sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Bertrand: Uma nova edição de Jardim das Tormentas no centenário da publicação da obra

Título: Jardim das Tormentas
Autor:
Aquilino Ribeiro
Género: Ficção
N.º de páginas: 224
Data de lançamento: 15 de novembro
PVP: 15,50 €

Uma nova edição no centenário da publicação da obra
«Tinha Deus aposentado Adão e Eva no Jardim das Delícias, onde viviam como os mais desabusados regalões. O homem era esbelto e sólido, embora nunca houvesse exercitado os tendões da marcha, nem apurado os bíceps a colher o antílope no laço; ela um lambisco de primeira, esgalgada e especiosa, a quem os cabelos vestiam de oiro à maravilha, sem pensar na folha de parra para a nudez, num cinábrio para a boca, que de seu sinal era rubicunda. Não sabiam de onde eram, nem como estavam ali, nem tão pouco se importavam de saber, acharam-se dentro do horto uma boa manhã, e todas as demais manhãs, na plenitude de um gozo inapreciável, porque nunca espinho, sol mais destemperado ou hora amarga lhes ensinara que aquilo era o sumo bem.»

Sobre o autor:
Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, em 1885, e morreu em Lisboa em 1963. Deixou uma vasta obra em que cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, nas palavras de Óscar Lopes, lugar cimeiro nas Letras Portuguesas. Sócio da Academia das Ciências, foi reintegrado após o 25 de Abril, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado aquando do seu centenário pelo Ministério da Cultura. Em setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.


VOGAIS: De Animais a Deuses: História Breve da Humanidade

De Deuses a Animais: História Breve da Humanidade , já há venda em todo o país (496 pp I 22,99€) é uma obra desafiadora, desconcertante e inteligente — uma perspetiva única e original sobre a evolução da espécie humana e o impacto do homem no planeta.

Da autoria de Yuval Noah Harari, o livro está estruturado em quatro partes, cada uma correspondendo aos principais saltos evolutivos da humanidade, desde as espécies humanas que coexistiam na Idade da Pedra até às revoluções tecnológicas e políticas do século xxi — que nos transformaram em deuses, capazes de criar e de destruir.

Num registo acessível e entusiasmante, História Breve da Humanidade desafia o leitor a reconsiderar as explicações mais correntes sobre a História, enfrentando questões essenciais como:


• Como conseguiu o homo sapiens conquistar a terra?

• O que aconteceu às outras espécies humanas?

• Quando surgiram o dinheiro, os estados e a religião, e porquê?

• O que levou o capitalismo e a ciência a tornarem-se as crenças dominantes da era moderna?

• Como crescem e caem os impérios?

• Como é possível que grupos minoritários dominem vastas populações?

• Por que motivo quase todas as sociedades acreditaram que as mulheres são inferiores aos homens?

• A História é justa?

• Será que o homo sapiens ainda existirá dentro de 100 anos?

Um livro escrito para todos, e que todos deviam ler. O leitor sai mais elucidado e sábio. A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos de De Deuses a Animais: História Breve da Humanidade, aqui.


Sobre o autor:
Yuval Noah Harari é historiador, investigador e professor de História na Universidade Hebraica de Jerusalém, considerada uma das melhores instituições de ensino em todo o mundo. Doutorado em História pela Universidade de Oxford, o autor tem-se dedicado a ensinar israelitas, palestinianos, judeus, cristãos, muçulmanos e ateus, encorajando-os a questionar os conhecimentos e ideias que têm por garantidos sobre a vida, o mundo e a humanidade.



Atualmente, a sua investigação incide sobre a relação entre a história e a biologia, a ética da história e a história da felicidade e do sofrimento. Saiba mais sobre o autor e os seus trabalhos académicos em: pluto.huji.ac.il/~ynharari




Histórias da Terra e do Mar e O Colar chegam às livrarias com nova edição, pela Assírio & Alvim

Título: Histórias da Terra e do Mar
Autor:
Sophia de Mello Breyner Andresen
Prefácio: Gustavo Rubim
N.º de Páginas: 144
PVP: 13,50 €

Título: O Colar
Autor:
Sophia de Mello Breyner Andresen
Prefácio: Luis Miguel Cintra
N.º de Páginas: 136
PVP: 13,50 €

No próximo dia 15 de novembro chegam às livrarias as novas edições de Histórias da Terra e do Mar e O Colar, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Com a chancela Assírio & Alvim, estas edições contam com prefácios, respetivamente, de Gustavo Rubim e Luis Miguel Cintra.
Publicado pela primeira vez em 1984, Histórias da Terra e do Mar é composto por cinco contos — «História da Gata Borralheira», «O Silêncio», «A Casa do Mar», «Saga» e «Vila d'Arcos» — que nos transportam para o universo da infância. Cada um destes contos tem uma harmonia própria construída por excelentes personagens, descrições alargadas e metáforas expressivas.
Já O Colar é uma peça de teatro que tem como cenário a cidade de Veneza e apresenta a história da jovem Vanina, que se apaixona por Pietro — um fidalgo arruinado que ganha a vida a (en)cantar pelos canais da cidade.

Sobre a autora:
Sophia de Mello Breyner Andresen nasce a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passa a infância. Entre 1936 e 1939 estuda Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publica os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Casada com Francisco Sousa Tavares, passa a viver em Lisboa. Tem cinco filhos. Participa ativamente na oposição ao Estado Novo e é eleita, depois do 25 de Abril, deputada à Assembleia  Constituinte.
Autora de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreve  também contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. Recebeu entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. A sua obra está traduzida em várias línguas. Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa.

VOGAIS: A história verdadeira de um capitão que se voluntariou para ser preso em Auschwitz

Se há histórias que têm a força de criar emoções fortes e empatia imediata, são aquelas baseadas em factos verídicos, onde pessoas comuns assumem o papel de heróis. E, se a este facto, juntarmos um período marcante da História, como o vivido durante a ditadura nazi, sentimentos mistos de revolta e admiração são espoletados por pessoas que descobrimos e aprendemos a admirar. O caso mais mediático foi, neste contexto, talvez o de Oskar Schindler, perpetuado em livro e no grande ecrã.

Mas hoje chega às livrarias nacionais outra história, de um outro herói, desconhecida até agora, mas que deverá, e passará, a ser falada, comentada e admirada por todos nós. Uma história que vai marcar todos os leitores, amantes de todos os géneros literários. Um relato que podia ter mudado o curso da História.

O Voluntário de Auschwitz: O herói que se deixou capturar para contar ao mundo a terrível verdade sobre os campos de concentração nazis. É assim que se chama o livro que chega hoje às livrarias (384 pp I 19,99€), sob a chancela da Vogais. Um documento único e extraordinário. Witold Pilecki refere-se com minúcia, num texto racional mas emocionalmente duríssimo, a tudo o que encontrou em Auschwitz:

A estrutura, o funcionamento e a evolução do campo; As hierarquias e funções nos comandos nazis; As condições de vida desumanas dos prisioneiros, e a solidariedade possível entre eles; As ações terríveis dos militares alemães e dos prisioneiros polacos dissidentes que colaboravam com o Terceiro Reich; A exponenciação, a partir de 1942, da brutalidade e dos crimes praticados no campo; A tentativa de organização dos prisioneiros em grupos de resistência; As estratégias tomadas para as fugas esporádicas do campo e a transmissão de informação para o exterior; A relativa inação dos Aliados perante os relatórios enviados por Pilecki; Entre outros factos de absoluta relevância histórica.

Witold Pilecki, capitão do Exército do Estado clandestino polaco, fez algo que mais ninguém teve a coragem de repetir: voluntariar-se para ser preso em Auschwitz, o mais violento e mortífero campo de concentração nazi, e, dessa forma, relatar os horrores ali praticados pelo Terceiro Reich.

A missão, realizada entre 1940 e 1943, tinha dois objetivos: informar os Aliados sobre as práticas nazis nos seus campos de concentração, dos quais se conheciam, então, apenas algumas informações esparsas, mas muito preocupantes; e organizar os prisioneiros em grupos de resistência contra as forças alemãs, na tentativa de controlar o campo.




Sobrevivendo a muito custo a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, conseguindo evadir-se do campo de concentração em abril de 1943. O Voluntário de Auschwitz é o relatório mais extenso do capitão Witold Pilecki, completado em 1945, no exílio. Escondido pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto é agora publicado pela primeira vez em português.

«Um documento histórico e fundamental.» - The New York Times

«Uma obra repleta de revelações extraordinárias.» - Publishers Weekly

Sobre o autor:
Witold Pilecki, oficial de cavalaria do Exército polaco e veterano da guerra Polaco-Soviética de 1919–1921, passou à clandestinidade após a invasão nazi da Polónia. Pilecki é o único homem conhecido que se deixou prender para ser enviado como prisioneiro para Auschwitz, com a missão de enviar informação sobre o campo de concentração alemão, e criar uma organização de resistência entre os prisioneiros.
Após a sua evasão de Auschwitz, em abril de 1943, participou na Revolta de Varsóvia. Capturado pelo regime, foi torturado e levado a tribunal. Em 1948, aos 47 anos, foi executado, acusado de traição e de ser um «espião ocidental». O seu nome esteve apagado da história da Polónia até à queda do comunismo, em 1989.
Witold Pilecki foi completamente ilibado a título póstumo, na década de 1990. Hoje é considerado um dos mais corajosos e fiéis heróis da Polónia.






quinta-feira, 7 de novembro de 2013

TOPSELLER: Karin Slaughter - Uma autora que vai mexer com os seus nervos...

«Três pessoas com segredos perturbadores. Um assassino sem nada a perder. Quando Michael Ormewood, detetive da Polícia de Atlanta, é chamado à cena de um homicídio num bairro social, depara-se com uma das mortes mais brutais de toda a sua carreira: o corpo de Aleesha Monroe jaz nas escadas de um prédio, numa poça formada pelo seu próprio sangue e horrivelmente mutilado.

Enquanto incidente isolado, este já seria um crime chocante. Mas quando se torna evidente que é apenas o mais recente de uma série de ataques violentos, o Georgia Bureau of Investigation é chamado a intervir — e Michael vê-se obrigado a trabalhar com o agente especial Will Trent, com quem antipatiza de imediato.

Vinte e quatro horas mais tarde, a violência a que Michael assiste todos os dias explode nas traseiras da sua própria casa. Percebe-se, então, que talvez o mistério da morte de Aleesha Monroe esteja indissoluvelmente ligado a um passado que se recusa a ficar esquecido…»

Aqui está o mote para Tríptico, um poderoso thriller de Karen Slaughter. Trata-se de uma autora bem conhecida dos portugueses fãs deste género literário e que a Topseller se orgulha de publicar pela primeira vez em Portugal. Tríptico é o primeiro thriller da série Will Trent, estando o segundo volume da série, intitulado Fraturado, agendado para 2014. O livro chega hoje às livrarias nacionais (18,79€ I 448 pp) com carimbo de bestseller e muitos elogios por parte da crítica internacional.

«Karin Slaughter é uma das melhoras autoras de thrillers da América.» - The Washington Post

«A estrutura e o ritmo de Tríptico são brilhantes, e a tensão constante ao longo do livro. As táticas de choque de Karin Slaughter não dão um minuto de descanso ao leitor.» - TheTimes



Sobre a autora:
Karin Slaughter é uma autora americana de ficção policial, nascida em janeiro de 1971. O seu primeiro thriller, Blindsighted, publicado em 2001, tornou-se um êxito imediato. Desde então, já publicou cerca de vinte títulos, que atingiram consecutivamente o top dos mais vendidos no Reino Unido, nos EUA, na Holanda, na Alemanha, na Irlanda, na Dinamarca e na Austrália.





TOPSELLER: James Patterson, o autor mais bem-sucedido em todo o mundo, com novo Alex Cross

Faz 1 ano, em novembro, que a Topseller se lançou no mercado. E a forma ideal de se lançar uma nova marca no mercado, neste caso, o dos livros, é surgir com um dos nomes mais conhecidos do mundo da publicação.

Na altura, incrivelmente pouco conhecido em Terras de Camões, James Patterson foi a aposta da Topseller para um arranque forte e consistente, ou não fosse o americano simplesmente o mais bem-sucedido autor em todo mundo, com mais de 280 milhões de livros vendidos (fonte Forbes).

Doze meses volvidos, e após 14 livros do autor publicados em Portugal (adulto e juvenil), entre os quais o recém chegado às livrarias Alex Cross: A Caça, acreditamos que se trata de uma aposta ganha. O elevado investimento em publicidade, TV e PUB de rua (mupis), comprova o empenho que a Topseller tem tido em promover James Patterson, dedicação que se reflete igualmente nos restantes autores de qualidade, portugueses e estrangeiros, editados ao longo de um ano.


Voltando a James Patterson, este já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos vinte anos dentro do seu género. Entre os seus maiores bestsellers estão também as coleções Private: Agência Internacional de Investigação, The Women's Murder Club (O Clube das Investigadoras) e Michael Bennett.

Sobre o autor:
James Patterson é o autor que mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, segundo o Guinness World Records. Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 280 milhões de exemplares, em 43 países. Mais de 3,8 milhões de pessoas seguem James Patterson no Facebook.

Patterson escreveu também diversos livros para leitores jovens e jovens adultos, de grande êxito, entre os quais estão as séries Confissões, Maximum Ride, Escola e Eu Cómico. Em Portugal, James Patterson é publicado pela chancelas da 20I20 Editora - Topseller (adulto e jovem adulto) e pela Booksmile (juvenil).



Porto Editora vai estar presente no maior evento literário do Brasil

Francisco José Viegas passa pela Feira do Livro de Porto Alegre e ruma a Pernambuco, onde estará também Valter Hugo Mãe.
Os escritores portugueses e autores da Porto Editora Francisco José Viegas e Valter Hugo Mãe estão presentes no maior festival literário do Brasil, a Fliporto (em Olinda, Recife, Pernambuco).
Antes, o autor de livros como O Mar em Casablanca ou O Colecionador de Erva estará na Feira do Livro de Porto Alegre para participar numa conferência sobre “As Rotas Contemporâneas da Ficção Policial no Mundo”. De sublinhar que, no Brasil, estão publicados de Francisco José Viegas os romances Longe de Manaus, Um Céu Demasiado Azul, Lourenço Marques (com o título A Luz do Índico), As Duas Águas do Mar e Um Crime Capital.

Na Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), Francisco José Viegas participa numa mesa-redonda sobre literatura e futebol com Juca Kfouri. Neste evento, Valter Hugo Mãe será também um dos protagonistas – o escritor tem publicado no Brasil as obras O nosso reino, O Remorso de Baltazar Serapião, O Apocalipse dos Trabalhadores, A Máquina de Fazer Espanhóis e O filho de mil homens, estando previsto para 2014 a edição, naquele país, do  seu mais recente e aclamado romance, A Desumanização. Outros autores da Porto Editora vão marcar presença na Fliporto, casos dos brasileiros Andréa del Fuego, Francisco Azevedo, Laurentino Gomes e do espanhol Ignacio del Valle. A comitiva integra ainda Pilar del Río, o realizador Miguel Gonçalves Mendes, autor do filme "José e Pilar"  e, em representação da Porto Editora, Cláudia Gomes e Rui Couceiro, que entrevistará ao vivo Pilar del Río na abertura do festival.

Mais informações sobre os eventos:
Feira do Livro de Porto Alegre: http://www.feiradolivro-poa.com.br/
Fliporto: http://www.fliporto.net/



Filipa Fonseca Silva é a primeira escritora portuguesa a entrar no TOP 100 de livros da Amazon a nível mundial

A versão inglesa do seu primeiro livro, “Os Trinta - Nada é como sonhámos”, que em inglês tem o título “Thirty Something – Nothing’s how we dreamed it would be”, entrou terça-feira, 5 de Novembro, no TOP 100 da categoria Woman's Fiction, ao lado autores como James Patterson, Danielle Steel e E.L.James. Simultaneamente atingiu posição 630 da Amazon no rank geral de vendas, ou seja, incluindo todas as categorias de livros existentes naquela que é a maior loja online do mundo.

Originalmente publicado em Portugal em 2011 pela Oficina do Livro, o livro foi lançado na Amazon em língua inglesa em Agosto de 2012, estando disponível em formato físico e digital (e-book).

O feito é ainda mais assinalável à luz da dimensão da Amazon. Trata-se do maior vendedor de livros a nível mundial, tendo disponíveis mais de 1.000.000 de títulos de autores de todo o mundo. Esta entrada no TOP 100 é relativa à edição digital do livro, sendo de salientar que mais de metade do total de livros vendidos pela Amazon já pertencem a este formato.

Para comemorar, a autora decidiu oferecer o seu segundo livro “O Estranho Ano de Vanessa M.”, a todos os portugueses. É também uma forma original de dar a conhecer o seu trabalho no seu próprio país.

Para receber a versão digital do mesmo, basta subscrever o blog de Filipa Fonseca Silva, www.cronicasdumafashionvictim.blogspot.pt, até ao próximo dia 15 de Novembro.

Sobre a autora:
Filipa Fonseca Silva nasceu no Barreiro em 1979. Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica, preferiu a Publicidade ao Jornalismo, tornando-se criativa publicitária em 2004, profissão que ainda exerce.
Sonha tornar o mundo mais verde e espalhar histórias bonitas, sendo “O Estranho Ano de Vanessa M.” o seu segundo romance. O primeiro chama-se "Os Trinta - Nada é como sonhámos" e foi publicado em 2011 pela Oficina do Livro.
Além de escrever, adora pintar, coleccionar sapatos e comer melancia. Vive em Lisboa com o marido, o filho e o gato Gucci.

Novo livro de Bridget Jones chega às livrarias na sexta-feira

Titulo: Bridget Jones: Ele Dá-me A Volta À Cabeça!
Autora:
Helen Fielding
Páginas: 408
Preço: € 18,50
Data de Lançamento: 8 de Novembro de 2013

Ele dá-me a volta à cabeça!

• O que fazemos quando uma amiga festeja os seus 60 anos no mesmo dia em que o nosso namorado faz 30?
• É melhor morrer intoxicada com botox, ou morrer de solidão por causa das rugas?
• É imoral irmos ao cabeleireiro quando os nossos filhos estão cheios de piolhos?
• O quinto elemento é a tecnologia? Ou é a madeira?

Confrontada com estes dilemas e muitos outros, Bridget Jones enfrenta os desafios da perda, de criar dois filhos, da tecnologia, das “amizades coloridas” e de reinventar a sua sexualidade na – Ui! Vem aí uma palavra horrível! - meia-idade. Após catorze anos de silêncio, a nossa heroína – mais viva e ativa do que nunca - retoma o seu diário em Bridget Jones: Ele dá-me a volta à cabeça!
Este terceiro livro é um retrato fiel e bem-humorado das situações trágicas e cómicas do nosso dia-a-dia.

Nas livrarias esta sexta-feira, 8 de Novembro, este é um romance atual, terno, comovente, empolgante, inteligente, ousado… e tremendamente divertido!

“A vida é feita de pequenos pecados, e ler os livros da Bridget Jones é um deles…” Newsweek

"Neste terceiro diário, a nossa heroína continua a penar com os grandes e pequenos problemas da vida moderna, desde como arranjar namorado nas redes sociais aos perigos de usar calças de ganga esterlicadas.” The Guardian


Sobre a Autora:
Helen Fielding é autora de O Diário de Bridget Jones e de O Novo Diário de Bridget Jones, e participou na escrita do argumento dos filmes com os mesmos títulos.
Bridget Jones: Ele dá-me a volta à cabeça! é o seu quinto romance.
Tem dois filhos e vive entre Londres e Los Angeles.



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A Porto Editora publica, a 15 de novembro, Encontro de amor num país em guerra de Luís Sepúlveda

Título: Encontro de amor num país num país em guerra
Autor:
Luis Sepúlveda
Tradutor: Pedro Tamen
Págs.: 208
PVP: 14,40 €

A Porto Editora publica, a 15 de novembro, Encontro de amor num país em guerra, um livro que recolhe contos dispersos, escondidos e guardados, durante muitos anos, nas gavetas de Luis Sepúlveda. Neste livro, que se divide em três partes ( «Amores e Desamores», «Heróis e Canalhas» e «Imprevistos»), é predominante o sentimento de tristeza, melancolia ou saudade, mas também de paixão e esperança. A procura de concretização do destino dos personagens assume um lugar de destaque, um caminho com obstáculos, por vezes bizarros, e encontros inevitáveis.

Sinopse:
O presente livro reúne um conjunto de narrativas que se encontravam dispersas por edições há muito esgotadas ou que permaneciam inéditas nas gavetas do autor. Com a sua publicação, Luis Sepúlveda quis de certo modo «encerrar» o capítulo da sua vida literária anterior a O Velho que Lia Romances de Amor, obra que, de um momento para o outro, em 1992, o transformou no caso mais sério da nova literatura latino-americana.
A aventura e a política, o amor e a guerra, a viagem e a utopia, a ironia e o mistério: todo o mundo do autor, com as suas paixões e os seus temas (alguns, como o tema amoroso, presentes pela primeira vez com tanta intensidade), comparece neste notável livro de relatos, que vem confirmar a mestria do grande escritor chileno e a sua incontornável presença na primeira fila dos grandes contadores de histórias nossos contemporâneos.

Sobre o autor:
Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. Da sua vasta obra (toda ela traduzida em Portugal), destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas Mundo do Fim do Mundo, Patagónia Express, Encontro de Amor num País em Guerra, Diário de um Killer Sentimental ou A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de Romance em 2009), por exemplo, conquistaram também, em todo o mundo, a admiração de milhões de leitores.
Do autor, a Porto Editora publicou recentemente História de um gato e de um rato que se tornaram amigos e Palavras em Tempos de Crise.


terça-feira, 5 de novembro de 2013

O Colecionador de Erva - Francisco José Viegas [Opinião]

Título: O Colecionador de Erva
Autor: Francisco José Viegas
Editora: Porto Editora
N.º de Páginas: 312
PVP: 15,50€

Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.
Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou ém onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.

A minha opinião:
Mais uma vez, Francisco José Viegas transporta para um livro seu Jaime Ramos, o inspector português com quem mais simpatizo. Um autêntico homem do norte e frequentador de sítios típicos portuenses, Jaime amos e o seu colega Isaltino, apesar de muito diferentes, conseguem formar uma parelha excelente.

Neste novo caso, Jaime Ramos e Isaltino vão-se deparar com o assassinato de dois imigrantes russos, que mais tarde se descobre terem sido militares, e uma mulher africana encontrada muito perto do primeiro local do crime. No interior de um carro abandonado num pinhal encontram-se os cadáveres dos dois comparsas russos. Um encontra-se ao volante, completamente carbonizado. O outro está na mala do carro. Ambos foram atingidos a tiro. O terceiro cadáver, o da mulher, é encontrado na margem de um rio, no fim da tarde desse dia. Também este corpo apresente ferimentos de balas.

Juntando a este caso o desaparecimento de uma menina rica, oriunda de uma família abastada minhota, Ramos e Isaltino vêem-se completamente envolvidos na investigação.

Nova na investigação, mas não menos misteriosa é Olívia, uma mulher quase a chegar aos 40 anos, que carrega em si vários mistérios que fiquei curiosa em ir descobrindo. No entanto, penso que ainda há muito por contar sobre ela, e que Francisco José Viegas vai voltar a esta personagem num próximo livro.

A acção desenrola-se entre o Porto, claro está, o Minho e a Galiza, à medida que a investigação vai tomando rumo. Brasil, Angola e Rússia também estão presentes, estando muitas das personagens interligadas ajudando à investigação dos crimes.

O Colecionador de Erva cheira a Porto, àquele Porto típico, de gente caricata e agradável, e bairrista, muito ao estilo do autor, que não esquece de também de mencionar nos seus livros as suas origens transmontanas, fazendo referência a alguns produtos típicos da gastronomia de Trás-os-Montes.

Para os fãs de Jaime Ramos, de livros policiais, e de livros com sotaque nortenho recomendo a sua leitura.





Sextante Editora publica o primeiro livro de Michel Rostain, O filho, nas livrarias a 15 de novembro

Título: O filho
Autor:
Michel Rostain
Tradutor: Luísa Feijó
Págs.: 152
PVP: € 15,50

O primeiro livro de Michel Rostain, O filho, não pretende ser sobre a morte, é antes dedicado à vida. Nas livrarias a 15 de novembro, este romance dá voz a um filho que, após partir, observa o seu pai enquanto este o procura conhecer melhor e entender a sua morte. Apesar de ficção, O filho surgiu como um exercício para o autor ultrapassar o seu próprio luto. O resultado surpreendeu os leitores e a crítica, valendo-lhe o Prémio Goncourt para Primeiro Romance 2011.
O filho é um romance íntimo e enternecedor que nos ajuda a perceber que a vida pode dar origem a memórias felizes.

O Livro:
«O meu pai está no caos da sua primeira semana de luto, quando as cerimónias já tiveram lugar e os amigos se foram embora. Solidão, é aí que começa verdadeiramente a morte. Passou o dia a escolher as minhas coisas, a chorar entre dois telefonemas, a assoar-se abundantemente sem sequer invocar o pretexto da alergia ao pó. Resigna-se a deitar fora os meus velhos livros, depois de ter lido meticulosamente aquelas nulidades acumuladas, não fosse acontecer que eu tivesse esquecido alguma nota, um desenho, uma coisa qualquer pessoal que lhe servisse de mensagem. Não encontra nada, nenhum sinal. Depois destas horas de buscas aterradas – e apesar de tudo indiscretas, pai, é verdade que morri, mas, mesmo assim… –, eis que repara de repente, em rodapé daquela convocatória que o intrigava, numa indicação escrita a lápis, em letra muito miúda…»

Sobre o autor:
Michel Rostain, nascido em 1942, vive em Arles e é encenador de óperas. Entre 1995 e 2008 dirigiu o Teatro da Cornualha.

Imprensa:
Neste livro inteiramente singular, Michel Rostain consegue dizer o indizível, pensar o impensável. Li-o seis vezes. Nas seis vezes chorei. Mais surpreendente, nas seis vezes sorri. Nancy Huston
O filho é uma torrente de vida, de humor negro e de amor, que aborda e dá a entender como é possível, apesar de tudo, «viver com isto». Jean-Marcel Bouguereau

Os Transparentes, de Ondjaki vence Prémio Literário José Saramago 2013



Na oitava edição do prémio criado pela Fundação Círculo de Leitores para distinguir jovens escritores de língua portuguesa foi distinguido o escritor angolano Ondjaki, pelo seu romance Os Transparentes. O nome de Ondjaki junta-se agora ao de Paulo José Miranda, José Luís Peixoto, Adriana Lisboa, Gonçalo M Tavares, Valter Hugo Mãe, João Tordo e Andréa del Fuego, que viram também livros seus premiados com este galardão. O anúncio foi feito por Guilhermina Gomes, presidente do júri do Prémio Literário José Saramago, e Diretora Editorial do Círculo de Leitores, ao meio-dia em ponto do dia 5 de novembro de 2013, na sede da Fundação José Saramago.

Natural de Luanda, onde nasceu no ano de 1977. Ondjaki é o seu nome de escrita, guerreiro em Umbundu. Poeta, prosador, visita também a escrita para crianças, o teatro, a pintura, o documentário. Formado em Sociologia, completou o doutoramento em Estudos Africanos em Itália. Distinguido em 2000 com a Menção Honrosa do Prémio António Jacinto pelo seu primeiro livro de poesia (actu sanguíneu), em 2005 obtém o Prémio António Paulouro pelo livro de contos E se amanhã o medo, e o Grande Prémio APE em 2007 por Os da minha rua.
Em 2010 recebe o Prémio Jabuti (categoria juvenil) com AvóDezanove e o segredo do soviético. Ainda no âmbito juvenil, publica A bicicleta que tinha bigodes distinguido com o Prémio Bissaya Barreto 2012 e com o Prémio Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (IBBY do Brasil) 2013. O romance Os transparentes é agora distinguido com o Prémio Literário José Saramago 2013.

POESIA: actu sanguíneu (2000); há prendisajens com o xão (2002); materiais para a confecção de um
espanador de tristezas (2009); dentro de mim faz Sul seguido de acto sanguíneo (2010) CONTOS:
momentos de aqui (2001); e se amanhã o medo (2005) ROMANCE: bom dia camaradas (2001); o
assobiador (2002); quantas Madrugadas Tem a Noite (2004); AvóDezanove e o segredo do soviético
(2008); Os transparentes (2012) INFANTIL/JUVENIL: Ynari: a menina das cinco tranças (2004); O
leão e o coelho saltitão (2008); o voo do Golfinho (2009); Ombela, a origem das chuvas (2011); a
bicicleta que tinha bigodes (2011); uma escuridão bonita (2012) TEATRO: Os vivos, o morto e o peixefrito
(2009) DOCUMENTÁRIO: Oxalá cresçam Pitangas (2006)

Sinopse:
«Com o presente romance, de novo aparece Luanda - a Luanda atual do pós-guerra, das  especificidades do seu regime democrático, do «progresso», dos grandes negócios, do «desenrasca» - como pano de fundo de uma história que é um prodígio da imaginação e um retrato social de uma riqueza surpreendente.
Combinando com rara mestria os registos lírico, humorístico e sarcástico, Os transparentes dá vida a uma vasta galeria de personagens onde encontramos todos os grupos sociais, intercalando magníficos diálogos com sugestivas descrições da cidade degradada e moderna.»


Excertos da Obra premiada
«Odonato já não tinha força para desenhar nos lábios um gesto mínimo de espanto ou o que fosse um vulgar sorriso, a temperatura chegava-lhe à alma, os olhos ardiam por dentro Chorar afinal não tinha que ver com lágrimas, antes era o metamorfosear de movimentos internos, a alma tinha paredes – texturas porosas que vozes e memórias podiam alterar…»
«…a verdade é límpida e conhece veredas secretas para chegar ao seu destino»
«Odonato observava as mãos e os alimentos: tudo oferecido ou encontrado nos restos do supermercado  onde algum conhecido trabalhava
− agora comemos só aquilo que os outros já não querem – comentou
− é pecado deitar fora comida ainda boa
− é pecado não haver comida para todos…»
«Luanda fervia com a sua gente que vendia, que comprava para vender, que se vendia para ir depois comprar a gente que se vendia sem voltar a conseguir comprar…»


Criada em 1995 com o objetivo de divulgar a cultura escrita e literatura portuguesa, contribuindo para o fomento dos hábitos de leitura e promoção da língua portuguesa. Para além do apoio à edição de grandes obras, e da publicação da revista LER, a fundação criou as Olimpíadas da Leitura, percursoras de conceito do Plano Nacional de Leitura, e o Grande Torneio das Letras em parceria com o Diário de Notícias. Em 1999 inicia a atribuição do primeiro grande prémio literário a distinguir jovens escritores de língua portuguesa, o Prémio Literário José Saramago.

Homenageando a figura do Nobel da Literatura, José Saramago, este prémio foi criado em 1999 pela Fundação Círculo de Leitores. Afirmando-se como um dos mais importantes prémios literários atribuídos no âmbito da lusofonia a autores com obra publicada em português, e com idade não superior a 35 anos, foram distinguidos em anos anteriores nomes como: Paulo José Miranda, José Luís Peixoto, Adriana Lisboa, Gonçalo M. Tavares, Valter Hugo Mãe, João Tordo e Andréa del Fuego. O Prémio Literário José Saramago tem o valor de 25 mil euros.

Apresentação da obra "Espiões em Portugal durante a II Guerra Mundial" de Irene Flunser Pimentel



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A Porto Editora acaba de publicar A Gata Tareca e outros poemas levados da breca, de Luísa Ducla Soares

Título: A Gata Tareca e outros poemas levados da breca
Autor:
Luísa Ducla Soares
Págs.: 64
Capa: dura
PVP: 9,90 €

A Porto Editora acaba de publicar, no âmbito da coleção O Mundo das Histórias, a obra A Gata Tareca e outros poemas levados da breca, de Luísa Ducla Soares, autora de mais de 130 livros infantis. Esta coleção destina-se a crianças com idades a partir de cinco anos e aborda temas sempre diferentes – da realidade à ficção, do dia a dia das crianças ao mundo da selva e da fantasia. Os quatro títulos anteriores – Letras com Histórias, de Catarina Águas, Os Segredos de Constança, de José Braga-Amaral, Colar de Contos, de Leonor Mexia, e Ungali, de Elsa Serra – foram publicados no início de 2012.A Gata Tareca e outros poemas levados da breca tem ilustrações de Fedra Santos.

Sinopse:
Esta obra apresenta as mais apelativas tendências da poesia de Luísa Ducla Soares. Nela está bem patente o seu humor, o gosto pelo nonsense, pelos jogos de sons e palavras. Não desprezando a herança da tradição popular, das lengalengas, romances e trava-línguas, oferece mais de uma vintena de poemas divertidos que despertam a imaginação das crianças.

Sobre a autora:
Nascida em Lisboa e licenciada em Filologia Germânica, dedica-se especialmente à literatura infantojuvenil como autora, estudiosa, divulgadora.
Tendo sido jornalista, adjunta do Ministério da Educação e  trabalhando 30 anos na Biblioteca Nacional, tem realizado numerosas sessões de incentivo à leitura e conferências em escolas, bibliotecas, universidades.
Autora de 130 livros, recusou, por motivos políticos, o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho e foi por duas vezes galardoada pela  fundação Calouste Gulbenkian.



Romance de estreia da cantora brasileira Vanessa da Mata nas livrarias a 15 de novembro

Título: A Filha das Flores
Autor: Vanessa da Mata
Género: Romance
N.º de páginas: 264
Data de lançamento: 15 de novembro
PVP: 16,60 €

Romance de estreia de uma das grandes figuras da música popular brasileira.

A Filha das Flores, romance de estreia de Vanessa da Mata, revela uma hábil criadora de cenários e de personagens, além de uma superior destreza linguística capaz de maravilhar todas as cores da língua portuguesa.

Giza cresce numa pequena cidade brasileira e ajuda, com o seu trabalho, num negócio de flores muito especial, gerido por Florinda e Margarida que a tratam como irmã.
Aos 18 anos, Giza apaixona-se por Tito, mas Florinda apressa-se a pôr um fim à sua paixão.
À medida que Giza vai crescendo, a vila parece ir diminuindo, o que faz com que ela comece a procurar novos territórios e encontre a «Vila» - um bairro periférico, detestado pela população em geral. Aí faz novos amigos que a iniciam na história secreta daquele lugar que se revela estar ligada à sua própria origem.
Entrevista da autora ao jornal Globo:
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2013/10/vanessa-da-mata-lanca-livro-e-diz-que-doenca-na-infancia-fez-ser-escritora.html


Sobre a autora:
Vanessa da Mata nasceu no Mato Grosso, em 1976. É uma compositora e cantora galardoada com um Grammy. Lançou quatro álbuns, e as suas canções «Ai, Ai, Ai», «Boa Sorte» e «Amado» ocuparam, sucessivamente, o primeiro lugar do top brasileiro. Vanessa da Mata participou num programa da MTV e foi considerada uma das 25 mulheres mais criativas, em 2007. A Filha das Flores é o seu primeiro romance.