sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Prémio Bang!

A Saída de Emergência anda à procura do George Martin português. Está na altura de passar aquela ideia para o papel e realizar o sonho de escrever um livro.

Assim, têm para oferecer ao vencedor um prémio de 3.000,00€ (três mil euros) bem como a publicação da obra em Portugal e no Brasil.

Todas as informações podem ser encontradas no site da Revista Bang! Nos seguintes links:

Regulamento: http://revistabang.com/premio-bang-2014/

Perguntas frequentes: http://revistabang.com/perguntas-frequentes/

Formulário de inscrição: http://revistabang.com/formulario-de-inscricao/

Mãos à obra. Não perca esta oportunidade para atingir a imortalidade.Contamos também com a sua ajuda na divulgação desta iniciativa.


Livro de Baptista-Bastos é novidade das Edições Parsifal

Título: Tempo de Combate
Autor: Baptista-Bastos
Páginas: 212
PVP: 14,50 Euros
Editor: Edições Parsifal
À venda a partir de 22 de janeiro

«NÃO DEIXEM QUE VOS ROUBEM OS SONHOS!»

O livro:
Quarenta anos depois do fim da ditadura, Portugal vive momentos extraordinariamente difíceis e perigosos. Os jovens não têm emprego, os estudantes não têm condições para aprender, os trabalhadores não têm protecção e os idosos estão cada vez mais abandonados. A pobreza instalou-se em todos os sectores da sociedade portuguesa, levando a um êxodo para o estrangeiro como não conhecíamos há meio século. O país está hoje refém de uma estratégia liberal cujos resultados têm sido terríveis para os portugueses. Palavras como «Esperança» ou «Amanhã» desapareceram do vocabulário quotidiano. Com a mesma coragem que demonstrou quando foi despedido por motivos políticos durante a ditadura salazarista, Baptista-Bastos traça nesta obra um retrato amargo mas lúcido de uma época em que a governação é exercida sem rumo e entre escândalos, atropelando leis, derrubando direitos e dilacerando ideais. Tempo de Combate não é apenas um livro necessário para meditarmos sobre esta triste e perigosa realidade; é um livro urgente para agirmos civicamente. Enquanto há tempo.

Sobre o autor:
Nasceu em Lisboa, em 1933. Depois de frequentar a Escola de Artes Decorativas António Arroyo e o Liceu Francês, começou o seu percurso de jornalista em O Século. Em 1965 foi contratado como redactor do Diário Popular, onde trabalhou 23 anos. Durante esse tempo notabilizou-se pelas grandes reportagens feitas em Portugal e no estrangeiro, cuja qualidade foi reconhecida com a atribuição de inúmeros prémios.

Ao longo da sua vida profissional, colaborou com os principais órgãos de comunicação nacionais, de que são exemplo os jornais Expresso, República, Europeu, O Diário, Jornal de Notícias, Jornal do Fundão ou A Bola ou as revistas Almanaque, Seara Nova ou Época.

Considerado um dos mais importantes prosadores portugueses contemporâneos e autor de uma vasta bibliografia, a qualidade do seu labor jornalístico e literário foi reconhecida com a outorga de inúmeros galardões, estando a sua obra publicada em várias línguas, como o francês, alemão, castelhano, checo, búlgaro, russo.Actualmente é autor de uma crónica semanal no Diário de Notícias e no Jornal de Negócios.


A estante está mais cheia #5

Esta semana chegaram mais quatro livrinhos para a minha estante. Dois foram adquiridos com pontos que tinha e os outros dois foi oferta gentil das editoras.

Ladrão de Cadávares de Patrícia Melo estava com 50% de desconto na Wook e não consegui resistir. Ficou praticamente de graça.












Um Lugar Incerto de Fred Vargas também estava com 50% de desconto na Fnac e como já tinha mais de 10€ no cartão ficou-me de graça.



O Lobo de Wall Street foi gentilmente cedido pela Editorial Presença e já está a fazer as minhas delícias enquanto leitora. Depois terei de ver o filme.


Inferno no Vaticano de Flávio Capuleto foi uma oferta da Guerra & Paz e também me vai acompanhar por uns tempos.


Quetzal edita uma obra-prima da literatura norte-americana finalmente publicada em Portugal

Título: Vidas Perdidas – A Walk on the Wild Side
Autor:Nelson Algren
Género: Romance
Tradução: António Borga e Salvato Telles de Menezes
N.º de páginas: 400
Data de lançamento: 7 de fevereiro
PVP: 18,80 €

Uma obra-prima do romance americano do século XX, publicada em Portugal pela primeira vez.

«O sonho de Algren era um sonho de humanidade: de como se pode viver uma vida plena mesmo quando se perdeu tudo e não se pode recuperar nada: através do humor, através das pequenas conquistas, através do amor dos outros.» Richard Flanagan

Vidas Perdidas é uma obra-prima feita de bondade, raiva, graça e solidão, um livro que cativou o imaginário de todas as gerações desde que foi publicado, em 1956, e que evoca um mundo mais tarde imortalizado no clássico de Lou Reed, A Walk on the Wild Side. Esta primeira publicação da obra em Portugal é uma homenagem ao génio de Algren e um convite para que os leitores portugueses acedam ao universo singular de vidas perdidas retratado pelo escritor.
Esta é a história de um ingénuo rapaz do campo que foge de Hicksville, no Texas, para procurar uma vida melhor em Nova Orleães. Como pano de fundo, um país devastado pelo desemprego e pela pobreza da Grande Depressão. São os anos em que «o número de desempregados ascendeu a oito milhões, duzentos mil operários siderúrgicos tiveram um corte de quinze por cento nos salários, e isso levou um cardeal a perceber que o colapso económico do país era efetivamente um maravilhoso golpe de sorte, pois aproximava milhares de pessoas da pobreza de Cristo; em que foi pedido que se deportassem os desempregados de origem estrangeira; uma multidão linchou um homem em Atwood, no Kansas; uma crise no fundo de desemprego estava iminente; o preço do algodão subiu ligeiramente, acompanhando o do trigo; e o governador Huey Long disse que tinha chegado a hora de redistribuir a riqueza. Al Capone estava a caminho de Atlanta, e o preço do algodão voltou a cair, acompanhando o do trigo, mas o Congresso decidiu que não havia qualquer justificação para redistribuir a riqueza.»

Sobre o autor:
Nelson Algren nasceu em 1909 em Detroit e viveu quase toda a vida em Chicago. Escreveu nove romances, entre os mais conhecidos The Man with the Golden Arm (o primeiro National Book Award americano, a publicar em breve pela Quetzal), Never Come Morning e A Walk on the Wild Side, que agora apresentamos em Portugal com o título Vidas Perdidas. Além disso, Algren foi igualmente um prolífico autor de contos, ensaios, livros de viagem e poemas. A sua vida foi uma sucessão de problemas com o jogo, casamentos desastrosos, intensos extremos que o levaram das prisões do Texas e das sopas dos pobres às festas e celebrações literárias de Hollywood. Nelson Algren teve também um longo e passional envolvimento amoroso com a escritora francesa Simone de Beauvoir. Nelson Algren morreu em 1981, pouco depois de ter sido nomeado membro da Academia Americana e Instituto das Artes e Letras.


Porto Editora publica "O Inverno de Frankie Machine", de Don Winslow

Título: O Inverno de Frankie Machine
Autor:
Don Winslow
Tradução: Maria João Delgado
Págs.: 230
PVP: 16,60 €

Um dos fenómenos do momento na área do romance negro é o escritor americano Don Winslow e um dos seus livros de maior sucesso é O Inverno de Frankie Machine, um thriller que a Porto Editora publica a 24 de janeiro. Esta é uma história de máfia, cujos meandros Winslow retrata com mestria, e que envolvem lutas de poder, a indústria da droga e do sexo, corrupção e violência. Herdeiro de livros como O Padrinho, O Inverno de Frankie Machine tem vindo a ser elogiado pela crítica por combinar de forma sublime o bom humor, a inteligência e a ação, e pelo seu protagonista, um anti-herói que tem a cabeça a prémio e que não deixará o leitor indiferente.

Sinopse:
Frank Machianno deve a alcunha – Frankie Machine – ao seu talento de atirador de elite: no tempo em que trabalhou para a Máfia era uma verdadeira máquina de matar. Hoje, reformado, passa as manhãs a surfar nas praias de San Diego, na companhia de alguns amigos; durante o resto do tempo, trata da sua loja de apetrechos de pesca e vela para que tudo corra bem com os restaurantes a que fornece peixe fresco e toalhas de mesa. Até ao dia em que, aceitando prestar serviço ao filho de um boss local, é apanhado numa armadilha. O passado regressa então a galope e Frankie não consegue compreender a razão por que todos desejam a sua morte…

Sobre o autor:
Don Winslow, nascido em Nova Iorque e ex-detetive privado, é autor de quinze romances policiais, de entre os quais destacamos The Power of the Dog, California Fire and Life, The Death and Life of Bobby Z, The Kings of Cool e as séries Neal Carey e Boone Daniels.
Do mesmo autor, a Porto Editora publicou Selvagens, considerado um dos melhores livros de 2010 e adaptado ao cinema por Oliver Stone.

Imprensa:
Uma mistura soberba de ambientes, personagens habilmente desenhadas e suspense infernal. James Ellroy
Um thriller apaixonante […] Tal como a personagem principal do seu livro, Winslow é uma “máquina” a escrever. Wall Street Journal
Ação contínua, personagens selvagens. The San Diego Union-Tribune
Winslow criou personagens memoráveis em cenários cheios de suspense, que vão manter os leitores agarrados ao livro. Publishers Weekly


Será que "Este país não é para Jovens?" Helena Matos e José Manuel Fernandes respondem a esta questão

A partir do dia 24 de Janeiro, ficará disponível mais uma novidade da Esfera dos livros, intitulada Este País não é para Jovens. Quanto vão custar no futuro as obras politicas e os direitos de hoje.

Os jornalistas e comentadores políticos Helena Matos e José Manuel Fernandes juntaram-se para tocarem num tema tabu da sociedade portuguesa: a equidade entre gerações. Por um lado os mais velhos que reivindicam «direitos adquiridos» e as suas «reformas», por outro lado os jovens, sem perspectivas de emprego, quase sem direitos adquiridos.

Será que ESTE PAÍS NÃO É PARA JOVENS e estão condenados a emigrar e a desistir de lutar por ele? Os autores colocam algumas questões pertinentes como: Quem vai pagar as obrar públicas desastrosas? É possível manter este sistema de pensões? Quem defende os mais novos?

Com este livro polémico, os autores pretendem analisar situações concretas da sociedade portuguesa, que tornam mais difícil a vida presente e futura dos jovens e desafiam-nos a todos a pensar o nosso país, desconstruindo ilusões e falsas ideias generosas.

Não se pretende instaurar uma guerra entre gerações, mas apelar a que se reencontre um novo equilíbrio, mais justo entre as gerações de pais, de avós e de netos. Para que os mais jovens possam olhar para o futuro com mais optimismo.

Sinopse:
Depois da manifestação de 2 de março de 2013 o país mudou para sempre. Nas ruas, os mais velhos gritavam pelos «direitos adquiridos» e intocáveis e pelas «reformas» que consideravam merecidas depois de tantos anos de trabalho. Instalou-se a sensação de que o Estado, detentor de uma espécie de tesouro recheado, dá, tira e rouba. Havia sido quebrado um contrato firmado com os portugueses. Os políticos falaram de cisma grisalho. Outros perguntaram: serão sustentáveis os direitos adquiridos dos reformados? Do outro lado, temos os mais novos, que já se vinham a manifestar desde 2011 contra a sua situação precária, por mais emprego e educação. A geração voltava a ficar «à rasca» e cantava canções com palavras de ordem que demonstravam o seu desalento em relação ao futuro. Sem perspetivas de emprego, sem liberdade de escolha, com poucos ou nenhuns direitos adquiridos. O que lhes resta? Emigrar e desistir do país? Entre estas duas gerações, na casa dos 50 anos, os jornalistas Helena Matos e José Manuel Fernandes tocam num tema tabu que atravessa a sociedade portuguesa e que a divide: a equidade entre gerações. Num livro que pretende levantar situações concretas que tornam mais difícil a vida presente e futura dos jovens, os autores desafiam-nos a pensar o nosso país, desconstruindo ilusões e falsas ideias generosas. Quem vai pagar as obras megalómanas do passado? É possível continuar a manter este sistema de pensões? A legislação de trabalho que durante anos impedia o despedimento favoreceu quem? Quem defende os mais novos? É possível a uma sociedade envelhecida, governada por gente mais velha, com um peso do eleitorado grisalho a aumentar, empreender reformas políticas e sociais que levarão os mais velhos a perder direitos em nome dos mais novos? Não se pretende instaurar uma guerra entre gerações, mas apelar a que se reencontre um novo equilíbrio, mais justo entre as gerações de pais, de avós e de netos. Para que os mais jovens possam olhar para o futuro com mais optimismo.

Sobre os autores:
Helena Matos, 4 de junho de 1961. Autora da obra Os Filhos do Zip Zip (Esfera dos Livros, 2013), Salazar, em dois volumes vol. 1, A construção do mito, vol. 2, A Propaganda (Círculo de Leitores, 2003), Costa do Estoril, Um Século de Turismo, Junta de Turismo da Costa do Estoril, 2000. Começou por ser professora do ensino secundário. Trabalhou em seguida como jornalista. Mais recentemente foi consultora histórica das séries Conta-me Como Foi (RTP) e Depois do Adeus (RTP) e efetuou revisão histórica da série Os Filhos do Rock. Faz comentário no Diário Económico e na Antena 1.

José Manuel Fernandes, 7 de Abril de 1957. Jornalista desde 1976, passou por vários jornais e foi diretor do Público entre 1998 e 2009, mantendo hoje uma coluna semanal nesse jornal. É autor de vários livros, nomeadamente O Homem e o Mar, o Litoral Português (Círculo de Leitores/Gradiva), Diálogo em Tempo de Escombros (com D. Manuel Clemente, Pedra da Lua), Liberdade e Informação (Fundação Francisco Manuel dos Santos) e Era Uma Vez a Revolução (Alêtheia). Colabora, como professor convidado, com o Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.


Primeiros títulos da Série Clássica da Quetzal



A partir de 14 Fevereiro encontrará um novo amor nas bancas...

A partir de 14 Fevereiro encontrará um novo amor nas bancas...

Mais informações aqui: https://www.facebook.com/acreditaevenceras

«Silêncios» 2.ª Obra Poética do Filipe Marinheiro - Chiado Editora

Título: Silêncios
Autor: Filipe Marinheiro
Editora: Chiado Editora
Data de publicação: Dezembro de 2013
N.º de Páginas: 378
PVP: 10€

Chegou em Dezembro de 2013 às livrarias o novo livro de Filipe Marinheiro intitulado “Silêncios” pela Chiado Editora. A obra reúne cerca de 270 poemas inéditos em 378 páginas.

Em desdobramentos melancólicos entre poesia em prosa e verso, a realidade poética é uma densa complexificação que devora o universo e é, ao mesmo tempo, devorada por ele.

A escrita desta segunda obra do jovem poeta é pautada pela construção e desconstrução da linguagem, resultando numa poesia de transfiguração e transmutação, caracterizando o sujeito poético como plural, obscuro e enigmático. Léxicos múltiplos, caminhos diversos para dar a conhecer os diferentes acontecimentos da sensibilização, a fim de exprimir o que mais puro existe na existência. Em “Silêncios”, a rebeldia e fragmentação da linguagem quase que hipnotiza a atmosfera envolvente, desenvolvendo uma sobre-realidade alquímica e mística, purificando a própria palavra e o vazio absoluto.

A força motriz da sua obra concentra-se nesse excesso do sensível, duplamente graça e maldição. Se por um lado, confere acesso a mundos mágicos e ao encanto dos sentidos pela sensibilidade e imaginação, por outro lado, exponencia o sofrimento, a angústia, a dor, a revolta causada pela violência da opacidade e agressividade do mundo, realidade insuportável que estremece o seu universo poético. Poesia de deambulação, vigília inquieta, procura ofegante de espaço vital, grito infinito da fragilidade extrema do ser humano nesta subtil inércia das forças.

O leitor é arrastado por um turbilhão de sentidos, em desvios múltiplos, num excesso imagético — despido e desamparado encontrará a verdade do ser. Apesar de uma poesia marcadamente desassossegada e melancólica, a tónica da mensagem de Filipe Marinheiro é esperança de resolução do mundo pela suavidade, beleza e pelo amor.

Para que se possa melhor conhecer este autor, o único caminho é lê-lo, atravessar a obra para encontrar os seus próprios “Silêncios”.

É possível encontrar uma forte influência dos poetas: Al Berto, Herberto Helder, Artur Rimbaud, Mário Cesariny, Eugénio de Andrade, António Ramos Rosa, Lautréamont, Paul Verlaine, Stéphane Mallarmé, Charles Baudelaire, Paul Bowles, Antonio Gamoneda, entre outros...


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

TOPSELLER: O Primeiro Amor não se esquece...

Primeiro Amor, o mais recente livro de James Patterson, chega às livrarias nacionais no dia 30 de janeiro, já a pensar, claro, no Dia dos Namorados (288 ppI 15,49€).

Lançado este mês nos EUA, o novo romance do autor mais bem-sucedido em todo o mundo já conquistou os corações dos leitores em Terras do Tio Sam (Amazon.com), e promete ser a prenda perfeita para oferecer no dia 14 de fevereiro.

Baseado em acontecimentos reais da vida de James Patterson, este é um romance imperdível para quem gosta de história de amor. E, quem não se lembra do seu primeiro amor?

«Axi Moore era uma aluna aplicada. Mas não gostava de dar nas vistas e não contava a ninguém que o que realmente desejava era fugir de tudo. A única pessoa no mundo em quem confiava era Robinson, o seu melhor amigo, por quem estava secretamente apaixonada.


Quando finalmente decide seguir os seus impulsos e quebrar as regras, Axi convida Robinson para a acompanhar na sua longa viagem. Uma jornada intempestiva, marcada pela paixão oculta e pelo desejo de descobrir o mundo. Mas o que no início era apenas uma aventura livre e despreocupada em breve vai tomar um rumo perigoso e incontrolável. Envolvidos numa sucessão de acontecimentos violentos e dramáticos, os protagonistas são colocados à prova das mais variadas formas. Poderá a primeira grande paixão das suas vidas sobreviver a tudo, até que a morte os separe?»
Primeiro Amor é um romance extraordinariamente comovente, inspirado no próprio passado de James Patterson. Um testemunho sobre a força do primeiro amor e as suas consequências para o resto das nossas vidas.



James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos 25 anos.

Entre os seus maiores bestsellers estão também as coleções Private: Agência Internacional de Investigação, The Women’s Murder Club (O Clube das Investigadoras) e Michael Bennett. Patterson é também o autor que teve mais livros até hoje no topo da lista de bestseller e bestsellers do New York Times, segundo o Guinness World Records. Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 295 milhões de exemplares.

Patterson escreveu também diversos livros de grande êxito para jovens, entre os quais estão as séries Confissões, Maximum Ride, Escola e Eu Cómico. Em Portugal, James Patterson é publicado pela Topseller (Alex Cross, Private, NYPD Red,Confissões,Maximum Ride e Primeiro Amor) e pela Booksmile (séries juvenis Escola e Eu Cómico).




Novidades SELF - Janeiro e Fevereiro

Título: INFLUIR - Os Segredos Para Dominar A Arte da Persuasão
Autor: Enrique Alcat
Género: Desenvolvimento Pessoal
Palavras-Chave: Persuasão, influência, comunicação, objetivos, reflexão, técnicas, inteligência
Época: Atualidade
Tradutor: Luís Miguel Coutinho
Design/Ilustração de Capa: Banian Design
N.º de Páginas: 176
PVP: 14,95 €
Data de Lançamento: 2 de janeiro de 2014

A influência aprende-se. Este livro explica as técnicas mais poderosas, no âmbito pessoal e profissional, para conseguir alcançar os seus objetivos através da utilização de uma ferramenta poderosa chamada comunicação. A reflexão a que esta obra nos convida ajuda-nos a ser mais influentes no nosso meio mais próximo e a analisar porque é que os bons líderes, as pessoas poderosas e os ícones mediáticos conseguem alcançar os seus objetivos.
A influência forja-se com rigor, método e uma estratégia em que planeamos previamente os objetivos que pretendemos alcançar através da linguagem, dos nossos atos, das atitudes e de qualidades pessoais e profissionais que vão da sedução à imagem de marca, pelas técnicas de motivação, pela inteligência emocional, pelas capacidades de comunicação e pela capacidade de superação.
A influência não se improvisa. Pelo contrário, a capacidade de influenciar os outros prepara-se, e este livro ajudá-lo-á a aprofundar a difícil arte de persuadir, que é muito mais do que convencer, e a familiarizar-se com os segredos para utilizar a comunicação de forma a conseguir alcançar os objetivos que pretende na sua vida pessoal e profissional. O êxito depende de muitos fatores, apesar de a capacidade de influenciar ser a ferramenta mais poderosa para alcançar qualquer objetivo.

PORQUE TEM DE LER ESTE LIVRO?
1. Porque nos explica tudo o que precisamos de saber para dominarmos a arte da persuasão, da influência e da comunicação eficaz.
2. Porque Enrique Alcat é um autor com grandes capacidades comunicativas e contactos importantesnos principais meios.

Sobre o autor:
Enrique Alcat formou mais de cinco mil altos quadros de empresas multinacionais e PME, bem como líderes de opinião no seio das comunidades médica,  académica, científica e empresarial. Dirigiu mais de duzentas campanhas de  comunicação e participou na gestão e nas estratégias de mais de cem crises empresariais. Para além disto, faz parte da plataforma online Top Ten Business Experts.
Atualmente, é professor catedrático do Curso Superior de Gestão Empresarial e Direção de Comunicação da IE Business School e foi galardoado com o Prémio Manager Thinker 2010 pela sua contribuição e conhecimentos em matéria de comunicação com o mundo empresarial. É licenciado em Ciências da Informação pela Universidade de Navarra, doutorado pelo IESE e membro da Asociación de Directivos de Comunicación (DIRCOM). Em 2005, publicou a obra Y ahora ¿qué? (Empresa Activa) e Seis recetas para superar la crisis (Alienta). Dá, regularmente, conferências em fóruns de gestão nacionais e internacionais.  
 

Título: O Principezinho põe a gravata
Autor: Borja Vilaseca

Género: Desenvolvimento Pessoal / Negócios
Palavras-Chave: Fábula, Aprender, Carreira, Otimismo, Futuro
Época: Atualidade
Tradutor: Renato Carreira
Design/Ilustração de Capa: Banian Design
N.º de Páginas: 192
PVP: 14,95 €
Data de Lançamento: 06 de Fevereiro de 2014

12ª Edição em Espanha
42.000 exemplares vendidos

A consultora SAT não funciona bem: os funcionários estão descontentes, o chefe trata mal os seus subordinados, reinam o mal-estar e a desconfiança... Até que chega Pablo Príncipe, personagem otimista e entusiasta, baseada no Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry. Pablo é o novo gestor de pessoas e valores e revoluciona a empresa e a vida dos empregados com as suas inovadoras conceções sobre o autoconhecimento, o desenvolvimento pessoal e a inteligência emocional, ensinando-os a apreciar a mudança profunda que podem sentir os seres humanos e, por acréscimo, as organizações de que fazem parte, quando tomam consciência do seu verdadeiro potencial, colocando-o ao serviço de uma função necessária, criativa, sustentável e com sentido.
Em tom de fábula, Borja Vilaseca transforma um livro sobre liderança num relato inspirador que pretende divulgar valores de crescimento pessoal através de uma história exemplar. A finalidade deste livro é explicar os acontecimentos que levaram este herói anónimo a fazer o que fez e transmitir aos leitores uma mensagem importante: se estivermos realmente empenhados no nosso próprio desenvolvimento pessoal, é imprescindível que aprendamos a conhecer-nos melhor.

“O mundo inteiro abre alas quando vê passar um homem que sabe para onde vai.”

Sobre o autor:
BORJA VILASECA nasceu em Barcelona a 4 de fevereiro de 1981. Como jornalista, especializou-se em temas de responsabilidade pessoal, liderança em valores e economia consciente. Entre outras publicações, colabora com o El País Semanal (EPS) e com o suplemento económico Negocios, ambos do El País. É o fundador do mestrado em Desenvolvimento Pessoal e Liderança da Faculdade de Economia da Universidade de Barcelona, dirigindo-o desde 2009. É também sócio fundador da consultora Koerentia, especializada em acompanhar empresas no seu processo de autoconhecimento, desenvolvimento e liderança organizativa. Tentando encontrar o motivo o vazio existencial que costuma afetar os seres humanos, começou a interessar-se pela psicologia e pela filosofia ocidental aos dezanove anos. Em 2005, frequentou um curso de eneagrama que assinalou um ponto de viragem na sua busca. Desde então, estudou por sua conta os grandes mestres da sabedoria oriental e aprofundou as formas de sentir bem-estar e plenitude duradouros fazendo parte da sociedade atual. Como consequência deste processo de autoconhecimento, descobriu a sua verdadeira vocação. Em 2006, começou a ministrar cursos e conferências e, em 2008, publicou o seu primeiro livro: Encantado de Conocerme (Plataforma).  Atualmente, é professor do Porta22 (Barcelona Activa), na Fundação Ambit e em diferentes mestrados de coaching e inteligência emocional. O Principezinho põe a gravata é o seu segundo livro.



Novidade Casa das Letras: Na Sombra da Vida, de J.R. Ward

Título: Na Sombra da Vida
Autor: J.R. Ward
PVP: 21,90€

A «Irmandade da Adaga Negra» continua com um guerreiro vampiro a cruzar a linha entre a vida e a morte num mundo erótico.

Sobre o livro:
Desde a morte da shellan que Tohrment é uma sombra do líder vampiro de outrora. Fisicamente debilitado e profundamente destroçado, foi levado de volta à Irmandade por um anjo caído egocêntrico. De regresso à guerra com um desejo de vingança implacável, não está preparado para enfrentar um novo tipo de tragédia. Quando Tohr começa a ver a sua amada em sonhos – presa num mundo frio e isolado, longe da paz e da tranquilidade do Vápido – aceita a ajuda do anjo, na esperança de salvar quem perdeu. No entanto, como Lassiter lhe diz que tem de aprender a amar outra vez para libertar a sua antiga companheira, Tohr apercebe-se de que estão todos condenados...

É nessa altura que uma fêmea com uma história obscura começa a aproximar- -se dele. No cenário da guerra com os minguantes e com um novo clã de vampiros a almejar o trono do Rei Cego, Tohr debate-se entre o passado enterrado e um futuro escaldante e cheio de paixão... mas será capaz de libertar o coração, e a todos eles?

Sobre a autora:
J. R. Ward vive no Sul dos Estados Unidos, com o seu marido incrivelmente generoso e o seu amado golden retriever. Depois de se ter formado em Direito, começou a sua vida profissional na área da saúde, em Boston, tendo passado muitos anos como chefe de equipa de um dos centros clínicos do país. A escrita foi sempre a sua paixão, e a sua ideia de Céu é um dia inteiro com mais nada além do seu computador, o seu cão e a caneca de café. Este é o décimo volume da saga «Irmandade da Adaga Negra», a continuação de Na Sombra da Noite, Na Sombra do Dragão, Na Sombra do Pecado, Na Sombra do Desejo, Na Sombra do Sonho, Na Sombra do Amor, Na Sombra da Vingança, Na Sombra do Destino e Na Sombra do Perigo


Vermelho da Cor do Sangue - Pedro Garcia Rosado [Opinião]

Título: Vermelho da Cor do Sangue
Autor: Pedro Garcia Rosado
Editor: Asa
Colecção: Não Matarás
N.º de Páginas: 304
PVP: 4.90€

Sinopse:
Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto.
Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … E várias garrafas de Barca Velha.


A minha opinião: 
Com um estilo que já é habitual, Pedro Garcia Rosado levanta uma ferida que continua a ser bem presente na realidade portuguesa: a corrupção na política portuguesa e a impunidade dos mais poderosos.

Inserido na série "Não Matarás" da qual já li o primeiro livro A Cidade do Medo, este Vermelho da Cor do Sangue, como o nome e a capa sugerem está relacionado com o comunismo de Lenine, com a Máfia de Leste, com o PREC e com negócios pouco claros relativamente a jóias e a negócios da banca.

Tudo começa quando Joel Franco, o inspector já conhecido da série, é chamado ao local do crime. Um segurança foi morto na sequência de um assalto à casa do banqueiro do Banco Global, Ramiro de Sá. A reacção do banqueiro levanta suspeitas logo de início. Primeiro por não revelar o primeiro nome da vítima mortal e depois por não revelar o que foi roubado no cofre.

Além das jóias, foi retirado do cofre um passaporte pertencente a um emissário do partido comunista da União Soviética, Valentim Zadenko, que desencadeará uma onda de mortes, a maior parte delas arrepiantes.

O facto de ter muitos personagens de leste, inseridas em organizações diferentes, fez com que não entrasse logo de primeira no enredo. Mas depressa isso se dissipou. O autor criou, inclusive, uma lista das personagens e o seu papel na trama no início do livro, para que o leitor não se sinta perdido.

Presente em todos os livros que li de Pedro Garcia Rosado são os capítulos curtos, acompanhados por uma frase misteriosa, mas sempre reveladora do que se vai passar aí, o que facilita ainda mais a compreensão da narrativa.

Apesar de pertencer à mesma coleção, este livro não está directamente relacionado com o primeiro, apenas tendo em comum o inspector que investiga os casos, Joel Franco, podendo ler-se separadamente.

Fiquei ainda com mais curiosidade em ler o último livro da série, Triângulo, desejando que neste se solucione a estranha morte do amigo de Joel Franco, Augusto, que o marcou profundamente e que é sempre relembrado por ele em cada caso que tem em mãos.

Bom!


O primeiro livro da série "Não Matarás"
A Cidade do Medo - opinião aqui

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Porto Editora: Ficção - "A Rainha dos Sipaios", de Catherine Clément

Título: A Rainha dos Sipaios
Autor:
Catherine Clément
Tradução: Isabel St. Aubyn
Págs.: 280
PVP: 16,60 €

Lakshmi Bai é o nome da rainha indiana que inspirou Catherine Clément para o seu mais recente romance, A Rainha dos Sipaios, que será publicado pela Porto Editora a 24 de janeiro. Ainda hoje um símbolo de coragem, Lakshmi Bai foi o rosto de um dos principais movimentos de libertação nacional da Índia contra o domínio do Império Britânico, eternizado como Revolta dos Sipaios.
Com uma vasta obra publicada, que conta com mais de trinta livros, Catherine Clément regressa neste romance a um dos seus países de eleição, cenário de alguns dos seus romances mais emblemáticos. No catálogo da Porto Editora figura já o livro anterior da autora, Dez Mil Guitarras.

Sinopse:
Ela era a rainha de Jhansi, um reino livre do centro da Índia. Uma jovem viúva de trinta anos, impetuosa e altiva. Morreu na guerra, vestida de homem, as rédeas do cavalo entre os dentes, uma espada em cada mão e um colar de pérolas ao pescoço.
Este movimento de libertação nacional, conhecido por «revolta dos sipaios», dilacerou o ventre da Índia em meados do século XIX, quando os soldados indígenas de pele escura, conhecidos como «sipaios», se sublevaram contra os amos brancos, ou os «John Company», em referência à Companhia das Índias Orientais.
Muitas humilhações, muitos rajás destronados, muitas explorações… Certo dia, tudo explodiu. Nasceu a insurreição. A guerra de independência indiana durou dois anos, dois terríveis anos de vitórias e massacres, largamente comentados a partir de Londres por dois correspondentes de imprensa, Karl Marx e Friedrich Engels.

Quando a guerreira morreu, a Índia deixou de ser livre. Mas, ainda hoje, as crianças indianas aprendem na escola a canção que celebra a sua glória. Um destino fulgurante, cantado por todo um povo e contado com energia por Catherine Clément, que aqui reencontra a Índia que tão bem conhece.

Sobre a autora:
Filósofa e romancista, Catherine Clément nasceu em 1939, em Paris. Depois de ter publicado obras de filosofia, antropologia e psicanálise, converteu-se, com sucesso, à ficção. Entre os seus romances mais populares, contam-se A Senhora, Por Amor da Índia, A Valsa Inacabada, A Rameira do Diabo, A Viagem de Théo e O Último Encontro.


Imprensa:
O destino da rainha de Jhansi é tão fascinante como o de Cleópatra. Uma autêntica lição de História! Grandioso! Femme Actuelle
O leitor tem a sensação de estar a assistir em primeira mão a essa luta pela justiça e pela igualdade, enquanto se cultiva e entretém. Um grande romance histórico. Le Figaro Littéraire
Um romance histórico cativante […] difícil de pousar depois da primeira página. Ma Presse


Ex. Ministro de Economia, prof. Augusto Mateus e Especialista em economia Luso-Espanhola Antoni Espasa apresentam "A Vida que tu Mereces" - 22 de janeiro, CCB


No dia 22 de janeiro, pode assitir às intervenções do professorAugusto Mateus (ex.ministro de Economia) e do professor Antoni Espasa (especialista em economia luso-espanhola) sobre o livro e sobre a crise que afecta a todos e que não é apenas económica, mas também de valores, institucional, política e de justiça, dando lugar ao aumento do desemprego, dos níveis de corrupção e à falta de esperança.


Novidade Presença: O Lobo de Wall Street de Jordan Belfort

Título: O Lobo de Wall Street
Autor: Jordan Belfort
Título Original: The Wolf of Wall Street
Tradução: Fátima Andrade
N.º de Páginas: 520
Coleção: Grandes Narrativas n.º 568
PVP: 19,90€

Data de Publicação: 13 Setembro 2010
Data de Relançamento: 9 Janeiro 2014
Relançamento:
2ª edição
Alteração de capa – mesma imagem do filme.

Filme estreia a 9 de Janeiro de 2014
Autobiografia de Corretor Corrupto de Wall Street

A história verídica da ascensão e queda de um dos mais polémicos e mediáticos corretores da bolsa de Nova Iorque.

Esta é a autobiografia de Jordan Belfort, o jovem corretor de Wall Street que nos anos 90 se sobrepôs à lógica da economia, manipulou o mercado bolsista e ganhou uma fortuna incalculável. Uma história verídica e fulgurante, escrita num registo confessional mas com muito humor, onde Belfort relata ao pormenor a sua ascensão prodigiosa e a inevitável queda. Ganhou largas dezenas de milhões de dólares, mas o seu estilo de vida absurdamente megalómano levava-o a gastar à noite os milhares que ganhava de dia. Chamavam-lhe «O Lobo de Wall Street», e a própria máfia colocou operacionais na sua empresa para aprenderem com os seus métodos. Uma leitura atual e aliciante, que nos dá a conhecer os meandros do universo da bolsa nova-iorquina, agora adaptada ao cinema pelo realizador Martin Scorsese, com Leonardo Di Capprio como protagonista.

Sobre o autor: 
Jordan Belfort nasceu em Queens, Nova Iorque, em 1962. Foi um dos mais implacáveis corretores de Wall Street e acabou por ser preso por ato de manipulação do mercado bolsista. A sua autobiografia tornou-se um bestseller e está traduzida em cerca de quarenta países.

Género: Ficção e Literatura/Memórias Literárias.
Público-Alvo: Leitores de ambos os sexos, a partir dos 18 anos, interessados em temas de Gestão e Economia, Biografias e Memórias.

Citações Imprensa estrangeira:
«Uma autobiografia que se lê como um romance.» - Publishers Weekly

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

José Tolentino Mendonça no primeiro “Porto de Encontro” de 2014

O ciclo de conversas com escritores regressa com um dos nomes maiores da poesia contemporânea e estreia-se num espaço nobre do Porto: a Casa das Artes.
José Tolentino Mendonça é o convidado de Sérgio Almeida para a primeira edição de 2014 do “Porto de Encontro”, que se realiza no próximo domingo, dia 19 de janeiro, às 17:00, sendo de destacar as participações especiais de Rosa Maria Martelo e Luís Miguel Cintra. Desta vez, o local escolhido para esta sessão é a Casa das Artes, no Porto (Rua Ruben Andresen, n.º 210), um espaço que esteve encerrado durante quase uma década e que reabriu renovado em outubro de 2013.
Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça ocupa já um lugar de destaque na poesia portuguesa contemporânea. Editou o seu primeiro livro de poesia Os Dias Contados em 1990 e, desde então, tem diversificado a sua obra como poeta, ensaísta e tradutor. O seu mais recente livro, A Papoila e o Monge (Assírio & Alvim), que tem sido elogiado pela crítica, será apresentado  durante a sessão.

O “Porto de Encontro” é uma iniciativa promovida pela Porto Editora, pela qual já passaram escritores como Gonçalo M. Tavares, J. Rentes de Carvalho, Luis Sepúlveda, António Mega Ferreira, Francisco José Viegas, Mário Cláudio, Mário de Carvalho e Dulce Maria Cardoso. Esta XXIII edição conta com o apoio do Jornal de Notícias, Porto Canal, Direção Regional de Cultura do Norte, Rádio Nova, Bombonaria Bonitos (Foco), Barros Porto, Câmara Municipal do Porto e Livrarias Bertrand.


«Inferno no Vaticano» chega às livrarias no dia 22

Título: Inferno no Vaticano
Autor: Flávio Capuleto
N.º de Páginas: 280
PVP: 14,99 €
Nas livrarias a 22 de Janeiro
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC


Flávio Capuleto, o mais jovem romancista português, é um adolescente de 71 anos.
Escreveu um romance atrevido, chocante e erótico, Inferno no Vaticano.

Sinopse:
Há um morto nas catacumbas do Vaticano. Francesco Barocci, curador do Tesouro, é encontrado sem vida na Sala das Relíquias. Foi assassinado: chuparam-lhe o sangue. Há bispos e cardeais em pânico. Um português, o inspector Luís Borges, e uma simbologista, a escaldante Valeria Del Bosque, encarregam-se da investigação.

Um tesouro que todos conhecem e todos querem esconder, uma conspiração que ameaça o Papa, uma sociedade secreta que semeia as igrejas de cadáveres. São estes os mistérios que o inspector e a simbologista têm de decifrar. Uma batalha cruel, florentina, com mais ouro e sexo do que incenso e mirra.

Os livros estavam cuidadosamente alinhados nas prateleiras, como cardeais num concílio.
Quebra-Queixo mostrou o seu espanto:
– Dez mil obras, entre as quais o Codex Vaticanus! Um tesouro bibliográfico que a cúria quer levar para a Biblioteca Apostólica.
Piero deu uma gargalhada.
– Até que isso aconteça, muita água irá correr por baixo das pontes do Tibre.
Barberino exacerbou-se. Filho da puta, disse baixinho. De repente, o padre descobriu uma pintura estranha numa das paredes da biblioteca: o símbolo dos Filhos da Luz. É esse mesmo símbolo que deves ter no braço, cretino!
E, sem que o monge se apercebesse da cilada, o padre arrancou do bolso falso da batina um spray para o neutralizar.

Sobre o autor:
É o mais novo romancista português: tem 71 anos e este Inferno no Vaticano é o seu grande romance, a aposta da sua vida. Estudante vagabundo, autodidacta convicto, leu Romeu e Julieta aos 11 anos, o que explica a mudança do apelido para Capuleto.
Leu muito, viveu mais: de um escritório de advogados a soldado em Angola, passando por uma fábrica de malas de viagem, fez tudo até ser dono de um aviário de frangos. Fartou-se. Não queria frangos, queria livros. Começou por vendê-los, como distribuidor, às livrarias. Decidiu, agora, escrevê-los e é como se a sua vida começasse de novo. Inferno no Vaticano é o romance atrevido, chocante e erótico do mais jovem romancista português, Flávio Capuleto, adolescente aos 71 anos.


A sessão de lançamento de «Inferno no Vaticano» decorre no sábado, dia 1 de Fevereiro, às 17h00, na Biblioteca Municipal de Santa Maria Feira, com apresentação do Prof. Roberto Carlos Reis.



Domingo, 19: Maria Areal apresenta livro no renovado Hotel Minho

A poetisa e contista Maria José Carvalho Areal apresenta o seu novo livro de contos ‘Na Eira dos Pardais’ no Hotel Minho, este domingo, 19 de janeiro, às 16h. Editado com a chancela Chiado Editora, esta obra conta com os oradores convidados D.ª Isabel Lima e Prof. António Garrido.
Maria José Peixoto de Carvalho Areal nasceu em Cristelo Covo, Valença do Minho, em 1951. Estudou nas universidades do Porto, Braga e Santiago de Compostela e foi docente. As suas obras de poesia incluem Pedaços de mim (1999), À deriva (2004) e Sabor a sal e a mel (2006). Foi coordenadora e coautora dos Vol. I e II de Pedaços de Memórias – Itinerários no tempo e no Espaço – Narrativas (2009-10) e prestou voluntariado em diversas organizações. A poesia e a dança são o seu patamar de voo no amarro da vida.



Sobre o livro:
Título: Na Eira dos Pardais
Autor: Maria José Carvalho Areal
Páginas: 110
Editora: Chiado Editora
PVP: €10.00
Publicação: 16 de Janeiro

Sinopse:
“Na eira dos pardais”, obra em contos tecida, a mulher e o rio, assumem o fio condutor das narrativas /memórias, levando-nos por caminhos, carreiros e veredas, no encontro da floresta da vida. Escutar os sons abertos, agachados, longínquos; saber dos gostos e das emoções que nos foram sendo outorgados; usufruir dos sabores a sal e a mel nos voos alados e entrecortados; aceitar as perdas e as alforrias e de mais demandas, estabelece, imputa e arrasta-nos para um acto, intencionalmente provocatório, na tomada de consciência de cada um de nós. Neste caminhar nunca sentiremos pressa de chegar. Não há um fim à vista, mas um advento de um tempo que ser quer regenerado na continuidade da própria vida.
Queremos e almejamos que a “Na Eira dos Pardais” seja uma porta franqueada para a memória colectiva e uma janela escancarada, por onde possa passar luz e aragem, quanto baste, no varrer da poeira dos amuos e dos preconceitos, que às vezes, e são tantas as vezes, vão tomando conta de nós.
É nosso desígnio, que cada leitor saiba de si no encontro do tempo, no abraço dos espaços, no olhar espargido e casto bem por dentro das personagens que lhe dão cor, aroma, textura, vida.

Alfaguara publica A invenção do amor, de José Ovejero, Prémio Alfaguara 2013

Título: A invenção do amor
Autor: José Ovejero
N.º de Páginas: 288
PVP: 15€

Uma história de amor inventado, absolutamente real.

A Invenção do Amor passa-se em Madrid, nos dias de hoje, e narra a história de Samuel, que se apaixona por uma mulher que já morreu e que ele nem sequer conhecia. A partir daí, decide-se a reinventar-lhe uma vida, fazendo do leitor cúmplice na capacidade do ser humano para se enganar a si mesmo.

Do seu terraço, Samuel observa a agitação quotidiana de Madrid, repetindo para si próprio que tudo está bem. Sobreviveu aos quarenta, a "idade maldita", não tem filhos, e as mulheres entram e saem da sua vida sem nunca pronunciarem as palavras "para sempre".

Uma madrugada, alguém lhe comunica por telefone que Clara, sua ex-namorada, morreu num acidente. De ressaca, Samuel é incapaz de explicar que não conhece nenhuma Clara. Impelido por um misto de curiosidade e enfado, decide ir ao velório. É então que, fascinado pela possibilidade de usurpar a identidade da pessoa com quem o confundem, Samuel ficciona uma história de amor com Clara, que vai partilhando com Carina, a irmã desta. Samuel vê nesse jogo de ilusões a possibilidade de reinventar a sua existência e de, por fim, se sentir vivo. À medida que a memória de Clara vai ganhando verdadeira forma na sua cabeça, vai crescendo também a atracção que sente por Carina - e Samuel começa a perder o controlo do jogo que criou. Irá o amor que inventou ser a sua salvação ou a sua perdição?

Este romance tem todos os elementos de um thriller clássico. Narrado na primeira pessoa, a voz inquisitiva e irónica do protagonista vai desvelando as imposturas do amor e, ao mesmo tempo, a sua absoluta necessidade.

Nesta obra, o autor reflecte sobre a actual situação do país e sobre uma geração de homens e mulheres, agora nos quarenta, cujas vidas pouco ou nada se parecem com aquilo que idealizariam para si mesmos, se lhes fosse possível idealizar.

Sobre o autor:
José Ovejero nasceu em Madrid em 1958. A sua paixão pela literatura e pelo jornalismo leva-o a dividir a sua vida entre a cidade-natal e Bruxelas. Romancista, contista, ensaísta, dramaturgo e poeta, por todos estes géneros recebeu diversos prémios literários. Pelo último romance, A Invenção do Amor, foi destacado com o Prémio Alfaguara de Romance em 2013.

O que diz a crítica:
«Neste romance, José Ovejero deixa de encarar o amor de soslaio, como fazia nos seus poemas, narrativas ou ensaios, para o encarar de frente. Sereno. Reflexivo. Como um grande aliado na reinvenção do seu protagonista Samuel. E também como aliado para descrever a realidade social soçobrante de Espanha (…) A obra inscreve-se numa tendência literária que devolve a temática amorosa ao epicentro da narrativa, como protagonista dos romances de grandes autores e, através dele, dá conta da realidade.» Winston Marques, El País

«Só o facto de, neste romance, o amor ser, pelo menos e num primeiro momento, literalmente uma mentira consciente, é, logo à partida, um manifesto anti-romântico.» Ernest Alós, El Periódico de Catalunya

«Uma história de azares, fracassos, amores perigosos e perdas individuais e colectivas, com o bairro madrileno de Tirso de Molina como pano de fundo.» Borja Hermoso, El País

«Chegará, sem dúvida, a muitos leitores, por ser uma história com muitas leituras diferentes.»Jordi Puntí, Membro do Júri, XVI Prémio de Romance Alfaguara 2013

Miguel Miranda regressa ao conto: A Fome do Licantropo e Outras Histórias é o novo livro do autor

Título: A Fome do Licantropo e Outras Histórias
Autor:
Miguel Miranda
Págs.: 176
Capa: Mole com badanas
PVP: 15,50 €

O novo ano arranca, na Porto Editora, com A Fome do Licantropo e Outras Histórias, um livro de contos de Miguel Miranda dedicado aos ofícios, ocupações ou talentos, dos mais comuns aos mais inacreditáveis, que chega às livrarias a 24 de janeiro.
Um descendente do Abominável Homem das Neves, uma quiromante ciumenta e um meteorologista que prevê o fim do mundo são alguns dos vários personagens que integram este livro simultaneamente divertido e original, que marca o regresso de Miguel Miranda ao conto, depois de um interregno de 10 anos. O seu primeiro livro no género, Contos à Moda do Porto, recebeu, em 1996, o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores.

Sobre o livro:
A Fome do Licantropo e Outras Histórias é um conjunto de vinte e cinco contos, ordenados alfabeticamente, onde se abordam artes, ofícios e vocações, das mais vulgares às mais estranhas e inopinadas. Este mostruário (ou «monstruário») não exaustivo viaja por territórios do absurdo e da insanidade da natureza humana, iluminando as zonas de penumbra de vidas aparentemente vulgares. Entre outros, causarão perplexidade os acontecimentos na cidade de Malvados durante a visita do vedor, a verdadeira história da morte do grande mestre de xadrez Alekhine, a fixação por gardénias do jardineiro, a absintaria do recoveiro, a filosofia de vida do soba, as peripécias do yeti, do zombie ou do licantropo.

Sobre o autor:
Miguel Miranda é médico e autor de vários romances, livros de contos e livros infantis, tendo recebido o Grande Prémio de Conto da APE por Contos à Moda do Porto, o Prémio Caminho de Literatura Policial por O Estranho Caso do Cadáver Sorridente e o Prémio Fialho de Almeida por A Maldição do Louva-a-Deus.
Está traduzido em Itália e França e representado em diversas coletâneas. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso, Todas as Cores do Vento e A Paixão de K.

Imprensa:
Sobre Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso:
Miguel Miranda oferece-nos um texto extraordinariamente hilariante, pleno de ironia e humor, num acerto de mestre. Nada está a mais ou a menos na evocação dos lugares do Porto, na construção dos personagens, beliscando-lhes a alma, o carácter, o aspeto físico. Ler

Sobre Todas as Cores do Vento:
Miguel Miranda cria descrições miméticas de estados de alma com poucas palavras e adjetivação equilibrada. Expresso

Sobre A Paixão de K:
Mais uma empolgante, intrigante e divertida história de paixões (de afetos e ideários). Jornal de Letras