quinta-feira, 11 de setembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Terceira Revolução Industrial - um livro indispensável para se compreender a revolução global em curso

A Terceira Revolução Industrial mostra-nos como a nova era da informação está a transformar a energia, a economia e o mundo. Jeremy Rifkin é um dos pensadores mais influentes da atualidade e as suas teses têm sido acolhidas por líderes mundiais dos mais variados quadrantes políticos e ideológicos, de François Sarkozy a José Luis Rodriguez Zapatero, de Angela Merkel a Gianni Alemanno.

«Jeremy Rifkin sempre esteve à frente do seu tempo. A Terceira Revolução Industrial confirma que os tempos chegaram até si. Já não é possível ignorar as suas visões sobre o futuro da humanidade.»
Calestous Juma, Harvard Belfer Center for Science and International Affairs, John F. Kennedy School

«Jeremy Rifkin afirma que a energia verde e a Internet irão revolucionar a sociedade e o ambiente… com a União Europeia já a bordo, é uma grande ideia com muito fundamento.» Nature

«Com uma argumentação impecável… uma discussão fascinante e entusiasmante que visa o ultrapassar da nossa sociedade em nome de um modelo de distribuição e colaboração.»  Publishers Weekly

«Rifkin liga as duas grandes tecnologias do século XXI – a Internet e as energias renováveis –, oferecendo-nos uma poderosa e original visão económica para o futuro. Enquanto tentamos recuperar a economia, criar milhões de postos de trabalho e um futuro sustentável para os nossos filhos, A Terceira Revolução Industrial é um guia indispensável.» Arianna Huffington – Presidente e Diretora Editorial do Huffington Post Media Group

«O pensamento criativo de Jeremy Rifkin tem inspirado políticos e cidadãos. Este livro mostra-nos o papel fundamental que as energias renováveis e as tecnologias modernas terão na nossa transição para uma economia não dependente de combustíveis fósseis.» José Manuel Durão Barroso

Entrevista à Forbes:
http://www.forbes.com/sites/terrywaghorn/2011/12/12/jeremy-rifkins-third-industrial-revolution/

Entrevista à Bloomberg Businessweek:
http://www.businessweek.com/articles/2013-09-26/china-and-the-third-industrial-revolution

 

Novidade Marcador: O Rei de Ferro e a Rainha Estrangulada

Título: O Rei de Ferro e a Rainha Estrangulada
Autor: Maurice Druon
Editora: Marcador
Nº de Páginas: 504
PVP 19,95€
À venda a partir de 3 de Setembro

O Rei de Ferro – Filipe, o Belo – é frio, cruel, silencioso, e governa o reino sem hesitações. Apesar disso, não consegue dominar a própria família: os filhos são fracos e as esposas, adúlteras, ao mesmo tempo que a sua filha de sangue, Isabel, é infeliz no casamento com o rei inglês – que parece preferir a companhia de homens.
Empenhado na perseguição aos ricos e poderosos Templários, Filipe sentencia o grão-mestre Jacques de Molay a ser queimado na fogueira, atraindo sobre si uma maldição que vai destruir o futuro da sua dinastia.
Morre nesse mesmo ano, deixando o reino em grande desordem.
O seu filho é nomeado rei, mas com a esposa presa e acusada de adultério, é incapaz de gerar um herdeiro e de garantir a sucessão.
Enquanto a cristandade espera um papa e as pessoas estão a morrer de fome, as rivalidades, intrigas e conspirações vão despedaçar o reino e levar barões, banqueiros e o próprio rei a um beco sem saída, ao qual só parece ser possível escapar pelo derramamento de sangue.

«SE É APAIXONADO POR HISTÓRIA OU UM FÃ DE FANTASIA, ESTE ÉPICO IRÁ PRENDÊ-LO DA PRIMEIRA À ÚLTIMA PÁGINA. MAURICE DRUON É O MELHOR ROMANCISTA HISTÓRICO DESDE ALEXANDRE DUMAS» George R. R. Martin

Sobre o autor:
Maurice Druon nasceu em Paris a 23 de Abril de 1918 e morreu em Abril de 2009. Licenciado em Ciências Políticas, durante a Segunda Guerra Mundial foge, através de Espanha e Portugal, para se juntar às fileiras Resistência francesa em Londres. Herói da Resistência francesa, cavaleiro do Império Britânico e condecorado com a Grã-Cruz da Legião de Honra Francesa, foi também membro da Academia Francesa e é unanimemente considerado dos maiores romancistas franceses.



FIL Literary Award atribuído ao escritor italiano Claudio Magris

O escritor italiano Claudio Magris venceu a edição deste ano do prestigiado FIL Literary Award. O prémio, no valor de $150,000, é outorgado anualmente a escritores de línguas românicas e distingue o conjunto da respetiva obra. A entrega do prémio será realizada durante a inauguração da Feira do Livro de Guadalajara, no México, no próximo dia 29 de novembro. Entre os anteriores galardoados contam-se grandes nomes da literatura contemporânea como o poeta chileno Nicanor Parra, os romancistas brasileiros Rubem Fonseca e Nélida Piñon e António Lobo Antunes.
A Quetzal tem vindo a publicar a obra de Claudio Magris, em que se destacam Danúbio, A História Não Acabou, Às Cegas e Alfabetos, livro que o escritor apresentou o ano passado na Casa Fernando Pessoa.


quarta-feira, 10 de setembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Casa das Letras: O Bom, O Mau e o Peludo de Tom Cox

Título: O Bom, O Mau e o Peludo
Autor: Tom Cox
N.º de Páginas: 288
PVP: 17,90€

Venha conhecer O URSO – o gato que transporta o peso do mundo sobre os seus ombros peludos e cujos olhos sábios e semelhantes aos de um mocho parecem perguntar: Por favor, podes dizer-me porque é que sou um gato? Tal como muitos intelectuais, O Urso teria preferido uma vida calma de solidão com imenso tempo para contemplar desoladamente o mundo e refletir sobre os males da sociedade.
Lamentavelmente está condenado a passar os seus dias rodeado de felinos com QI significativamente inferiores ao seu…
RALPH: um tigrado belo e vaidoso, que morre de medo do estendal da roupa.
SHIPLEY: um rufia malcriado e campeão da caça aos ratos, que fica insensível quando virado de cabeça para baixo.
ROSCOE: uma gatinha ferozmente independente, atormentada pela sua sósia no espelho.
E, depois, há o Tom, que escreve com a graça e encanto muito próprios sobre as inesperadas aventuras inerentes a uma vida à inteira disposição de quatro gatos… ou três gatos e um poeta sensível que, por acaso, tem trinta centímetros de altura e está coberto de pelo.

Sobre o autor:
Tom Cox é autor de diversos best-sellers, incluindo dois livros de memórias sobre as suas aventuras com os seus amigos gatos: O Bom, o Mau e o Peludo e Talk to the Tail.
Cox encontra-se no Twitter em @cox_tom e nos seus blogues em:
www.littlecatdiaries.blogspot.co.uk e
www.tomcoxblog.blogspot.co.uk

Esboço de um Sonho é o livro de poesia de Ana Cristina Gomes


Título: Esboço de um Sonho
Autor:
Ana Cristina Gomes
Páginas: 67
Editora: Poesia Fã Clube

Sinopse:
Este livro não é mais que um conjunto de sentimentos expressos em palavras. São poemas de momentos, de sensações, de experiências que ficam perpetuados na escrita de um papel que não desaparecerá com o tempo.

Excerto do prefácio:
“Aprendi a ler com os poetas. Quis ser poeta. Perceber como se escrevem aquelas palavras quando um coração chora e uma alma uiva de dor. Quis sentir como se sente um poeta. Uma alma ferida, uma alma incompleta que se completa na incerteza de ser. Quis viver nas palavras, adormecer nos poemas. Olhar as estrelas e ler nelas um poema de amor. Ser poeta a tempo inteiro, esse sonho que acorda em mim e que acompanha os meus passos. Poesia, poemas, nada de rimas, apenas a essência de uma alma sincera na sinceridade do que escreve. Uma alma despida de adereços.

Escrevo para mim. Escrevo para recordar os momentos. Escrevo na terapia da alma. Uma escrita solitária. Uma escrita de uma só pessoa. Uma escrita sem público.”
Disponível em:

Livro:
http://www.poesiafaclube.com/store/ana-cristina-gomes-esboco-de-um-sonho

Ebook:
http://www.poesiafaclube.com/store/esboco-de-um-sonho-de-ana-cristina-gomes

Sobre a autora:
Ana Cristina Gomes, 32 anos, nascida em Setembro de 1982.
Estudou na Escola Secundária Mães D´Água tendo nascido aí o “namoro” e as primeiras tentativas de poemas.
Licenciou-se em Comunicação Social.
A paixão pela escrita foi sempre crescendo, sendo muitas vezes uma espécie de amparo das emoções vividas e sentidas.

Outras atividades:
- Membro do Banco de Voluntariado da Amadora
- Membro da direção do Centro Cultural de São Brás
- Cursos / Workshops de escrita e eventos

O Nadador - Joakim Zander [Opinião]

Título: O Nadador
Autor: Joakim Zander
Páginas: 464
Editor: Suma de Letras
PVP: 17,70€

Sinopse:
Damasco. Uma noite quente no princípio dos anos 80. Um agente americano entrega a sua bebé a um destino incerto, uma traição que jamais se perdoará e que será o começo de uma fuga de si próprio. Até ao dia em que não pode continuar a esconder-se da verdade e se vê obrigado a tomar uma decisão crucial.
Trinta anos depois, Klara Walldéen, uma jovem sueca que trabalha no Parlamento Europeu, vê-se envolvida numa trama de espionagem internacional na qual está implicado Mahmoud Shammosh, o seu antigo amante e ex-membro das forças especiais do exército sueco.
Klara e Mahmoud transformam-se no alvo de uma caçada através da Europa, um mundo onde as fronteiras entre países são tão ténues como a linha que separa um aliado de um inimigo, a verdade da mentira, o passado do presente.

A minha opinião:
Anos 80. Uma forte explosão termina na morte de uma diplomata do Ministério dos Negócios Estrangeiros. A bebé que ia consigo consegue sobreviver porque o corpo da mãe serve de escudo para salvá-la. Esta dura morte torna ainda decisões mais duras. O pai da bebé de dois meses tem de votá-la a um futuro incerto. E nada sabe dela durante mais de trinta anos. Vivendo em permanente culpa por ter sido obrigado a abandonar a sua filha, este homem vive num sofrimento atroz que só se colmata com a realização do seu passatempo preferido: a natação.

Actualidade: Klara Walldéen, formada em direito e a trabalhar no Parlamento Europeu nem imagina como a sua vida vai mudar depois de receber um telefonema estranho do seu ex-namorado e seu verdadeiro amor, Mahmoud Shammosh, um homem ligado, no passado, às forças especiais suecas. Depois de se encontrarem começam a ser perseguidos e notam que correm perigo de vida, sem saberem o porquê de tal situação.

O certo é que até a polícia secreta sueca está contra eles.

O Nadador é um thriller mais virado para a espionagem, podendo não criar tantos adeptos como os policiais, mas agarrou-me quase desde o início. Gostei de acompanhar a vida de Klara, uma jovem promissora, workaholic, que vive um relacionamento superficial com um deputado francês, que tem uma vida dupla, a forma como o autor centra a história em vários aspectos actuais, como a guerra na Síria é disso exemplo.

O livro ganha um ritmo alucinante quando Mahmoud é contactado por um ex-colega que ao tentar contar-lhe o que guarda dentro de um cofre, morre ao seu lado num banco do jardim. Aí tudo parece fugir-lhe aos seus pés. Sem compreender o que se está a passar e em que está envolvido, Mahmoud vê-se perdido e sem contactos a quem recorrer a não ser à sua antiga namorada. No entanto, ambos não sabem porque estão a fugir e de quem.

Pelo caminho surge ainda George Loow, um lobista sueco, que se vê envolvido num grupo, aparentemente terrorista, que o sequestram para que este sirva de tradutor do sueco para o inglês. George sente que foi enganado e que o seu fim poderá estar próximo...

O Nadador surpreendeu-me pela positiva. Joakim Zander cria situações a um ritmo alucinante que fazem com que o leitor se deixe sentado no sofá e só se levante depois do virar da última página.  

Excerto: 
"A política é a única coisa que atrasa a vitória de David sobre Golias. Uma pequena vitória na eterna luta pelo estatuto."

Mustang Branco, de Filipa Martins, a 19 de setembro nas livrarias

Título: Mustang Branco
Autor: Filipa Martins
Género: Literatura / Ficção
N.º de páginas: 256
Data de lançamento: 19 de setembro
PVP: 16,60€

«Uma escrita assaz adjetivada, às vezes extravagante, que cativa e prende.» Isabel Teixeira da Mota, Jornal de Notícias

Uma mulher cresce protegida pela austeridade do pai – um Coronel – que, para além do bem-estar da família, tem como paixão um Ford Mustang branco titânio a rolar nas estradas da cidade da Beira, em Moçambique. Alheada da guerra civil que domina a ex-colónia portuguesa, apaixona-se pela pele curtida de um guerrilheiro. Vinte anos mais tarde, no seu apartamento, numas minúsculas águas-furtadas em Saint-Germain-des-Près, ela continua marcada pelas lembranças que tem deste catanador de chissamba – Caju, de seu nome, tal como o fruto.
Quando um conjunto de acasos a leva ao septuagésimo nono andar da Torre Montparnasse, reencontra o seu velho amor no ambiente cosmopolita de Paris, apertado pelos fatos cintados da alta-costura e de braço dado com o dinheiro. De imediato, é enredada numa teia de negociatas de contornos densos, misteriosos e devassos que a conduzem à prisão – e ao passado.

Sobre a autora:
Filipa Martins nasceu em Lisboa, em 1983. É jornalista desde 2004, tendo colaborado em publicações como o Diário de Notícias, Notícias Magazine, Evasões e o jornal i. Recebeu o Prémio Revelação em 2004, na categoria de ficção, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com Elogio do Passeio Público, o seu primeiro romance, publicado em 2008. Obteve ainda o prémio Jovens Criadores do Clube Português de Artes e Ideias, com o conto Esteira. O seu segundo romance, Quanta Terra, foi publicado em 2009.
Prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores em 2005
«Filipa Martins domina com eficácia e beleza (…) a língua e o léxico.» Sara Figueiredo Costa, Time Out
«Filipa Martins não facilita, nem a si nem aos outros.» João Villalobos, LER


A Coleção Mateus, de Ana Garcia Martins - Autora do blogue A Pipoca Mais Doce lança-se na literatura infantil

Título: Quem deu um pum?
Autor:
Ana Garcia Martins
Págs.: 32
Capa: dura
PVP: 9,90 €

A 19 de setembro, chega às livrarias portuguesas o primeiro título da Coleção Mateus, com o qual Ana Garcia Martins, autora do blogue A Pipoca Mais Doce (o blogue pessoal mais visitado em Portugal), vai acompanhar o crescimento do filho Mateus, de um ano. Quem deu um pum? é o título de estreia da autora na literatura para crianças.
Em 2011, escrevia-se no jornal Público: «Ana Garcia Martins conseguiu o que muitos ambicionam e poucos conseguem: fazer do seu blogue o seu principal ganha-pão.» Efetivamente, Ana Garcia Martins é um caso ímpar em Portugal. Tornou-se uma empresária de sucesso a partir do reconhecimento que alcançou com o blogue que mantém desde 2003 e que acumula 50 milhões de visitas. Mas é também uma mãe babada. Não espanta, por isso, que depois de ter criado uma loja e uma marca próprias, e já com outros dois livros publicados em áreas distintas, Ana Garcia Martins se lance na literatura infantil com uma coleção dedicada ao filho Mateus.


Sinopse:
Há um cheiro estranho pela casa. Um misto de esgoto com ovos estragados que está a dar com a mãe em doida. Afinal, é só um cheiro a pum. Mas quem é que o terá dado? O Mateus é o bebé mais especial do mundo. Faz fita para comer, luta para não dormir, gatinha pela casa toda, puxa o rabo ao cão, chora porque sim, quer colo a toda a hora. Mas… os bebés não são todos assim? São, claro, mas para as suas mães são também os mais especiais. Esta mãe não é exceção, por isso decidiu contar as proezas e as malandrices do seu bebé numa coleção que só podia ter um nome: Mateus.

Sobre a autora:
Ana Garcia Martins nasceu em Lisboa em 1981. Licenciou-se em Ciências da Comunicação, na Universidade Nova de Lisboa, e pós graduou-se em Comunicação, Protocolo e Relações Públicas, em Madrid, e também em Marketing Management e em Consultoria de Imagem. Estagiou na Antena1/Antena 3, foi jornalista de Cultura e Sociedade no jornal A Capital e editora da secção de Consumo da Time Out Lisboa durante cinco anos. É autora do blogue A Pipoca Mais Doce, que, desde 2003, contabiliza 50 milhões de visitas, e de dois livros: A Pipoca Mais Doce e Estilo, Disse Ela. Abriu uma loja (Bazaar Chiado) e criou uma marca.


terça-feira, 9 de setembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Sessão de lançamento de «Viagem ao Fim do Coração», de Ana Casaca



Lista para o Man Booker Prize já foi divulgada

A lista do Man Booker Prize 2014 foi divulgada hoje. Dos 13 nomeados estão 6 britânicos, 2 irlandeses, 1 australiano e 5 norte-americanos. O vencedor é anunciado a 14 de Outubro.
E os nomeados são:
  1. Joshua Ferris (EUA) – To Rise Again at a Decent Hour
  2. Richard Flanagan (Austrália) – The Narrow Road to the Deep North
  3. Karen Joy Fowler (EUA) – We Are All Completely Beside Ourselves
  4. Siri Hustvedt (EUA) – The Blazing World
  5. Howard Jacobson (Reino Unido) – J
  6. Paul Kingsnorth (Reino Unido) – The Wake
  7. David Mitchell (Reino Unido) – The Bone Clocks
  8. Neel Mukherjee (Reino Unido) – The Lives of Others
  9. David Nicholls (Reino Unido) – Us
  10. Joseph O’Neill (Irlanda) – The Dog
  11. Richard Powers (EUA) – Orfeo
  12. Ali Smith (Reino Unido) – How to Be Both
  13. Niall Williams (Irlanda) – History of the Rain

As Mulheres Contra a Ditadura, de Cecília Honório, a 12 de setembro nas livrarias

Título: As Mulheres Contra a Ditadura
Autor: Cecília Honório
Género: História / Memórias
N.º de páginas: 340
Data de lançamento: 12 de setembro
PVP: 17,70€

A primeira “elite” de mulheres que lutou contra a ditadura no pós-guerra nasceu no Movimento de Unidade Democrática Juvenil (MUDJ, 1946-1957).
Filhas de juízes, de conservadores, de médicos, advogados, militares, ou de empresários, filhas de oposicionistas, republicanos sobretudo, elas foram jovens escolarizadas à procura de respostas políticas novas, diferentes das de seus pais. Burguesas, muitas universitárias, que arrastaram operárias e trabalhadoras rurais para o MUDJ, com a sua capacidade de liderança e de organização.
Este trabalho destina-se a dar visibilidade às raparigas do MUDJ, que arriscaram, estiveram presas, leram livros proibidos, recrutaram, discursaram, militaram nas campanhas, discutiram animadamente nos cafés, e desafiaram até a moral e os bons costumes do tempo, com a sociabilidade mista, que juntava raparigas e rapazes nos passeios no campo, nos piqueniques, ou cantando Lopes Graça. Vai à procura das que começaram a sua vida política no MUDJ e das muitas que passaram da luz à sombra, mesmo quando não desistiram de lutar contra a ditadura.



Sobre a autora:
Cecília Honório nasceu em 1962. Professora de História, doutorada em História das Ideias Políticas, deputada, publicou Manuel Fernandes Tomás (1771-1822), (AR/Texto Ed., 2009), Os Donos de Portugal, com outros autores (Afrontamento, 2010), A Natureza e o Homem nos caminhos do saber e do poder (INCM, no prelo).



Apresentação da obra de estreia de João Felgar com Leonor Xavier



segunda-feira, 8 de setembro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Assírio & Alvim - Novidades - Stefan Zweig e Sophia de Mello Breyner Andresen

Título: Livro Sexto
Autor:
Sophia de Mello Breyner Andresen
Prefácio: Gustavo Rubim
N.º de Páginas: 112
PVP: 13,30 €

Título: Geografia
Autor:
Sophia de Mello Breyner Andresen
Prefácio: Frederico Lourenço
N.º de Páginas: 128
PVP: 13,30 €

No próximo dia 12 de setembro chegam às livrarias as novas edições de Livro Sexto e Geografia, de Sophia de Mello Breyner Andresen, com prefácios, respetivamente, de Gustavo Rubim e Frederico Lourenço.
Embora, cronologicamente, Livro Sexto seja o sétimo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora optou por este título para vincar a opção que tinha tomado relativamente ao livro O Cristo Cigano — de facto o seu sexto livro — retirando-o da sua obra poética. Uma opção que só abandonou já neste novo século.
De Geografia citamos Frederico Lourenço, no seu prefácio a esta edição: «Trata-se de um livro cujo carisma de perfeição tenho vindo a confirmar renovadamente através de sucessivas releituras ao longo de várias décadas: livro onde não encontro somente alguns dos momentos mais altos da obra da autora, porque nele se encontram alguns dos momentos mais extraordinários de toda a história da poesia em língua portuguesa. Digo mais: Geografia contém enunciados poéticos que disputam com famosos versos de Virgílio, de Racine e de Keats a palma do verso mais belo da literatura universal.»

Sobre a autora:
Sophia de Mello Breyner Andresen nasce a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passa a infância. Entre 1936 e 1939 estuda Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publica os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Casada com Francisco Sousa Tavares, passa a viver em Lisboa. Tem cinco filhos. Participa ativamente na oposição ao Estado Novo e é eleita, depois do 25 de abril, deputada à Assembleia Constituinte.
Autora de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreve também contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. Recebeu entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. A sua obra está traduzida em várias línguas. Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa.

Título: Mendel dos Livros
Autor:
Stefan Zweig
Tradução do alemão, apresentação e notas: Álvaro Gonçalves
N.º de Páginas: 88
PVP: 7,70 €
Coleção: Gato Maltês

A 12 de setembro, a Assírio & Alvim lança — na coleção Gato Maltês — Mendel dos Livros, uma obra de Stefan Zweig até agora inédita em Portugal.
Traduzida diretamente do alemão por Álvaro Gonçalves, esta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal diário vienense Neue Freie Presse, de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a história de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido há anos em Viena como alfarrabista/vendedor de livros ambulante, e cujo único interesse eram os livros que comprava e vendia a universitários e académicos de Viena. Esta história constitui, espantosamente, a antecipação em mais de uma década do definhamento do próprio autor: a metáfora de um escritor, «cidadão europeu», pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o próprio Mendel o era aos seus queridos livros, à criação de uma obra literária europeia com características universais, mas que, vítima da barbárie nacional-socialista, perde tudo: o seu país, a sua língua, os seus leitores da língua alemã, para quem escrevia, e o próprio sentido da vida.

Sobre o autor: 
Austríaco de ascendência judaica, Stefan Zweig nasceu em 1881 e é um dos mais importantes autores europeus da primeira metade do século XX. Dedicou-se a quase todas as atividades literárias: foi poeta, ensaísta, dramaturgo, novelista, contista, historiador e biógrafo. A crescente influência do nacional-socialismo na Áustria e a instauração do chamado «austrofascismo», regime fundado pelo Chanceler Engelbert Dolfuss e que se baseava na ideologia fascista de Mussolini, levam-no a abandonar a Áustria. Emigra para Inglaterra acompanhado da sua secretária Lotte — com quem se virá posteriormente a casar — e torna-se cidadão inglês em 1940. Receando não ser distinguido dos alemães e julgando correr o risco de ser considerado um enemy alien, decide partir para o Brasil, obtendo ali um visto permanente. Estabelece-se em Petrópolis onde se suicida, com a sua mulher Lotte Zweig, a 23 de fevereiro de 1942.


Alfaguara publica Sonhos de Bunker Hill de John Fante

Título: Sonhos de Bunker Hill
Autor:
John Fante
N.º de Páginas: 180
PVP: 17,30€

Na Los Angeles de 1934, frenética e explosiva, Arturo Bandini, o jovem aspirante a escritor em busca de fama que conhecemos em Estrada para Los Angeles, continua a sua saga. Aos 21 anos, com os bolsos vazios e a alma carregada de sonhos ingénuos, Bandini tenta ganhar a vida como empregado de mesa no bairro de Bunker Hill, apinhado de imigrantes, bandidos e sonhadores.
Com genuína compaixão e admirável engenho, vai desfiando as histórias absurdas das personagens que o acompanham e que irão ser determinantes para que o nosso herói encontre finalmente aquilo que o trouxe à cidade de todas as promessas: uma voz.

Será essa descoberta que o levará a Hollywood e, por fim, à tão almejada fama e fortuna. Mas conseguirá Bandini encontrar as respostas para as inquietações que o perseguem?

Sonhos de Bunker Hill é o quarto e último romance da famosa Saga de Arturo Bandini, um dos heróis mais autobiográficos da tradição literária. Ditado à mulher depois de ter cegado devido à diabetes, foi publicado em 1982, um ano antes da morte do autor.

Fante é considerado um dos autores mais importantes da literatura americana do século XX e o mais emblemático dos romancistas de Los Angeles, tendo ficado conhecido do grande público pela mão de Charles Bukowski, que via nele o seu principal mentor.

Sobre o autor:
John Fante nasceu em 1909, em Denver, Estado do Colorado. Começou a escrever em 1929 e viu o seu primeiro conto publicado em 1932. Em 1938, publicou A Primavera há-de chegar, Bandini, o primeiro romance da saga de Arturo Bandini, que inclui ainda Estrada para Los Angeles, Pergunta ao pó e Sonhos de Bunker Hill. Atingido pela diabetes em 1955, a doença levou-o à cegueira em 1978 e à amputação de ambas as pernas dois anos mais tarde. Não obstante, o sempre prolífico escritor continuou a escrever, ditando os seus textos à mulher. Sonhos de Bunker Hill, o último volume da saga de Arturo Bandini, foi terminado desta forma, em 1982. Morreu em 1983, aos 74 anos. Apesar de não ter conquistado reconhecimento em vida, é hoje visto como um dos grandes autores da sua geração, notabilizado por ter sido mentor de Charles Bukowski.

Fante era o meu deus. E eu sabia que os deuses não deviam ser importunados — não podíamos simplesmente bater-lhes à porta.» Charles Bukowski



Planeta - Programação Feira do Livro do Porto

Sessão de lançamento
11 Setembro – 18h
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
«SETE COISAS QUE EU CÁ SEI», de Vergílio Alberto Vieira, com ilustrações de Maria João Lopes



Sessão de autógrafos
13 Setembro – 15h
Stand da Planeta
Frederico Duarte Carvalho
Livros editados: Camarate – Sá Carneiro e as Armas para o Irão; O Terceiro Bispo

Grupo Porto Editora disponibiliza gratuitamente versões digitais dos manuais escolares


E-manuais digitais do Grupo Porto Editora foram adaptados para tablets.
Oferta destina-se aos alunos que compraram neste verão os manuais escolares do Grupo Porto Editora.
Todos os alunos que compraram manuais escolares do Grupo Porto Editora vão ter acesso gratuito, a partir de 15 de setembro, às respetivas versões digitais, as quais foram desenvolvidas para se adaptarem a uma utilização quer no computador quer em tablets.
Esta é uma iniciativa inédita em Portugal e constitui uma aposta sem precedentes na promoção do uso de novas soluções tecnológicas em contexto educativo, uma vez que beneficiará diretamente muitos milhares de alunos do 1.º ao 12.º anos de escolaridade.
Com um investimento superior a dois milhões de euros, este projeto do Grupo Porto Editora começou a ser desenvolvido há um ano e prolongar-se-á por três anos letivos, a começar por este que agora se inicia (2014/2015), envolvendo uma equipa multidisciplinar de duas centenas de profissionais.
Na linha do que é defendido por diversas instituições e especialistas internacionais, o objetivo desta iniciativa é promover a complementaridade entre os manuais em papel e a exploração da componente digital, permitindo ao aluno desenvolver métodos de aprendizagem mais flexíveis e adaptáveis aos diferentes contextos, contribuindo assim para o seu sucesso.

A chave do digital está no papel
O acesso ao e-manual é proporcionado pelo livro em papel. No interior dos manuais do Grupo Porto Editora que estiveram (e ainda estão) à venda nas livrarias encontra-se um código, que deve ser introduzido no site www.escolavirtual.pt. Este registo pode ser feito através de PC ou de um tablet – e foi a pensar nestes dispositivos móveis que a equipa deste projeto desenvolveu Apps para iOS e Android que podem ser descarregadas também gratuitamente. Feito o registo, o e-manual fica automaticamente disponível e pode inclusivamente ser utilizado offline.
Estes e-manuais apresentam várias ferramentas extremamente úteis para os alunos. Desde a possibilidade de aceder diretamente à página que se pretende através do índice remissivo, até à pesquisa rápida e eficiente por palavra ou expressão, sendo também interessante o facto de o aluno poder criar destaques classificados por nível de importância, adicionar notas às páginas do e-manual associando textos ou links, ou até utilizar a ferramenta de desenho para ampliar/diminuir o tamanho da página com recurso ao instrumento de zoom.
A partir de agora, os manuais têm o melhor de dois mundos. Em papel e no digital, para o sucesso dos alunos.