quinta-feira, 8 de janeiro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Porto Editora apresenta novidades literárias para o 1.º semestre de 2015

A Porto Editora apresentou, esta manhã, no Museu das Comunicações,
em Lisboa, as novidades das várias chancelas para o primeiro semestre
de 2015.
O relançamento da Livros do Brasil, recentemente adquirida
pelo Grupo Porto Editora, é o grande destaque. Os lançamentos, com
chancela da Porto Editora, de novos romances do vencedor do Nobel
2014, Patrick Modiano, e da edição original de O Principezinho são os
destaques na literatura estrangeira.
A publicação da Obra Poética de Sophia, na Assírio & Alvim, bem como a passagem de todos os romances de Valter Hugo Mãe para o catálogo da Porto Editora evidenciam-se na literatura portuguesa.
Cláudia Gomes destacou o lançamento, pela Porto Editora, do novo livro de Laurentino Gomes, 1889, bem como de três novas edições de romances de Valter Hugo Mãe.
Manuel Alberto Valente apresentou o projeto para a Livros do Brasil, com o qual grandes obras da literatura universal voltam a estar disponíveis nas livrarias portuguesas, e evidenciou, naturalmente, a publicação de dois romances de Patrick Modiano, Nobel da Literatura em 2014.
Pela Assírio & Alvim, Vasco David salientou a publicação da Obra Poética, de Sophia de Mello Breyner Andresen, e do Anuário de Poesia de autores não publicados.
Pela Sextante Editora, João Rodrigues destacou a edição de As Raízes do Céu, obra com a qual Romain Gary venceu o Prémio Goncourt.
Nesta sessão, e pela primeira vez, foram apresentadas, por Vitor Gonçalves, as novidades e a linha editorial da Coolbooks, a chancela digital do Grupo Porto Editora, bem como, por Sandra Lopes, as novidades da Porto Editora no que toca à literatura infantil. Nesta área, para além de O Principezinho, destacam-se obras de Álvaro Magalhães e José Saramago e ainda a reedição de grande parte da obra de Luísa Ducla Soares pela Porto Editora.


Bertrand publica livro do Prémio Nobel da Economia 2013

Título: A Ética das Finanças
Autor: Robert J. Shiller
Género: Economia/ Atualidade
Tradutor: Pedro Carvalho e Guerra e Rita Carvalho e Guerra
N.º de páginas: 440
Data de lançamento: 16 de janeiro
PVP: 19,90€

Numa análise objetiva, o Prémio Nobel da Economia, Robert Shiller, defende que não devemos condenar o sistema financeiro mas antes recuperá-lo para o bem comum.
A reputação da indústria financeira, no doloroso rescaldo da crise de 2008, não podia ser pior. Robert Shiller não é apologista dos pecados financeiros; é, provavelmente, a única pessoa a ter previsto tanto a bolha do mercado de ações de 2000 como a bolha imobiliária que levou ao colapso das hipotecas subprime. No entanto, neste livro, importante e oportuno, Shiller argumenta que, em vez de condenar as finanças, é antes necessário recuperá-las em prol do bem comum. Com uma argumentação poderosa, mostra-nos que as finanças, longe de serem um parasita na sociedade, são uma das ferramentas mais poderosas de que dispomos para resolver os nossos problemas comuns e aumentar o bem-estar geral. É necessário que exista mais inovação financeira – e não menos – e que as finanças desempenhem um papel de maior relevo, para ajudar a sociedade a alcançar os seus objetivos.
Desafiando o público e os seus dirigentes a repensarem as finanças e o seu papel na sociedade, Shiller argumenta que o financiamento deve ser definido não apenas como a manipulação de dinheiro ou a gestão de risco, mas também como a administração dos bens da sociedade. Explica como as pessoas em carreiras financeiras – CEO, gestores de investimento, banqueiros, corretores de seguros, advogados e entidades reguladoras – gerem protegem e aumentam esses ativos.

Shiller descreve ainda o modo como as finanças contribuíram historicamente para o bem da sociedade através de invenções como seguros, hipotecas, contas de poupança e pensões, e argumenta que é necessário que se descubram novas formas de reorientar a criatividade financeira, de maneira a beneficiar a sociedade como um todo. Em última análise, Shiller mostra como a sociedade pode, uma vez mais, aproveitar o poder das finanças para o bem maior.

Sobre o autor:
Autor de vários livros, é professor de Economia na Universidade de Yale, EUA. Tem sido premiado pelo seu trabalho de investigação, tendo recebido vários prémios e menções honrosas, tais como o Prémio Nobel da Economia de 2013, o Bronze Medal Book Award in Economics, atribuído pela Axiom Business, o PROSE Award in Business e o Finance & Management de 2012.


Os melhores de 2014

O ano de 2014 foi, mais uma vez, excelente em boas leituras. Num total de 102 livros lidos (diminui a leitura nos últimos meses do ano por razões pessoais), os livros acima referenciados em imagens foram os livros que mais me marcaram ao longo do ano. Obviamente que quem estiver interessado em saber a minha opinião dos mesmos é fácil, basta ir à página Leituras de 2012 a 2014 que estarão lá os links de todas as leituras.
A maior parte foram policiais, talvez porque é um dos géneros que mais gosto de ler, mas destaco os portugueses João Tordo como o fabuloso Biografia Involuntária dos Amantes e A Volta Ao Medo em 80 Dias de José Jorge Letria. Muito bons.

Grupo Porto Editora relança Livros do Brasil

O Grupo Porto Editora chegou a acordo para a compra da Livros do Brasil. Graças a isso, os livros da chancela vão voltar a estar à disposição dos leitores nas livrarias de todo o país, com renovado
trabalho editorial e apresentando novo tratamento gráfico.
Será já nas primeiras semanas de 2015 que se assistirá ao relançamento de uma chancela que foi, durante muitos anos, uma referência para os apreciadores da grande literatura universal e que agora faz parte do universo do Grupo Porto Editora.
Vasco Teixeira, Administrador do Grupo Porto Editora, afirma que “o
objetivo é assegurar que um conjunto importante de obras literárias esteja facilmente disponível para os leitores”
e, de facto, este acordo garante a preservação desta prestigiada chancela e de grande parte do seu vasto catálogo, de onde se destacam nomes como Albert Camus, André Malraux, Ernest Hemingway, John Steinbeck, e que inclui coleções de referência como a Dois Mundos, a Vampiro e as Obras de Eça de Queiroz.
A Livros do Brasil será trabalhada pelo editor Manuel Alberto Valente, que contará com a colaboração de Vasco David (Assírio & Alvim) e João Duarte Rodrigues (Sextante) para, ao longo dos próximos anos, relançar e dinamizar a chancela Livros do Brasil.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Clube do Autor: Um Ano de Fé - Conheça a história verídica de Jane Christmas a partir de amanhã


Título: Um ano de fé
Autor: Jane Christmas


Tradução: Ana Glória Lucas
N.º de Páginas: 292 
PVP: 15,50€
Nas livrarias a partir de 7 de Janeiro

Jane Christmas não é freira mas viveu em vários conventos durante um ano. Este livro é o relato sincero e bem-humorado de uma experiência invulgar em busca da paz interior e do sentido da vida. Filha de mãe católica e de pai anglicano, Jane partilha com os leitores o seu ano de fé mas também as suas dúvidas e vulnerabilidades.

Com um humor delicioso, Jane Christmas faz deste livro um relato franco e refrescante de um ano que foi de introspeção, meditação e fé. A autora começou esta jornada no Canadá, poucos dias após o pedido de casamento do namorado, e terminou-a num convento em Inglaterra, muitos meses depois. E será que, finda a viagem, a resposta foi sim?

Ao fim de vários anos de relacionamento, o namorado pede finalmente Jane em casamento. O que parecia um sonho tornado realidade força-a, no entanto, a confrontar-se com algumas das suas dúvidas mais íntimas. Existe uma propensão natural para nos aproximarmos do mundo espiritual à medida que envelhecemos, mas como conciliar essa espiritualidade com um pedido de casamento?

Jane decide então descobrir o sentido que verdadeiramente deseja para a sua vida. Pretende compreender por que razão sentiu – e evitou – durante tanto tempo um chamamento espiritual. Determinada a não ignorar essa voz interior, embarca numa aventura extraordinária e original. Ao longo de um ano, decide testar a sua fé e viver em quatro conventos diferentes para conhecer a vida religiosa por dentro. Nestas comunidades de monges e freiras, Jane delicia-se – e por vezes irrita-se – com a existência simples, tranquila e silenciosa que procurou a vida inteira.

«Um livro perspicaz sobre a vida espiritual; um testemunho revelador, original e que nos obriga a pensar nas nossas próprias escolhas.» Booklist

«Um ano revelador.» The Telegraph

«Um olhar fresco e diferente sobre a vida religiosa.» Daily Mail

Jane Christmas nasceu em Toronto, Canadá, e atualmente vive em Inglaterra. Depois de se licenciar trabalhou como jornalista em vários meios de comunicação, nomeadamente no The Globe and Mail, The Hamilton Spectator, e National Post. Tem vários livros publicados. Um ano de fé, a sua obra mais recente, foi finalista do prémio Leacock Medal for Humour Writing.



Quetzal: Simone de Beauvoir: redescobrir uma grande escritora

Titulo: Mal-entendido em Moscovo
Autor: Simone de Beauvoir
Género: Romance
Tradução: Sandra Silva
N.º de páginas: 96
Data de lançamento: 23 de janeiro
PVP: 13,30€

Redescobrir uma grande escritora
Inicialmente escrita para integrar a recolha La Femme Rompue (com a edição portuguesa intitulada A Mulher Destruída), esta novela acabou por ser excluída do referido livro.
Pela pertinência e atualidade do tema e pelo riquíssimo diálogo que o mesmo mantém com toda a obra de Beauvoir, este texto merecia, sem qualquer dúvida, uma edição autónoma.
Mal-entendido em Moscovo evoca a crise vivida por um casal de meia-idade ao longo de uma viagem à União Soviética: a deceção política cruza-se com um aparente desencontro sentimental, ligando a história individual à história coletiva.

No mesmo dia, chega às livrarias uma nova edição de O Segundo Sexo (volume 1). Mais de 60 anos volvidos sobre a sua primeira publicação, os temas que Simone de Beauvoir discute neste célebre tratado sobre a condição da mulher continuam a ser pertinentes e a manter aceso um debate clássico.
Entretecendo argumentos da Biologia, da Antropologia, da Psicanálise e Filosofia, e outras áreas de saber, O Segundo Sexo revela os desequilíbrios de poder entre os sexos e a posição do «Outro» que as mulheres ocupam no mundo.
O Segundo Sexo é uma obra essencial do feminismo, e as suas considerações acerca dos condicionamentos sociais que levam à construção de categorias como «mulher» ou «feminino»

Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908, no seio de uma família burguesa, e era a mais velha de duas irmãs. Morreu em Paris, em 1976. Estudou Filosofia na Sorbonne, onde conheceu Jean-Paul Sartre,  companheiro de toda a vida e com quem viveu uma relação célebre pelos seus padrões de abertura e honestidade. No final da Segunda Guerra Mundial, editou a revista política Les Temps Modernes, fundada por Sartre e por Merleau-Ponty, entre outros. Foi ativista no movimento francês de emancipação das mulheres, nos anos de 1970, e serviu de modelo e de influência aos movimentos feministas posteriores. Simone de Beauvoir ganhou o Prémio Goncourt em 1954 com Os Mandarins, cujo herói se inspira na figura de Nelson Algren, com quem manteve um longo e intenso romance.
Autora de uma vasta obra literária, filosófica e autobiográfica, Simone de Beauvoir publicou, em 1949, O Segundo Sexo, texto basilar do feminismo contemporâneo, disponível em Portugal com a chancela Quetzal.


50 anos após a primeira publicação, Alegria Breve, de Vergílio Ferreira, tem nova edição C

Título: Alegria Breve
Autor: Vergílio Ferreira
Género: Romance
N.º de páginas: 272
Data de lançamento: 16 de janeiro
PVP: 17,70€

No ano em que se comemoram os 50 anos sobre a primeira publicação de Alegria Breve, a Quetzal disponibiliza uma nova edição deste importante marco da narrativa vergiliana.
«Ganharei o jogo? Perco sempre. Porque tentar ainda? Ganhar uma vez. Uma vez só. Às vezes penso: ganhar uma vez e não jogar mais. Esqueceria as derrotas, a memória do homem é curta. E no entanto... Começo a sentir-me bem, perdendo. Quer dizer: começo a não sentir-me mal. A capela de S. Silvestre já não brilha. Mas ainda se vê bem. É triste o entardecer, boiam coisas mortas na lembrança, como afogados. Uma nuvem clara passa agora não sobre o monte de S. Silvestre, mas sobre o outro, o pico d’El-Rei. É um pico menos aguçado, forma um redondo de uma cabeça. Há quanto tempo já lá não vais? Para o lado de trás, vê-se o sinal de uma aldeia (aldeia?), um sinal breve, trémulo, branco. Quando se olha, o tempo é imenso, e a distância — a vida é frágil e temos medo. Dou xeque duplo, vou-te comer a torre, Padre.»

«A sua grandeza é autêntica. Há um apelo pungente que é real, uma desfibradora procura que entra também por nós, uma expectativa tensíssima até ao fecho de sua última frase. Conhecida a sua última frase escrita, Alegria Breve renova-se como um princípio. A sua memória continua e a sua palavra ouve-se, uma e outra carregadas de sentidos que encaramos já com sua verdade interrogativa, dolorosa e de esperança. Em Alegria Breve é-nos assim restituído um ciclo fechado e dinâmico, um todo orgânico e inteligível. O seu gravíssimo peso, a dramatização sombria – e grotesca, por vezes, de tão intensamente olhada de perto, de tão sem descanso debatida –, do seu friso humano, os símbolos excessivos da sua lucidez e da sua ilusão angustiadas, o duro e soberbo realismo em que se fixa, não são mais irrespiráveis, não são de maneira nenhuma destrutivos, não se consomem no sinal vingativo da desolação estéril. É em esperança e em força que se resolve a longa experiência de deserto, de provação, de agonia, que atravessamos com Alegria Breve. Um livro de plenitude.»
Maria Aliete Galhoz
O Tempo e o Modo, nº 36, Março de 1966


Edição original de O Principezinho dá o mote ao “LER no Chiado”

Na próxima quinta-feira, Valter Hugo Mãe, Catarina Sobral e Manuela Correia vão falar sobre o livro que ensina que “o essencial é invisível aos olhos”. Anabela Mota Ribeiro modera a conversa.
A edição original de O Principezinho – que, pela primeira vez, é publicada em Portugal – já está nas livrarias e este facto marcante inspira a primeira edição de “LER no Chiado”, que se realiza na próxima quinta-feira, 8 de janeiro, na livraria Bertrand Chiado.
Numa conversa conduzida pela jornalista Anabela Mota Ribeiro, a ilustradora Catarina Sobral, a psiquiatra Manuela Correia e o escritor Valter Hugo Mãe (que assina o prefácio desta edição da Porto  Editora) vão falar deste livro de Antoine de Saint-Exupéry que ensina que "o essencial é invisível aos olhos".
Esta edição de O Principezinho da responsabilidade da Porto Editora tem por base um trabalho de investigação que fixa texto e ilustrações conforme a edição de 1943, a que se seguiu uma cuidada tradução e revisão linguística desta obra.
De destacar que esta edição da Porto Editora é valorizada pelo prefácio escrito por Valter Hugo Mãe, no qual partilha o quão marcante foi a descoberta de O Principezinho, considerando-o “uma reclamação de liberdade, um manifesto de dignidade que funciona pela sua simplicidade aparente”.
Para além da edição já disponível nas livrarias, a Porto Editora publicará uma versão cartonada e de formato maior no final de janeiro.


Novidades Saída de Emergência

Título: O Pirata do Rei na Terra do Sol
Autor: Clóvis Bulcão
Um paraíso na terra tem de ser desejado. Terras férteis, pólvora, sal, ouro – tudo isto abunda no Brasil em pleno século XVIII, como uma arca do tesouro à espera de ser aberta.
Na Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro há personagens  cheias de vida à espera de serem lembradas, ruas pisadas por mulheres sedutoras e trafi cantes de pólvora, piratas e padeiras, numa paisagem que se contempla no êxtase do sol tropical.

Esta bela e inesquecível cidade foi, em 1711, sequestrada por um pirata do rei. Descubra toda a história pela pena de Clóvis Bulcão no deslumbrante O Pirata do Rei na Terra do Sol.

BEM-VINDOS AO NOVO MUNDO
O Pirata em questão é René Duguay-Trouin, lendário corsário ao serviço do rei Luís XIV, que lhe confiou primeiro um dos seus barcos, o Profond, e depois armadas numerosas. Os corsários são, de certa forma, “piratas legais”, isto é, são autorizados pelo Rei ou pelo Estado a fazer perseguição e pilhagem em navios particulares aos navios mercantes de um país inimigo. O corsário tem na sua posse uma carta de corso que o legitima para tais funções. Muitas caravelas portuguesas e castelhanas foram pilhadas por corsários ingleses e franceses.
Na Terra do Sol A Terra do Sol é o Brasil, mais precisamente a Cidade de São Sebastião do Rio de  Janeiro, que é sequestrada por René Duguay-Trouin. O Sol poderia ser aqui representativo da abundância de ouro em território brasileiro, o que motivou a inveja de outros países, como França, cobiçando a riqueza minéria a que os portugueses tinham acesso.
Posição de Portugal na altura
Estamos em pleno século XVIII, e é o rei D. João V, O Magnânimo, que governa, em pleno clima absolutista. No meio de festas e celebrações generosas, D. João V usou e abusou do ouro no Brasil, ficando célebre por fundar o Convento de Mafra, e ansiando projetar Portugal nos palcos da Europa como uma nação na vanguarda. A Guerra da Sucessão e as Guerras do Oriente não o abalaram, tendo sido um grande edificador (e gastador), fomentou também os estudos históricos em Portugal. Foi um hábil diplomata em termos de política externa e relações internacionais, e foi no seu reinado que se solidifi cou a aliança Portugal-Inglaterra. Mal saberia ele que França atacaria a sua mais rica colónia…

Sobre o autor:
Clóvis Bulcão é professor de História do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e um célebre historiador com presença frequente na televisão e rádio brasileiras. Procura divulgar os conhecimentos de história a todos, comentando ocasionalmente a realidade política e social. Publicou no Brasil, entre outras obras, Padre António Vieira - Um Esboço Biográfico (Ed. J. Olympio), que teve imenso sucesso junto do público leitor e académico. Este é o seu primeiro romance em Portugal.

Título: Eleanor & Park
Autor: Rainbow Rowell

Este livro é urgente – tem que ser lido. O amor tem histórias difíceis e complicadas, e algumas clamam por ser lidas quanto antes. Esta é uma delas: bullying, negligência parental, violência doméstica, pobreza – nada disto tem força quando o amor nasce.
Eleanor e Park encontram semelhanças para lá das suas fronteiras, encontram a sua música para calar os gritos – encontram a sua salvação através da banda desenhada, e a sua redenção através da música.
Este é um romance de hoje e de amanhã – para nos mostrar que a vida é realmente bela, apesar dos elefantes na sala, dos fantasmas em casa e dos monstros na escola.
“Nunca vi nada como Eleanor e Park. É uma belíssima história de amor. Relembrou-me o que é ser jovem e apaixonado por uma rapariga, mas também ser jovem e apaixonado por um livro.” John Green, autor de A Culpa É das Estrelas
“Um retrato honesto de arrebatar o coração sobre um amor imperfeito mas inesquecível.” The Horn Book




segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Blogue em paragem obrigatória por motivos de saúde

Quem acompanha o blogue tem, por certo, reparado que as actualizações têm falhado. Pois é, aqui a administradora, fruto da época, foi parar ao hospital na noite de passagem de ano e acabou por ficar internada. Felizmente já cheguei a casa, mas ainda me encontro um pouco débil para poder actualizar o blogue convenientemente. As leituras continuam a meio gás, mas prometo que em breve regressarei em força.
Bom Ano 2015 para todos!

PS: Espero que o meu seja bem melhor do que como começou.