sexta-feira, 3 de julho de 2015

Apresentação do livro "Capital Fuck: Os contratos do comerciante. Uma comédia bancocrática."

Apresentação do livro "Capital Fuck: Os contratos do comerciante. Uma comédia bancocrática.", de Elfriede Jelinek.
Amanhã, às 16 horas, no Teatro Carlos Alberto. Com Nuno Carinhas (diretor do TNSJ), Bruno Monteiro, Emanuel de Sousa e Helena Topa. 




Conheça a história da conquista de Ceuta, 600 anos depois

No dia 21 de agosto comemoramos os 600 anos da conquista de Ceuta.  Para assinalar esta data o prestigiado historiador Paulo Drumond Braga apresenta-nos um livro que nos mostra como é que a tomada de Ceuta foi o tiro de partida para o início dos Descobrimentos portugueses.

Este livro leva-nos numa viagem intensa por um período extraordinário da História de Portugal, nos 600 anos depois da conquista de Ceuta, uma importante cidade do Norte de África. Uma análise das motivações para a conquista, a vida económica, religiosa e quotidiana de uma cidade portuguesa em África desde a sua tomada até ao fim da presença lusa.

Sinopse:
No dia 21 de agosto de 1415, por volta das seis da manhã, um exército português, comandado por D. João I, desembarcou em Ceuta e conquistou a cidade. Ao lado do rei, seguiam os seus filhos mais velhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, que viam nesta empresa um palco mais digno e honroso para serem armados cavaleiros do que um simples torneio. Os combates fizeram-se corpo a corpo, porta a porta, rua a rua, através das apertadas vielas da cidade muçulmana, demonstrando uma vontade hercúlea em conquistar aquela importante praça norte-africana. Depois de dominada a cidade, os Portugueses ocuparam o castelo, onde se tinham refugiado os habitantes de Ceuta, mas que entretanto havia já sido abandonado. Na torre foi colocada a bandeira de São Vicente, que era, como ainda é, a da cidade de Lisboa, e que a partir desse momento passou a ser igualmente a de Ceuta. Seiscentos anos depois da conquista desta importante cidade do Norte de África, o historiador Paulo Drumond Braga apresenta-nos um livro essencial para percebermos de que modo a tomada de Ceuta foi o tiro de partida para o início dos Descobrimentos portugueses. Analisando as motivações para a conquista, bem como a vida económica, religiosa e quotidiana de uma cidade portuguesa em África desde a sua tomada até ao fim da presença lusa, este livro leva-nos numa viagem intensa por um período extraordinário da História de Portugal.
                                                                                          
Sobre o autor:
Paulo Drumond Braga é licenciado em História (1987) e mestre em História da Idade Média (1992) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e doutor em História dos Descobrimentos e da Expansão pela mesma universidade (1997). Leciona, desde 1997, na Escola Superior de Educação Almeida Garrett (Lisboa), sendo investigador do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade da Universidade do Porto (CEPESE) da Universidade do Porto. Participou, como comunicante, em numerosos congressos científicos realizados em Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Reino Unido e Brasil e é autor de cerca de uma centena de artigos saídos em revistas portuguesas, espanholas e brasileiras. É autor dos seguintes livros: A Inquisição nos Açores (1997); Ceuta Portuguesa (1415-1656) (1998) (em colaboração com Isabel M. R. Mendes Drumond Braga); Setúbal Medieval. Séculos XIII a XV (1998); História dos Cães em Portugal. Das Origens a 1800 (2000); D. João III (2002); Coimbra e a Delinquência Estudantil (1580-1640) (2003); Do Crime ao Perdão Régio (Açores, Séculos XVI-XVIII )(2003); Leite. Biografia de um Género Alimentar (2004); Portugueses no Estrangeiro, Estrangeiros em Portugal (2005); D. Pedro II. Uma Biografia (2006); A Princesa na Sombra. D. Maria Francisca Benedita (1746-1829) (2007); O Príncipe D. Afonso, filho de D. João II. Uma Vida entre a Guerra e a Paz (2008); Torres Vedras no Reinado de Filipe II. Crime, Castigo e Perdão (2009); Filhas de Safo. Uma História da Homossexualidade Feminina em Portugal (Séculos XIII-XX) (2010); Duas Rainhas em Tempo de Novos Equilíbrios Europeus. Maria Francisca Isabel de Saboia. Maria Sofia Isabel de Neuburg (2011); D. Maria (1521-1577), uma Infanta no Portugal de Quinhentos (2013); D. Pedro III. O Rei Esquecido (2013); A Rainha Discreta. Mariana Vitória de Bourbon (2014); À Cabeceira do Rei. Doenças e Causas de Morte dos Soberanos Portugueses entre os Séculos XII e XX (2014).  

 


Ssessão de lançamento de «Adeus África», de João Céu e Silva



Na Corda Bamba, o primeiro romance de Saul Bellow, nas livrarias a partir de hoje

Título: Na Corda Bamba
Autor: Saul Bellow
Género: Romance
Tradução: Maria Adélia Silva Melo
N.º de páginas: 192
Data de lançamento: 3 de julho
PVP: 16,60€

O primeiro romance de Saul Bellow, com uma nova edição para assinalar o centenário do seu nascimento.
Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário é a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocatória para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao seu sofrimento.
Na Corda Bamba (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e consagrado um dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.

Sobre o autor:
Saul Bellow nasceu em Lachine, no Quebeque, a 10 de junho de 1915. Emigrou aos nove anos com a família para os EUA, fixando-se em Chicago. Morreu a 25 de Abril de 2005 no Massachusetts.
Considerado um dos maiores romancistas americanos do pós-guerra, descreve nos seus romances a complexidade social e psicológica do mundo. Influenciado pela narrativa existencialista europeia, abordou a problemática judaica num estilo irónico e distanciado. Saul Bellow foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1976. A Quetzal iniciou a publicação das suas obras com Morrem Mais de Mágoa, a que se seguiram As Aventuras de Augie March, Ravelstein, O Legado de Humboldt, Herzog e, agora, Na Corda Bamba.


Novidades Bizâncio disponíveis a partir de 8 de Julho

Título: A Vida Secreta dos Materiais
As Estranhas Histórias dos Prodigiosos Materiais que Dão Forma ao Nosso Mundo
Autor: Mark Miodownik
Págs.: 288
PVP: 15,80€
Colecção: A Máquina do Mundo

Eleito pela Royal Society of London o Melhor Livro de Ciência de 2014

Tudo é feito de alguma coisa...
Desde os objectos quotidianos que temos em casa até aos mais extraordinários materiais novos que irão dar forma ao nosso futuro, A Vida Secreta dos Materiais revela os milagres da arte, do design, da engenharia e da criatividade que nos rodeiam no dia-a-dia.


«Maravilhoso. Miodownik escreve tão bem que até faz brilhar o betão.»  Financial Times

«Fascinante. Uma visão actualizada das maravilhas do tecido que suporta as nossas vidas.» Guardian


Título: Verdade e Consequência
Autor:
Michael Palin
Págs.: 304
PVP: 14 €
Colecção: Montanha Mágica
Romance

Keith Mabbut era escritor. Disso estava absolutamente certo.

Embora tivesse construído uma carreira baseada na palavra escrita, chegara aos cinquenta e seis anos sem nada que se assemelhasse ao sucesso dos seus grandes heróis literários. Consolidara a opinião de que o melhor da sua obra ainda estava para vir. E, da forma que ele menos esperava, assim foi...

Quando uma proposta de trabalho inesperada – escrever a biografia de Hamish Melville, um activista herói de causas humanitárias – o leva à Índia, Keith começa a questionar-se sobre o que é a verdade e em quem pode de facto confiar.

«Verdade e Consequência é uma bela história, belissimamente contada... um thriller que nos mantém em permanente suspense, com um tema verdadeiramente relevante» Spectator 

Título: Guerra Total - De Estalinegrado a Berlin
Autor:
Michael Jones
Págs.: 352
PVP: 18 €
Fora de Colecção

História

Em Fevereiro de 1943 a maré da guerra mudou quando os alemães se renderam em Estalinegrado. Em Maio de 1945 os soldados soviéticos tinham atravessado a Europa de Leste e atacaram Berlim para pôr fim ao regime de Hitler.

Guerra Total é uma história poderosa sobre uma das fases mais cruciais da Segunda Guerra Mundial. Michael Jones recorre a relatos sinceros de testemunhas presenciais, a documentos pessoais tanto de fontes alemãs como russas, e traz-nos a história humana por detrás da libertação da Europa.

«Um livro soberbo e um verdadeiro contributo para a compreensão de uma guerra que se caracterizou por um sofrimento inimaginável.»  BBC History Magazine

Os livros estarão à venda no site (www.editorial-bizancio.pt) com um desconto especial de pré-lançamento. O desconto é válido até 8 de Julho.









TOPSELLER: Doidos por Cães - Um romance que capta o poder que os cães têm de nos curar


Os animais de estimação podem partilhar a nossa vida durante anos. Contamos com o seu apoio incondicional, pois não criticam nem julgam. Ajudam a alivar o stress pois estão sempre prontos para a brincadeira. E sabe tão bem dar um carinho quando o dia não correu bem. É por estas, e outras tantas razões, que criamos laços profundos de companheirismo. Eles são âncoras com quem podemos sempre contar, até ao dia em que deixam de estar entre nós. Aí, sofremos, choramos, recuperamos e recordamos.

Cheio de surpresas profundamente comoventes e encantadoras, Doidos por Cães (Topseller l 256 pp l 16,59€), de Meg Donohue, conta uma história enternecedora e história enternecedora e divertida que capta os laços do amor, a dor da separação, e o poder que os cães têm de nos curar.

Sinopse:
Como Conselheira do Processo de Luto por Animais de Estimação, Maggie Brennan recorre a uma combinação entre empatia, compreensão e humor para ajudar os seus pacientes que estão a lidar com a angústia de terem perdido um amigo de quatro patas. Apesar de possuir um dom para guiar os outros através de situações difíceis, a própria Maggie está, neste momento, a passar por um problema grave que pode ameaçar a sua prática de aconselhamento: ataques de pânico quando sai de casa, suscitados pela morte do seu próprio cão, Toby.

Tudo muda quando uma rapariga difícil e perturbada aparece no consultório de Maggie e acaba a pedir-lhe ajuda para encontrar o seu cão desaparecido. Percorrendo as ruas da cidade de São Francisco à procura do animal, Maggie dá por si envolvida num mistério que a força a enfrentar, finalmente, o seu maior medo — e a abrir o coração para um novo amor.

A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.






Sobre a autora:
Meg Donohue é autora bestseller do USA Today dos livros How to Eat a Cupcake e All the Summer Girls. Tem um mestrado em Escrita Criativa pela Columbia University e uma licenciatura em Literatura Comparada pelo Dartmouth College. Nascida e criada em Filadélfia, vive atualmente em São Francisco com o marido, três filhas pequenas e um cão.
A Topseller orgulha-se em dar a conhecer esta maravilhosa autora aos leitores portugueses, com Doidos por Cães. Um livro que vai suscitar sorrisos, lágrimas, recordações e esperança a todos os amantes de animais de estimação.
Saiba mais sobre a autora em: www.megdonohue.com.





Esfera dos Livros: Fique a conhecer a Rota do Fado

"Apresentamos-lhe 100 casas, tabernas e restaurantes de norte a sul do país onde o fado é rei e senhor. Não apenas casas de fado profissional, mas também sítios onde se pode ouvir a canção «nacional» nas vozes de fadistas amadores. Mas como falar de fado é quase sinónimo de boa gastronomia, saiba quais os pratos e petiscos que pode provar ao som das melhores vozes e guitarras.
Um guia indispensável, trilingue (português, inglês e espanhol) para ficar a conhecer as 100 casas, tabernas e restaurantes de norte a sul do país onde o fado é rei e senhor."

Sobre os autores:


Pedro Teixeira Neves é licenciado em Relações Internacionais. Começou no jornalismo em 1994, no Semanário. Trabalhou e editou diversas revistas e foi jornalista no programa «Câmara Clara», da RTP2. Como fotógrafo, venceu três prémios e trabalhou na revista Epicur. Publicou romances, livros de contos, poesia e diversos livros infanto-juvenis.
   

Orlando Leite, apaixonado pelas tradições e costumes de Portugal, trabalhou como jornalista nos jornais O Semanário, O Independente e nas revistas Municípios e Regiões e Magazine Artes. Colaborou no 24 Horas e Jornal I.


 

Olhando o Sofrimento dos Outros, o último livro de Susan Sontag, nas livrarias a 3 de julho

Título: Olhando o Sofrimento dos Outros
Autor: Susan Sontag
Género: Ensaio
Tradução: José Lima
N.º de páginas: 376
Data de lançamento: 3 de julho
PVP: 14,40€

«Sábio e sombrio. No seu testemunho final, Sontag reconhece que existem realidade que nenhuma imagem pode transmitir» Los Angeles Times Book Review
Este foi o último livro de Susan Sontag a ser publicado antes da sua morte, em 2004. É considerado por muitos uma continuação ou uma adenda aos Ensaios Sobre Fotografia (também publicado pela Quetzal), apesar de os dois livros terem opiniões sobre fotografia radicalmente diferentes. Este longo ensaio dedica-se sobretudo à fotografia de guerra. Enquanto desmonta uma série de lugares-comuns no que concerne as imagens de dor, horror e atrocidade, Olhando o Sofrimento dos Outros se, por um lado, reafirma a importância das mesmas, por outro, mina a esperança de que estas consigam comunicar alguma coisa de substancial. Por um lado, a narrativa e o enquadramento conferem às imagens o grosso do seu significado; por outro, os que não passaram por essas experiências tremendas «não são capazes de compreender, não são capazes de imaginar» o que essas imagens representam.

Sobre a autora:

Susan Sontag foi uma das mais importantes e influentes intelectuais norte-americanas da segunda metade do século XX. Foi professora, ativista na defesa dos direitos das mulheres e dos direitos humanos em geral, ficcionista e ensaísta frequentemente premiada e amplamente traduzida. A sua escrita foi presença assídua nas publicações The New Yorker, The New York Review of Books, The New York Times, The Times Literary Supplement, Art in America, Antaeus, Parnassus, The Nation e Granta, entre outras.
Susan Sontag teve um filho, David Rieff – editor dos seus diários inéditos, publicados pela Quetzal com o título Renascer –, e viveu os últimos anos da sua vida com a fotógrafa Annie Leibovitz. Susan Sontag nasceu em 1933, em Nova Iorque, cidade onde morreu, em 2004.


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Chega dia 3 o livro que deu a conhecer Gillian Flynn

Título: Objetos Cortantes
Autor: Gillian Flynn
Género: Ficção
Tradução: Fernanda Oliveira
N.º de páginas: 320
Data de publicação: 3 de julho
PVP: 16,60 €

Depois de Em Parte Incerta e Lugares Escuros, a Bertrand publica o livro que deu a conhecer a escrita viciante de Gillian Flynn.
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas.
Há anos que Camille mal fala com a mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade.
Agora, começa a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não conduzem a lado nenhum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história.
Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu há anos se quiser sobreviver a este regresso a casa.


«Negro e original.» People
«Sabemos desde a primeira linha que estamos nas mãos de uma escritora cheia de talento.» The Boston Globe

Sobre a autora:
É autora de Em Parte Incerta e Lugares Escuros, ambos best-sellers do New York Times e entre os melhores livros do ano em que foram editados. A autora está publicada em mais de trinta países. Vive em Chicago com o marido e os filhos.
http://gillian-flynn.com/


TOPSELLER: Steve Cavanagh, a nova estrela do thriller jurídico


«Em parte drama judicial ao estilo de John Grisham, em parte filme de super-herói, este é um romance de estreia cheio de ação.» - Irish Independent

«Lê-se como um drama judicial que Lee Child poderia ter escrito… Este é um thriller de ritmo alucinante que arranca a toda a velocidade e não olha para trás até à travagem final, 336 páginas mais à frente.» - Irish Times

Uma confusão nos horários das matrículas desviou, aos 18 anos, Steve Cavanagh do curso de Marketing e Gestão para as aulas de Direito. Inscrever-se no curso errado mudou, provavelmente, o destino do autor irlandês. Proeminente advogado de direito civil, Steve Cavanagh é hoje considerado a nova estrela do thriller jurídico, logrando excelentes críticas com o seu livro de estreia A Defesa (Topseller l 336 pp l 18,79€), já à venda em todo o país.

Sinopse:
De vigarista a advogado. De bêbedo e mentiroso a pai de família. Quereria este homem ao seu lado para o defender em tribunal?
Há mais de um ano que Eddie Flynn prometeu a si mesmo não voltar a entrar numa sala de audiências. Mas agora não tem alternativa. Olek Volchek, o chefe da máfia russa nova-iorquina, quer obrigar Eddie a representá-lo num julgamento por homicídio impossível de vencer.


Eddie Flynn tem 31 horas para…
• defender o seu novo cliente da acusação de homicídio;
• resgatar a filha, Amy, de dez anos, raptada pelos criminosos;
• salvar a própria vida, ameaçada pela bomba que traz presa ao casaco.

Sob o olhar atento dos media e do FBI, Eddie tem de usar a sua inteligência e todos os truques do passado para defender o seu cliente e garantir a segurança da filha. Com o temporizador da bomba a contar, conseguirá Eddie convencer o júri e salvar a sua vida e a de Amy?

A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

Sobre o autor:
Steve Cavanagh nasceu e cresceu em Belfast, na Irlanda do Norte, e aos 18 anos mudou-se para Dublin onde estudou Direito, por engano. A sua decisão era seguir Marketing e Gestão mas uma confusão nos horários das matrículas fê-lo inscrever-se no curso errado.

Porém, este poderá ter sido um engano com sentido, já que Steve Cavanagh se tornou um proeminente advogado de direito civil, envolvido em casos de especial relevância. Steve também dá palestras sobre temas legais, mas do que ele gosta mesmo é de contar piadas. A Defesa é o seu romance de estreia, que lhe valeu ser considerado uma Amazon Rising Star em 2015. Saiba mais sobre o autor: www.stevecavanagh.com



Há Sempre Tempo Para Mais Nada, o novo romance de Filipe Homem Fonseca, nas livrarias amanhã

Título: Há Sempre Tempo Para Mais Nada
Autor: Filipe Homem Fonseca
Género: Romance
N.º de páginas: 296
Data de lançamento: 3 de julho
PVP: 17,70€

A história de uma perda. E uma reflexão sobre a ilimitada capacidade de nos iludirmos.
O mundo anda faminto de qualquer coisa que não sabe o que é. Mãos estendidas, estômagos vazios, gente que morre à espera.
Há Sempre Tempo Para Mais Nada é uma história de perda coletiva e individual, pombos e pilotos suicidas, mosquitos assassinos, macacos raivosos e rostos sem corpo. A extinção pessoal de um viúvo, embalado numa dança de miséria irresistível que faz da distância um pormenor. Uma viagem de Lisboa a Varanasi, na Índia, terra de morte definitiva num tempo em que nem todas o são, onde o viúvo espera consumar, afundada no rio Ganges, a mais triste das despedidas.

Sobre o autor:
Filipe Homem Fonseca nasceu em 1974. Licenciado em Publicidade, é humorista, argumentista, dramaturgo, músico, escritor e realizador. Notabilizou-se pela sua co-autoria em famosos programas e séries de televisão: Herman Enciclopédia, Major Alvega, Conversa da Treta, Contra-Informação, Inimigo Público, Paraíso Filmes e Estado de Graça, entre muitos outros. É autor de vários documentários, curtas-metragens e telefilmes, como, por exemplo, Só Por Acaso. Além de peças de teatro, escreveu contos, um dos quais publicado na Antologia de Ficção Científica Fantasporto, e assinou ainda um romance, Se Não Podes Juntar-te a Eles, Vence-os. Há Sempre Tempo Para Mais Nada é o primeiro romance que publica na Quetzal.


VOGAIS: «Os Bebés de Auschwitz». A coragem de três mulheres grávidas. Uma história que impossível de esquecer


«Os Bebés de Auschwitz é uma história excecional, resultante de um extraordinário trabalho de pesquisa, escrito com uma empatia diligente.» - The New York Times

Entre as vítimas do Holocausto enviadas para Auschwitz em 1944, três mulheres levavam consigo um segredo quando passaram pelos portões do infame campo de concentração. Priska, Rachel e Anka estavam grávidas de poucas semanas, enfrentando um destino incerto longe dos seus maridos. Sozinhas, assustadas, e após terem perdido tantos familiares às mãos dos nazis, sentiam-se determinadas em lutar pelo que lhes restava: as vidas dos seus bebés.

Estas mulheres deram à luz em circunstâncias inimagináveis, com intervalos de semanas entre si. Quando nasceram, os bebés pesavam menos de 1,5 Kg cada, e os seus pais haviam sido assassinados pelas forças alemãs, enquanto as mães se haviam transformado em «esqueletos andantes».

Os Bebés de Auschwitz, editado pela Vogais, chancela da 20l20 Editora (416 pp l 19,99€), segue a incrível história das mães: primeiro em Auschwitz, onde sofreram o escrutínio cruel de Josef Mengele, o médico nazi conhecido como Anjo da Morte, que selecionava as mulheres grávidas à entrada do campo, destinando-as às câmaras de gás; depois num campo de trabalho alemão onde, esfomeadas, lutaram por esconder a sua gravidez; e, por fim, durante a viagem infernal de comboio, que durou 17 dias, até ao campo de concentração de Mauthausen, onde viriam a ser libertadas pelos Aliados.

A biógrafa Wendy Holden descreve toda a história com minúcia, destacando a coragem destas mulheres e a bondade dos desconhecidos que as ajudaram a sobreviver. Os Bebés de Auschwitz é um livro comovente e uma celebração da nossa capacidade de amar, ajudar e sobreviver mesmo nos contextos mais tenebrosos.

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos desta extraordinária história, aqui.

Wendy Holden foi jornalista durante 18 anos, tendo trabalhado mais de uma década no Daily Telegraph, no qual era correspondente estrangeira e de guerra, e para o qual cobriu acontecimentos em todo o mundo.

É autora e coautora de mais de trinta livros, entre os quais se destacam alguns títulos sobre as vidas de mulheres extraordinárias, como Tomorrow Be Brave, sobre a única mulher a pertencer à Legião Francesa, A Lotus Grows in the Mud, biografia da atriz Goldie Hawn, ou Lady Blue Eyes, sobre Barbara, a viúva de Frank Sinatra. É também autora, entre outros, de Behind Enemy Lines, sobre um espião judeu que terá conseguido infiltrar-se repetidas vezes em território alemão, e do livro inspirador Haatchi & Little B.


BOOKSMILE: O Principezinho - tradução de Ana Saldanha e prefácio de Álvaro Magalhães


Setenta anos após o desaparecimento de Antoine de Saint-Exupéry, O Principezinho é um clássico incontornável da literatura infantil, e como tal, uma leitura indispensável a todos os leitores – pequenos e crescidos. A Booksmile traz agora ao público a edição da capa azul, uma nova edição com tradução de Ana Saldanha e prefácio de Álvaro Magalhães.

O Principezinho (Booksmile | 112 pp | 8,79€ | 9+) é um clássico que povoa o imaginário de crianças e adultos há largas gerações. Esta é a história fantástica de um aviador que, em pleno deserto, conhece um principezinho de cabelos dourados que lhe conta a sua incrível viagem pelo espaço antes de ter aterrado na Terra. Mas mais do que a história enternecedora do pequeno príncipe que se libertou do pequeno asteroide onde vivia, esta obra é uma alegoria sobre a condição humana. A sua leitura nunca se esgota: os anos passam mas sempre que o leitor a relê encontra novos significados para as suas palavras.

Este livro, de acordo com a edição original de 1943, é ilustrado com as aguarelas do autor e conta com uma nova e cuidada tradução da escritora Ana Saldanha, que reflete fielmente a beleza e a poesia do texto original, e com prefácio do escritor Álvaro Magalhães.

Leitura recomendada para o 6.º ano, com guião de leitura incluído para apoio a alunos e professores.

A Booksmile disponibiliza a leitura dos primeiros capítulos aqui.

Ana Saldanha nasceu no Porto, em 1959. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Português e Inglês) e tem o mestrado em Literatura Inglesa pela Universidade de Birmingham. É atualmente leitora de Português na Universidade de Glasgow.

É autora de livros para crianças e jovens, entre eles Ninguém Dá Prendas ao Pai Natal e O Romance de Rita R. É uma das vozes mais promissoras do panorama nacional. Ganhou o Prémio Literário Cidade de Almada com o romance Círculo Imperfeito e também se tem dedicado à tradução. O Pintassilgo, de Donna Tartt, e Um Longo Caminho para a Liberdade, de Nelson Mandela, são duas das obras que traduziu.

Sobre o autor:
Antoine de Saint-Exupéry (Lyon, 28 de junho de 1900 — Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944), terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry, desde tenra idade revelou especial interesse pela aviação. Após uma passagem pela Escola de Belas Artes, onde estudou Arquitetura, ingressou no serviço militar, e recebeu treino como piloto. Bateu recordes de velocidade e desafiou os limites da segurança, mas foi ao serviço da Força Aérea francesa, numa missão de reconhecimento em 1944, que acabou por desaparecer ao largo da Córsega.

Das obras que escreveu, destacam-se Voo Noturno (1931) e Terra dos Homens (1939), valendo-lhe este último os prémios da Academia Francesa para Romance e o National Book Award nos Estados Unidos da América. Foi no entanto O Principezinho (1943) que o elevou ao estatuto de autor de um dos maiores clássicos da literatura, hoje traduzido em quase duas centenas de línguas.

Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram encontrados a poucos quilómetros da costa de Marselha. Mas o seu corpo jamais foi encontrado, deixando assim envolto em mistério o desaparecimento de Antoine de Saint-Exupéry.

A sua vida, ao mesmo tempo romântica e heroica, está contada no livro Antoine de Saint-Exupéry – Vida e Morte do Principezinho (ed. Vogais).





Porto Editora - Fantasia: O desfecho da trilogia Entre Mundos

Título: Sonhos de Deuses e Monstros
Autor:
Laini Taylor
Tradutor: Elsa T. S. Vieira
Págs.: 496
PVP: 16,60 €

Em fevereiro deste ano, a Porto Editora iniciou a publicação da trilogia Entre Mundos de Laini Taylor, história de fantasia e aventura que já conquistou leitores em mais de 30 países e onde coexistem anjos, monstros e humanos. Depois de A Quimera de Praga e Dias de Sangue e Glória, chega às livrarias portuguesas, a 25 de junho, Sonhos de Deuses e Monstros, o terceiro e último capítulo da saga.
Para além da presença assídua nas listas de bestsellers, a trilogia Entre Mundos tem-se destacado com nomeações para prémios conceituados do género e excelentes críticas, que sublinham a imaginação, destreza e sensibilidade da escrita de Taylor.

Sinopse:
Dois mundos estão à beira de uma guerra cruel. Através de um assombroso ardil, Karou assumiu o controlo da rebelião das quimeras e tem a intenção de as desviar do caminho da vingança extrema. O futuro depende dela.
Quando o brutal imperador serafim traz o seu exército para o mundo humano, Karou e Akiva estão finalmente juntos – se não no amor, ao menos numa aliança provisória contra um inimigo comum. É uma versão alterada do seu antigo sonho, mas ambos começam a ter esperança de que será possível forjar um destino alternativo para os seus povos, e, talvez, para si próprios.
Porém, com ameaças ainda maiores a desenharem-se, serão Karou e Akiva fortes o suficiente para se erguerem entre anjos e demónios?
Das cavernas dos Kirin às ruas de Roma, humanos, quimeras e serafins lutam, amam e morrem num cenário épico que transcende o bem e o mal, nesta impressionante conclusão da trilogia bestseller Entre Mundos.

Sobre a autora:
É autora de livros de fantasia, tendo publicado anteriormente a série Dreamdark e o romance finalista do National Book Award, Lips Touch: Three Times. Considerado por muitos livreiros e meios de comunicação como o melhor livro do ano de 2011/2012, Sonhos de Deuses e Monstros é o terceiro volume de uma trilogia com direitos de tradução vendidos para mais de 30 países e cuja adaptação cinematográfica está a cargo dos estúdios da Universal Pictures.


ELSINORE: O negócio do tráfico humano. Uma investigação da jornalista Lydia Cacho

«Lydia Cacho tem medo? A pergunta pode ser óbvia, mas a resposta não.» - The Guardian

«Um corajoso trabalho de investigação.» - The Washington Post

«És puta e drogada. Achas que a polícia vai acreditar em ti ou em mim, um empresário de sucesso?»

Esta e outras perguntas são lançadas no livro Escravas do Poder da premiada jornalista mexicana Lydia Cacho. Um livro sobre um negócio que prospera sem olhar a fronteiras, raças ou recessões – o negócio do tráfico humano. Da Turquia ao Japão, da Palestina ao Camboja, do Reino Unido ao México, o tráfico humano atravessa o mundo inteiro, invisível aos cidadãos e ignorado por políticos que fingem não ver — ou que dele também dependem.

Estima-se que cerca de 80 por cento das vítimas do tráfico são entregues à prostituição. Num trabalho de investigação excecional que se prolongou por vários anos, Lydia Cacho desmascara os criminosos e acompanha o rasto das vidas por eles destroçadas.

Em Escravas do Poder, livro editado pela Elsinore, chancela da 20l20 Editora (320 pp l 19,99€ l à venda a 29 de junho), falam na primeira pessoa traficantes de droga e de armas, mafiosos e proxenetas, além das próprias cativas que conseguiram escapar ao carrossel do tráfico. Relato desassombrado das ligações tentaculares do tráfico sexual a um sem-número de indústrias — o turismo, a pornografia, o contrabando, a venda de órgãos e o terrorismo —, tudo depende desta rede global e sem lei, e todos pagamos sem saber o preço destas vidas.

Sobre a autora:
Lydia Cacho nasceu no México em 1963 e é uma das mais famosas jornalistas de investigação da actualidade. A sua coragem e a qualidade do seu trabalho têm-lhe valido inúmeros prémios internacionais, de que são exemplo o título de Cavaleira de Honra da Legião Francesa ou o Prémio Olof Palme de 2011, atribuído ex-aequo a Lydia Cacho e Roberto Saviano, pelo papel no combate contra a insegurança e a injustiça no mundo.

Inspirada por Elsinore, geografia literária por excelência, a 20|20 Editora continua a apresentar a sua nova chancela, desta vez no território da não-ficção. De vocação literária, sem fronteiras de género, região ou época, a Elsinore publica, em 2015, 11 títulos de referência e autores que é urgente descobrir.

Escravas do Poder é o terceiro título Elsinore, depois de Lorde, de João Gilberto Noll, e A Eterna Demanda, de Pearl S. Buck. Segue-se Na Presença de Um Palhaço, de Andrés Barba, nas livrarias a 6 de julho.​ O escritor espanhol virá a Portugal na terceira semana de julho.







TOPSELLER: Depois de se conhecer o lado cruel do amor, será possível viver um amor verdadeiro?


«Colleen Hoover constrói um mundo surpreendente de dois jovens que descobrem o amor maduro.» - Booklist

«Só Colleen Hoover tem a capacidade de incluir tanto esplendor num romance.» - Jamie McGuire, autora bestseller

Colleen Hoover, autora de Um Caso Perdido e de Uma Nova Esperança, regressa às livrarias portuguesas com o livro-sensação que catapultou a autora para o top do Goodreads Choice Awards de 2014: Amor Cruel (Topseller l 288 pp l 16,99€)

O livro está a ser adaptado ao cinema, com Nick Bateman no principal papel. Tem estreia prevista para 1 de fevereiro de 2016, e promete ser um concorrente de peso ao segundo filme de Fifty Shades of Grey, tendo já conquistado milhões de fãs e a crítica.

Sinopse:
Depois de se conhecer o lado cruel do amor, será possível viver um amor verdadeiro?
Tate é enfermeira e muda-se para São Francisco, para casa do irmão Corbin, para estudar e trabalhar. Miles é piloto-aviador e mora no mesmo prédio de Corbin. Depois de se conhecerem de forma atribulada, Tate e Miles acabam por se aproximar e dar início a uma relação exclusivamente física. Para que esta relação exista, Miles impõe a Tate duas regras: «Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»

Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois. Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?

Sobre a autora:
Collen Hoover já atingiu o 1.º lugar no top de vendas do New York Times e comoveu muitas leitoras com os seus onze livros publicados, incluindo Um Caso Perdido (Hopeless) e Uma Nova Esperança (Hope), publicados em Portugal pela Topseller. Os seus livros já foram traduzidos para cerca de 30 línguas.

Colleen Hoover trabalhou nos Serviços de Proteção a Crianças, antes de voltar aos estudos para concluir a sua formação em Educação Especial e Nutrição Infantil. Saiba mais sobre a autora em: www.colleenhoover.com



Viagem Literária da Porto Editora chega à cidade da Guarda

A Viagem Literária segue até à cidade mais alta do país, no dia 8 de julho, para uma sessão no Teatro Municipal da Guarda.
Depois da paragem no Teatro Viriato, em Viseu, a Viagem Literária continua e a próxima etapa leva este evento itinerante até à cidade da Guarda, no Teatro Municipal, a partir das 21:30 do dia 8 de julho, à boleia de dois grandes nomes da literatura nacional: Francisco José Viegas e José Rentes de Carvalho.
Moderados por João Paulo Sacadura, o palco do Teatro Municipal da Guarda recebe os dois autores para uma conversa de 90 minutos, sem guião, mas que certamente passará pela literatura, por assuntos da atualidade e pela proximidade entre os dois convidados. Para além do ofício da escrita, estes dois autores partilham uma curiosa ligação: para além de ser seu editor (na Quetzal), foi também Francisco José Viegas quem redescobriu e publicou a obra de Rentes de Carvalho em Portugal, que já gozava de um enorme prestígio e popularidade na Holanda, onde reside durante parte do ano.
Durante a tarde de dia 8 de julho está ainda prevista a realização de uma curta conferência de imprensa, a fim de proporcionar à comunicação social um contacto direto com os autores – sem constrangimentos de horários tardios, sessões de autógrafos ou cansaço.
Francisco José Viegas é responsável pela revista Ler e foi também diretor da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. Da sua obra constam livros de poesia e romances como “Regresso por um Rio”, “Um Céu Demasiado Azul”, “Um Crime Capital”, “Longe de Manaus” (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 2005) e “O Colecionador de Erva”.


Novidade Oficina do Livro: Portugal Kitsch de Francisco Salgueiro

Título: Portugal Kitsch
Autor:
Francisco Salgueiro
PVP: 14,90€
N.º de Páginas: 208

Este não é um livro qualquer de crónicas. Se fosse, não recomendava que o lessem. Mas devem ler... e várias vezes.

No final dos anos 1990 éramos pirosos. Entre outras coisas. Eu devia ter pouco com que me entreter porque fui escrevendo sobre o que via à minha volta: os secadores dos quartos de hotel que não secavam, a impossibilidade de levar para casa os restos dos doces dos casamentos num tupperware, ou as pessoas dizerem clichés como «quando se fecha uma porta, abre-se uma janela».

Os artigos foram publicados no Diário de Notícias - «Notícias Magazine» e tiveram êxito em todo o mundo. Ok, não ao nível dos Transformers, mas mesmo assim correram mundo.

Depois de milhares de pedidos para juntá-los num livro, aqui estão eles. Todos juntinhos. Garanto que vão rir. E muito. Se no final não tiverem dado, pelo menos, cinco gargalhadas, provavelmente foi porque injectaram botox nos maxilares.

Sobre o autor:
Francisco Salgueiro sócio da primeira empresa portuguesa de assessoria mediática e digital de celebridades, Naughty Boys. Fotógrafo premiado internacionalmente. Autor de doze livros publicados pela LeYa/Oficina do Livro, incluindo os best-sellers O Fim da Inocência e O Fim da Inocência II.

Porto Editora: Miguel Miranda regressa ao policial

Título: Sem Coração
Autor:
Miguel Miranda
Págs.: 176
Capa: Mole com badanas
PVP: 15,50 €

O roubo do coração de D. Pedro IV, relíquia de valor incalculável que está guardada na Igreja da Lapa, é o ponto de partida do mais recente livro de Miguel Miranda, Sem Coração. Protagonizado pelo detetive Mário França, considerado «Le Sherlock Holmes du Sud» pelo jornal L’Express, o autor regressa ao género policial e desenvolve uma intrincada investigação sobre dois assassínios e o desaparecimento dessa relíquia, que se mantém envolta em mistério. Sem Coração é publicado pela Porto Editora a 2 de julho e dá seguimento a Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso, que, no ano passado, em França, esteve nomeado para o Prémio Violeta Negra de Literatura Policial do Festival Literário de Toulouse.
É precisamente na Igreja da Lapa, no Porto, que se realiza a primeira sessão de lançamento de Sem Coração, no dia 4 de julho, pelas 16:00. A apresentação estará a cargo de Francisco Ribeiro da Silva e Hélder Pacheco.
Em Lisboa, António Sampaio da Nóvoa irá apresentar este livro no dia 8 de julho, pelas 19:00, no El Corte Inglés Lisboa.

Sinopse:
O roubo do coração de D. Pedro IV deixará atrás de si o rasto de duas mortes… Poderá o crime perfeito ser desvendado?
Dois homicídios, encapotados de morte natural, e o roubo do coração do rei D. Pedro IV do mausoléu da igreja da Lapa, no Porto, são o pretexto para uma nova investigação do detetive privado Mário França.
Em conjunto com a sua equipa de agentes marginais, com métodos peculiares mas de uma eficácia a toda a prova, terá forçosamente de se imiscuir num universo de intrigas familiares, gangues violentos e querelas que remontam aos tempos das Guerras Liberais, procurando respostas para os assassínios, de uma sofisticação incomum, e para o roubo da relíquia real, aparentemente relacionado com redes internacionais de tráfico dessa peculiar mercadoria que é a memorabilia corporea…
Por entre as linhas da narrativa, e pela voz do seu protagonista, naquela que é a primeira obra ficcional sobre o coração do rei D. Pedro IV, bastião nacional da liberdade, Miguel Miranda tece uma sincera homenagem à cidade do Porto e aos ideais da causa liberal, bem como uma análise histórica, em particular ao momento que deu origem ao famoso epíteto de Invicta: o cerco da cidade, «tempos de horror e carnificina» que terminaram com a vitória dos liberais.

Sobre o autor:
Miguel Miranda é médico e autor de vários romances, livros de contos e livros infantis. Recebeu o Grande Prémio de Conto da APE pelo livro Contos à Moda do Porto (1996); o Prémio Caminho de Literatura Policial pelo livro O Estranho Caso do Cadáver Sorridente (1997); e o Prémio Fialho de Almeida em duas ocasiões, pelos livros A Maldição do Louva-a-Deus (2001) e Todas as Cores do Vento (2013). Foi, também, finalista do Prémio PEN Narrativa 2012 (Todas as Cores do Vento) e do Prémio Violeta Negra 2014 do Festival de Literatura Policial de Toulouse (Donnez Leur, Seigneur, le Repos Éternel, edição francesa de Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso). Está traduzido em Itália e França e representado em diversas coletâneas. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso, Todas as Cores do Vento e A Paixão de K, bem como o livro de contos A Fome do Licantropo e Outras Histórias.




quarta-feira, 1 de julho de 2015

Lançamento de O Livro dos Camaleões, de José Eduardo Agualusa



Novidade Esfera dos Livros: Ninguém pára o Benfica

Ninguém para o Benfica é um livro profusamente ilustrado que celebra, com muito humor, alegria e histórias curiosas, a conquista dos dois últimos campeonatos nacionais pelo clube da águia.

As frases mais engraçadas, os episódios mais divertidos, as imagens mais marcantes e os momentos-chave que conduziram ao bicampeonato fazem deste livro, da autoria do jornalista Sérgio Pereira e com prefácio de Pedro Ribeiro, um objecto irresistível para todos os adeptos encarnados, que vibraram intensamente com estes dois anos carregados de emoções.

Ninguém pára o Benfica é também um brinde, de sorriso nos lábios, à grandeza do espírito benfiquista e à sua sabedoria, tanto na hora de resistir às adversidades como no momento de festejar a imensa glória da Luz.


Sinopse:
Mais ou menos à mesma hora em que Julen Lopetegui caía de joelhos no Restelo, o povo soltava o grito: o Benfica é campeão! Outra vez. O clube encarnado carregou na cor, na paixão e no entusiasmo para encher de felicidade o peito de milhões de adeptos. Transportou na alma a chama imensa e levou à palma a luz intensa, como se canta no Estádio da Luz. Mas o bicampeão nasceu torto e cresceu sem colo, enfrentando todas as adversidades até se tornar muito melhor do que os rivais. Este livro é sobre esse Benfica: sobre as histórias curiosas, as frases engraçadas, os episódios divertidos e os momentos-chave que fizeram tanta gente brindar de sorriso nos lábios. Ao Campeão!

Sobre o autor:
Sérgio Pereira nasceu em Mirandela em 1978. Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Fernando Pessoa, começou a trabalhar no Desporto Digital, passou pelo Diário de Notícias e está desde 2003 no Maisfutebol. Quando era criança chegou a gostar de um clube, e não era o Benfica. Depois de As melhores Histórias do Futebol Mundial, este é o segundo livro que escreve. 






VOGAIS: O novo desafio literário de Mark Zuckerberg? «Sapiens: História Breve da Humanidade»



Mark Zuckerberg propôs-se a um desafio em 2015: ler um livro a cada duas semanas com o objetivo de "aprender mais sobre novas culturas, crenças, histórias e tecnologia". E o 12.º livro do ano que o fundador da rede social mais popular do mundo decidiu ler, partilhando o desafio com os seus seguidores, é a fantástica obra Sapiens: História Breve da Humanidade (Vogais l 496 l 21,98€) de Yuval Harari, à venda em todo o país.

Trata-se de uma obra desafiadora, desconcertante e inteligente — uma perspetiva única e original sobre a evolução da espécie humana e o impacto do homem no planeta. Sapiens: História Breve da Humanidade está já traduzido em 30 línguas, e chegou ao top dos livros mais vendidos (não-ficção) em países como Inglaterra e EUA.

Aqui estão disponíveis alguns dos artigos e entrevistas a Yuval Harari. Terrorismo, tecnologia, o futuro da humanidade, entre outros assuntos relevantes e contemporâneos, podem ser abordados em entrevista ao autor. E, não deixe de ler as dezenas de elogios da crítica e dos principais meios de comunicação internacionais, aqui.

Sinopse:
O fogo deu-nos poder. O boato ajudou-nos a saber cooperar. A agricultura aumentou o nosso apetite. A mitologia manteve a lei e a ordem. O dinheiro deu-nos algo em que confiar. As contradições geraram a cultura. A ciência fez-nos letais.

Sapiens: História Breve da Humanidade é uma obra fundamental que não se concentra apenas no passado, procurando também explicar os significados mais profundos e as implicações morais e existenciais dos acontecimentos humanos. Este livro apresenta toda a evolução da nossa civilização, desde a pré-História, passando pelos Descobridores e os primeiros colonos, as revoluções agrícola e industrial, e até aos desenvolvimentos científicos e tecnológicos das últimas décadas.

Recorrendo a ideias da paleontologia, antropologia e sociologia, o autor, Yuval Noah Harari, analisa os principais saltos evolutivos da humanidade, desde as espécies humanas que coexistiam na Idade da Pedra até às revoluções tecnológicas e políticas do século xxi — que nos transformaram em deuses, capazes de criar e de destruir.

Num registo acessível e entusiasmante, Sapiens: História Breve da Humanidade procura não só explicar o que aconteceu, e como aconteceu, mas também revelar o que sentiram os seres humanos durante os vários processos evolutivos — e perceber se somos hoje um ser mais feliz ou infeliz.

Sapiens: História Breve da Humanidade desafia o leitor a reconsiderar as explicações mais correntes sobre a História, enfrentando questões essenciais como:

• Como conseguiu o homo sapiens conquistar a terra?
• O que aconteceu às outras espécies humanas?
• Quando surgiram o dinheiro, os estados e a religião, e porquê?
• O que levou o capitalismo e a ciência a tornarem-se as crenças dominantes da era moderna?
• Como crescem e caem os impérios?
• Como é possível que grupos minoritários dominem vastas populações?
• Por que motivo quase todas as sociedades acreditaram que as mulheres são inferiores aos homens?
• A História é justa?
• Será que o homo sapiens ainda existirá dentro de 100 anos?

Sobre o autor:
Yuval Noah Harari é historiador, investigador e professor de História do Mundo na Universidade Hebraica de Jerusalém, considerada uma das melhores instituições de ensino em todo o mundo. Doutorado em História pela Universidade de Oxford, Harari tem-se dedicado ao estudo e ensino da história, encorajando os seus alunos a questionar os conhecimentos e ideias que têm por garantidos sobre a vida, o mundo e a humanidade.
Atualmente, a sua investigação incide sobre questões macro-históricas: Qual a relação entre a história e a biologia? Que diferenças essenciais distinguem o Homo sapiens dos outros animais? Existe justiça na história? As pessoas tornaram-se mais felizes à medida que a história avançou? Harari é duplo vencedor do Prémio Polonski para Criatividade e Originalidade nas Disciplinas de Humanidades, em 2009 e 2012. Publicou numerosos livros e artigos científicos. Sapiens: História Breve da Humanidade é bestseller internacional, publicado em mais de 30 línguas. Saiba mais sobre o autor: ynharari.com

 



Novidade Guerra e Paz: Um livro para fazer as melhores férias em Portugal


Título: IR é o Melhor Remédio
Autor: Teresa Conceição
N.º de Páginas: 240
PVP: 15,90 €
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC

Sinopse:
Estão aqui alguns dos segredos mais bem guardados de Portugal

Este é um livro de roteiros, viagens e comida deliciosa.

Praias, ilhas, rios ou castelos. Inspiradoras escapadas a dois ou aventuras em família. Roteiros de sonho com toda a informação de que precisa. A melhor hospeda­gem: económica, confortável, romântica. Tascas e res­taurantes com menus inovadores e portugueses para ex­perimentar e repetir. São viagens com histórias – as que valem a pena.

(Ah, este livro contém 12 receitas sublimes, cujo segredo os mestres cozinheiros revelam!)

Sobre a autora:
É uma jornalista terra-a-terra, o que só lhe fica bem na hora de criar roteiros para o tempo livre. Em reportagem na SIC desde 1992, palmilhou muito para reunir as suges­tões que agora partilha e onde as paisagens portuguesas são campo de aventuras para viver em dueto ou em família. É autora do roteiro IR é o Melhor Remédio, do Jornal da Noite, a dividir passeios e rivalidades com o jornalista Martim Cabral. Por mais que filme, nunca consegue mostrar num programa de televisão todo o país que queria divulgar. Este livro é mais um esforço inglório. Mas cheio de rebuçados para quem quer aventurar-se por caminhos pouco trilhados em chão nacional.