sexta-feira, 10 de abril de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Presença: Tempo de Partir, o novo livro de Jodi Picoult brevemente nas livrarias

Título: Tempo de Partir
Autor: Jodi Picoult
Título Original: Leaving Time
Tradução: Manuela Madureira
Páginas: 440
Coleção: Grandes Narrativas N.º 603
PVP: 17,90€
Data de publicação: 15 de Abril


JODI PICOULT, UMA DAS ROMANCISTAS MAIS POPULARES DA ATUALIDADE AGORA PUBLICADA PELA EDITORIAL PRESENÇA

• Bestseller do New York Times
• 4.9 estrelas na Amazon.com
• 4 estrelas no Goodreads
• Goodreads Choice Awards 2014
• Jodi Picoult vendeu 40 mil exemplares na primeira semana nos EUA

Durante mais de uma década, Jenna Metcalf não deixa de pensar na sua mãe, Alice, que desapareceu em misteriosas circunstâncias na sequência de um trágico acidente. A criança que era então não conservou lembranças dos acontecimentos, mas Jenna recusa-se a acreditar que a mãe a tivesse abandonado e relê constantemente os diários que ela escrevia com as observações da sua pesquisa sobre elefantes, tentando encontrar uma pista oculta. Desesperada por obter respostas, Jenna contrata dois improváveis ajudantes, uma médium famosa por encontrar pessoas desaparecidas e um detetive que já tinha estado envolvido na investigação do desaparecimento de Alice, e parte determinada a descobrir a verdade.

Sobre a autora:
Jodi Picoult é a autora bestseller de 23 romances muito apreciados internacionalmente Os seus livros estão publicados em 35 países, tendo já vendido mais de 40 milhões de exemplares. Jodi Picoult tirou o curso de Escrita Criativa na Universidade de Princeton e obteve uma pós-graduação em Harvard. É uma escritora agraciada com vários prémios literários e distinções de grande prestígio. Quatro dos seus romances deram origem a telefilmes, e My Sister's Keeper foi adaptado ao grande ecrã, com realização de Nick Cassavetes, e passou nas salas portuguesas com o título Para a Minha Irmã. Os seus últimos oito livros entraram diretamente para o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times. Jodi Picoult vive no Estado do New Hampshire (EUA) com o marido e os três filhos.

Género: Ficção e Literatura/Romance Contemporâneo.
Público-Alvo: Sexo Feminino / Adultos.
SITE: http://www.jodipicoult.com

Citações de Imprensa:
«Comovente… uma história cativante sobre laços familiares, amizade, perda.» The Washington Post
«É impossível parar de ler.» Observer
«A escrita de Jodi Picoult é magistral e convida à leitura pela noite dentro.» Financial Times

 Para mais informações consulte o site da Presença aqui




Livros do Brasil - Novidades de Saint-Exupéry, Steinbeck e Hemingway

A renovada coleção Dois Mundos, dedicada à grande literatura universal, vai integrar três novos romances a partir do dia 17 de abril, todos eles marcos importantes na história dos seus autores. O primeiro é Piloto de Guerra, de Antoine de Saint-Exupéry, um emblemático livro que reflete a experiência do próprio autor na Segunda Guerra Mundial, publicado pela primeira vez em 1942, e que presta tributo aos que sacrificaram a vida pela defesa da pátria. Este livro é uma estreia no catálogo da Livros do Brasil e o texto da presente edição é uma tradução de Ruy Belo.
É lançado ainda A Taça de Ouro, o romance de estreia de John Steinbeck, publicado em 1929, que constitui ainda hoje, para muitos dos seus leitores, uma obra de culto.
Por fim, é publicado um comovente romance, obra-prima de maturidade de Ernest Hemingway: O Velho e o Mar recebeu o Prémio Pulitzer em 1952 e desempenhou um papel essencial na obtenção pelo seu autor, dois anos mais tarde, do Prémio Nobel de Literatura.

Título: Piloto de Guerra
Autor:
Antoine de Saint-Exupéry
Tradutor: Ruy Belo
N.º de Páginas: 176
PVP: 14,40 €

Em 1939, Saint-Exupéry é mobilizado para a Segunda Guerra Mundial e designado capitão do grupo de aviação 2/33, no qual cumpre missões de reconhecimento fotográfico. Um ano mais tarde, após o armistício assinado pelo Marechal Pétain, exila-se nos Estados Unidos e é aí que, em 1942, publica pela primeira vez Piloto de Guerra, romance em que descreve a guerra, os seus heroísmos e os seus horrores, e reflete sobre a sua fuga da pátria ocupada. Homenagem àqueles que sacrificaram as suas vidas e manifesto de uma França que recusa a derrota, é o testemunho de um homem nascido para ver o mundo de cima para baixo e que regista com grande autenticidade literária a sua experiência de ação.
Em 1944, a libertação de França leva-o de volta ao seu avião. Descolando da ilha da Sardenha a 31 de julho de 1944, em missão de reconhecimento, Saint-Exupéry nunca chegaria ao seu destino, no sul de França.

Título: A Taça de Ouro
Autor:
John Steinbeck
Tradutor: Carlos Cunha e Alfredo Margarido
N.º de Páginas: 240
PVP: 14,40 €

Inspirado na vida do corsário britânico Henry Morgan, centra-se no episódio do saque da cidade do Panamá, por alguns designada como a «taça de ouro». Henry Morgan dominou o Mar das Caraíbas por volta de 1670, semeando a destruição e pilhando as costas de Cuba e de todo o continente americano, espalhando o terror por onde quer que passasse. A sua ambição e a sua ânsia de poder não tinham limites. Duas paixões absorviam-no por inteiro: possuir uma mulher misteriosa conhecida como La Santa Roja, a santa vermelha, e conquistar o Panamá para subtrair a «taça de ouro» das mãos dos ocupantes espanhóis. Originalmente subintitulado «Uma vida de Sir Henry Morgan, corsário, com ocasionais referências à História», esta brilhante fantasia, de um lirismo quase barroco, foi o único romance histórico escrito por John Steinbeck.

Título: O Velho e o Mar
Autor:
Ernest Hemingway
Tradutor: Jorge de Sena
N.º de Páginas: 80
PVP: 11,00 €

Santiago, um velho pescador cubano, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe, quando o seu isco é finalmente mordido por um enorme espadarte. O peixe imponente resiste, arrasta a sua canoa cada vez mais para o alto mar, na corrente do Golfo, e obriga a uma luta agonizante de três dias que o velho Santiago acabará por vencer, para logo se ver derrotado. Com uma linguagem de grande simplicidade e força, Hemingway retrata nesta aventura poética a coragem humana perante as dificuldades e o triunfo alcançado apesar da perda. 


Alemanha Ensanguentada, de Aquilino Ribeiro, a 24 de abril nas livrarias

Título: Alemanha Ensanguentada
Autor: Aquilino Ribeiro
Género: Literatura
N.º de páginas: 200
Data de lançamento: 24 de abril
PVP: 14,40€

Dois anos depois de terminar a Primeira Grande Guerra, Aquilino revisitou a Alemanha (país em que vivera por uns meses em 1912, em Berlim e em Parchin, e em que casara, em 1913, com Grete Tiedemann, de Meclemburgo, que conhecera na Sorbonne). Dessa viagem deixou um diário, mais tarde publicado sob o título de Alemanha Ensanguentada (1935). Neste texto, são visíveis as contradições e as hesitações num país saído de uma guerra havia dois anos, com difícil aceitação do acordado em Versalhes, assim como se evidencia a capacidade de perscrutar o ser humano, que Aquilino detinha, num exercício de leitura de rostos, de gestos, de tempos.
«Alemanha Ensanguentada desfaz duas imagens habituais: a de um Aquilino Ribeiro estreitamente «regionalista» e a do «germanófilo» enquanto fascista. É evidente que os alemães têm suscitado em várias gerações um fascínio bélico ou imperial; mas a «germanofilia» de Aquilino não é dessa natureza. Trata-se tão-só do apego a uma nação onde viveu e se casou (com uma alemã), nação de inquestionável grandeza material, intelectual e anímica, não obstante alguns defeitos notórios. É conhecido o amor vital de Aquilino pelas terras portuguesas, mas estes «cadernos de viagens» alemães, escritos em 1920, são um modelo de cosmopolitismo, ou seja, de compreensão de uma outra cultura, de uma outra circunstância.»
Do prefácio de Pedro Mexia

Sobre o autor:
Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, em 1885, e morreu em Lisboa em 1963. Deixou uma vasta obra em que cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, nas palavras de Óscar Lopes, lugar cimeiro nas Letras Portuguesas. Sócio da Academia das Ciências, foi reintegrado após o 25 de Abril, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado aquando do seu centenário pelo Ministério da Cultura. Em Setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.


Novidades Gradiva para Abril

Título: O Gigante Enterrado
Autor: Kazuo Ishiguro
Coleção: «Gradiva», n.º 155
N.º de Páginas: 412
PVP: € 16,00

JÁ EM NÚMERO 1 NO TOP INGLÊS DOS LIVROS MAIS VENDIDOS

Há muitos anos, num local de fronteiras distintas das actuais, viveu um casal de idosos, Axl e Beatrice. Um dia partiram ambos à procura do filho, de quem pouco se lembravam. Uma amnésia colectiva parecia ter ‑se instalado na zona, como uma névoa de esquecimento geral. Esta história sobre memórias perdidas, amor, vingança e guerra, recua a um tempo habitado por cavaleiros do rei Artur e monges, ogres e dragões. Entre eles está Querig, sobre quem recaem as atenções, por diferentes motivos. Depois de dez anos sem publicar ficção de fôlego, Ishiguro, um dos grandes autores contemporâneos, regressa com uma história inesperada, que permanece na memória.

Título: Uma Biografia da Luz
Ou a Triste História do Fotão Cansado

Autor: José Tito Mendonça
Coleção: «Ciência Aberta», n.º 211
N.º de Páginas: 276
PVP: € 13,50

Celebrando ‑se em 2015 o Ano Internacional da Luz, este en‑ saio sobre a natureza e as propriedades da luz divulga o conhecimento sobre este tema fundamental e apaixonante da física e faz sobre ele uma reflexão acessível e cativante. O autor, professor e investigador de reconhecido mérito, aborda os conceitos com recurso a histórias e a exemplos. Inclui testemunhos sobre a ciência e a vida, bem como episódios pessoais da sua actividade científica. «Ao contrário do que muita gente julga, e do que os próprios cientistas quase sempre fazem crer, os conceitos científicos não são muito diferentes daqueles que usamos no dia‑a ‑dia», refere o autor deste livro que, interessando a especialistas, pode ser lido por um público não especializado.

Título: O Medo do Conhecimento
Contra o relativismo e o construtivismo
Autor: Paul Boghossian
Coleção: «Filosofia Aberta», n.º 27
N.º de Páginas: 172
PVP: € 13,00

Este é um livro breve, lúcido e espirituoso, cujo interesse vai além do campo da filosofia, destinando ‑se também ao leitor comum. Esclarece os fundamentos do conhecimento, da sua objectividade e da sua justificação racional, que muitos alegam terem sido seriamente abalados. Expondo o que considera serem os melhores argumentos a favor das concepções relativista e construtivista da verdade, o autor avalia ‑os criticamente, procurando mostrar os vícios de raciocínio e os erros conceptuais em que assentam. «Tanto pelas matérias abordadas como pela execução, este livro vai ser um pequeno clássico de análise filosófica.» J. White, Choice


Título: Mimi no País das Sereias
Autor: Laura Owen e Korky Paul
Coleção: «Mimi de Bolso», n.º 5
N.º de Páginas: 96
PVP: € 7,50

A Mimi está de volta e não perde tempo para se meter em confusões. O Adão Calmeirão está triste por não ir à festa. Com mil minhocas ju‑ docas, isso não pode ser! A nossa simpática bruxa teve logo uma ideia, pois as tristezas nunca são para aqui chamadas. Aliás, ideias é o que não lhe falta. E às vezes são abomináveis, como a de criar um grande boneco de neve. Ufa, saíram todos sãos e salvos! Mas, na história seguinte, a salvação para os dotes musicais da Mimi parecia impossível. Até que surgiram uns roedores. Para terminar, temos bruxa sereia, em risco de ser comida à ceia. Abracadabra!








Porto Editora: "Corrupção" é o novo livro de C. J. Sansom

Título: Corrupção
Autor:
C. J. Sansom
Tradutor: Ângelo dos Santos Pereira
Págs.: 656
PVP: 19,90 €

A Porto Editora publica, a 17 de abril, um novo livro de C. J. Sansom: Corrupção é um romance histórico, repleto de intriga e suspense, que se situa precisamente quando a Inglaterra se prepara para uma grande batalha contra a França. No centro da trama está Shardlake, o advogado mais perspicaz e popular da corte de Henrique VIII. De acordo com o The Washington Post, trata-se de «um romance que tem tudo: um enredo engenhoso, suspense, muitos vilões, sacerdotes embriagados, caçadas, inúmeros assassinatos, os horrores da guerra, um sentimento melancólico do mal e um retrato brilhante de uma época fascinante».
No catálogo da Porto Editora estão já incluídos, do mesmo autor, os livros Revelação – cujo protagonista é o mesmo de Corrupção – e Inverno em Madrid.

Sobre o livro:
O ataque a França levado a cabo por Henrique VIII não correu conforme esperado e agora uma enorme frota de navios de guerra franceses está estacionada no Canal da Mancha preparada para a revanche. Enquanto a armada inglesa se organiza em Portsmouth, o reino procura recrutar homens para formar o maior exército de sempre.
É neste ambiente conflituoso que o serjeant Shardlake receberá um pedido de ajuda da rainha Catherine Parr para investigar o estranho suicídio do filho de uma antiga criada. A investigação obrigá-lo-á a viajar, juntamente com o seu assistente Barak, até Portsmouth, onde se deparam com uma cidade preparada para a guerra. O Mary Rose, o emblemático e temido navio de Henrique VIII, será testemunha das mais terríveis e surpreendentes revelações, graças às quais Shardlake conseguirá resolver o caso.

Sobre o autor:
C. J. Sansom nasceu em 1952, em Edimburgo, e licenciou-se na Universidade de Birmingham, onde fez também um doutoramento em História. Exerceu advocacia durante algum tempo, até que decidiu dedicar-se à escrita a tempo inteiro.
Com a série Shardlake conheceu um retumbante sucesso internacional, estando já publicados em Portugal os volumes Dissolução, Fogo Negro, Soberano e Revelação (Porto Editora, 2010). Inverno em Madrid, também publicado pela Porto Editora, é um thriller de espionagem escrito fora da série Shardlake.


quinta-feira, 9 de abril de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Espia do Oriente, o segundo livro de Nuno Nepomuceno, nas livrarias a 6 de maio

Título: A Espia do Oriente
Série: Freelancer - Livro II
Autor: Nuno Nepomuceno
Dúvida. Confiança. Traição.
N.º de Páginas: 376
PVP: 16,99€

Sinopse:
Dubai, Emirados Árabes Unidos.

De férias na região, um investigador norte-americano é raptado do hotel onde se encontrava instalado. Uma nova pista sobre um antigo projecto de manipulação genética é descoberta e a Dark Star, uma organização terrorista internacional, está decidida a utilizar os conhecimentos deste cientista para ganhar vantagem.

Contudo, de regresso à Europa, uma das suas operacionais resolve trair o sindicato do crime e oferece-se para trabalhar como agente dupla ao serviço da inteligência britânica. O mistério adensa-se quando esta mulher, de nome de código China Girl, impõe como única condição colaborar com André Marques-Smith, o director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português e espião ocasional.

Obrigados a trabalhar juntos para evitarem um atentado a uma importante líder europeia, uma atmosfera tensa, de suspeição e desconfiança, instala-se de imediato entre os dois. Mas que segredos esconderá esta mulher, cujo próprio nome é uma incógnita? Serão as suas intenções autênticas? Será o espião português capaz de resistir à sua invulgar e exótica beleza?

Vencedor do Prémio Literário Note! 2012, Nuno Nepomuceno regressa com A Espia do Oriente, o segundo livro da série Freelancer. Por entre os cenários reais de Budapeste, Berlim, Londres, Courchevel, Dubai e Lisboa, o autor transporta-nos para um mundo de mentiras, complexas relações interpessoais, e reviravoltas imprevisíveis. Uma reflexão profunda sobre os valores tradicionais portugueses, contraposta com a sua já habitual narrativa intimista e sofisticada, e que vai muito além do tradicional romance de espionagem.

Jorge Reis-Sá publicado no Brasil

Acabado de chegar às livrarias nacionais, o novo romance de Jorge Reis-Sá vai também ser publicado no Brasil. Depois de Todos os Dias e Dom terem sido publicados na Editora Record, em 2007 e 2009, a Tordesilhas comprou agora os direitos de A Definição do Amor e prepara-se para levar o mais recente livro do autor português aos leitores brasileiros.

Com esta internacionalização, Jorge Reis-Sá junta-se assim a um catálogo que inclui obras de autores como o brasileiro Glauco Mattoso e os portugueses Bernardo Carvalho ou Isabel Milhós. A Tordesilhas publica ainda autores internacionais como Alejandra Pizarnik, Imre Kertesz, Luigo Pirandello, Mircea Eliade, Virgínia Woolf, F. Scott Fitzgerald ou o nosso Eça de Queirós.



A literatura vai viajar por todo o país

Pela primeira vez, um evento literário compromete-se a percorrer o país, de norte a sul, do litoral ao interior, passando pelos Açores e pela Madeira, indo ao encontro dos leitores e desafiando-os para uma viagem na qual participarão grandes nomes da literatura.
Assim se apresenta “Viagem Literária”, uma iniciativa da Porto Editora que vai acontecer em 18 cidades. São 16 capitais de distrito mais as capitais das Regiões Autónomas, deixando de fora Lisboa e Porto, vincando-se assim a projeção nacional deste evento que pretende envolver os públicos que, regra geral, não têm acesso à mesma oferta cultural que existe nos dois maiores centros urbanos.
Em cada cidade estarão dois escritores à conversa, com moderação do jornalista João Paulo Sacadura. Os espaços em que decorrerão as sessões serão, preferencialmente, os teatros municipais, por forma a permitir a participação de centenas de leitores, e os bilhetes serão gratuitos.
A primeira etapa desta “Viagem Literária” começa bem a Norte, em Bragança: no próximo dia 25 de Abril, pelas 17:00, Luis Sepúlveda e Valter Hugo Mãe estarão no Teatro Municipal da capital de Trás-os-Montes. Nos meses seguintes, a “Viagem Literária” vai passar por Vila Real, Viseu, Guarda e pelas restantes cidades, só terminando em Viana do Castelo, em setembro de 2016. Confirmadas estão já as participações de autores como Laurentino Gomes, Richard Zimler, Francisco José Viegas, José Eduardo Agualusa, José Rentes de Carvalho, Miguel Esteves Cardoso, Rosa Montero e Gonçalo M. Tavares, numa lista que vai crescer e será atualizada oportunamente.
A “Viagem Literária” terá os seus espaços próprios de contacto com o grande público: no site da Porto Editora, em www.portoeditora.pt/viagemliteraria, no Facebook (www.facebook.com/viagemliterariaportugal) e no Instagram (www.instagram.com/viagemliterariaportugal).


Novidade Bertrand: Filosofia de Gelo e Fogo

Título: Filosofia de Gelo e Fogo
Autor: Bernat Roca, Francesc Vilaprinyó e David Canto
Género: Literatura
Tradução: Ana Lourenço
N.º de páginas: 296
Data de lançamento: 17 de abril
PVP: 16,60 €

Na semana de estreia da 5ª temporada chega às livrarias uma análise histórica e filosófica das personagens, com curiosidades sobre o autor e a série.
«Conheceremos os dilemas e as motivações das personagens principais, algumas delas jogadores e outras simples peças no enorme tabuleiro de A Guerra dos Tronos.»
«O inverno está a chegar…»

Para milhões de leitores, esta frase é a porta de entrada para um mundo apaixonante de aventura, intriga e paixão.
A imaginação incomparável de George R.R. Martin, criador da série de livros «As Crónicas de Gelo e Fogo», deu-nos personagens tão ricas como Tyrion Lannister, Daenerys Targaryen, Arya Stark e Jon Snow, entre tantas outras, assim como paisagens vastas e cativantes de mundos cheios de fantasia e exotismo, povoados por criaturas tão estranhas quanto assustadoras.
Filosofia de Gelo e Fogo convida o leitor a conhecer os mitos fundadores da fascinante história dos Sete Reinos.
Analisando as bases históricas, filosóficas e narrativas de cada uma das principais personagens, dos reinos e do desenvolvimento do enredo (mas sem spoilers!), este livro é um companheiro indispensável para todos aqueles que seguem avidamente o implacável jogo em que ou se ganha, ou se morre!

Bernat Roca
É professor de Filosofia e História, e já publicou diversos artigos e ensaios sobre investigações relacionadas com a Idade Média. É o criador de um blogue sobre as relações entre a série de livros «As Crónicas de Gelo e Fogo» e a História e a Filosofia.
http://juegodetronosfiosofia.blogspot.pt/

Francesc Vilaprinyó
É licenciado em História e doutorado em História e Cinema. Publica em diversos meios relacionados com este tema e também colabora no blogue de Bernat Roca.

David Canto
É jornalista, guionista e crítico de cinema e televisão.


"As Receitas da Dieta Perfeita" da nutricionista Mariana Abecasis



Responsável pela boa forma de algumas figuras públicas como Carolina Patrocínio, a conhecida nutricionista Mariana Abecasis lança agora o seu segundo livro.

Em A Dieta Perfeita, Mariana Abecasis estruturou um plano alimentar e apresentou soluções para situações com que nos deparamos diariamente, ajudando-nos a desenvolver hábitos alimentares saudáveis.

Agora, em As Receitas da Dieta Perfeita (Nascente l 240 pp l 15,49), a autora concretiza as dicas apresentadas no primeiro livro com um conjunto de 200 receitas adequadas às diferentes fases da dieta, divididas em: Dieta, Manutenção, Lanches e Sobremesas.

Tendo em conta que há receitas que são comuns a diferentes fases da dieta, e que podem ser consumidas ao almoço, jantar ou em ocasiões especiais, este livro inclui ainda um Plano de Receitas de fácil consulta que permitirá ao leitor saber que receitas serão indicadas para determinada etapa do regime alimentar.

Sobre a autora:
Mariana Abecasis é licenciada em Ciências da Nutrição pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz e está a terminar o mestrado em Nutrição pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Tem ainda uma formação em Nutricoaching.
Apaixonada pelo seu curso e profissão, atualmente dá consultas em Lisboa, no seu consultório na Avenida 5 de Outubro e no Infante de Sagres Health Club. Foi a nutricionista do programa da RTP, Praça da Alegria, e convidada do programa Amor sem Limites, da SIC Mulher. Desse programa resultou o livro Sorria com o Corpo Inteiro, de Maria do Céu Santo, para o qual contribuiu com um capítulo sobre nutrição.


Esfera dos Livros dá-lhe a conhecer A História Não Oficial de Portugal

Em História não Oficial de Portugal, Luís Almeida Martins relata os factos de forma informal e divertida, desmistifica ideias feitas que conhecemos, mas que podem ser vistas de uma nova perspectiva e traz-nos muitos episódios que estão ainda por contar.

Por exemplo:
- Não fomos nós que, no início do século XIX, derrotámos os franceses de Napoleão, mas sim os nossos aliados ingleses, que eram mais aliados deles próprios do que nossos.

- Os portugueses que em 1385 consolidaram a independência, derrotando os castelhanos em Aljubarrota, não passavam de um grupelho de punks (considerados uns aventureiros pelos bem-pensantes) e o próprio D. João I chegou a ponderar se havia de se mudar para o lado do inimigo.

- O 15 de janeiro de 1920 ficará para sempre na História, pois num só dia foram constituídos 3 governos, que caíram consecutivamente, e um deles durou apenas 5 minutos.

- Que Viriato não era propriamente português e o Lusitanos não foram os únicos não foram os nossos únicos antepassados.

DIVIRTA-SE COM A NOSSA HISTÓRIA DESDE A FUNDAÇÃO DE PORTUGAL ATÉ AOS DIAS DE HOJE
Esta História de Portugal é diferente de todas as outras. Conta os factos de forma informal e divertida, desmistificando ideias feitas e traz muitos episódios que estão por contar:
- Viriato não era propriamente português e os Lusitanos não foram os nossos únicos antepassados.
- O «eterno» D. Afonso Henriques muito provavelmente não era filho do conde D. Henrique e, de certeza, não batia na mãe.
- Os portugueses que em 1385 consolidaram a independência, derrotando os castelhanos em Aljubarrota, não passavam de um grupelho de punks (considerados uns aventureiros pelos bem-pensantes) e o próprio D. João I chegou a ponderar se havia de se mudar para o lado do inimigo.
- Não fomos nós que, no início do século XIX, derrotámos os franceses de Napoleão, mas sim os nossos aliados ingleses, que eram mais aliados deles próprios do que nossos.
- O 15 de janeiro de 1920 ficará para sempre na História, pois num só dia foram constituídos 3 governos, que caíram consecutivamente, e um deles durou apenas 5 minutos.

O jornalista Luís Almeida Martins, editor da revista Visão História, depois do sucesso do livro 365 Dias com Histórias da História de Portugal, traz-nos uma obra essencial para percebermos que a História do nosso País é também feita de episódios desconhecidos, caricatos e insólitos e que muitos dos acontecimentos que já conhecemos podem ser vistos a partir de uma nova perspetiva.

Sobre o autor:
Luís Almeida Martins, jornalista, divulgador de temas históricos, ficcionista, guionista e tradutor, nasceu em Lisboa em 1949 e licenciou-se pela Faculdade de Letras, onde deu continuidade à participação nas lutas estudantis, que já vinha dos tempos de estudante liceal. Publicou os primeiros textos no Diário de Lisboa Juvenil e colaborou na Seara Nova, mas a sua estreia profissional deu-se na revista Flama, em 1968, de onde transitou em 1970 para o diário A Capital. Aqui acompanhou de perto o 25 de Abril e as suas sequelas. Em 1975 pertenceu ao grupo que criou o semanário O Jornal. Fundou em 1978 a revista História, que dirigiu durante 15 anos. Foi diretor do Se7e e diretor-adjunto do Jornal de Letras, antes de fazer parte, em 1993, do núcleo fundador da revista Visão. É editor da Visão História. No campo da ficção, é autor dos romances Viva Cartago (1983) e O Tesouro Africano (2002) e de uma biografia juvenil romanceada de Vasco da Gama (1998). Traduziu e prefaciou uma série de romances de Rider Haggard. Na área da televisão, é autor ou coautor de muitos seriados, com destaque para A Estação da Minha Vida, Rua Sésamo e Arca de Noé. Em 2011, editou o livro 365 Dias com Histórias da História de Portugal, pela Esfera dos Livros (3.ª edição) 



quarta-feira, 8 de abril de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Que Aprendemos com os Gatos, de Paloma Díaz-Mas, nas livrarias a 17 de abril

Título: O Que Aprendemos com os Gatos
Autor: Paloma Díaz-Mas
Género: Literatura
Tradução: Margarida Amado Acosta
N.º de páginas: 112
Data de lançamento: 17 de abril
PVP: 13,30€

«O mais prodigioso é como a capacidade de observação, a ternura e a consciência da dor e da morte podem criar um mundo tão rico e uma narrativa tão animada. Uma delicada joia.» La Vanguardia
 
Paloma Díaz-Mas é uma das convidadas da 9ª edição do LeV – Literatura em Viagem, que decorrerá entre 8 e 11 de maio, em Matosinhos.

Os seres humanos – pensa o gato – têm uma irremediável tendência para compreender tudo de forma distorcida. Isto porque os humanos partem da absurda crença de que são animais superiores, quando toda a gente sabe que os animais superiores são os gatos.
Os gatos – pensa a autora deste livro – têm muito para nos ensinar, mas para isso é necessário que estejamos atentos e dispostos a aprender.
São carinhosos, mas nunca submissos; confiantes, mas só se exercitarmos a virtude de uma conquista paciente; domésticos e independentes; aparentemente indefesos, mas na realidade muito mais preparados para a sobrevivência do que nós. E por baixo de um pelo de seda, ocultam-se as garras de uma fera e um corpo atlético invejável.
Um livro que é uma joia para qualquer bom leitor e absolutamente indispensável para todos os amantes de gatos.

Sobre a autora:
Paloma Díaz-Mas nasceu em Madrid, em 1954. Professora e investigadora no Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC), ensinou literatura durante 18 anos na Universidade do País Basco. É autora de vários ensaios sobre literatura oral e romanceiro, bem como literatura medieval espanhola e cultura sefardita.
Com apenas 19 anos publicou o seu primeiro livro, (Ilustres desconhecidos), ao qual se seguiram os romances El rapto del Santo Grial (finalista do Primeiro Prémio Herralde de Novela 1983), El sueño de Venecia (Prémio Herralde de Novela 1992) e La tierra fértil (Prémio Euskadi 2000 e finalista do Prémio da Crítica), entre muitos outros. O Que Aprendemos com os Gatos é o primeiro livro que publica na Quetzal.


Porto Editora publica "Dias de Sangue e Glória", de Laini Taylor

Título: Dias de Sangue e Glória
Autor:
Laini Taylor
Tradutor: Elsa T. S. Vieira
Págs.: 440
PVP: 16,60 €

Um mês depois de lançar o primeiro volume, a Porto Editora publica Dias de Sangue e Glória, o segundo livro da trilogia Entre Mundos de Laini Taylor. A propósito deste livro, a escritora Stephenie Meyer disse: «Li Dias de Sangue e Glória, de Laini Taylor, em apenas dois dias e fiquei completamente apaixonada. Obrigada pelas horas de leitura emocionante.»
Dias de Sangue e Glória dá continuidade à história iniciada com A Quimera de Praga, o livro que marcou o mercado livreiro nos EUA no ano da sua publicação e que foi aclamado por críticos e júris de prémios.

Sinopse:
Karou, antiga estudante de Arte, quimera revenante e aprendiz de ressurrecionista, tem finalmente as respostas que sempre procurou. Sabe quem é − e o que é. Porém, com este conhecimento vem outra verdade que ela daria tudo para desfazer: amou o inimigo e foi traída, e um mundo inteiro sofreu por isso.
Agora, sacerdotisa de um castelo de areia numa terra de poeira e estrelas, profundamente só, Karou tenta recriar o universo do seu passado, contribuindo, com a sua dor e a sua mágoa, para a volta gloriosa das quimeras.
Porém, sem Akiva, e sem o seu sonho de amor partilhado, o caminho da esperança afigura-se impossível de trilhar.
Repleto de desgosto e beleza, segredos e escolhas impossíveis, Dias de Sangue e Glória encontra Karou e Akiva em lados opostos de uma guerra tão antiga como o tempo.

Sobre a autora:
É autora de livros de fantasia, tendo publicado anteriormente a série Dreamdark e o romance finalista do National Book Award Lips Touch: Three Times. Considerado por muitos livreiros e meios de comunicação como o melhor livro do ano de 2011/2012, Dias de Sangue e Glória é o segundo volume de uma trilogia, com direitos de tradução vendidos para mais de 30 países e cuja adaptação cinematográfica está a cargo dos estúdios da Universal Pictures.



Oficina do Livro publica biografia Manoel de Oliveira - O Homem da Máquina de Filmar

Título: Manoel de Oliveira - O Homem da Máquina de Filmar
Autor: Rute Silva Correia
Editora: LeYa/Oficina do Livro
Nº páginas: 224
Preço: 16,50 Euros

Manoel de Oliveira pediu um dia ao pai uns trocos para comprar uma máquina de filmar. Foi o início de uma aventura ímpar. Este livro é a história da sua vida, organizado por décadas. Da infância no Porto e dos anos de intensa actividade desportiva na juventude (nunca gostou de estar parado: foi campeão de salto à vara, trapezista voador, corredor de automóveis, piloto acrobático…). Do casamento por amor e para toda a vida (nos tempos de namoro, sobrevoava uma quinta no Douro e atirava flores a Maria Isabel). Dos filmes, dos amigos e de todas as cumplicidades. Dos desacertos nacionais e da aclamação, internacional primeiro.

Os filmes do grande realizador português não passam: ficam. Não acontecem: são. Talvez Manoel de Oliveira tenha filmado para um país ainda por existir, à nossa espera.

Manoel de Oliveira - O Homem da Máquina de Filmar está organizado de forma a que todos possam conhecer a extraordinária vida do maior realizador português de todos os tempos, sendo também uma forma de homenagear o homem que morreu aos 106 anos. Nas livrarias no próximo fim de semana.

Sobre a autora:
Rute Silva Correia nasceu em Lisboa, em Fevereiro de 1981. Licenciou-se em Comunicação Social no ISCSP e em Estudos Românicos na Faculdade de Letras de Lisboa, onde concluiu o mestrado em Literatura Portuguesa Contemporânea com uma tese sobre Agustina Bessa-Luís. Como investigadora e jornalista tem escrito artigos para várias publicações. Frequentou, desde os 3 anos, a Academia de Música de Santa Cecília, em paralelo com o curso de música do Conservatório Nacional, além do Instituto Português de Fotografia. Em 2011 publicou o livro Maria Eugénia – a Menina da Rádio. O ano em que não ia haver Verão foi a sua estreia no romance, em 2014.

Adeus Páscoa, Olá Corpo Ideal



segunda-feira, 6 de abril de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

TOPSELLER: M. J. Arlidge - O autor que conquistou a crítica


«Um thriller macabro e de leitura imparável.» - Sunday Mirror
«Espantoso.» - Richard Madeley, apresentador britânico de televisão
«M. J. Arlidge criou uma heroína genuinamente nova… não nos poupa a nenhum dos detalhes mais sombrios, tecendo-os numa teia que arrepia o leitor até aos ossos.» - Daily Mail
«Tão bom como Jo Nesbø.» - Judy Finnigan, apresentadora britânica de televisão

Um, Dó, Li, Tá, já editado em Portugal pela Topseller, catapultou M. J. Arlidge para o Top 10 dos autores de thrillers/policiais mais bem-sucedidos em 2014, superando nomes bem conhecidos dos leitores portugueses como John Le Carré (8.º). Cedendo apenas para autores já habituados a posições cimeiras, como James Patterson (1.º) ou Jo Nesbo (5.º), o autor britânico tem conseguido críticas que o colocam, atualmente, como um dos autores do género mais desejado.

À Morte Ninguém Escapa (Topseller l 320 pp l 17,69€) é o segundo livro do autor a chegar às livrarias nacionais e promete deixar os amantes do género agarrados à leitura. A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Sinopse:
O corpo de um homem é encontrado numa casa vazia. O seu coração foi arrancado e entregue à família. A detetive Helen Grace sabe que esta não será a última vítima de um assassino em série. Os media chamam-lhe Jack, o Estripador, mas ao contrário: este mata homens de família que vivem vidas duplas e enganam as suas mulheres.
Helen consegue pressentir a fúria por detrás de cada assassínio. Mas o que ela nunca conseguirá prever é quão volátil na realidade este assassino é. Nem o que a aguarda no final desta caça ao homem.

Sobre o autor:
M. J. Arlidge trabalha em televisão há 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade. Nos últimos 5 anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido. Encontra-se presentemente a escrever uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos. Os seus livros já foram vendidos para 25 países.



Coolbooks - "O diário do meu suicídio"

Título: O diário do meu suicídio
Autor:
Rui Miguel Almeida
Formato: e-wook
N.º estimado de páginas: 274
PVP: 6,99 €

Até que ponto somos culpados pelas escolhas que fazemos? Estará o certo sempre certo e o errado sempre errado? Em O diário do meu suicídio, que a Coolbooks publica hoje, Rui Miguel Almeida apresenta-nos um protagonista que pondera matar-se, mas que, à falta de coragem, decide iniciar um diário, em jeito de terapia.
Neste romance, estão as frustrações, mas também o renascer dos sentimentos, há segredos familiares e desilusões com amigos e nem tudo acaba da melhor forma. Por outro lado, entre o que se cala e o que fica por conhecer, as vidas vão-se vivendo, na paz possível.
Esta obra já está disponível em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt.

Sobre o autor:
Nascido em Coimbra em 1975, Rui Miguel Almeida viveu quase sempre em Aveiro, que sente como a sua cidade. Aos 10 anos, pedia dinheiro para gelados e voltava com livros de quadradinhos. Aos 15, jurava a pés juntos jamais usar fato e gravata, casar e ter filhos. Passou bem ao lado de uma carreira no futebol, e ainda mais ao lado de outra no rock n’roll, após descobrir que era melhor a tocar uma régua de 50 cm do que uma guitarra. Além da literatura, as suas grandes paixões são a música e a fotografia. Adora futebol, praia e viajar. Os seus primeiros textos foram poemas apaixonados, de onde transitou para os amargurados. Aos 18 escrevinhou o seu primeiro trabalho de ficção, ao qual foi somando vários outros, todos a repousar na gaveta. “O diário do meu suicídio” é a primeira obra que publica. Presentemente, usa fato e gravata, é casado e tem dois filhos. Há muito que deixou de jurar a pés juntos.


Guerra e Paz: Os maridos portugueses andam a matar as mulheres..


Título: Daqui não Sais Viva
Autor: João Bonifácio
N.º de Páginas: 224 páginas
PVP: 15,50 €
Nas livrarias a 8 de Abril
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC

Sinopse:
João Bonifácio, jornalista e autor, conta tudo o que se passou no caso Manuel Palito. Mas Daqui não Sais Viva é mais do que um relato, é um mergulho na realidade de um Portu­gal profundo. Daqui não Sais Viva retrata um modo de vida, uma mentalidade fundada numa sexualidade mórbida, de posse e ressentimento. O que leva comunidades inteiras a serem tão complacentes com a violência doméstica?

«A 17 de Abril de 2014, pelas 4 horas da tarde, Palito parou o carro à porta de casa de Elisa Barros, tia da sua ex-mulher, Maria Angelina, e disparou contra ambas e ainda Maria Lina, ex-sogra, e Sónia, filha do casal. Elisa e Lina morreram, Angelina e Sónia salvaram-se.»

ESTE É O LIVRO QUE OUVE O SILÊNCIO DAS MULHERES

Sobre o autor:
Nasceu a meio da década de 70, foi em­pregado de mesa, trabalhou numa loja de fotografia, atendeu telefones nos ser­viços de saneamento da sua terra natal e, na viragem para o século XXI, após anos de imprensa regional, começou a escrever para o jornal Público, o que continua a fazer com muito gosto. Foi editor da revista Os Meus Livros, colabo­rou com vários órgãos de comunicação social, da revista Blitz ao jornal A Bola, passando pela Time Out e pela revista UP, fez guiões para televisão, traduziu, reviu, escreveu piadas para o Inimigo Público e comentou futebol no Canal Q e em A BOLA TV. Pelo meio escreveu o manual de sobrevivência para os ho­mens do século XXI, O Livro dos Homens, para a Quetzal – mas mesmo assim não tem muita certeza se ele próprio conse­guirá sobreviver.