sexta-feira, 10 de outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

TOPSELLER: A autora de romances eróticos que não gosta de dar a cara


A sua vida pessoal está envolta num grande mistério, uma vez que, por evitar qualquer tipo de exposição, muito pouco se sabe a seu respeito. Porém, os livros de Sadie Matthews têm alcançado um êxito estrondoso na exploração do lado mais íntimo e sensual das relações humanas.

A Estação do Desejo já chegou às livrarias nacionais (Topseller I 384 pp I 17,69€) e promete conquistar os amantes do género. Trata-se do primeiro volume da Trilogia Seasons, um romance sensual e provocante que vai despertar os sentidos.

Sinopse:
Herdeira de um vasto império, Freya Hammond é uma jovem rica e mimada. Passa a maior parte do tempo em festas com amigos pelos quatro cantos do mundo, fazendo o deleite dos paparazzi.
Num dia de nevão, Freya insiste em apanhar um avião, contra o conselho do seu novo guarda-costas, Miles Murray, ex-agente dos serviços secretos. Apesar de ser um condutor exemplar, Miles não consegue evitar um acidente terrível nas estradas geladas dos Alpes, mas graças ao seu conhecimento sobre técnicas de sobrevivência consegue salvar a vida de Freya.
Enquanto aguardam pelo resgate numa cabana, a tensão entre Freya e Miles cresce cada vez mais, acabando ambos por se envolver numa teia de sedução e desejo que os vai ligar irremediavelmente.

Sobre a autora:
Sadie Matthews é autora de vários romances, e escreve sob diferentes pseudónimos. Casada e a viver em Londres, tornou-se muito conhecida depois da sua trilogia After Dark, da qual em Portugal já foram publicados O Abraço da Noite e Os Segredos da Noite (ed. Porto Editora).​




Lançamento de A Retirada dos Dez Mil, a tradução de Aquilino Ribeiro do clássico de Xenofonte, 13 de outubro, 18h30, Fnac Chiado



TOPSELLER: Novo livro de James Patterson, o autor n.º 1 em em todo o mundo


Depois de Alex Cross, Alex Cross: Perigo Duplo e Alex Cross: A Caça, dia 9 de outubro é editado em Portugal o quarto título da série policial mais vendida em todo o mundo e a que lançou James Patterson para o estrelato mundial: Eu, Alex Cross (Topseller I 384 pp I 18,79€) .

Hoje, James Patterson ocupa o 1.º lugar na lista dos autores mais bem-sucedidos em todo mundo (fonte: Forbes) e a série Alex Cross festeja este novembro o 21.º aniversário.

Autor sui generis, James Patterson prefere, pese as dezenas de livros que escreveu para adultos e jovens adultos, escrever livros infantojuvenis, e faz da promoção da leitura desde cedo uma batalha pessoal. Oferece bolsas a alunos e professores, livros a escolas e militares, e ainda ajuda livrarias tradicionais a sobreviverem à crise. James Patterson é, sem dúvida, um autor único no mundo (www.jamespatterson.com).

Eu, Alex Cross
Um policial alucinante e poderoso, do autor que mais vezes alcançou o n.º 1 do New York Times.
Um crime macabro. Alex Cross acaba de prometer à família que irá estar mais presente nas suas vidas quando recebe a notícia chocante de que a sua sobrinha foi barbaramente assassinada. Determinado a descobrir o criminoso, depressa percebe que ela estava envolvida num esquema de acompanhantes de luxo que concretizavam as fantasias dos homens mais poderosos de Washington, DC. E ela não foi a única vítima.
Um assassino infiltrado no poder. A caça ao assassino leva o detetive e a sua companheira, a detetive Bree Stone, a entrarem num mundo a que só os mais ricos e poderosos têm acesso. À medida que se aproxima da verdade, Alex Cross descobre segredos que poderão fazer tremer o mundo inteiro. Uma coisa é certa: quem está nesse círculo restrito tudo fará para manter os seus segredos bem guardados.
Conseguirá Alex Cross sobreviver ao seu mais arrepiante e pessoal caso de sempre? Com uma ação alucinante e reviravoltas imprevisíveis, o novo caso do detetive mais admirado em todo o mundo traz-nos momentos de suspense que só James Patterson consegue proporcionar.

Sobre o autor:
James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos vinte e cinco anos dentro do seu género. Entre os seus maiores bestsellers estão também as coleções Private: Agência Internacional de Investigação, The Women's Murder Club (O Clube das Investigadoras) e Michael Bennett.

James Patterson é o autor que mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, segundo o Guinness World Records. Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 300 milhões de exemplares.

Patterson escreveu também diversos livros para leitores jovens e jovens adultos, de grande êxito, entre os quais estão as séries Confissões, Maximum Ride, Escola e Eu Cómico. Em Portugal, James Patterson é publicado pela Topseller (adulto e jovem adulto) e pela Booksmile (juvenil).




quinta-feira, 9 de outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Lançamento do livro de Claudia Clemente «A Casa Azul», apresentado por Helena Vasconcelos



Novidade Porto Editora: Se eu fosse... de Richard Zimler

Título: Se eu fosse…
Autor:
Richard Zimler
Ilustrador: Aurélie de Sousa
Público-alvo: 4-6 anos
Págs.: 48
Capa: dura
PVP: 12,20 €

Richard Zimler é um reconhecido romancista, mas também se tem destacado a escrever livros infantis. Se eu fosse…, ilustrado por Aurélie de Sousa e publicado pela Porto Editora a 24 de outubro, é uma obra que estimula e desafia grandemente a imaginação das crianças.
Segundo o escritor norte-americano e professor do ensino superior há muitos anos radicado em Portugal, «os alunos portugueses são muito mais passivos que os americanos». Nas suas aulas, Zimler «fazia de tudo para acordar a paixão escondida ou adormecida nos alunos». No entanto, mais tarde, percebeu que a solução mais eficaz passava por começar mais cedo, «antes de eles adquirirem o hábito da passividade».
Se eu fosse… é, conclui Richard Zimler, «a tentativa de encorajar os mais pequenos a explorarem as suas capacidades e a manterem a curiosidade, ultrapassando limitações e utilizando a imaginação para, transformando-se em animais, aprenderem a pôr-se na pele do outro».
A Porto Editora já publicou três romances de Richard Zimler: um original, intitulado A Sentinela, e reedições de dois grandes êxitos anteriores, O Último Cabalista de Lisboa e A Sétima Porta.

Sinopse:
Se eu fosse…é um livro que encoraja as crianças (e talvez os seus pais também!) a ultrapassarem as suas limitações.
Este livro convida os mais jovens a nadarem como um peixe tropical ou a cantarem como um melro – ou até mesmo afastarem os banhistas da praia com o “sorriso” de um tubarão!

Imprensa:
Richard Zimler tem um fulgor de génio que todos os escritores ambicionam mas poucos alcançam. The Independent

Sobre o autor:
Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Desde 1996, publicou dez romances, uma coletânea de contos e três livros para crianças.


Lançamento de Vidadupla, de Sérgio Godinho, com apresentação de Anabela Mota Ribeiro, dia 16 de outubro, 18h30, Ler Devagar LX Factory



Quetzal Editores: José Luís Peixoto apresenta Galveias no Porto



Patrick Modiano: Nobel da Literatura 2014: Autor de O Horizonte é o premiado deste ano

Catherine Hélie © Editions Gallimard
O escritor francês Patrick Modiano é o vencedor do Prémio Nobel da Literatura 2014, «pela arte memorialística com que evocou os mais enigmáticos destinos humanos e revelou a vida sob a Ocupação».
Na Porto Editora, foi publicado em 2011 o romance O Horizonte.

Patrick Modiano nasceu em Boulogne-Billancourt, nos arredores de Paris, em julho de 1945, e publicou o seu primeiro romance (La Place de l’Étoile) em 1968. Com Rue des boutiques obscures obteve em  1978 o Prémio Goncourt. Em 1972, recebeu o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa.
Considerado hoje um dos mais importantes escritores franceses, e autor de uma vasta obra, foi distinguido recentemente com o Grande Prémio Nacional das Letras e com o Prémio Margerite-Duras.

O HORIZONTE
O Horizonte – um horizonte carregado de esperança que faz deste romance belíssimo uma obra peculiar dentro do universo hipnótico de Patrick Modiano.
Jean Bosmans, um homem frágil perseguido pelo fantasma da mãe, recorda a sua juventude e as pessoas que entretanto perdeu. Sobretudo a enigmática Margaret Le Coz, a jovem mulher por quem se apaixonou nos já longínquos anos 60 e que um dia misteriosamente desapareceu. Quarenta anos depois, Bosmans parte à procura desse amor que a memória teimosamente conservou.


Patrick Modiano é o Nobel da Literatura 2014

O escritor francês Patrick Modiano foi o escolhido pela Academia Sueca para Prémio Nobel da Literatura 2014.
Em Portugal, Modiano publicou livros em diversas editoras, a últimas das quais Porto Editora com o livro O Horizonte, em 2011. Os restantes livros são: No Café da Juventude Perdida (ASA, 2009),  A Rua das Lojas Escuras (Relógio d'Água, 1988), Um Circo que Passa (Dom Quixote, 1994), Dora Bruder (ASA, 1998), Domingos de Agosto (Dom Quixote, 1988).

Mais informações aqui
quarta-feira, 8 de outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Mário de Carvalho homenageado na Universidade de Lisboa

Na próxima segunda-feira, dia 13 de outubro, realiza-se a jornada "Mário de Carvalho entre amigos", na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Este evento celebra os 70 anos do escritor, que recentemente foi agraciado com o Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco" CM Vila Nova de Famalicão/APE pelo livro A Liberdade de Pátio (Porto Editora, 2014). Participam nesta sessão Isabel Pires de Lima, Ernesto Rodrigues, Manuel Frias Martins, Fernando Venâncio, Rita Taborda Duarte e Fernando Guerreiro.
Programa
10:00 - Abertura
10:30 - “35 anos – meia vida”, com Ernesto Rodrigues
11:15 - “Porque ele já era escritor. Mário de Carvalho e os Quatro Elementos Editores”, com Manuel Frias Martins
12:00 - Visita à Exposição Bibliográfica (Biblioteca da FLUL)
14:30 - “Mário de Carvalho e os regressivos”, com Fernando Venâncio
16:00 - Mesa-redonda: “Um fresco olhar sobre Mário de Carvalho”, com Ernesto Rodrigues (Moderador), Manuel Frias Martins, Fernando Venâncio, Rita Taborda Duarte e Fernando Guerreiro
17:00 - Conversa com o Autor

Belle Époque, A Lisboa de Finais do Séc. XIX e Início do Séc. XX

Este ano passa um século sobre o início da Primeira Guerra Mundial. Os mesmos 100 anos que passam sobre o fim do período que para a história ficou conhecido como Belle Époque.

Entre 1890 e 1914 Lisboa transformou-se. Desapareceu a Lisboa romântica e nasceu uma cidade moderna e civilizada, estimulada pela burguesia fascinada com tudo o que vinha de Paris, mas também marcada por alguns episódios trágicos, como o humilhante ultimato inglês e a frustrada primeira revolta republicana.

Em “Belle Époque – A Lisboa de finais do Séc. XIX e início do Séc. XX”, um livro extensamente ilustrado, a investigadora Paula Gomes Magalhães retrata a vida quotidiana nesse período: uma cidade feita de luzes, boémia, glamour e, como não podia deixar de ser, de alguma tristeza.

Nas livrarias a 10 de outubro.

Sinopse:
Lisboa aos poucos transformava-se. Na viragem do século, entre 1890 e 1914, a capital portuguesa, impulsionada por uma burguesia cada vez mais endinheirada, vivia fascinada pelo glamour parisiense. Eram os últimos dias de uma Lisboa romântica e o nascer de uma cidade moderna e civilizada, uma transformação feita a conta-gotas e marcada por alguns episódios trágicos. As senhoras vestiam os últimos figurinos da moda francesa, deixavam-se levar pelos cheiros dos perfumes e outros produtos de beleza e higiene chegados de fora. Os modelos das roupas, gestos e comportamentos eram as grandes senhoras da Cidade das Luzes. Os homens enchiam os cafés do Chiado e divertiam-se nos seus teatros, o São Carlos estava sempre esgotado e o serão era feito de copos, guitarras e das animadas largadas de touros. A Avenida da Liberdade era o novo local para esta burguesia culta e abastada ver e ser vista, depois da triste demolição do Passeio Público. Os poucos automóveis que circulavam nas ruas da capital cruzavam-se com os burros e carroças das classes populares famintas e iletradas que viviam nos arredores pobres e sujos. Longe do desenvolvimento das grandes capitais europeias, a cidade iluminava-se com a chegada da eletricidade, nas casas os mais abastados instalavam os primeiros telefones, o animatógrafo era a novidade que todos queriam ver. A caminhar para a modernidade, Lisboa sofria, ao mesmo tempo, com o desaparecimento, de forma trágica, de algumas das ilustres figuras da sua cultura, tentava recuperar a custo das consequências sociais e económicas de um ingrato e humilhante ultimato inglês, e via gorada uma primeira revolta republicana, sendo obrigada a esperar quase vinte anos até assistir à destituição da monarquia. Paula Gomes Magalhães retrata, neste livro amplamente ilustrado, a vida quotidiana de Lisboa, na Belle Époque, uma cidade feita de contrastes. De luzes, boémia, glamour e alguma tristeza.





No Limiar da Eternidade - Ken Follett [Opinião]

Título: No Limiar da Eternidade - Trilogia O Século - Livro 3
Título Original: The Edge of Eternity - The Century Trilogy - Book 3
Tradução: Isabel Nunes e Helena Sobral
N.º de Páginas: 1024
Coleção: Grandes Narrativas n.º 589
PVP: 29,99€

A 16 de setembro de 2014 será publicada a obra No Limiar da Eternidade, de Ken Follett, que inclui as décadas de 60, 70 e 80 de um dos mais turbulentos e sangrentos séculos da história da humanidade.

A Queda dos Gigantes, o primeiro livro da trilogia, foca a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa. O Inverno do Mundo, o segundo volume, abarca a Segunda Guerra Mundial e as alterações económicas e sociais que se lhe seguiram.

Sinopse:
Este terceiro volume da trilogia O Século começa em 1961 com a construção do Muro de Berlim já em plena Guerra Fria. As figuras principais são os descendentes das cinco famílias de diferentes nacionalidades (americana, alemã, russa, inglesa e galesa), que conhecemos em A Queda dos Gigantes e continuámos a seguir em O Inverno do Mundo. Estas personagens estão de alguma forma envolvidas na crise dos mísseis de Cuba, na luta pelos direitos civis e outros grandes movimentos de massas, nos assassinatos do presidente Kennedy e do seu irmão Robert, de Martin Luther King. A partir dos anos sessenta assistem ao nascimento da música pop e à difusão do rock. Tomam parte, enfim, de movimentos contra os escândalos presidenciais nos Estados Unidos, e encontramo-los combatendo os regimes comunistas nos anos oitenta. Este volume termina com a queda do Muro de Berlim, em 1989. Ao abraçar um projeto tão ambicioso como relatar um dos séculos mais dramáticos da história da humanidade, Ken Follett faz um trabalho admirável ao entrecruzar o dramatismo das histórias pessoais e a complexa intriga que se desenrola num palco global.

A minha opinião: 
Após quatro anos de início da trilogia O Século, eis que esta chega ao fim com No Limiar da Eternidade, um livro cujas 1022 páginas se leem tão bem que é difícil abandonar a sua leitura.

O Século retratado nesta trilogia é para mim o mais rico em história, abrangendo duas Grandes Guerras e uma Guerra Fria que colocou em numa "guerra" as duas grandes super potências do mundo atual EUA e URSS.

Mais uma vez Follett junta as cinco famílias iniciais, juntamente com as gerações que lhes sucederam para recriar na perfeição o ambiente que se fez sentir nos cinco principais países do mundo: a família britânica, a alemã, a americana, a russa e polaca.

O autor faz, num período de quase 30 anos, uma retrospectiva fiel (no que se pode ser fiel ao contar de História) da Guerra Fria, dos Direitos Humanos entre brancos e negros e entre homens e mulheres, da diferença de vida entre as duas alemanhas, a do Leste a e Ocidental, o regime político na URSS (incluindo um campo de trabalhos forçados na Sibéria), a crise dos mísseis de Cuba e as mortes dos dois Kennedy's e de Martin Luther King...





Follett centrou-se mais nas duas potências do mundo deixando um pouco para segundo plano o Reino Unido, focando-se pouco na política britânica como na vida familiar do núcleo de personagens inglesas. Tanto é que para falar um pouco mais deles os faz "emigrar" para os EUA, o país das oportunidades.

No entanto gostei da forma como foi retratada a Alemanha de Leste a os povos da URSS, ambos vivendo com políticas opressoras, onde a liberdade de expressão era inexistente.

Mais uma vez, o livro é recheado de personagens, o que poderia tornar-se muito confuso. Posso dizer que não é. E são precisamente as personagens que nos fazem situar num determinado cenário e viver com elas toda a história que se gera à sua volta. No Limiar da Eternidade fez-me reviver muitos momentos da história, fez-me lembrar de outros tantos, e deu-me a conhecer alguns que desconhecia ou conhecia muito pouco. Fez-me pesquisar, estudar um pouco mais da história e é isso que faz dele um bom livro: aprender com a sua leitura.

Recomendo.






Porto Editora: Ficção juvenil - Uma avozinha que rouba joias

Título: Avozinha Gângster
Autor:
David Walliams
Tradução: Rita Amaral
Págs.: 256
Capa: dura
PVP: 15,50 €

A Porto Editora publica, a 17 de outubro, Avozinha Gângster, uma obra juvenil do famoso humorista britânico David Walliams, na qual a avó do protagonista é uma famosa ladra de joias, que toda a vida sonhou roubar as Joias da Coroa inglesa.
Até há poucos anos conhecido apenas como comediante e membro do júri do programa televisivo Britain’s got talent, David Walliams transformou-se num autor cuja popularidade tem tido um crescimento exponencial: os seus livros já venderam mais de 4 milhões de exemplares desde 2008 e está já traduzido em 42 línguas. Venceu também o único prémio inglês decidido por crianças, o The Red House Children’s Book Award.
Avozinha Gângster liderou os tops de vendas britânicos e foi adaptado para televisão pela BBC, tendo sido emitido no natal passado. Ao longo dos últimos anos, a Porto Editora tem apostado em obras juvenis de inegável valor, como as que compõem a série Arrepios, de R. L. Stine, ou a coleção CHERUB, de Robert Muchamore, da qual já vendeu perto de meio milhão de livros em Portugal.

Sinopse:
Uma história sobre preconceitos e aceitação, cheia de piadas engraçadas e palavras tolas, ao estilo bem-humorado do comediante David Walliams. O nosso herói, Ben, adormece só de pensar que tem de ficar em casa da avó. Que seca! É a avozinha mais aborrecida de sempre: só pensa em jogar jogos de tabuleiro e comer sopa de couve. Mas há dois segredos que Ben desconhece:
• A sua avozinha é uma famosa ladra de joias.
• E toda a vida sonhou roubar as Joias da Coroa inglesa, e agora precisa da ajuda de Ben…


Sobre o autor:
David Walliams nasceu em Inglaterra em 1971, e é um ator britânico de comédia, conhecido pela parceria com Matt Lucas, na série Little Britain. Em 2008, tomou o mundo da literatura infantil de assalto. Avozinha Gângster entrou diretamente para o primeiro lugar no top britânico e vendeu mais de um milhão de exemplares até à data. David é atualmente o autor de crescimento mais exponencial no Reino Unido, com mais de 2 milhões de exemplares vendidos. Os livros do autor, traduzidos em 42 línguas, obtiveram um impacto sem precedentes na crítica, que o compara a um dos mais emblemáticos autores de sempre no género, Roald Dahl.


«A Chave de Salomão» o novo romance de José Rodrigues dos Santos estará à venda a partir de 23 de Outubro

Título: A Chave de Salomão
Autor: José Rodrigues dos Santos
N.º de Páginas: 624
PVP: €22,00

A Chave de Salomão é o novo romance de José Rodrigues dos Santos e estará à venda a partir de dia 23 de Outubro.

A apresentação está marcada para o sábado, 25 de Outubro, pelas 17h00, no auditório 1 da FIL, no Parque das Nações, na Rua do Bojador, (junto ao pavilhão Atlântico), em Lisboa. O novo romance do autor será apresentado pelo psiquiatra Mário Simões e pelo físico Pedro Ferreira. A sessão de lançamento será precedida pela encenação de um excerto do romance pela companhia de Teatro Fatias e Cá.


A Chave de Salomão aborda o maior mistério científico de todos os tempos, uma espantosa descoberta feita pelos físicos e que indicia que é a consciência que cria a realidade.

Perante estas desconcertantes descobertas, Albert Einstein afirmou: "Gostaria de acreditar que a Lua existe se ninguém estiver a olhar para ela."

Através de um romance de ficção, José Rodrigues dos Santos apresenta as respostas que a ciência encontrou para algumas das mais importantes perguntas da humanidade:
O que acontece quando morremos?
O que é o universo?
O que é a realidade?
O que é a consciência?

A Chave de Salomão é o décimo terceiro romance de José Rodrigues dos Santos, autor da Gradiva que já vendeu mais dois milhões de exemplares em todo o mundo e está publicado em mais de vinte línguas. À semelhança do que acontece em Portugal, José Rodrigues dos Santos tem conquistado consecutivamente os primeiros lugares nos tops de vendas em vários países.









Haatchi & Little B - a história verdadeira e inspiradora de um menino e do seu cão

Título: Haatchi & Little B 
Autor: Wendy Holden
PVP 15,50€
e-book: 10,98 €
N.º de Páginas: 199

A história verdadeira e inspiradora de um menino e do seu cão – um menino surpreendente e o cão muito especial que mudou a sua vida para sempre.

Numa noite gelada em janeiro de 2012, Haatchi, o cão, foi atingido na cabeça e abandonado numa linha de caminho de ferro para ser atropelado por um comboio. O maquinista viu demasiado tarde o adorável pastor-da-anatólia ​​de cinco meses. De alguma forma, o aterrorizado cachorrinho sobreviveu à perda de sangue da pata e cauda parcialmente cortadas e conseguiu rastejar para um lugar seguro.
Felizmente, Haatchi foi resgatado, embora os veterinários não tenham conseguido salvar-lhe a pata e cauda. Um apelo no Facebook chamou a atenção de um casal de bom coração, Colleen Drummond e Will Howkins, que também são o pai e a madrasta de Owen (conhecido na família como Little B, ou seja Little Buddy, «amiguinho»). Um olhar para o focinho expressivo de Haatchi disse-lhes tudo o que precisavam de saber e o sortudo cão mudou-se para casa da família Howkins apenas seis semanas depois de quase ser morto. Owen, agora com oito anos, tem uma doença genética rara que faz com que os seus músculos estejam permanentemente tensos. Em grande parte confinado a uma cadeira de rodas, era um menino reservado e ansioso com dificuldade em fazer amigos. Mas quando Owen acordou na manhã depois de Haatchi chegar, apaixonou-se imediatamente pelo cão mutilado que, por sua vez, acabou por salvá-lo.


Sobre a autora:
Wendy Holden publicou dois romances e trinta livros de não ficção, entre os quais as memórias de Uggie, o cão do filme O Artista. As biografias que escreveu como ghost writer centram-se sobre as vidas de mulheres extraordinárias, incluindo a atriz Goldie Hawn, uma espia da Segunda Guerra Mundial, Barbara, a viúva de Frank Sinatra; e a única mulher na Legião Estrangeira francesa. Antiga jornalista do Daily Telegraph, Wendy cobriu acontecimentos em todo o mundo e agora vive em Suffolk, Inglaterra, com o marido e dois cães.

Assírio & Alvim: Poesia reunida de José Tolentino Mendonça

Título: A Noite Abre Meus Olhos
Autor:
José Tolentino Mendonça
Posfácio: Jerónimo Pizarro
N.º de Páginas: 464
Capa: Dura
PVP: 22,00 €

A Assírio & Alvim reúne toda a poesia publicada por José Tolentino Mendonça em A Noite Abre Meus Olhos, que inclui agora os livros Estação Central e A Papoila e o Monge, lançados em 2012 e 2014, respetivamente, e um posfácio de Jerónimo Pizarro. Esta nova edição chega às livrarias no dia 10 de outubro.
Sobre a poesia de José Tolentino Mendonça, Jerónimo Pizarro afirma ser «[…] bem mais noturna do que muita da poesia portuguesa. É a noite, e não o dia, que "abre seus olhos", e os fulgores dessa noite — iluminada pelas recordações — são os que, de forma fragmentária, o poeta procura captar […]. Resgatando o que o tempo apaga, exercendo um determinado tipo de resistência vital, partilhando um olhar diferente sobre o mundo, hospedando o Leitor no poema […]».

Sobre o autor:
Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça nasceu em 1965, na Ilha da Madeira. Doutorou-se em Teologia Bíblica, em Roma, e vive atualmente em Lisboa. Entre outras responsabilidades é docente na Universidade Católica Portuguesa, dirige o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura e a revista Didaskalia. Tem publicado diversos livros de poesia, ensaio e teatro na Assírio & Alvim, e colaborado em muitos outros como tradutor e/ou organizador. Para José Tolentino Mendonça, «A poesia é a arte de resistir ao seu tempo». A sua obra tem sido galardoada com diversos prémios, entre eles o Prémio Cidade de  Lisboa de Poesia e o Prémio Pen Clube de Ensaio.


A Retirada dos Dez Mil, a tradução de Aquilino Ribeiro do clássico de Xenofonte, nas livrarias a 17 de outubro

Título: A Retirada dos Dez Mil Xenofonte
Tradução e Prefácio de Aquilino Ribeiro
Género: Literatura
N.º de páginas: 264
Data de lançamento: 17 de outubro
PVP: 15,50€

Lançamento a 13 de outubro, às 18h30, na Fnac do Chiado, com apresentação de Henrique Monteiro e Mário de Carvalho

Este livro é uma raridade, dado que é a única tradução para português do que pode ser considerado como um «antepassado distante» dos romances de cavalaria. Merece destaque o magnífico prefácio de Aquilino Ribeiro, quase tão valioso como o próprio livro, e em que o autor explica como entrou em contacto com o clássico de Xenofonte, aquando da sua estadia em Paris, onde era estudante na Sorbonne.
Quanto ao livro, Xenofonte relata as aventuras e desventuras de uma expedição fracassada à Pérsia. Mais do que um relato histórico, Xenofonte oferece-nos uma recriação vívida das experiências dos guerreiros gregos, levando o leitor a sentir uma proximidade com as emoções dos personagens e com todo o cenário de guerra e aventura onde eles se movem, abrindo, de certa forma, um caminho que haveria de culminar no romance moderno.
Esta edição conta também com uma introdução do escritor Mário de Carvalho, em que este elogia não só as qualidades de Aquilino Ribeiro enquanto tradutor, mas também enquanto profundo conhecedor da língua e um dos seus mais admiráveis estilistas.

«Este é um dos mais movimentados e arrebatadores livros de acção que jamais se escreveram. Lê-se empolgadamente, como um romance de guerra. Trata de personagens, factos e locais verídicos, transfigurados (os especialistas dirão até que ponto) por uma pena ágil, de poderoso vigor expressivo. […] Sou dos que consideram Aquilino Ribeiro o maior e mais completo dos escritores portugueses do século XX. […] Avulta, sobretudo, o esplendoroso domínio da língua portuguesa, a riqueza vocabular e imagética e também a graça, ora subtil, ora vivaz e bonacheirona, cortando de um travo popular a situação mais tensa ou a solenidade mais erudita.» Mário de Carvalho



terça-feira, 7 de outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidade Casa das Letras: O Palácio de Inverno de Eva Stachniak

Título: O Palácio de Inverno
Autor: Eva Stachniak
PVP 18,90€
N.º de Páginas: 536

A implacável ascensão de Catarina, a Grande, vista através dos olhos da jovem espia da imperatriz na Rússia do século XVIII.

Quando Vavara, uma jovem órfã polaca, chega à ofuscante e perigosa corte da imperatriz Isabel em Sampetersburgo, é iniciada em tarefas que vão desde o espreitar pela fechadura até à arte de seduzir, aprendendo, acima de tudo, a ser silenciosa – e a escutar.

Chega, então, da Prússia Sofia, uma frágil princesa herdeira, a potencial noiva do herdeiro da imperatriz. Incumbida de a vigiar, Vavara em breve se torna sua amiga e confidente e ajuda-a a mover-se por entre as ligações ilícitas e as volúveis e traiçoeiras alianças que dominam a corte.

Mas o destino de Sofia é tornar-se a ilustre Catarina, a Grande. Serão as suas ambições mais elevadas e de longo alcance? Será que nada a deterá para conquistar o poder absoluto?

Sobre a autora:
Eva Stachniak nasceu em Wroclaw, na Polónia, e vive atualmente no Canadá, onde trabalhou na rádio e foi assistente universitária de Inglês e Humanidades. O seu primeiro romance, Necessary Lies, ganhou o Prémio de Primeiro Romance da Amazon.com no Canadá, e o seu segundo romance, Dancing with Kings, foi traduzido para sete línguas. Vive em Toronto, estando a trabalhar no seu segundo romance sobre Catarina, a Grande.

Passatempo O Grande Rebanho

O blogue Marcador de Livros, em conjunto com a Editorial Presença tem para oferecer 1 exemplar do livro de Jean Giono, O Grande Rebanho

Mais informações sobre o livro aqui e no site da Presença aqui



Novidade Presença: O Grande Rebanho de Jean Giono

Título: O Grande Rebanho
Autor: Jean Giono
Título Original: Le Grand Troupeau
Tradução: Álvaro Manuel Machado
N.º de Páginas: 220
Coleção: Grandes Narrativas N.º 591
PVP: 14,90€

Data de Publicação: 7 de Outubro 2014

Um clássico da literatura do século XX
Um dos grandes romances sobre a Primeira Guerra Mundial

No ano em que se assinala o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, a Presença publica aquele que é um dos grandes romances europeus sobre o tema e um clássico da literatura do século XX, O Grande Rebanho.


O autor, tendo ele próprio participado no conflito, denuncia os horrores e o absurdo da guerra, descrevendo-os com um realismo chocante em algumas das cenas bélicas mais cruas alguma vez recriadas em termos literários. Temos a perceção da vulnerabilidade da vida humana diante da violência numa visão que é profundamente humanista e que contrapõe sempre a essa violência uma forte presença da natureza e do ser humano.

Sobre o autor: 
Jean Giono nasceu em 1895 em Manosque, e foi um dos grandes escritores franceses da sua geração. A sua prodigiosa produção literária inclui mais de trinta romances bem como contos, ensaios, poesia, peças de teatro e traduções. É o autor de O Homem Que Plantava Árvores, um livro inspirador, que tocou a vida de milhares de leitores em todo o mundo. Foi galardoado com o Prix Brentano, o Prix de Monaco e a Légion d’Honneur.

GÉNERO: Ficção e Literatura/Clássicos Estrangeiros.

PÚBLICO-ALVO: Público em geral: leitores de ficção/interessados em temas relacionados com a Primeira Guerra Mundial.

CITAÇÕES:
«Um dos romances de guerra mais impressionantes e comoventes do nosso tempo.»  Listener
«Poucos são os livros sobre a Primeira Guerra Mundial que atingiram um tão elevado grau de intensidade.» Sunday Telegraph 

 Para mais informações consulte o site da Presença aqui








Novidade: «Maria Antónia Palla : Viver pela Liberdade» com Patrícia Reis

Título: Viver pela Liberdade
Autor: Maria Antónia Palla 
Género: Biografia
N.º de páginas: 264+12
PVP: 16 €

Sobre o livro:
Esta é a história de uma mulher que fez da escrita a sua arma, na luta pela Liberdade, pela Democracia e pela Igualdade. Maria Antónia Palla não é só a jornalista que alguém disse que «escrevia como um homem».
Aos 80 anos, Maria Antónia Palla é uma testemunha de alguns dos momentos mais importantes da história de Portugal nos últimos 60 anos. Apoiou a candidatura à Presidência de Humberto Delgado, defendeu uma solução para a paz em Angola, lutou pelos direitos das mulheres e pela liberdade de imprensa. Deu voz a quem não a tinha.
Este livro, escrito em parceria com a jornalista Patrícia Reis, dá-nos conta de algumas dessas memórias, em que o fio condutor foi sempre a palavra LIBERDADE.

Sobre a autora:
Maria Antónia Palla nasceu, em casa dos avós paternos no Seixal, em 1933. Frequentou o Liceu Francês em Lisboa. Licenciou-se pela Faculdade de Letras em Ciências Historico-Filosóficas. Iniciou a sua carreira no Diário Popular. Seguiu-se O Século Ilustrado, a Vida Mundial, a ANOP e a Capital. Foi cronista do Diário de Notícias, grande repórter da RTP e chefe de redação da revista Máxima. Maria Antónia trabalhou ainda no Sindicato Jornalista. Foi a primeira mulher vice-presidente do sindicato, membro eleito do Conselho de Imprensa; Presidente da Liga dos Direitos das Mulheres e dirigente do Fórum Português para a Paz e Democracia em Angola. É uma das fundadoras da Biblioteca Feminista Ana de Castro Osório, núcleo especializado da biblioteca municipal de Belém. Autora de vários livros dos quais se destaca Revolução, meu amor e Só acontece aos outros.


Novidade Marcador: Doces da Nossa Vida

Título: Doces da Nossa Vida 
Autor: Virgílio Nogueiro Gomes
Editora: Marcador
Nº de Páginas: 232
PVP:18,50€

Percorrendo a história da Doçaria Tradicional Portuguesa, o autor leva-nos por uma viagem que ultrapassa fronteiras. Do açúcar ao chocolate, passando pelo mel e pelos ovos doces. Virgílio Gomes revela-nos segredos salpicados pelas receitas, contextos e ambientes que originaram esses doces que povoam o nosso imaginário.
É de amor que nos fala este livro. Amor pela família, pelas tradições, pelas raízes. Do amor que se vive e de que se faz uma cozinha.
UM LIVRO QUE É UM TRIBUTO ÀS NOSSAS
AVÓS E ÀS NOSSAS ORIGENS.

«Uma viagem doce, das cozinhas da nossa infância para o mundo.» Alexandra Prado Coelho in Prefácio

Sobre o autor:
Virgílo Nogueiro Gomes nasceu em Bragança a 30 de Junho de 1949. Com formação superior em Gestão Hoteleira pelo Institut International de Glion, na Suíça, fez carreira em gestão hoteleira com incidência em alimentos e bebidas. É investigador em História da Alimentação, e professor de Gastronomia e Cultura e de História da Alimentação.
É membro da Academia de Letras de Trás-os-Montes, autor do livro Transmontanices – Causas de Comer e co-autor do livro A Cozinha do Mar. Escreve com regularidade em diversos jornais e revistas.
Publicou, também pela Marcador, o livro Tratado do Petisco e das Grandes Maravilhas da Cozinha Nacional.




TOPSELLER: "Quando a Neve Cai", de John Green, nas livrarias a 6 de novembro


«Três dos mais bem-sucedidos autores norte-americanos de ficção para jovens adultos juntam-se para interligar três histórias passadas em plena véspera de Natal na mesma pequena cidade da Carolina do Norte. Cultura contemporânea, acontecimentos cheios de humor e romantismo e personagens fortes engrandecem esta colaboração empenhada.» - Kirkus Reviews

«Ternurentas mas sem serem piegas, estas histórias cuidadosamente trabalhadas irão aquecer os corações dos leitores.» - School Library Journal

«Um livro mais que perfeito» - The Guardian

JohnGreen, autor bestseller do New York Times, estreou-se este ano na lista dos autores mais bem-sucedidos em todo o mundo (Top 12 I Forbes), fruto de uma escrita apaixonante que conquistou não só o público adulto, mas também o jovem adulto.

A Culpa é das Estrelas saltou do livro para os ecrãs de cinema, e foi o impulso que faltava para que o autor americano entrasse definitivamente para a lista dos escritores mais apetecíveis em todo o mundo.



Quando a Neve Cai (Topseller I 320 pp I 17,69€) chega às livrarias a 6 de novembro, um livro escrito a três mãos, com três contos obrigatórios para os amantes de histórias de amor e aventuras. Os direitos para cinema já foram adquiridos pela Universal Pictures.

John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle são três jovens autores, bem-sucedidos, cujos contos se entrelaçam num romance brilhante, mágico e divertido, a que não faltam fragmentos de amor, laços de amizade, uma maratona de filmes do James Bond e beijos muito apaixonados.

Tudo acontece na noite de natal, onde uma inesperada tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para insuspeitos encontros românticos. Três histórias, oito raparigas e rapazes e mais uns quantos caminhos vão cruzar-se em Quando a Neve Cai.

John Green (EUA, 1977) é o autor bestseller do New York Times dos livros A Culpa É das Estrelas, O Teorema de Katherine, À Procura de Alasca (Edições Asa) e Cidades de Papel (Editorial Presença). É também coautor, com David Levithan, de Will e Will (Edições Asa). Foi vencedor dos prémios literários Michael L. Printz Award, Edgar Award e recebeu por duas vezes o Los Angeles Times Book Prize. Os seus livros já foram publicados em cerca de trinta países.


Maureen Johnson (EUA, 1973) é autora bestseller de vários livros, entre os quais se destacam The Name of the Star (nomeado para o Edgar Award), 13 Little Blue Envelopes, Devilish, Girl At Sea e Suite Scarlett.

Lauren Myracle (EUA, 1969) é autora de vários livros para jovens e jovens adultos, incluindo os bestsellers do New York Times Thirteen, ttyl (talk to you later) e ttfn (ta ta for now), da série The Internet Girls.








Novidade Marcador: Homeland - Segurança Nacional

Título: Homeland – Segurança Nacional 
Autor: Andrew Kaplan
Editora: Marcador
Nº de Páginas: 368
PVP: 17,50€

Uma história fascinante que nos acompanha numa visita profunda ao mundo complexo do contraterrorismo e da espionagem de alto risco e à vida e mente de uma espia brilhante.
Frenética e com pouco tempo a perder, Carrie aventura-se num chocante ato de insubordinação que a ajuda na revelação de indícios secretos que ligam o Rouxinol a Abu Nazir, o líder da Al-Qaeda no Iraque. Decidida a travar o mentor do plano terrorista, embarca numa obsessiva demanda que quase irá destruí-la. Segurança Nacional é uma das séries televisivas de maior sucesso, amada por espetadores e críticos.

Uma leitura inteligente e viciante! The Telegraph

Sobre o autor:
Andrew Kaplan é autor de diversos thrillers de espionagem, todos eles grandes sucessos de vendas. Os seus livros foram qualificados como «um modelo de excelência da escrita de ação» e estão traduzidos em vinte línguas. Antigo jornalista e correspondente de guerra, cobriu acontecimentos por todo o mundo. Por várias vezes a CIA tentou recrutá-lo, e a sua opinião foi tida em conta por painéis de conselheiros governamentais. É autor de seis romances campeões de vendas a nível internacional: Hour of the Assassins, Dragonfire, War of the Raven, Scorpion, Scorpion Betrayal, Scorpion Winter e Scorpion Deception. A sua carreira como guionista cinematográfico inclui Goldeneye, um clássico da série Homeland.



segunda-feira, 6 de outubro de 2014 | By: Maria Manuel Magalhaes

Porto Editora: "A Primeira Guerra Mundial", por John Keegan

Título: A Primeira Guerra Mundial
Autor:
John Keegan
Tradução: Maria Fernanda Rollo e Ana Paula Dias
Págs.: 616
Capa: Dura
PVP: 28,80 €

Um acontecimento com a relevância da Primeira Guerra Mundial requer ser retratado por um historiador distinguido e, em A Primeira Guerra Mundial, que a Porto Editora publica a 10 de outubro, Sir John Keegan leva a cabo a missão de escrever para a atual geração sobre a grande guerra que influenciaria todo o século XX. Para além da descrição das batalhas em terra, no ar e no mar, Keegan revela o contexto em que estas acontecem e interpreta de forma fascinante os contornos das estratégias militares. Ao longo de dez capítulos, acompanhados por mapas e fotografias da época, este documento fundamental e de mérito internacionalmente reconhecido permite compreender as vicissitudes dos quatro anos de guerra que mudaram o mundo. A presente edição é enriquecida com um texto de Maria Fernanda Rollo e Ana Paula Dias, historiadoras e tradutoras deste livro, em que se analisam a participação portuguesa na guerra e as suas consequências para o futuro de Portugal.

Sinopse:
Há precisamente 100 anos, em 1914, eclodia a Primeira Guerra Mundial. Com ela nascia o mundo moderno e, sem perceber os seus contornos, não se pode ter uma ideia da história do século xx – das origens do nazismo à emergência da Rússia Soviética, do desmembramento da Europa Central ao crescente poderio do movimento operário, dos conflitos no Médio Oriente à consolidação dos Estados Unidos como potência mundial.
John Keegan, antigo docente da Academia Militar de Sandhurst e especialista em assuntos de Defesa do The Daily Telegraph, dá-nos neste livro um panorama completo e claro desses quatros anos que transformaram a história do nosso mundo.

Sobre o autor: 
Sir John Keegan (1934-2012) foi docente da Academia Militar de Sandhurst, especialista em assuntos de Defesa do The Daily Telegraph, e um notável historiador militar. Capaz de descrever a guerra do ponto de vista dos soldados na frente de combate, combinava o estudo das fontes com uma imaginação fértil, o que resultava em textos brilhantes, plenos de emoção e realismo.