sexta-feira, 18 de setembro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

TOPSELLER: Mulheres brutalmente torturadas. Um padrão que as liga a todas. A caça ao homem já começou


«Karin Slaughter é uma das melhoras autoras de thrillers da América.» - The Washington Post

«Sem dúvida nenhuma uma história bem conseguida, irresistível e complexa, com poder suficiente para pôr toda a gente a querer passar para a página seguinte.» - The Daily Express

«Esta obra confirma que Karin está no topo do grupo de escritores que se especializaram na medicina forense e no terror.» - The Times

Karin Slaughter, uma das autoras mais bem-sucedidas no género thriller policial, com mais de 30 milhões de livros vendidos, está de regresso às livrarias nacionais com o terceiro volume da série Will Trent, Génesis (Topseller l 448 pp l 19,99€).

O seu primeiro thriller, Blindsighted, publicado em 2001, tornou-se um êxito imediato. Desde então, já publicou mais de 20 livros, que atingiram consecutivamente o top dos mais vendidos no Reino Unido, nos EUA, na Holanda, na Alemanha, na Irlanda, na Dinamarca e na Austrália. Publicada em 32 línguas, os livros de Karin Slaughter foram traduzidos, em Portugal, pelo conhecido autor Pedro Garcia Rosado.

A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.


Sinopse:
Mulheres brutalmente torturadas. Um padrão que as liga a todas. A caça ao homem já começou.

Há três anos e meio, Sara Linton, antiga médica-legista, mudou-se para Atlanta na esperança de deixar para trás o seu passado trágico. A trabalhar agora num hospital, depara-se com uma mulher jovem e gravemente ferida, que a arrasta para um mundo de violência e de terror. A mulher foi atropelada por um carro, mas, completamente nua e brutalizada, dá sinais de ter sido vítima de uma mente muito perturbada.

Quando o agente especial Will Trent se desloca à cena do acidente, descobre uma câmara de tortura enterrada na terra, uma caverna de horrores que revela uma verdade sinistra: a doente de Sara é só a primeira vítima de um assassino sádico e demente.

Arrancando a investigação das mãos do chefe da Polícia local, Will e a sua colega Faith Mitchell mergulham no turbilhão que é a caça ao assassino. Will, Faith e a severa chefe de ambos, Amanda Wagner, são os únicos obstáculos que existem entre um louco e a sua próxima vítima…






O Veneno do Teatro ou conversas com Amélia Rey Colaço

Título: O Veneno do Teatro ou conversas com Amélia Rey Colaço
Autor: Vítor Pavão dos Santos
Género: Biografia
N.º de páginas: 384
Data de publicação: 25 de setembro
PVP: 18,80 €

Depois de reunir toda a poesia em português cantada por Amália Rodrigues, Vítor Pavão dos Santos retrata agora mais uma figura incontornável da cultura portuguesa.
Amélia Rey Colaço nasceu em Lisboa a 2 de Março de 1898 e em 1917 estreou-se no Teatro São Luiz, que à época era designado como Teatro República. É justamente considerada a mais marcante figura do teatro português do século XX não só pelo reconhecimento público que lhe foi granjeado mas também pelas diversas gerações de atores e atrizes que ajudou a formar.
Vítor Pavão dos Santos nasceu em Lisboa em Julho de 1937 e desde tenra idade é espectador habitual de teatro e cinema. Licenciou-se em História mas optou pelo Teatro. Desenhou cenários e figurinos para dezenas de espetáculos, esteve na génese da criação do Museu Nacional do Traje e fundou o Museu Nacional do Teatro, inaugurado a 4 de fevereiro de 1985.
Amélia Rey Colaço e Vítor Pavão dos Santos foram amigos e este livro é o resultado do convívio regular que essa amizade estimulou. A análise e a memória de um profundo conhecedor do seu tempo revisitam e enriquecem os diálogos que o autor foi mantendo e registando no seu convívio com Amélia Rey Colaço.

Sobre o autor:
Nasceu em Lisboa, na Rua do Século, em julho de 1937, e desde cedo que frequenta o teatro, o cinema, as marchas e os fados.
É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, na variante de História de Arte. É crítico, investigador e desenhador teatral, tendo fundado e dirigido o Museu Nacional do Teatro durante 19 anos.
Publicou, entre outras coisas, a Revista à Portuguesa, primeiro estudo consagrado ao teatro de revista em Portugal.
Vítor Pavão dos Santos publicou pela Bertrand Editora, em novembro de 2014, uma antologia que reúne toda a poesia em língua portuguesa cantada por Amália Rodrigues, com o título O Fado da Tua Voz – Amália e os Poetas.
Foi distinguido este ano com o Prémio Amália pelo “extraordinário papel” do autor na divulgação da carreira de Amália Rodrigues.


Porto Editora publica "O meu amigo Billy", o gato que mudou a vida de um rapaz autista

Título: O meu amigo Billy
Autor: Louise Booth
Tradutor: Inês Amado
Págs.: 208
PVP: 15,50 €

Fraser era ainda muito novo quando lhe foi diagnosticado autismo e, desde logo, os pais perceberam que iriam precisar de ajuda para lidar com a ansiedade e os acessos de raiva do filho e para o motivar a interessar-se pelo mundo à sua volta. Só não sabiam que essa ajuda viria de um gato. O meu amigo Billy conta a história de como a vida de Fraser mudou desde que conheceu este amigo de quatro patas e de como ele o ajudou a ultrapassar inúmeros obstáculos que os pais achavam intransponíveis: a fala, a interação social e até a entrada numa escola de ensino regular. Escrito pela mãe de Fraser, Louise Booth, este livro é publicado pela Porto Editora a 21 de setembro e com ele a autora pretende dar esperança a todas as famílias com filhos autistas. Hoje, 4 anos volvidos, Fraser e Billy são inseparáveis, e Fraser é uma criança mais feliz.

Sinopse:
Fraser é uma criança autista de três anos, tensa e ansiosa, com acessos de raiva tão súbitos quanto incontroláveis. A vida dos Booth, numa pequena casa na herdade de Balmoral, a residência de verão da rainha de Inglaterra, é dura e muitas vezes desesperante. Para Louise, a mãe de Fraser, o futuro parece pouco animador. É então que o filho conhece Billy, um gato cinzento e branco, e a amizade que nasce entre os dois irá mudar para sempre as suas vidas. Os dois tornam-se inseparáveis e, com a ajuda do seu novo amigo de quatro patas, Fraser começa a fazer progressos: pequenas coisas que, somadas, dão vida a um verdadeiro milagre.
A história de Fraser e Billy, narrada pela mãe, fará o leitor rir, chorar e, em última instância, reconhecer a força da amizade entre um menino e o seu gato de estimação.




quinta-feira, 17 de setembro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Citação

«-Nunca se para de crescer e de aprender. Os dissabores e as alegrias fazem parte da vida de cada um de nós e temos de os aceitar.» in "A Vinha do Anjo" - Sveva Casati Modignani 

Novidades Planeta a partir de 23 de setembro

FICÇÃO
Título: Uma Proposta Indecorosa
Autor: Jennifer Haymore
N.º de Páginas: 336 
PVP: 18,85 €
Disponível nas livrarias a partir de 23 de Setembro

Um romance de sedução, intriga e traição, mas acima de tudo, de amor.
«Emocional, sensual e encantador, este romance de amor proibido é para saborear.» RT Book Reviews
Ainda que este livro faça referência a uma das personagens do livro anterior, Uma Duquesa em Fuga, pode ser lido de forma independente.
Lukas Hawkins, o segundo filho da problemática Casa de Trent, está empenhado numa missão: encontrar a mãe desaparecida e o alegado raptor, um brutamontes chamado Roger Morton.
Se entregar o patife à justiça implicar a violação de algumas leis, que seja. Mas quando encontra uma desconhecida misteriosa com um rosto angélico e um corpo feito para o pecado, Luke descobre subitamente que a sua missão e o seu coração correm perigo. Emma Curtis conhece a reputação de libertino de Lorde Lukas…
e espera usá-la em seu proveito. Apesar de a maioria dos homens honrados nunca viajar a sós com uma mulher casada, Luke mostra-se bastante disponível para levar Emma na viagem… e para a cama.
A viagem condu-los a lugares inesperados e Emma entrega-se à paixão e partilha as mais íntimas fantasias de ambos.
Mas quando os mais profundos desejos dos dois parecem prestes a realizar-se, é revelado um segredo que ameaça pôr fim ao amor do casal para sempre…

Sobre a autora:
Jennifer Haymore teve uma vida de aventuras em criança: viajou pelo Pacífico Sul com a família num veleiro construído por eles.
Os meses que passou no mar, às vezes calmo, por vezes em fúria, acendeu o seu amor pela aventura e romance.
Trabalhou numa livraria e ensinou crianças, mas continuou sempre a escrever.
Descubra mais sobre a autora em www.jenniferhaymore.com

NÃO FICÇÃO
Título: STAR WARS
As Aventuras de Luke Skywalker

Autor: Cavaleiro Jedi
N.º de Páginas: 64 
PVP: 16,65€
Nas livrarias a partir de 23 de Setembro

Agora, a trilogia original da Guerra das Estrelas volta a brilhar com este maravilhoso livro ilustrado, o qual junta as pinturas icónicas de Ralph McQuarrie – o lendário artista conceptual responsável por Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Regresso de Jedi – ao texto do aclamado autor do The New York Times e ilustrador Tony DiTerlizzi.
Esta narrativa clássica do bem contra o mal passada numa galáxia distante rapidamente se tornou um fenómeno cultural no seu tempo, vindo a inspirar toda uma geração de amantes da história e de contadores de histórias.
Reunidas pela primeira vez em forma de livro ilustrado, as pinturas e os esboços conceptuais de McQuarrie e a narrativa magnificamente resumida de DiTerlizzi da jornada de Luke Skywalker, de jovem agricultor em Tatooine a Cavaleiro Jedi, formam uma combinação perfeita que irá cativar novos e antigos admiradores da Guerra das Estrelas e fascinar gerações de leitores vindouros.
O autor DiTerlizzi mergulhou exaustivamente nos arquivos da Lucasfilm para seleccionar os episódios que melhor reflectem os eventos/locais mais memoráveis e icónicos desta aventura.
O layout do livro permite que a arte do ilustrador McQuarrie brilhe espectacularmente, alternando entre pequenas e grandes ilustrações a página inteira.
Um livro imperdível para os fãs antes da estreia do episódio VII nos cinemas, em Dezembro.

Sobre os autores:
Tony DiTerlizzi é um autor campeão de vendas do The New York Times e um ilustrador que cresceu a ver a Guerra das Estrelas.
Há mais de uma década que produz livros infantis. Desde os seus livros ilustrados mais extravagantes, como Jimmy Zangwow’s Out-of-This-World Moon Pie Adventure, Ted e The Spider and the Fly (lista de honra do Prémio Caldecott), a livros como Kenny e o Dragão e a trilogia WondLa, Tony enche sempre as suas histórias com uma imaginação fértil.
A série de livros em co-autoria com Holly Black – As Crónicas de Spiderwick – vendeu milhões de exemplares, foi adaptada ao cinema e traduzida em mais de 30 países.
Ralph McQuarrie (1929–2012) foi o lendário artista conceptual por trás da trilogia original da Guerra das Estrelas, tendo trabalhado ao lado do realizador George Lucas para transformar em imagens o aspecto e a sensação de uma galáxia muito distante. A Guerra das Estrelas tornou-se um fenómeno cultural e McQuarrie trabalhou como artista conceptual na série de televisão original Battlestar Galactica ; em E.T.: O Extraterrestre e Cocoon – A Aventura dos Corais Perdidos, pelo qual venceu um Oscar da Academia.

Título: STAR WARS
Episódios I a VI
N.º de Páginas: 96 
PVP: 15,50€
Nas livrarias a partir de 23 de Setembro

Um livro imprescindível para conhecer, de forma resumida, a história desde o início e preparar-se para ver o novo filme, que estreia em Dezembro.
Desde o predestinado encontro entre Qui-Gon Jinn e Obi-Wan com Darth Maul até a vitória de Luke Skywalker contra os Sith e a redenção de Darth Vader
Cada página tem duas a quatro imagens prateadas. As imagens mostram as mais recentes revisões de George Lucas como Ian McDiarmid, o Imperador no Império Contra-ataca e Hayden Christensen como Anakin durante a celebração Ewok.
O texto nas caixas laterais explica como uma determinada imagem dá vida à história. Cada capítulo começa com uma versão abreviada de abertura
do filme.
Um maravilhoso livro que dará ao leitor uma experiência visual fantástica. O layout pode ser lido como um comic.

Sobre o autor:
Jason Fry é escritor, editor e consultor ocasional de jornalismo em Brooklyn, Nova Iorque, onde vive com a mulher Emily e o filho Joshua e cerca de uma tonelada de cartões de basebol e material de Star Wars.
Já escreveu mais de 20 livros sobre a Guerra das Estrelas livros e contos para editoras, como a Random House, DK, Scholastic e Disney Books.
Hoje é escritor independente. 


Porto Editora publica "A Vinha do Anjo", de Sveva Casati Modignani a 30 de setembro

Título: A Vinha do Anjo
Autor: Sveva Casati Modignani
Tradução: Regina Valente
Págs.: 384
Capa: mole com badanas
PVP: 17,50 €

A 30 de setembro, a Porto Editora publica A Vinha do Anjo, o novo e muito aguardado romance de Sveva Casati Modignani. Neste livro, a grande signora da narrativa italiana leva-nos até ao mundo fascinante do vinho, num texto que é um desafio aos sentidos.
A Vinha do Anjo é a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar, o retrato de uma protagonista surpreendente que é exemplo das muitas mulheres corajosas e empreendedoras que constroem as nossas sociedades. Um hino aos sentidos, ao sedutor mundo do vinho e, sobretudo, à tenacidade, persistência e coragem das mulheres.
Ao longo dos últimos sete anos, a Porto Editora tem vindo a publicar a obra daquela que é, sem dúvida, uma das autoras de maior sucesso em Portugal. Romances como Baunilha e Chocolate ou Um Dia Naquele Inverno, verdadeiros bestsellers, são exemplos desse enorme êxito. Recentemente, no final de 2014, a publicação de A Família Sogliano voltou a constituir uma demonstração da enorme popularidade de Sveva em Portugal.
Este é o décimo quarto título que a Porto Editora lança desta importante autora italiana.
As primeiras páginas podem ser lidas aqui

Sinopse:
Longas filas de videiras estendem-se pelas colinas suaves de Borgofranco. Há dois séculos que a família Brugliani é proprietária daquele antigo burgo e das vinhas, tratadas com paciência para delas extrair vinhos preciosos e únicos. Aos 35 anos, Angelica é a herdeira da tradição e do património familiar. Mãe, esposa, empresária de sucesso: tudo parece perfeito na sua vida. Só ela sabe que por detrás daquela fachada se esconde um mundo sombrio, feito de mentiras – as do marido – e de sonhos pueris.
Uma noite, em que conduzia sua moto e sentindo-se dominada pela amargura e pelas lágrimas, Angelica não se apercebe de que o carro à sua frente está a travar. O choque é violento, mas felizmente sem consequências graves, quer para ela, quer para o condutor do automóvel, Tancredi D’Azaro. Angelica não sabe ainda que aquele homem é um dos chefs mais aclamados em todo o mundo. E ambos ignoram que, depois daquele encontro fugaz, o destino voltará a entrelaçar os seus caminhos, suscitando a tentação de um novo começo. É então tempo de fazer escolhas, tendo em conta o peso do passado e as responsabilidades do presente - porque a vida é feita de sonhos e paixões.
A Vinha do Anjo conta-nos a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar, o retrato de uma protagonista fascinante no qual se reveem muitas das mulheres empreendedoras e corajosas que anonimamente constroem as nossas sociedades.


Sobre a autora:
Reconhecida como a grande signora do bestseller italiano, com mais de 11 milhões de exemplares vendidos, Sveva Casati Modignani está traduzida em 17 países e é hoje uma das autoras mais populares em Portugal. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia, O Esplendor da Vida, A Siciliana, Mister Gregory, A Viela da Duquesa, Um Dia Naquele Inverno, O Barão e A Família Sogliano e 6 de abril ‘96. A sua obra autobiográfica, O Diabo e a Gemada também já se encontra publicada no catálogo da Porto Editora.
Sveva Casati Modignani está no Facebook.


«Em Português, Se Faz Favor» - Um guia para falar e escrever bem em português

Título: Em Português, Se Faz Favor
Autor: Helder Guégués
N.º de Páginas: 280
PVP: 15,90 €
Género: Não Ficção/Língua Portuguesa
Nas livrarias a 23 de Setembro
Guerra e Paz Editores

Sinopse:
[A língua portuguesa] só um mal tem, e é que pelo pouco que lhe querem os seus naturais, a trazem mais remendada do que capa de pedinte.*

Fundamentado na sua larga experiência como revisor e inspira­do no mote dado por *Francisco Rodrigues Lobo, o autor apon­ta-nos alguns dos erros e confusões mais comuns, passando por questões de regência verbal, ortografia, pronúncia, concordância, formação do plural, modismos e mau uso, sempre com abona­ções reais, do dia-a-dia, tanto da literatura como da comunicação social, quase sempre com notas de humor que aligeiram o árduo trabalho de apreender regras. Por vezes, numa simples nota de rodapé, diz-nos o que há muito procurávamos saber. Tudo servi­do por uma rede de remissões e um exaustivo índice alfabético e remissivo, imprescindível numa obra desta natureza.

O método seguido pelo autor é linear: ao erro, que analisa e explica, contrapõe abonações correctas; ou, inversamente, ao acerto, que elogia, contrapõe a prática comum e errada. Aqui e ali, ocupa-se de falsos erros, de convicções generalizadas, de­monstrando a sua sem-razão. Tenta, como escreve no prefácio o escritor e crítico literário Fernando Venâncio, arrumar o mundo. Mas esta é uma tarefa infindável.

PREFÁCIO · Fernando Venâncio
POSFÁCIO · Desidério Murcho

Sobre o autor:
Tradutor ocasional, revisor sempre, com formação em Direito, anda há quinze anos a perseguir tenazmente os tortos, os danos que, também com tenacidade, se infligem à língua. Homem do seu tempo, acode à língua também na Inter­net, primeiro no blogue Assim Mesmo e, actualmente, no Linguagista. Em todos os lugares, o mesmo lema: «Aqui discu­timos os factos da língua».




Afonso Cruz no regresso do Porto de Encontro

O ciclo de conversas promovido pela Porto Editora regressa no próximo domingo com um dos mais reconhecidos escritores portugueses da atualidade.
É já no próximo domingo, 20 de setembro, às 18:30, que o “Porto de Encontro” regressa ao convívio com os leitores. A XXXVIII edição deste ciclo de conversas com escritores realiza-se na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, integrada na Feira do Livro do Porto, e tem como autor convidado Afonso Cruz. A conversa será conduzida pelo jornalista Sérgio Almeida e conta com a participação de Rita Redshoes e de Marta Bernardes. A presença de Afonso Cruz acontece no momento em que se anuncia o seu novo romance, Flores, que merecerá destaque durante a conversa. Além de escritor, Afonso Cruz é também ilustrador, cineasta e músico da banda “The Soaked Lamb”. Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e viria a frequentar mais tarde a Escola António Arroio, em Lisboa, e a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, assim como o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de cinquenta países de todo o mundo. Já conquistou vários prémios: Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2010, Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009, Prémio da União Europeia para a Literatura 2012, Prémio Autores 2011 SPA/RTP; Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011, Lista de Honra do IBBY – Internacional Board on Books for Young People, Prémio Ler/Booktailors – Melhor Ilustração Original, Melhor Livro do Ano da Time Out 2012 e foi finalista dos prémios Fernando Namora e Grande Prémio de Romance e Novela APE e conquistou o Prémio Autores para Melhor Ficção Narrativa, atribuído pela SPA em 2014.
Esta XXXVIII edição do “Porto de Encontro” conta com a colaboração da Câmara Municipal do Porto e tem o apoio do Jornal de Notícias, Antena 1, Porto Canal, Livrarias Bertrand, Sociedade Portuguesa de Autores, Porto Lazer, Porto Barros e Arcádia.
Esta iniciativa está a ser divulgada também em:
www.facebook.com/portodeencontro

Uma Fortuna Perigosa - Ken Follett [Opnião]

Título: Uma Fortuna Perigosa
Autor: Ken Follett
Tradução: João Martins
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 568
Editor: Editorial Presença
PVP: 19,95€

Sinopse
Inglaterra, 1866. O verão anuncia-se quente e, numa tarde de maio, um jovem morre afogado numa pedreira inundada de água. O incidente ocorre em Windfield School, uma escola frequentada por rapazes oriundos de classes abastadas, permanece encoberto em mistério conduzindo a uma trágica saga de amor, poder e vingança que envolve sucessivas gerações de uma família de banqueiros.

A história decorre entre a riqueza e a decadência de uma Inglaterra vitoriana, entre a City londrina e colónias distantes. O leitor acompanha a família Pilaster durante o período áureo do império britânico. Ken Follett inspirou-se num caso real de bancarrota ocorrido no século XIX para escrever este romance extraordinário.

A minha opinião: 
Quem conhece o blogue sabe que adoro Ken Follett, daí não estranhar que tenha dado 5 estrelas a este livro no Goodreads. De facto, o autor britânico escreve como ninguém e retrata com mestria cenas de época, indo ao fundo das questões, envolvendo o leitor com personagens singulares, sendo elas bondosas, aguerridas ou até mesmo malévolas.

Em quase 570 páginas percorremos 30 anos de uma depressão banqueira que muito nos faz lembrar os dias de hoje, com investimentos que poderão soar-nos a jogadas muitos atuais, e que nos poderão ajudar a compreender o porquê de algumas instituições bancárias mundiais terem ido ido à falência.

Dividido em três partes, (3 décadas) vamos acompanhando uma família poderosa de banqueiros, a família Pilaster.

Tudo começa em 1886 quando um rapaz morre afogado numa pedreira e as circunstâncias misteriosas da sua morte nunca são reveladas. O incidente ocorre numa escola frequentada por rapazes oriundos de classes abastadas onde se inserem Edward, filho de Joseph e Augusta Pilaster, Micky Miranda, seu amigo de juventude, oriundo de Córdova. e Hugh, primo de Edward, a parte pobre da família. 



Este mistério vai perseguir a família Pilaster até praticamente ao final do livro.

Na segunda parte do enredo Augusta Pilaster ganha mais força e começa-se a perceber a vontade de querer ver o marido e posteriormente o filho à frente do banco da família. O poder e o dinheiro estão bem vincados na sua pele, e não olha a meios para justificar os seus fins. Para tal vai contar com a ajuda de uma outra personagem bem próxima de sua casa que vai surpreender o leitor.

Hugh, por seu lado, vai continuar a ter destaque. Inteligente, forte, e empreendedor, vais mostrar que é um rapaz a ter em conta para levar o banco a bom porto. O calcanhar de Aquiles é o amor que tem por uma rapariga da vida, que já tinha sido artista de circo!

Edward mostra-se cada vez mais fraco, um rapaz indolente, pau mandado, que vai tomar más decisões que vai originar a decadência do banco.

Micky é um rapaz manipulador que, através do seu jogo de sedução faz o que quer de Edward. Acaba por viver "colado" a Edward e à sua família.

Em poucos dias se conseguem devorar estas quase 600 páginas. E mais viriam!

Um livro que me fez viajar para o século XIX!

Mais informações sobre o livro no site da Presença aqui


quarta-feira, 16 de setembro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Bertrand Editora | Fuga de Cérebros: a conferência e o livro

Título: Fuga de Cérebros
Autor: Rui Machado Gomes (coordenação)
Género: Ensaio
N.º de páginas: 304
Data de lançamento: 2 de outubro
PVP: 17,70€

Retratos da emigração portuguesa qualificada.
«A fuga de cérebros refere-se à transferência de capital humano com elevados níveis de educação e competências dos países menos desenvolvidos para os países mais desenvolvidos.
Sendo Portugal um dos países europeus com maior emissão de emigrantes qualificados, este é um debate que atravessa atualmente a sociedade portuguesa.»
Centros de Estudo das Universidades do Porto, Coimbra e Lisboa juntaram-se no projeto Bradramo «Êxodo de competências e mobilidade académica de Portugal para a Europa» para compreender melhor este fenómeno.
As conclusões deste estudo serão apresentados esta sexta-feira em conferência no Porto. A Bertrand Editora disponibiliza no dia 2 de outubro um livro que resultou desta investigação coordenada por Rui Machado Gomes. O livro estará em pré-venda durante a Conferência Final que decorre no dia 18 de setembro, no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
O lançamento do livro está marcado para dia 5 de outubro em Coimbra, com apresentação de Carlos Fiolhais.
Seguir-se-ão sessões em Lisboa (6 de outubro, com Viriato Soromenho Marques) e Porto (a indicar).

Sobre o livro:
Os retratos das mulheres e homens que passam por este livro contam uma história de indivíduos e de famílias, de percursos biográficos e encontros coletivos, de afetos e amizades, de sucessos e fracassos, do fim de sonhos e do recomeço de projetos. Em todos eles, existe um traço comum: resistir à perda de valor criado pelo investimento dos pais e dos próprios na educação. Não aceitaram resignar-se à condição de desemprego ou subemprego que pressentiram ou sentiram diretamente nos seus percursos biográficos. Confrontados no seu país com a possibilidade de recuarem na melhoria de estatuto social e económico iniciada pelos pais, escolheram a amargura e a liberdade de mudarem as suas vidas para outro país europeu. Não se submeteram ao fracasso e escolheram o caminho que outros portugueses de diferentes gerações e qualificações diversas fazem desde há séculos. As dificuldades de hoje são menores, estes percursos são genericamente bem-sucedidos e revelam pessoas que encontraram maneira de avançar e que tomaram conta do seu destino. Mas são em reverso o retrato de um país feito por elites políticas e económicas que fracassaram e quiseram arrastar a sua geração mais nova para o fracasso. São também a expressão de que um mal muito profundo ataca a Europa, fazendo com que os mais qualificados dos países periféricos sejam atraídos pelos países centrais, onde estão os recursos, deixando os países menos desenvolvidos entregues a uma economia carente de conhecimento e inovação. Ressoa no murmúrio das vozes destas biografias e nos fluxos emigratórios contemporâneos uma experiência que pede para ser partilhada e compreendida na sua plenitude. Cabe ao leitor penetrar neste murmúrio e tirar as suas conclusões.

Sobre os autores:
Rui Machado Gomes, coordenador deste projeto, é Professor Catedrático da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra, coordena os cursos de Mestrado em Ensino da Educação Física e em Lazer e Desenvolvimento Local. Dedica-se atualmente à Sociologia do corpo e do lazer e é responsável pela linha de investigação Corpo e novas subjetividades. Editou recentemente três livros neste âmbito: Os lugares do lazer, IDP, 2005; Olhares sobre o lazer, CEB, 2007; O corpo e a política da vida, CEB, 2009. Tem participado em Projetos da JNICT, IIE, PAFID e FCT. Conferencista e professor visitante de universidades estrangeiras, é também autor de numerosos artigos nas áreas da Sociologia da Educação e das Políticas Educativas. Editou vários livros nestes domínios, nomeadamente: Culturas de Escola e Identidades dos Professores, Educa, 1993; A Escola e o Espaço Local. Políticas e Actores (em col.), IIE, 1996; Zeitgeschichte Europäischer Bildung 1970-2000 (Nationale Entwicklungsprofile), (em col.), Waxmann, 2000; O governo da educação em Portugal, Imprensa da Universidade, 2005.
Da equipa fazem ainda parte: João Teixeira Lopes, Henrique Vaz, Luísa Cerdeira, Rafaela Ganga, Maria de Lourdes Machado, Dulce Magalhães, Belmiro Cabrito, Tomás Patrocínio, Sílvia Silva, Rui Brites e Paulo Peixoto.


Novidades Gradiva disponíveis a 22 de Setembro

Título: 3-6-9-12
Computadores, Telemóveis e Tablets — Como Crescer e Progredir Com Eles Autor: Serge Tisseron
Coleção: «Fora de Colecção», n.º 452
N.º de Páginas: 136
PVP: € 12,50

A revolução digital multiplicou os ecrãs e, com isso, abriu espaço para novas oportunidades ao conhecimento, a par de novas ameaças. Esta obra apresenta com rigor as conclusões da investigação científica mundial sobre a iniciação dos jovens às tecnologias de informação de modo seguro. E fornece recomendações claras. Um guia relevante para pais e educadores!

Título: O Prazer de Ser
Autor: Luís Portela
Coleção: «Fora de Colecção», n.º 445
N.º de Páginas:  236
PVP: € 12,00

Neste livro de crónicas convivem temas tão diversos como a ecologia, a cultura, o civismo e a saúde pública, de uma forma harmoniosa. O autor deSerenamente, obra também publicada pela Gradiva, escreve com a simplicidade de quem reflecte em profundidade sobre os assuntos que aborda. Aqui se evidencia a capacidade de tornar a experiência num campo de sabedoria.

Título: O Prisma de Newton (Poemas)
Autor: Carlos André
Coleção: «Cantares de Amigos», n.º 2
N.º de Páginas: 108 
PVP: € 14,00

Esta obra apresenta um conjunto de poemas que tem as cores como possível fonte de inspiração. Cabem nela elevada expressividade e enorme prazer na leitura.

Título: Egoísta — Mas não só
Autor: Mário Assis Ferreira
Coleção: «Fora de Colecção», n.º 453
N.º de Páginas:  224 
PVP: € 17,00

«Todas as histórias começam por ‘era uma vez’», refere o autor num dos seus textos. Era uma vez um livro que se faz de editoriais de uma emblemática revista e de imagens das capas da mesma Egoísta, esvaziando o sentido da palavra que compõe o título com o gesto da partilha. Os temas são variados, mas a paixão que os textos e o projecto reflectem atravessa todas as páginas. 

Título: Mimi e a Casa Assombrada
Autores:Valerie Thomas e Korky Paul
Coleção: «Gradiva Júnior», n.º 148
N.º de Páginas: 28 
PVP: € 13,00

Um vaso é quebrado na casa da Mimi. Esse simples facto desencadeia um conjunto de eventos hilariantes. Ao lado assustador daquilo que se vai passar, junta-se um outro bem divertido! A simpática bruxa surpreende sempre. 













Novidades Bizâncio

Título: Khadija, A Mulher de Maomé - 
As Mulheres do Islão - Volume 1
Autor:
Marek Halter
Págs.: 336
PVP: 16 €
Colecção: Ilhas Encantadas
Género: Romance

O nascimento do Islão começa por ser a história de uma mulher, Khadija. A primeira mulher do profeta, a mulher que o amava quando ele era apenas um jovem caravanista.

Viúva, bela e rica, Khadija tem de voltar a casar-se para manter o seu lugar na sociedade muito masculina de Meca. Contra toda a expectativa, escolhe um homem pobre, Muhammad ibn ‘Abdallâh. Durante dez anos de felicidade, impõe Muhammad aos poderosos clãs de Meca e forma com ele um casal excepcional, modelo de sabedoria e de moderação.

Durante toda a sua vida Maomé apoiou-se em três figuras eternas da feminilidade: a mãe, a guerreira e a confidente.

Se Khadija não tivesse dito: «Eu acredito», a aventura muçulmana não teria nunca começado. Sem a sua filha mais nova, Fatima, guerreira intransigente, Muhammad não teria conseguido impor o Islão na península arábica. E se Aicha, sua última mulher, não tivesse fielmente transcrito as suas palavras, não conheceríamos o Corão.

Título: A Última Noite de um Tirano
Autor:
Yasmina Khadra
N.º de Págs.: 176
PVP: 12 €
Colecção: Montanha Mágica
Género: Romance

Uma personalidade como Khadafi não poderia deixar indiferente Yasmina Khadra.

Neste seu novo romance, o autor de, entre outros, «As Andorinhas de Cabul», «O Atentado» e «As Sirenes de Bagdade», trilogia consagrada ao diálogo de surdos entre Oriente e Ocidente, traz-nos as últimas horas de um ditador.

Com este mergulho vertiginoso na mente de um tirano sanguinário e megalómano, Yasminha Khadra traça o retrato universal de todos os ditadores depostos.

Reimpressão (com alteração de preço)
Título: O Que o Dia Deve à noite
Autor:
Yasmina Khadra
N.º de Págs.: 352
PVP: 12,50€
Colecção: Montanha Mágica
Género: Romance

«O meu tio dizia-me: ‘Se uma mulher te amar, e se tiveres a presença de espírito para avaliar a extensão desse privilégio, nenhuma divindade te chegará aos calcanhares.’ Orão sustinha a respiração nessa Primavera de 1962. (…) Eu procurava Émilie. Tinha medo por ela. Tinha necessidade dela. Amava-a e regressava para lho provar. Sentia-me capaz de enfrentar furacões, trovões, todos os anátemas e as misérias do mundo inteiro.»
Yasmina Khadra oferece-nos neste livro um grande romance da Argélia colonial (entre 1936 e 1962) — uma Argélia torrencial, apaixonada e dolorosa — e lança uma nova luz, numa escrita soberba e com a generosidade que se lhe reconhece, sobre a separação atroz de duas comunidades apaixonadas por um mesmo país.

Outras reimpressões:
Título: O Cerco de Leninegrado
Autor:
Michael Jones

O cerco de Leninegrado foi a tentativa de Hitler de erradicar pela fome a população de uma cidade inteira.Michael Jones teve acesso ao espólio de diários, poemas e pinturas feitos durante o cerco, falou com sobreviventes e traz-nos um relato de viva voz da extrema crueldade e da suprema bondade que se revelam quando a vida de todos os dias mergulha no mais absoluto horror.

Título: O Eterno Retorno do Fascismo
Autor:
Rob Riemen

O que caracteriza e define o fascismo?

De que diferentes máscaras se reveste de um país para outro?

Porque podemos afirmar que está hoje de regresso à Europa?

Em que medida é a expressão de uma profunda crise da civilização?

Neste pequeno ensaio Rob Riemen, apoiado nas reflexões de grandes pensadores europeus, ajuda-nos a compreender (e a combater) melhor o fascismo, um mal dos nossos dias.


Novidades Chiado Editora

Sobre o livro: 
Vivo-te 
Sophia é uma jovem rapariga desapegada de sentimentos amorosos. Focada no volley e nos amigos, sonha em conciliar a paixão pelo desporto com a faculdade. Aos 17 anos, vê a sua vida “de pernas para o ar” quando se apaixona por Dinis e descobre que sofre de leucemia. Juntamente com ele, Mafalda e Filipe, Sophia vai tentar superar as adversidades que a vida lhe impõe e sair mais forte. Mas nem tudo são rosas... Da autoria de Mónica Canário, o primeiro romance da autora, o amor entre os dois jovens promete não deixá-lo indiferente, levando-o a reflectir sobre os valores da amizade e a força de acreditar.

Sobre a autora:
Mónica Canário nascida em Oeiras, em 1993, Mónica Canário viveu desde sempre em Massamá. Licenciada em Ciência Política pelo ISCTE-IUL, fez Erasmus na Freie Universität Berlin (Alemanha) onde descobriu o gosto pela investigação. Está neste momento a frequentar o mestrado em Estudos Internacionais com especialização em Médio

Oriente e Norte de África, outras das paixões descobertas durante a estadia em Berlim. Começou por escrever poesia aos 13 anos, sendo que só aos 16 se apercebeu que a prosa era o seu porto de abrigo. Hoje, com 22 anos, lança o seu primeiro romance, Vivo-te.

Sobre o livro: 
Jamais Serei Metade é o primeiro livro do autor. Lava-nos da felicidade ao amor, exaltando em poesia a sensibilidade do homem, de momentos e musas passados e onde o sonho se mistura com a realidade da vida. São perto de 130 páginas de poesia.

Sobre o autor:
José Leite nasceu em Lisboa em 1959. Estudou engenharia de máquinas no ISEL e exerceu grande parte da sua vida profissional na agroindústria e alimentação. Sobrinho neto de Augusto e Guilherme Santa-Rita (pintor), descendente de Afonso Lopes Vieira e bisneto de José Leite (pintor), a poesia surgiu em 2011, quando a sua metade emocional se sobrepôs à metade racional.


Sobre o livro:
Sou… Um livro baseado na bondade lírica da qual faz parte a minha individualidade, enquanto ser e estado que representa o meu auge lírico e poético na vertente de caminhar seres ao encontro do meu estado de ser e que é representado pelo amor que as palavras representam e na comunhão das mesmas. Sou... é o caminho para uma viagem inesquecível.

Sobre a autora:
Daniela Soraia Saraiva Cardoso, nascida a 29 de Dezembro de 1982, na bela cidade de Aveiro.

Interessada desde bem cedo pelo mundo artístico, revelando muita sensibilidade, quer no teatro, canto e escrita.

Neste preciso momento está a ter aulas de canto para jazz, contrabalançando com a suave poesia que nos retrata nesta mesma obra. Estudou até ao 12º ano, embora participe em cursos de formação, desde informática às línguas.

Por agora é tudo. Embora mais surpresas virão!

Sobre o livro:
Mulheres Entre Grades - Quem são as mulheres que vivem numa cadeia? E como se vive numa cadeia de mulheres? Como se sente uma reclusa/o que vai entrar de novo no mundo exterior, ao fim de vários anos de cadeia? O sistema funciona ou o Decreto-Lei 265/79 que defende e promete como prioridade a reinserção social, é de uma hipocrisia assombrosa e tudo passa por aquilo que a espera em liberdade? Erradamente, a cadeia é um casulo e, embora deseje a liberdade, é com medo que qualquer reclusa/o sai: o medo da não aceitação dos outros, da rejeição da família, do ter que esconder a sua anterior situação e de, entre tantos medos, se perder de novo. A Justiça é cega. Sem dúvida. E, muitas vezes, na sua cegueira, injusta. E os recursos? Para quem tem dinheiro para pagar a um advogado. E os advogados oficiosos, previstos na Lei? A maioria conhece a/o reclusa/o só no dia do Julgamento. Neste livro, todas as histórias são verdadeiras mas, à excepção da Myriam, os nomes foram alterados. Os diálogos são ficcionados, mas os acontecimentos não.

Sobre a autora:
Manuela Dias “A minha mãe ensinou-me a ler e a escrever quando eu tinha 4 anos. Quando ela morreu eu tinha 10 anos. Ler era o meu refúgio, escrever o meu lamento em grito silencioso. Nasci em Moçambique mas vim muito pequena para Lisboa. Curiosamente os meus poemas foram publicados num diário de Angola. Criada numa família que adorava Salazar, com 20 anos voluntária no MDP enchi Odivelas onde vivia de panfletos anti governo e principalmente a caixa de correio da minha casa. E lia e escrevia muito. Aos 14 anos apaixonei-me pelos escritores franceses Sartre, Camus, Paul Éluard, Paul Geraldy, só os atraiçoando com Hemingway, Steinbeck, e alguns outros. Passei muitos anos no estrangeiro mas voltava sempre ao meu país com muita saudade.”




«Avaliar é Preciso?» - Um livro que dá resposta às angústias dos professores

Título: Avaliar é Preciso?
Autoras: Anabela Costa Neves e Antonieta Lima Ferreira
N.º de Páginas: 160
PVP: 14,00 €
Género: Não Ficção/Ensino e Educação
Nas livrarias a 23 de Setembro
Guerra e Paz Editores

Serão as minhas avaliações justas? Como posso decidir bem apesar das pressões? Como aprender e ensinar com o erro? Como ler as notas do meu filho? Como aprender auto-avaliando-me? Como se fazia antes de se usar folhas de cálculo?

Avaliar é Preciso?, de Anabela Costa Neves e Antonieta Lima Ferreira, é um guia que responde a estas e outras questões que fazem parte do quotidiano de professores e formadores. Mas não só deles. É um livro útil para professores e formadores, mas útil também para os pais. Mais é útil para todos os que têm inevitavelmente de tomar decisões no seu dia-a-dia. No fundo, avaliar é uma acção constante, que requer confiança e determinação.

Avaliar é Preciso? é um guia prático e útil nos dias de hoje, onde as competências e conhecimentos de cada um são alvo de avaliação. Escrito por Anabela Costa Neves e Antonieta Lima Ferreira, ambas Mestres em avaliação e com vasta experiência na área da Educação, este é um livro que apresenta as práticas, regras e procedimentos técnicos, bem como os critérios de classificação e avaliação a usar. Um guia indispensável para todos os avaliadores: professores, formadores e para quem tem de tomar decisões no dia-a-dia. Nas livrarias a 23 de Setembro.








Sextante Editora - Novo livro de Rubem Fonseca

Título: O selvagem da ópera
Autor: Rubem Fonseca
Págs.: 288
PVP: € 16,60

No dia 17 de setembro, chega às livrarias O selvagem da ópera, um livro de Rubem Fonseca até agora inédito em Portugal. Conjugando entre si o romance histórico, a biografia e o guião cinematográfico, o autor dá a conhecer a vida de Antônio Carlos Gomes, o maior compositor lírico brasileiro de sempre, ao mesmo tempo que faz um retrato do Brasil e de Itália na segunda metade do século XIX, numa viagem que passa ainda por território português. Neste livro, escrito de forma original e cativante, o leitor irá cruzar-se com figuras como Verdi, Puccini e o imperador D. Pedro II, encontrar a vida boémia e artística de Milão, passear por palcos famosos e sentir a agitação dos seus bastidores.
Esta edição de O selvagem da ópera inclui dois textos finais, sobre o livro e sobre o compositor, da autoria de Sérgio Augusto e de Antonio Callado.

Sobre o livro:
Romance, biografia, argumento cinematográfico: O selvagem da ópera é tudo isto, pela pena brilhante de Rubem Fonseca. Tem como protagonista o compositor Antônio Carlos Gomes, autor de O guarani e de outras óperas outrora famosas e hoje esquecidas, como Fosca, Salvator Rosa, Maria Tudor e Il schiavo.
Ao relatar a trajetória do músico brasileiro – a sua partida do Rio de Janeiro imperial, sob os auspícios do imperador D. Pedro II, a sua ida para Milão, os seus inúmeros casos amorosos, o reconhecimento da sua arte pelos maiores nomes da ópera de então, compositores, maestros e cantores, garantindo o seu lugar num mundo em que circulam Verdi, Puccini, Ponchielli e Wagner, e os difíceis anos finais marcados por tragédias familiares e esterilidade criativa –, Rubem Fonseca faz-nos entrar no extraordinário panorama do mundo operático do final do século XIX e descreve as vicissitudes da vida de um grande artista que, tal como nas grandes óperas dramáticas, tocou os extremos do êxito e da tragédia.

Sobre o autor:
Carioca desde os oito anos, Rubem Fonseca nasceu em Juiz de Fora, a 11 de maio de 1925. Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», é um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos.
Em 1963, a primeira coletânea de contos, Os prisioneiros, foi reconhecida pela crítica como a obra mais criativa da literatura brasileira em muitos anos; quatro anos depois, Lúcia McCartney, tornou-se um bestseller e ganhou o maior prémio para narrativas curtas do Brasil. Já era considerado o maior contista brasileiro quando, em 1973, publicou o seu primeiro romance, O caso Morel. Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu seis vezes o Prémio Jabuti e, em 2012, foi-lhe atribuído o Prémio Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa para o romance Bufo & Spallanzani.
Com várias das suas histórias adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão, Rubem Fonseca já publicou dezassete coletâneas de contos, doze romances e O romance morreu, que reúne crónicas publicadas no Portal Literal.



Quetzal Editores: publica Talvez Esther. A 18 de setembro nas livrarias

Título: Talvez Esther
Autor: Katja Petrowskaja
Género: Romance
N.º de páginas: 256
Tradução: Telma Costa
Data de lançamento: 18 de setembro
PVP: 16,60€

Uma história dos anos mais negros do século XX através do destino de cada um dos membros de uma família estilhaçada.
Prémio Ingeborg-Bachmann e Prémio Strega Europeu
Katja Petrowskaja cresceu no seio de uma família judia de Kiev, na Ucrânia, nos anos 1970. Da sua infância ficou-lhe um estranho sentimento de falta. O que é que não terá sido dito à mesa das refeições em família? Em que reentrâncias da História terão ficado retidos os seus antepassados, cujos nomes não se pronunciavam? Talvez Esther é o resultado dessa procura das origens. Ficaremos a saber que um tio-bisavô – autor de um atentado contra um embaixador alemão – poderá ter desencadeado a Segunda Guerra Mundial; que um avô prisioneiro de guerra reapareceu 40 anos mais tarde; ou que uma bisavó, que talvez se chamasse Esther, em Kiev, em 1941, se dirigiu sozinha à ravina de Babi Yar, onde os ocupantes nazis eliminaram em massa todos os habitantes judeus da cidade, e não só.
Através da história das suas personagens – que se desenrola entre Kiev, Mauthausen, Varsóvia e Auschwitz –, Petrowskaja traça os contornos de uma Mitteleuropa desaparecida e faz uma história do século XX, em que se alternam o claro e o escuro, a força e a fragilidade, a glória e a derrota.

Sobre a autora:
Katja Petrowskaya nasceu em Kiev em 1970. Depois dos estudos em literatura na Estónia e, mais tarde, em Nova Iorque, Stanford e Moscovo, Petrowskaja instalou-se em Berlim, a partir de onde colabora, enquanto jornalista, com diversos jornais alemães e russos.
Talvez Esther, o seu primeiro romance, foi galardoado com o prémio Ingeborg Bachmann 2013, o prémio Strega Europeu, em 2015, e será publicado em dezoito países.


VOGAIS: "​Sozinhos na Cozinha" - Como sobreviver sem a comida dos pais!!!

Sabemos que nas prateleiras das livrarias existem centenas de livros de culinária imaginados por chefs ou cozinheiros amadores, de receitas gourmet à cozinha caseira, do sushi aos hambúrgueres. Escolha não falta. Mas, se formos jovens e acabámos de abandonar o ninho, e pouco ou nenhum tempo passámos na cozinha, nesta imensidão de livros não será fácil encontrar… o tal livro. Aquele que será a tábua de salvação, um verdadeiro manual de sobrevivência.

De Maria Antónia Peças, coautora do bestseller 1, 2, 3 Uma Colher de Cada Vez, e Luís Barros,
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Sozinhos na Cozinha: Receitas para Jovens (e Principiantes)Vogais l 160 pp, a cores l 17,69€ - é o tal livro, um presente de amor dos pais para os seus filhos já crescidos, para que levem consigo receitas, dicas, conselhos e saudades quando saem de casa para estudar, trabalhar ou começar uma vida a dois.

A Vogais disponibiliza o índice e os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.


Sozinhos na Cozinha: Receitas para Jovens (e Principiantes) é um autêntico manual de sobrevivência alimentar, um guia completo com: 

• Receitas fáceis e deliciosas de sopas, saladas, pratos principais, acompanhamentos, molhos, sanduíches, snacks e sobremesas.

• Conselhos fundamentais sobre segurança na cozinha.

• Lista dos equipamentos essenciais para cozinhar.

• O que não pode faltar na despensa, no frigorífico e no congelador.

• Dicas práticas sobre alimentação saudável.

«Trata-se de receitas simples e rápidas, estilo manual de sobrevivência alimentar, para que todos aqueles que deixaram para trás a casa dos pais não passem por privações calóricas. Para que se alimentem. Para que fiquem com os olhos bonitos e um corpinho capaz de suportar o dia a dia.» - Maria Antónia Peças
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Sobre os autores:
Maria Antónia Peças nasceu em Fronteira, no Alentejo, e é casada com o Luís (coautor deste livro). Acompanha-a desde sempre uma enorme paixão pela cozinha e são as suas raízes que a inspiram na busca de sabores, perfumes e texturas para as receitas que desenvolve para diversas publicações da área gastronómica. 

Food developer, é responsável pelo desenvolvimento de conteúdos de saúde e alimentação para diversas revistas e livros. É coautora de, entre outros, Sem Pedra de Sal, 1, 2, 3 Uma Colher de Cada Vez (em parceria com João Breda) ou Crescer para Cima (com Carla Rêgo). Publicou na Booksmile os livros Eu Quero é Papas, Já Sei Usar a Colher e Já Como com os Papás. 

Luís Barros nasceu em Lisboa e é casado com Maria Antónia (coautora deste livro).
​ ​Apaixonado por música, cinema, fotografia e videojogos, foi coautor do programa O Templo dos Jogos, da SIC. Durante mais de dez anos foi editor do GameOver, canal do SAPO dedicado a jogos de vídeo.