem um doutoramento sobre Emily Dickinson. É autora de mais de duas dezenas de livros de poesia e livros infantis e traduziu diferentes autores, como John Updike ou Emily Dickinson.
A sua obra encontra-se traduzida e publicada em vários países, tendo obtido diversos prémios, entre os quais o Prémio Literário Correntes d’Escritas, o Premio Letterario Poesia Giuseppe Acerbi ou o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.

Mil pessoas com Valter Hugo Mãe na Casa da Música

Depois do êxito de Lisboa, novo livro é apresentado quinta-feira no Porto e sexta em Vila do Conde

O novo romance de Valter Hugo Mãe, A Desumanização, foi apresentado, este domingo, em Lisboa, no Teatro Maria Matos, perante uma plateia de quase 500 pessoas. A sessão, absolutamente memorável, contou com uma atuação ao vivo de Rodrigo Leão. Quinta-feira, no âmbito do ciclo literário Porto de Encontro, 1000 pessoas vão encher a Sala Suggia da Casa da Música (os bilhetes já estão esgotados), para ouvir o escritor de Vila do Conde, que sexta-feira estará também no Teatro Municipal daquela cidade – são 544 os lugares disponíveis.
Ao sexto romance, Valter Hugo Mãe, 42 anos, goza de enorme popularidade e de um crescente prestígio internacional. O autor, que com A Desumanização tem sido aclamado pela crítica, esteve, nas últimas semanas, no Brasil e em França para promover obras anteriores. Nos próximos dois meses fará o mesmo em Inglaterra, Moçambique, Alemanha, Uruguai, Brasil e Egito. E regressará à Islândia.

PORTO – 10 DE OUTUBRO, 21:30 – CASA DA MÚSICA
- Sala Suggia; evento inserido no âmbito do Porto de Encontro, com moderação de Sérgio Almeida.
- Apresentação: Paula Moura Pinheiro; participação musical: Ana Deus e Ricardo Serrano; leituras: Paula Miranda.
- Entrada gratuita (bilhetes esgotados; abertura de portas às 21:15).

VILA DO CONDE – 11 DE OUTUBRO, 21:30 – TEATRO MUNICIPAL
- Apresentação: Ana Bacalhau.
- Entrada gratuita (não é necessário levantar bilhete; abertura de portas às 21:00).

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Novidade Oficina do Livro: Ousar Ser, Isabel Abecassis Empis

Título: Ousar Ser
Autor: Isabel Abecassis Empis
PVP: 15,10€
N.º de Páginas: 228

A solução está mesmo dentro de nós!

Sobre o livro:
É o sonho que precede a realização humana e, como diz Isabel Abecassis Empis, este livro foi sonhado a partir do comentário recorrente da apresentadora Ana Rita Clara, nas entrevistas do programa «Mais Mulher», do canal Sic Mulher, na rubrica «Ousar Ser», de que era preciso muito mais tempo para desenvolver os temas abordados.

E, assim, a rubrica deu o título ao presente livro, cobrindo os seus capítulos os dezasseis temas das entrevistas, aqui apresentados de forma mais aprofundada. Ousar ser quem se é, eis o desafio proposto pela autora, que, numa linguagem directa e com um impacto raro, nos surpreende a cada página com imagens de uma tal vivacidade, até por vezes com alguns laivos de uma certa «irreverência» catalisadora, que só podem revelar capacidades nossas adormecidas.

Aceite o desafio de ler este livro transformador! É um livro que o poderá mesmo ajudar na re-abilitação das suas ferramentas interiores e pessoais para ousar ser… mais feliz!

Sobre a autora:
Isabel Abecassis Empis é licenciada em Psicologia Clínica pela Universidade de Genebra, dirigida por Jean Piaget a quem assistiu 3 anos. Regressou a Portugal para trabalhar na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, exerceu docência no ISPA, e ingressado depois no hospital Miguel Bombarda como Psicóloga-Psicoterapeuta durante 14 anos. Faz parte da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e exerce há 35 anos psicoterapia e psicanálise. Dirige desde 2007 um curso de formação complementar em Psicologia: “O desenvolvimento da inteligência emocional”, aberto a todos. É autora dos seguintes livros publicados pela Oficina do Livro: Bem-Aventurados... os que Ousam!, Eu Quero Amar, Amar Perdidamente e Cada Um Vê o que Quer… Num Molho de Couves.

Esfera dos Livros publica Impunidade de Virginia López

O que têm em comum casos como o de Camarate, o Fax de Macau, o dos Submarinos ou o caso BPN? Em todos eles os portugueses ficaram com a sensação de Impunidade…a sensação que não foram apuradas responsabilidades e que ninguém foi julgado nem condenado.

Durante os 40 anos da nossa democracia vários foram os escândalos políticos, económicos, sexuais, que chocaram os portugueses. Pelo seu conteúdo. Mas e principalmente pela forma como a investigação policial foi conduzida, o desenrolar do processo judicial e a sua conclusão.

Neste chocante livro somos levados pelo olhar objetivo, neutro e distanciado da correspondente do El Mundo em Portugal a uma viagem pelos 15 escândalos que abalaram a nossa democracia. A jornalista Virginia Lopez traça a sua história e a forma como a justiça atuou em cada um deles. Para chegar a uma evidência: uns por prescrição, outros por falta de provas, outros porque os recursos sucessivos para instâncias superiores que atrasaram uma decisão da justiça, todos terminaram com uma sensação de impunidade.

A partir do 11 de Outubro vai poder falar com a autora sobre os 15 escândalos que abalaram a democracia portuguesa.

Sinopse:
A 5 de Dezembro de 1980 o avião onde viajava Sá Carneiro, o primeiro-ministro português caiu sobre Camarate. Acidente ou atentado? O caso prescreveu há 15 anos, sem resposta.

Dos 150 doentes hemofílicos que receberam tratamento com plasma, contaminado com o vírus da SIDA, em hospitais públicos, só 30 sobreviveram. A acusação recaiu sobre a então ministra da Saúde Leonor Beleza. Houve ou não negligência? Em 2003 o Supremo Tribunal de Justiça decidiu arquivar o processo. O caso havia prescrevido, sem nunca ter ido a julgamento.

Em 2005 estalou o escândalo do Freeport que arrastou o nome de José Sócrates para a praça pública. O então primeiro-ministro nunca foi ouvido pela Justiça. Tal como nunca foi ouvido Paulo Portas no Caso Moderna, ou no Caso dos Submarinos. Sete anos mais tarde os dois únicos acusados no julgamento Freeport foram absolvidos de todas as acusações por falta de provas.

Também por falta de provas foram arquivados os três processos com que teve de lidar o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, no âmbito da investigação Apito Dourado. Apesar da condenação a perda de mandato, Valentim Loureiro não abandonou o  seu cargo de autarca de Gondomar.

Também Fátima Felgueira, implicada no Caso Saco Azul, foi condenada a perda de mandato, mas não foi a ordem judicial que a levou a sair do cargo, mas sim a vontade do eleitorado. Já Isaltino Morais só entrou na prisão em 2013, 10 anos depois do escândalo das contas na Suíça ter estalado, e depois de incontáveis recursos. Durante este tempo todo, continuou no cargo de presidente da Câmara de Oeiras. E mesmo estando preso, apresentou a sua candidatura a presidente da Assembleia Municipal.

Estes são alguns dos 15 escândalos a que Portugal assistiu em 40 anos de democracia. Virginia López, correspondente há dez anos do jornal El Mundo e da Radio Cadena Ser, olha para estes casos com um olhar objetivo e distante, traçando a sua história e a forma como a justiça atuou. Uns por prescrição, outros por falta de provas, outros porque os recursos sucessivos para instâncias superiores e outras ferramentas disponíveis dos advogados talentosos e dos clientes com dinheiro, atrasaram uma decisão da justiça. Em qualquer um dos casos há uma sensação de impunidade na sociedade portuguesa.

Atualmente os portugueses aguardam a resolução na justiça do caso do BPN. Um escândalo que tem como ingredientes palavras conhecidas de todos: fraude fiscal, burla, abuso de confiança e branqueamento de capitais. No início do julgamento em 2010, o juiz alertou para o que iria ser um litígio longo e demorado, dada a complexidade do processo. Até dezembro de 2012, tinham prestado declarações apenas 12 das mais de 300 testemunhas. Os portugueses aguardam uma decisão. Quem ganhará a batalha que se quer cega e justa? A justiça ou a impunidade?
 
Sobre a autora:
Virginia López é correspondente do jornal espanhol El Mundo e da rádio espanhola Cadena SER. Atualmente colabora como comentadora nos programas Esplendor de Portugal (Antena 1) e Hora de Fecho (RTP Informação). Anteriormente colaborou com o jornal espanhol El Periódico de Catalunya e com a produtora de televisão Lua Multimédia, onde participou na elaboração do documentário Os Combatentes do Ultramar, para o Canal História. Licenciada em Jornalismo pela Universidade Complutense de Madrid, frequentou o programa Erasmus no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) em Lisboa. Este é o seu segundo livro, depois de De Espanha nem Bom Vento nem Bom Casamento (A Esfera dos Livros).
 

Miopia e Astigmatismo, novo livro de Nuno Markl já nas livrarias

Título: Miopia e Astigmatismo
Autor: Nuno Markl
N.º de Páginas: 170
PVP: 13,90€

O meu nome é Nuno Markl. Aqui dentro falo de bifes, lagostas, leitões, circos, touradas, a minha barriga de camionista, as minhas pernas de Popeye, os meus pulsos de bailarina, cães, gatos, filmes para adultos, acordo ortográfico, Scrabble, dinheiro, empresas, cronistas cor-de-rosa, censos, lojas chinesas, música pop, televisão, assaltos, os 40 anos, saladas, telemóveis, praia, almoços de trabalho, filmes, séries, patuscadas, beijos, vandalismo, Espanha, TV Shop, spam, futebol, feiras medievais, sinais, e há-de haver mais qualquer coisa que agora me escapa. É questão de ler. Mas em casa. Não é aqui na loja sem pagar. Pronto.


Sobre o autor:
É o autor de variadíssimas rubricas radiofónicas – entre as quais O Homem Que Mordeu o Cão, na Rádio Comercial, e das diversas reencarnações dessa rubrica sob a forma de livros, espectáculo ao vivo e programa de televisão, na TVI.

Na Antena 3 foi o autor de Há Vida em Markl. Sócio das Produções Fictícias desde a sua fundação, foi co-autor de programas como Herman Enciclopédia, Paraíso Filmes, O Programa da Maria ou Os Contemporâneos, onde interpretava alguns sketches.

No cinema, participou como actor em A Bela e o Paparazzo. Escreve e apresenta A Caderneta de Cromos, na Rádio Comercial, no programa “Manhãs da Comercial”, desde Novembro de 2009, rubrica humoristico-nostálgica que, se outros méritos não tiver, pelo menos contribuiu para o regresso do gelado Fizz Limão. Não sabe fazer o cubo mágico e continua a manter viva a esperança de que alguém lhe dê o Castelo de Grayskull, dos Masters do Universo. Fez uma vez um soufflé de brócolos tão bom (na Bimby) que não cozinhou mais desde então, com medo de fazer pior. 

Nobel da Literatura anunciado na próxima quinta-feira

A Academia Sueca anunciou que o Prémio Nobel da Literatura será anunciado na próxima quinta-feira. De salientar que a data para atribuição deste prémio era a única que ainda não estava agendada, mas sabe-se que a academia costuma anunciar o vencedor sempre à quinta-feira.
Recorde-se que o japonês Mo Yan foi o vencedor do ano passado.

Porto de Encontro com Valter Hugo Mãe

Uma edição especial na Casa da Música, a realizar-se na próxima quinta-feira, 10 de outubro, pelas 21:30

A XX edição do “Porto de Encontro — À Conversa Com Escritores” servirá para apresentar aos leitores do Porto o novo romance de Valter Hugo Mãe, A Desumanização, considerado já como a obra-prima do escritor.
A sessão está agendada para a próxima quinta-feira, 10 de outubro, pelas 21:30, e terá lugar na Sala Suggia da Casa da Música. A entrada é gratuita e os bilhetes já estão disponíveis na bilheteira da Casa da Música, sendo que o máximo de bilhetes que cada pessoa poderá levantar será de 4 (quatro). Todos os espetadores receberão de oferta um poster-poema “A Desumanização”.
Com moderação do jornalista Sérgio Almeida, esta edição do “Porto de Encontro” terá a participação musical de Ana Deus e Ricardo Serrano. A apresentação do livro de Valter Hugo Mãe estará a cargo por Paula Moura Pinheiro e as leituras serão feitas por Paula Miranda.

Valter Hugo Mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971. Licenciou-se em Direito e é pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Publicou os romances: o nosso reino; o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago em 2007; o apocalipse dos trabalhadores; a máquina de fazer espanhóis, Grande Prémio Portugal Telecom, categoria melhor livro do ano, e Prémio Portugal Telecom, categoria melhor romance do ano, em 2012; e O Filho de Mil Homens. A sua poesia encontra-se reunida no volume contabilidade. Escreveu diversos livros ilustrados para os mais novos, entre os quais: Quatro Tesouros; O Rosto e As mais belas coisas do mundo.
Valter Hugo Mãe é vocalista do grupo musical Governo (www.myspace.com/ogoverno), projeto que editou o EP Propaganda Sentimental, com cinco canções, através do selo Optimus Discos. Escreve as crónicas Autobiografia imaginária, no Jornal de Letras, e Casa de papel, na revista de domingo do jornal Público.
“Porto de Encontro” é uma iniciativa da Porto Editora com o apoio do “Jornal de Notícias”, Câmara Municipal do Porto, Rádio Nova, “Ler +, Ler Melhor” (RTPInformação), Porto Canal, Plano Nacional de Leitura, Bombonaria Bonitos (Foco), Barros Porto e Bertrand Livreiros.


Lançamento de "A Sentinela" - Amanhã, em Lisboa


BOOKSMILE: GREG, o banana mais famoso do mundo, na Parada de Mascotes da FUNDAÇÃO GIL

«ATENÇÃO! ATENÇÃO! NOTÍCIA IMPORTANTE!
Os teus pais, e os meus, claro, dizem muitas vezes, sobretudo quando nos portamos mal, que existem muitas crianças que não têm tanta sorte como nós em ter uma casa, comida na mesa, brinquedos, etc. E, apesar de nem sempre gostarmos destes raspanetes, a verdade é que existem muitos meninos que precisam de ajuda. Eu decidi, então, meter os pés à obra, e participar numa iniciativa que não vais querer perder!!!!

Pega nos teus "O Diário de um Banana", e vem ter comigo à PARADA DAS MASCOTES, uma ideia fantástica promovida pela Fundação GIL, no dia 12 de outubro, às 15h30. Eu vou lá estar à tua espera de caneta na mão. Vou pôr os pés e as mãos à obra!!! Hehehe.
 

 A parada irá concentrar-se no Terreiro do Paço, em Lisboa, partindo daqui até ao Rossio, passando pela Rua da Prata e Rua do Ouro. Durante todo o percurso, haverá sempre música, sendo que eu, e as restantes mascotes, vamos fazer uma pequena atuação em conjunto quando chegarmos novamente à Praça do Comércio.
Estás a ver-me a dançar, não estás!!!!!!!!??????? Não vais poder perder este momento! Diz aos teus pais para te levar ao evento e vai ter comigo. Vou estar lá à tua espera!»




Greg, a personagem da coleção infantojuvenil mais vendida em Portugal - O Diário de um Banana, e verdadeiro fenómeno de popularidade entre os jovens leitores (www.facebook.com/diariobanana), juntou-se à FUNDAÇÃO GIL na divertida e solidária iniciativa Parada das Mascotes.

O Greg vai então marcar presença no evento no dia 12 de outubro e, como habitual, irá concentrar as atenções entre os leitores fãs dos seus livros. À semelhança do que sucedeu na Feira do Livro de Lisboa, os leitores poderão levar todos os livros da coleção para o Greg assinar.

A série, com o lançamento recente de O Diário de um Banana: Calendário 2014, alcançou o impressionante número de 500 mil exemplares editados em Portugal, e o oitavo livro da coleção, que será, como habitual, o livro mais esperado - e vendido do Natal - pelos leitores mais jovens, já tem data de lançamento marcada: 16 DE NOVEMBRO. Esta será a primeira vez que a edição portuguesa será lançada em simultâneo com a edição americana (lançamento mundial).


O GREG e a BOOKSMILE esperam, com a sua participação, e com a solidariedade das restantes editoras que vão participar com as suas mascotes, ajudar a Fundação Gil a oferecer melhores condições às crianças que a procuram, e que tanto necessitam de cuidados.