sábado, 10 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Novidades Topseller - Philippa Gregory e Tessa Dare

Título: O Ouro Alquimista 
N.º de Páginas: 304
PVP: 16,99€
Saída a 12 de Outubro 

Depois de Filhas de Tempestade, um excitante romance passado em 1453, a rainha do romance histórico regressa com O Ouro do Alquimista. Estamos em 1454, na opulenta cidade de Veneza.

Luca Vero, membro da Ordem das Trevas, leva Isolde do convento onde estava reclusa, para juntos registarem o fim dos tempos.
Enviados em missão para Veneza durante o Carnaval, eles vão ter de desvendar o mistério que envolve a falsificação de moeda — os nobres de ouro ingleses. Entre a folia e as máscaras, cresce a atração entre Luca e Isolde, que já não escondem a paixão que os une.
O romance é interrompido com a chegada de um alquimista, que se torna imediatamente o principal suspeito. Mas será a resposta assim tão simples? À medida que Luca e Isolde se aproximam da verdade, descobrem que a realidade é muito mais sinistra do que alguma vez puderam imaginar.
Elogios:
«Um romance escrito na perfeição e rico em detalhes. De leitura imparável.» The Times
«Philippa Gregory cria cenários de ficção histórica de forma astuta.» The Washington Post

Sobre a autora:
Philippa Gregory nasceu no Quénia a 9 de janeiro de 1954. Quando tinha apenas dois anos, a família mudou-se para Bristol, Inglaterra. 
Licenciou-se em História pela Universidade do Sussex e é doutorada em Literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo. Era já uma escritora consagrada quando se interessou pelo período dos Tudor. Rapidamente se tornou numa das escritora de romances históricos mais lidas em todo o mundo. 
Vive no Yorkshire, em Inglaterra, onde se dedica à família, à escrita e aos animais da sua quinta. Consegue ainda encontrar tempo para se dedicar à organização «Gardens for Gambia», que fundou com o objetivo de ajudar a criar hortas  junto de comunidades mais carenciadas na Gâmbia. 
Descubra mais sobre a autora em: www.philippagregory.com/books

Título: A Noiva do Marquês
N.º de Páginas: 304
PVP: 15,98€
Saída a 12 de Outubro 

Depois de Romance com o Duque, Tessa Dare regressa às livrarias com o bastante elogiado e divertido: A Noiva do Marquês. Um romance bem-disposto, com todos os ingredientes para proporcionar uma leitura agradável e inesquecível. 

Ela tinha tudo o que uma donzela da sua posição podia querer: era linda e estava noiva do solteiro mais cobiçado da cidade. Um longo e desesperante noivado, porém, levou-a a querer romper o compromisso e a tomar as rédeas da sua vida.

Clio Whitmore está noiva do Marquês de Granville há oito anos, mas ele está sempre ausente no estrangeiro, levando-a ao desespero por não se sentir desejada. Quando Clio herda um castelo que lhe proporciona independência financeira, decide romper o noivado e iniciar uma nova vida. Para tal, ela terá de convencer Rafe, irmão e procurador do Marquês, a aceitar o fim do noivado. Mas Rafe tem planos para a fazer mudar de ideias, organizando-lhe um casamento de sonho...

Ele começa com flores. Um casamento nunca tem flores suficientes... Ele diz-lhe que ela dará uma belíssima noiva… e tenta não imaginá-la como sua.

Como conseguirá Rafe convencer Clio a casar-se sem se deixar vencer pelos sentimentos que crescem dentro dele, e que são a cada dia mais fortes?

Ele não irá apaixonar-se pela única mulher que nunca poderá beijar nem dizer ser sua. Ou irá?

Elogios:
«Prepare-se para se apaixonar.» - Julia Quinn
«Tessa Dare distingue-se na narração de histórias, criando um romance credível e poderoso que suscita uma profusão de emoções.» - Publilishers Weekly

Sobre a autora:
Tessa Dare é uma autora norte-americana bestseller do New York Times e do USA Today, que já conta com quatro novelas  e doze romances históricos  publicados. Os seus livros foram alvo de elogios  e prémios, incluindo  o Prémio RITA para Melhor Romance Histórico atribuído  pela Associação Americana de Escritores de Romance, e prémios  da revista RT Book Reviews. A revista Booklist  nomeou-a «uma das novas estrelas do romance histórico» e os seus livros já foram traduzidos para mais de doze línguas. 
Romance com o Duque alcançou  a shorlist para os Prémios Goodreads 2014.



Coolbooks - Primeiro título das "Aventuras de Flauto"

Título: A maldição da porta de gelo
Autor: Tomás Borges de Castro
Coleção: Aventuras de Flauto
Formato: e-wook
N.º páginas (estimado): 152
PVP: 4,99 €

Já está disponível em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt A maldição da porta de gelo, primeiro título da coleção juvenil Aventuras de Flauto, de Tomás Borges de Castro, sobre um rapaz normal que deseja intensamente viver as peripécias que lê nos livros.
Nesta sua primeira aventura, o protagonista encolhe de tamanho e embarca num universo paralelo, em auxílio do reino mágico de Vulka, invadido pelo maléfico Drakon. Com um cuco a servir de guia neste mundo repleto de portais e segredos, Flauto cruza-se com criaturas incríveis que lhe ensinam valiosas lições, e outras terríveis, corrompidas pela sede de poder.
Repleta de coragem, altruísmo, medos e alegria, esta é uma obra perfeita para jovens leitores ávidos de aventura.
As aventuras de Flauto é a terceira coleção juvenil publicada pela Coolbooks.

Sobre o autor:
Tomás Borges de Castro é licenciado em Direito. Apos a conclusão da sua formação viveu em Espanha e na Noruega, onde exerceu trabalho humanitário. Anos depois, dedicou a sua vida ao mar, como skipper de barcos a vela, onde o gosto pela leitura e a ambição de escrever livros se acentuou. No entanto Foi apenas em 2013, inspirado pelo nascimento do segundo filho que se sentiu preparado para abraçar este novo desafio - escrever para publicar. Atualmente concluiu um curso de escrita criativa e uma pós-graduação em Escrita Literária. Continua ligado ao mar.


Chegou ontem a casa


sexta-feira, 9 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

A estreia em Portugal de Augusto Cury no romance

Título: Felicidade Roubada
Autor: Augusto Cury
Género: Desenvolvimento pessoal
N.º de páginas: 208
Data de lançamento: 9 de outubro
PVP: 15,50€

O novo romance de Augusto Cury sobre os fantasmas da emoção que sabotam a felicidade.
E se, de repente, perdesse a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à sua vida? E se fosse paralisado pelos seus medos? Alan Alcântara é um neurocirurgião bem-sucedido, que dedica grande parte do seu tempo à medicina. Cético e pragmático, não reconhece qualquer sinal de fraqueza em si e tem dificuldade em lidar com a vulnerabilidade nos outros.
A vida profissional consome-lhe toda a energia, e, apesar de amar a sua inteligente filha Lucila e sua adorável mulher Cláudia, mal convive com elas. Pensa que o amor é algo incondicional e não precisa de cuidados...
Durante uma cirurgia, no entanto, Alan é acometido por uma crise de pânico e não é capaz de terminar o procedimento, deixando a responsabilidade para o seu auxiliar. Alan convence-se de estar a sofrer um ataque cardíaco, e não admite o diagnóstico: tem um transtorno psíquico. Mas o seu mal-estar jamais poderia ter origem emocional, pensa; isso é para fracos. Alan verá as suas certezas desmoronarem-se perante a doença – que irá significar, em última instância, uma oportunidade rara para ele se reconstruir como ser humano.

Sobre o autor:
É psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Desenvolveu o conceito de inteligência multifocal, uma perspetiva inovadora do funcionamento da mente e da construção do pensamento. É investigador na área de qualidade de vida e de desenvolvimento da inteligência, abordando a natureza, a construção e a dinâmica da emoção e dos pensamentos. Os seus livros ocupam os lugares cimeiros nas listas de livros mais vendidos em todos os países onde são publicados. É considerado o autor mais lido do Brasil dos últimos anos e um verdadeiro fenómeno editorial, com mais de 20 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Dirige o Instituto Academia de Inteligência, que dá formação a executivos, educadores, médicos, psicólogos, advogados, universitários e a qualquer pessoa interessada em expandir os horizontes da sua mente, em educar a sua emoção e em melhorar a sua qualidade de vida.
O Dr. Cury é patrono da Universidade da Criança em Portugal e doutor Honoris Causa da universidade Unifil, assim como membro de honra da academia de génios do Instituto da Inteligência, no Porto.
http://institutoaugustocury.com.br/augustocury




As Flores de Lótus é o novo livro de José Rodrigues dos Santos

Título: As Flores de Lótus
Autor: José Rodrigues dos Santos
N.º de Páginas: 688
PVP: 22€

Sinopse:
Pode uma ideia mudar o mundo?

O século XX nasce, e com ele germinam as sementes do autoritarismo. Da Europa à Ásia, as ondas de choque irão abalar a humanidade e atingir em cheio quatro famílias.

Inspirando-se em figuras históricas como Salazar e Mao Tse-tung, o novo romance de José Rodrigues dos Santos conduz o leitor numa viagem arrebatadora que nos leva de Lisboa a Tóquio, de Irkutsk a Changsha, do comunismo ao fascismo o que faz de As Flores de Lótus uma das mais ambiciosas obras da literatura portuguesa contemporânea.

Excerto:
O olhar de Salazar desviou-se momentaneamente para a janela do automóvel. Caíam lá fora os primeiros pingos de chuva, provenientes da treva, que deslizavam em ziguezague pelos vidros como se a noite despejasse lágrimas, mas logo surgiram nos passeios as luzes amareladas dos candeeiros noturnos, sinal seguro de que entravam em Lisboa.
“Para que se fez esta revolução se é para ficar tudo na mesma?”
“Na mesma?”, admirou-se o general Carmona. “O que quer o senhor dizer com isso?”
“O problema do país, senhor general, são os partidos!”, exclamou Salazar, a voz a ganhar veemência. “Os partidos, está vossa excelência a entender? Foi justamente a ação nefasta dos políticos e dos partidos que pôs o país onde ele está, senhor general. Ao contrário do que apregoam aos quatro ventos, os partidos não existem para servir o povo, mas para servir as suas clientelas. Fingindo servir a população, os partidos servem-se a si mesmos e apenas deixam ao país umas migalhas do banquete que engorda as suas gentes. Essa é que é a raiz do problema!”



Presença publica novo livro de Harper Lee Vai e Põe uma Sentinela

Título: Vai e Põe uma Sentinela
Autor: Harper Lee
Título Original: Go Set a Watchman
Tradução: Isabel Nunes e Helena Sobral
Páginas: 240
Coleção: Grandes Narrativas N.º 619
Género: Ficção e Literatura / Clássicos Estrangeiros.
Público-Alvo: Diversas gerações de leitores.
PVP: 16,90€
Data de Publicação: 21 Outubro 2015 

Vai E Põe Uma Sentinela, de Harper Lee, um dos mais aguardados livros do ano chega às bancas portuguesas no próximo dia 21 de outubro, com a chancela da Editorial Presença. Disponível em todas as livrarias do país, o livro considerado «uma obra de arte» pelo Chicago Tribune promete confirmar o estatuto de bestseller que alcançou noutros países.

Jean Louise Finch - Scout - a inesquecível heroína de Matar a Cotovia, regressa de Nova Iorque a Maycomb, a sua cidade natal no Alabama, para visitar o pai, Atticus. Decorre o turbulento período de meados de 1950, numa nação dividida em torno das dramáticas questões raciais. É com este pano de fundo que Jean Louise descobre verdades perturbadoras acerca da sua família, da cidade e das pessoas de quem mais gosta, o que a leva a interrogar-se sobre os seus valores e princípios, e a confrontar-se com complexos problemas de ordem pessoal e política.

Vai E Põe Uma Sentinela, romance inédito de Harper Lee, cujo manuscrito se havia perdido mas descoberto em 2014, foi escrito antes de Matar A Cotovia e apresenta-nos muitos dos personagens dessa mítica obra, agora vinte anos mais velhos. Um livro magnífico, comovente e de grande fascínio de um dos maiores vultos da ficção contemporânea.

Sobre a autora:
Harper Lee nasceu em 1926 em Monroeville, no Alabama. Frequentou o Huntingdon College e estudou Direito na Universidade do Alabama. É a autora de Matar a Cotovia, eleito o Melhor Romance do Século pelo Library Journal, em 1999, do qual já foram vendidos mais de 30 milhões de exemplares em todo o mundo. Harper Lee foi distinguida com inúmeros galardões, incluindo o Prémio Pulitzer, em 1961, e a Medalha Presidencial para a Liberdade, em 1999, pelo seu contributo prestado à literatura.


Citações:
«Uma revelação, um verdadeiro acontecimento literário.» The Guardian
«Vai e Põe uma Sentinela, como todas as grandes obras de arte, chega no momento certo.» Chicago Tribune
«Esta obra faz-nos questionar a visão que tínhamos de Harper Lee e do clássico Matar a Cotovia...» The Guardian
«Este segundo romance de Harper Lee diz-nos mais sobre o nosso mundo que o seu livro anterior.» Time
«Um livro de extraordinário interesse literário.» Independent




Mais sobre a editora aqui




Apresentação de "Os Códigos e as Operações dos Espiões Portugueses" de António José Vilela


quinta-feira, 8 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Svetlana Aleksievitch é a vencedora do Prémio Nobel da Literatura 2015

Svetlana Aleksievitch é a vencedora do Prémio Nobel da Literatura 2015. Ao longo de 35 anos, Svetlana Aleksievitch tem escrito sobre a identidade russa, sobre o seu passado e futuro, e o ponto final é dado em O Fim do Homem Soviético – Um tempo de desencanto, livro vencedor do Prémio Médicis Ensaio e indicado pela revista Lire como Livro do Ano 2013 em França. Este documento único, já publicado em dezenas de países e traduzido diretamente do russo, foi publicado este ano com a chancela Porto Editora.

Sobre a autora:
Svetlana Aleksievitch, conceituada escritora e jornalista, nasceu em 1948 em Minsk, na Bielorrússia. Os seus livros estão traduzidos em 22 línguas e foram já adaptados a peças de teatro e documentários. Considerada uma das autoras mais prestigiadas a escrever sobre a URSS, os seus trabalhos têm recebido uma enorme aceitação por parte da crítica, tendo sido galardoados com importantes prémios internacionais, como o Erich Maria Remarque Peace Prize, em 2001, e o National Book Critics Circle Award, em 2006. O seu mais recente livro, O Fim do Homem Soviético, recebeu o Prémio Médicis Ensaio, em 2013, e foi considerado o Melhor Livro do Ano pela revista Lire.

Bem-vindo ao inferno da vida real

«Arranha-Céus» marca o regresso do autor de culto J.G. Ballard ao mundo editorial português. À venda a 12 de outubro.

«Mais tarde, sentado na varanda a comer o cão, o Dr. Robert Laing refletiu sobre
os estranhos acontecimentos que nos últimos três meses tinham ocorrido no interior do prédio enorme.»

É assim que arranca «Arranha-Céus», romance inédito em português de J. G. Ballard, autor de culto e sem fronteiras, especialista em diagnosticar e antecipar o mal-estar futuro. Num imponente edifício de quarenta andares, o último grito da arquitetura contemporânea, vive Robert Laing, um bem-sucedido professor de medicina, e duas mil pessoas. Para desfrutarem desta vida luxuosa, não precisam sequer de sair do prédio: ginásio, piscina, supermercado, tudo se encontra à distância de um elevador. Mas alguma coisa estranha borbulha por baixo desta superfície de rotina.

Primeiro vandalizam-se os automóveis do parque de estacionamento, depois assaltam-se os habitantes. Um incidente conduz a outro e, acossados, os habitantes separam-se por pisos. Quando aparecem as primeiras vítimas, a festa mal começou. O realizador de documentários Richard Wilder resolve avançar, de câmara em punho, numa viagem por esta inexplicável orgia de destruição, testemunhando o colapso do que nos torna humanos.

Entre a alucinação e a anarquia, a visão futurista de J. G. Ballard oferece-nos o retrato demencial, lógico de como a vida moderna nos pode empurrar, não para um estádio mais avançado na evolução, mas para as mais primitivas formas de sociedade.

«Arranha-Céus» (High Rise no original) assinala a estreia de Ballard no catálogo Elsinore. Muito em breve poderemos ver a adaptação deste romance cheio de arestas ao cinema.

Em suma: seja bem-vindo ao inferno da vida moderna.


«Arranha-Céus» de J. G. Ballard (224 pp, 16,99€)


«O melhor romance de Ballard. Um triunfo.» - The Times

«Ballard é o mais imaginativo dos sucessores de H. G. Wells.» - Kingsley Amis
«Inventivo. Arranha-Céus é um bestiário intenso e vívido, que permanece, incómodo, na nossa mente.» - Martin Amis


Novidade Clube do Autor: Os Grandes Mistérios da História II

Título: Os Grandes Mistérios da História II 
Bestseller internacional com a chancela do Canal de História 

Tradução e notas: Oscar Mascarenhas com Inês Guerreiro 
M.º de Páginas: 392 
PVP: 18,50 €
Depois do êxito da obra Os Grandes Mistérios da História, o Canal de História apresenta os temas que continuam a suscitar dúvidas e perguntas sem resposta. Este novo volume reúne mistérios que intrigam todos os que se interessam por História. 

Qual é a origem da Inquisição? 
Como foram os últimos dias de Pompeia? 
Onde está enterrado o tesouro esquecido de Aquenaton? 
Quem foram de facto os primeiros povos a descobrir a América? 

Com o rigor associado ao prestigiado canal temático, líder na divulgação histórica em televisão, o segundo volume de Os Grandes Mistérios da História aborda segredos, profecias, mistérios, crimes por resolver ou factos sem explicação à luz das novas descobertas e das provas e teorias existentes. 

O Canal de História está presente em 160 países fazendo da História um assunto vivo e fascinante. Venceu vários anos o prémio para o Melhor Canal Temático da Academia das Ciências e das Artes da Televisão. O primeiro volume de Os Grandes Mistérios da História vendeu mais de 20.000 exemplares. 

 


Novidade Clube do Autor: Luz de Ferro de Ben Pastor

Título: Luz de Ferro
Autor: Ben Pastor
Tradução: Eugénia Antunes
N.º de Páginas: 304 
PVP: 17,00 €

«O êxito de Ben Pastor reside na sua capacidade de abordar um período crucial do século XX contando uma história com paixão e cruzando-a com factos históricos.» La Repubblica

Martin Bora é um oficial culto e melancólico chamado a resolver os mistérios mais complicados nos países sob domínio da máquina de guerra alemã. Com rigor e ética, e enfrentando um profundo dilema interno, Bora tenta descobrir a verdade sem perder o ânimo nem as suas convicções.

Ambientado nos agitados anos da Segunda Guerra, Luz de Ferro aborda a dificuldade em conciliar a religião, a fé e as crenças morais com as atrocidades cometidas pelos nazis.

Sobre o autor:
Ben Pastor é licenciada em Literatura e é considerada uma das escritoras com mais talento no campo da ficção histórica e policial. Em 2008 ganhou o Prémio Zaragoza para o melhor romance histórico.



quarta-feira, 7 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Porto Editora publica Alfie – o gato do bairro, o romance de estreia da britânica Rachel Wells

Título: Alfie – o gato do bairro
Autor: Rachel Wells
Tradução: Isabel Alves
Págs.: 304
Capa: mole com badanas
PVP: 15,50€

No próximo dia 15 de outubro, a Porto Editora publica Alfie – o gato do bairro. O romance de estreia da britânica Rachel Wells – cujo tremendo sucesso levou já a uma sequela, A Cat Called Alfie, a publicar no Reino Unido no próximo mês de novembro – dá a conhecer aos leitores uma personagem muito especial: Alfie, abandonado após a morte da sua dona, é um gato à procura de uma casa e um perplexo observador dos comportamentos dos humanos. Quando chega a Edgar Road, o bairro que lhe parece ideal para encontrar um lar, está longe de imaginar que terá de conquistar não um, mas quatro novos donos.
Neste comovedor romance sobre a solidão, a esperança e o valor da verdadeira amizade nos momentos mais negros, os leitores conhecem Edgar Road pelos olhos e reflexões deste gato tão especial que vai mudar a vida de todos com quem se cruza.
Um livro obrigatório para todos os leitores que gostaram de A minha história com Bob.

Sinopse:
Alfie é um sem-abrigo, abandonado após a morte da sua dona. Agora, é o momento de procurar uma nova casa e alguém que lhe dê carinho e conforto – um verdadeiro lar. Quando chega a Edgar Road, parece-lhe ser aquele o sítio ideal para ficar, mas está longe de imaginar que encontrará, em vez de um, quatro novos lares. No entanto, terá de usar perseverança para convencer os seus futuros donos disso mesmo, pois a última coisa de que precisam é de um gato.
Mas quando começam a surgir complicações nas suas vidas, todos se apercebem o quão importante Alfie se tornou. Ele trouxe-lhes esperança nos momentos mais negros e mostrou-lhes que a solidariedade é um valor inestimável.
Rachel Wells cria com mestria um personagem-gato, que observa com perplexidade os humanos, levando-nos a refletir sobre os nossos próprios comportamentos.

Sobre a autora:
Rachel Wells cresceu no Devon e aos 20 anos mudou-se para Londres, para trabalhar na área do marketing, cidade onde vivia num pequeno apartamento com Albert, um gato resgatado da rua. Depois do nascimento do filho, decidiu regressar ao Devon para se dedicar finalmente às suas duas paixões: a escrita e os animais.



Nova série de Madeline Hunter que a ASA publica agora em Portugal

Novo romance de Madeline Hunter, escritora bestseller do New York Times com mais de seis milhões de livros vendidos em todo o mundo

Depois da série ‘As Flores Mais Raras’, a escritora americana Madeline Hunter está de regresso com a saga da família Fairbourne…

O Plano de Miss Fairbourne, que a ASA lança agora em Portugal, é o primeiro volume da nova série ‘O Quarteto de Fairbourne’ de Madeline Hunter, escritora já por duas vezes galardoada com o prémio RITA, atribuído pela Romance Writers of América.

Um negócio gerido por uma mulher? Em 1798? Parece impossível! Mas é esse mesmo o plano de Emma Fairbourne após a morte do pai. Apesar de saber que se trata de uma jogada arriscada, ela está disposta até a contratar um belo e encantador homem para servir de disfarce, tudo para manter vivo o legado da leiloeira Fairbourne’s...

Só que o patriarca Maurice Fairbourne tinha um sócio desconhecido, Darius, o Conde de Southwaite. Darius é um homem habituado a ter o que quer e sem o menor interesse em gerir uma leiloeira, muito menos uma (desconfia ele) envolta em escândalos que poderiam arruinar a sua reputação. Não contava era com a vontade férrea de Emma, cuja frontalidade é simultaneamente exasperante e sensual. Darius decide tentar então uma nova abordagem, que não só fará com que ela se renda a ele, mas proporcionará imenso prazer a ambos...

Sobre a autora:
Madeline Hunter publicou o seu primeiro romance em 2000. Já foi por duas vezes galardoada com o prémio RITA, da Romance Writers of America. Os seus livros figuram na lista dos mais vendidos do New York Times e USA Today e é uma das autoras favoritas da publicação Romantic Times. As suas obras encontram-se traduzidas para doze línguas, tendo vendido mais de seis milhões de exemplares. Para além de Provocadora, no catálogo da ASA figuram já os seus romances Deslumbrante, As Regras da Sedução, Lições de Desejo, Jogos de Sedução, Os Pecados de Lord Easterbrook, Casamento de Conveniência, O Protector, Mil Noites de Paixão e O Sedutor. Doutorada em História de Arte, é professora académica e vive nos Estados Unidos.







terça-feira, 6 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

O Olhar e a Alma - Cristina Carvalho [Opinião]

Título: O Olhar e a Alma
Autor: Cristina Carvalho
N.º de Páginas: 144
Editor: Editorial Planeta
PVP: 14,90€

Sinopse:
Alguém comparou a mulher que se viu voar naquela manhã da janela de um quinto andar de Paris a um anjo. Mas não era um anjo, era Jeanne: Jeanne Hébuterne, a menina-viúva, grávida de nove meses, de um dos artistas mais desprezados em vida e mitificados na morte que o século XX viu surgir - Amedeo Modigliani.

Diz-se que no funeral de Modigliani, para além de artistas, amigos e população dos bairros boémios de Paris, abundavam os marchands, fazendo ofertas pelas obras que o pintor, que dependera da bondade de amigos para a sobrevivência básica, nunca conseguira vender. Tinha 35 anos e estava gasto.

Cristina Carvalho reconstitui mais uma vida extraordinária, marcada pela paixão e pelo génio, numa obra que segue o percurso da sua vida, da sua arte e das mulheres - sempre as mulheres - que o amaram. Um olhar perspicaz e intenso, que acompanha a escrita de uma narradora poderosa e, também ela, apaixonada pelo extraordinário da vida.

A minha opinião: 
Viveu pouco. 35 anos de doença, de trabalho, de fome, de álcool, ,as também de muito talento. Desperdiçado, é certo. Só notado depois da sua morte. Aos 35 anos estava gasto. Sempre dependeu da vontade de outrém. Primeiro da sua mãe, que por ser o filho mais novo, o mais frágil de quatro irmãos, sempre viu nele o que tinha de proteger, ("ela não passava sem mim e eu não passava sem ela")depois dos amigos, muitos deles artistas, das muitas mulheres que conheceu, primeiro em Itália depois em Paris. Amedeo Modigliani era um génio, mas um génio incompreendido, como muitos outros do seu tempo. Não conseguia vender o seu talento, o seus quadros, as suas esculturas...
Com o agravamento da sua doença terá de deixar a escultura, mas as pinturas que não pertencem a qualquer movimento, não deixam de fazer furor, mesmo não conseguindo vendê-las.

"Fui feliz, em certo aspecto. Fui feliz mesmo sem nenhyuma moeda nos bolsos. Amei a vida como só um tuberculoso pode amá-la. Sem esperança alguma. Quantas vezes rodopiei e cantei sob o frio intenso, à luz molhada dos candeeiros da rua, encharcado até aos ossos?"

Um dos seus amigos consegue expô-las, mas os seus nus provocam tamanho escândalo que são obrigados a encerrar a exposição logo no dia seguinte.
Seria em Paris que conheceria grandes artistas como Toulouse-Lautrec, Picasso ou até o português Amadeo de Souza-Cardozo.

Cristina Carvalho e cento e poucas páginas consegue descrever a vida boémia do pintor e escultor italiano, sob o olhar do próprio, da sua mãe, da sua mulher, embora de uma forma ficcionada, mas tudo de uma maneira atractiva e que leva o leitor a desejar mais. Tal como a autora nos revela logo no início do livro, poucos relatos existem sobre a vida de Modigliani, o que  faz com que aguce ainda mais a nossa curiosidade. O facto de ter tido uma filha que morreu em 1984 e que não explorou muito a vida do pai também me deixa um pouco desiludida. Será que ficou isolada? O que terá acontecido? Fiquei ainda mais curiosa, confesso.

"Contudo, eu acredito em mim. Com todas as minhas forças. Acredito que um dia serei admirado e reconhecido pela minha arte."






Novidade Verso da História: "O Tibete de África", de Margarida Paredes

Título: O Tibete de África
Autor: Margarida Paredes
N.º de Páginas: 136
PVP: 13,95€
Disponível a 7 de outubro

Um triângulo amoroso desenhado pelo colonialismo português

Edição revista de um dos primeiros romances pós-coloniais da Literatura Portuguesa.

O Tibete de África, de Margarida Paredes é um romance em que a autora cruza três vidas marcadas pelo colonialismo e pela ditadura.
Através de um triângulo amoroso, Margarida Paredes apresenta uma visão feminista sobre o colonialismo e das suas consequências, numa escrita fluída, audaz e crua. O Tibete de África foi inicialmente publicado em 2006, antes da vaga de literatura pós-colonial (por ex. Dulce Maria Cardoso, Isabela Figueiredo), e isso, bem como a sua qualidade literária, justificam esta reedição.

Sinopse:
Lisboa, anos 90.
Ana Sousa é gestora de topo numa empresa de telecomunicações e está casada com Amâncio, um homem mais velho que fugiu de Portugal «a salto» durante a ditadura. Nascida em Angola, Ana regressou a Portugal ainda criança, na ponte aérea de 1975. Num país pequeno onde os «retornados» eram tratados com desprezo, Ana compreende desde cedo que está por sua conta e risco, e acaba por desenvolver uma personalidade forte e ambiciosa. A estabilidade de Ana é posta em causa quando Justino, um engenheiro angolano integra a sua equipa e quando ela é destacada para liderar o investimento da sua empresa no Ruanda, país de grande beleza natural, conhecido como «o Tibete de África».
É no Ruanda que Ana e Justino se encontram quando o presidente no país é assassinado e a guerra civil recomeça, dando inicio a um genocídio. Debaixo de fogo, o presente e o passado confundem-se e os fantasmas da infância de Ana ressurgem na paixão que sente por Justino.

«Retrato íntimo do processo de descolonização, da integração europeia, dos regimes cleptocratas africanos no pós-independência, O Tibete em África é um gume frio, cortante, a penetrar de forma inconformada nas visões – que surpreendentemente permanecem vivas na sociedade portuguesa – romantizadas do colonialismo português.» - do prefácio de Raquel Ribeiro.

Sobre a autora:
Margarida Paredes é natura do Penedo da Saudade, em Coimbra. Em 1974, abandonou o curso universitário na Bélgica para lutar pela independência de Angola ao lado do MPLA, movimento a que aderiu em 1973. Passou por Brazzaville e foi uma das primeiras militantes vindas do Congo a entrar em Luanda após o 25 de Abril de 1974. Depois da independência abandonou o exército angolano para trabalhar no Conselho Nacional de Cultura com o poeta António Jacinto. Aí desenvolveu projetos na área dos espetáculos e artes plásticas, trabalhando com «crianças-­‐soldado» e órfãos de guerra. Regressou a Portugal em 1981.
Licenciada em  Estudos Africanos pela Faculdade de Letras de Lisboa, obteve o grau de Doutora em Antropologia pelo ISCTE-­‐IUL com o tema «Mulheres na Luta Armada em Angola».
No pós­‐doutoramento, trabalhou o tema «Mulheres Afrodescendentes da Polícia Militar em Salvador».
É investigadora e professora na Universidade Federal da Bahia, Salvador, Brasil. Desenvolve uma linha de pesquisa sobre Masculinidades Femininas no Campo Militar.

Novidades Planeta a partir de 7 de outubro

Título: A Minha Cor Preferida é Ver-te
Autor:
Pilar Eyre
N.º de Páginas: 280 
PVP: 18,85 €
Disponível a partir de 7 de Outubro
Romance finalista do Prémio Planeta 2014.
Uma aventura real.
A história de amor, escrita num registo autobiográfico, de uma mulher madura que se apaixona e que leva ao limite a sua paixão.

Aproximemo-nos em bicos de pés e espreitemos pelo buraco da fechadura: ali dentro está uma mulher nua.
Esta não é uma bela história de amor crepuscular.
Esta é uma bela história de amor entre uma mulher que se atreve a chegar até ao limite e um homem sequestrado por uns sentimentos imprevistos.

Um romance muito bem estruturado e interligado, escrito na primeira pessoa, que põe a nu as inseguranças, emoções e os altos e baixos emocionais a que esta paixão a conduziu.

«Pedi autorização ao meu filho para publicar este livro.» Pilar Eyre

Pilar Eyre, uma jornalista madura e ainda tomada por uma grande paixão pela vida, conhece, durante um Verão na Costa Brava, Sébastien, um cor-respondente de guerra francês muito atraente.

Entre ambos nasce um amor inesperado, que os leva a viver três dias de uma intensa relação erótica e sentimental. Quando Sébastien desaparece de repente, Pilar procura-o com desespero, seguindo as pistas ambíguas que o jornalista foi deixando à sua passagem, mas os resultados são cada vez mais surpreendentes e misteriosos.

«Olhei para o detective espanhol, que parecia nervoso, deslocado, cravei os olhos nas minhas mãos, na mesa… Se me tinha mentido, não queria que eu soubesse, se não me tinha mentido indignar-se-ia ao ver que tinha desconfiado dele; por outro lado, dado o carácter do seu trabalho, podia inclusive acusar-me de o pôr em perigo. Tinha filhos pequenos, também quis ser pequena para não ser obrigada a tomar decisões! De repente, senti vergonha de me encontrar ali, de divulgar a nossa história, de ter chegado tão longe. Que uns estranhos estivessem a discutir momentos tão íntimos da nossa vida. Pilarita, dá meia volta, querida, querida, benditos sejam os homens que… És linda! Pilar, cresce, porra.» Excerto do livro

Sobre a autora:
Pilar Eyre (Barcelona, 1951) estudou Filosofia e Letras e também Ciências da Informação.
Trabalhou em jornalismo como colunista, entrevistadora e repórter em diversos jornais e revistas (Hoja del Lunes, Mundo Diario, La Vanguardia, Interviú, El Periódico de Catalunya e El Mundo), e colaborou em várias emissoras de rádio e de televisão.
É autora de inúmeros livros, entre eles, Dos Borbones en la Corte de Franco; Segredos e Mentiras da Família Real Espanhola; Ricas, Famosas y Abandonadas; Vips: Todos los Secretos de los Famosos; Mujeres, Veinte Años Después; Cibersexo; La Reina de la Casa e Franco Confidencial. Também é autora dos romances Todo Empezó en el Marbella Club e Callejón del Olvido, e da biografia Quico Sabaté, el Último Guerrillero. Os seus relatos históricos Ena, Pasión Imperial, María la Brava e, sobretudo, A Solidão da Rainha – Sofia: Uma Vida converteram-na num verdadeiro fenómeno editorial.

Título: STAR WARS
GUIA VISUAL DEFINITIVO
Autor: Ryder Windham
N.º de Páginas: 200
PVP: 36,50€
Nas livrarias a partir de 7 de Outubro

Um livro indispensável para os amantes e coleccionadores desta saga, mesmo os mais exigentes
Um livro em formato grande, em capa dura e com sobrecapa, ideal para ficar a conhecer o mundo fantástico de Star Wars e para transmitir à geração seguinte a magia desta saga.
Este guia inclui resumos e imagens da série de televisão de Star Wars: A Guerra dos Clones e dos jogos de vídeo República Velha, bem como do merchandising com base na saga.

Sobre o autor:
Ryder Windham, norte-americano, é autor de ficção científica.
Escreveu mais de 60 livros da saga Star Wars, incluindo romances, BD e livros de referência.
É também autor das adaptações a livro da saga Jovem Indiana Jones.
Trabalha em projectos ligados a Star Wars desde 1993.




Levantai Alto o Pau de Fileira, Carpinteiros, de J. D. Salinger, a 9 de outubro nas livrarias

Título: Levantai Alto o Pau de Fileira, Carpinteiros e Seymour: Uma Introdução
Autor: J. D. Salinger
Género: Ficção
N.º de páginas: 192
Tradução: Salvato Telles de Menezes
Data de lançamento: 9 de outubro
PVP: 16,60€

A interessante família Glass continua a dar que falar. Duas novelas em que é central a misteriosa figura de Seymour Glass.
Buddy Glass está de licença da tropa (estamos em plena Segunda Guerra Mundial) e vem ao casamento do irmão Seymour. Nesta primeira novela conta-se o que se passa no rescaldo do casamento que não chegou a acontecer, por falta de comparência do noivo. Buddy acaba por deixar o local de carro, com alguns dos convidados que, não sabendo que ele é irmão do noivo em fuga, criticam livremente o comportamento de Seymour. Posteriormente, Buddy encontra o diário do irmão e cita-o, contrapondo a verdadeira maneira de este ser às impressões insensíveis de pessoas estúpidas – o que nos mostra o quão próximo é de Seymour.
Seymour: Uma Introdução foi publicada quatro anos depois e é uma espécie de retrato de Seymour Glass. Quem conhece a obra de Salinger saberá o que vai acontecer a Seymour.

Sobre o autor:
Jerome David Salinger nasceu em Manhattan, em 1919. Começou a escrever contos durante a adolescência, mas foi em 1951 que publicou o seu primeiro romance, À Espera no Centeio. Sabe-se agora que o livro que o celebrizou – e que fora recusado por vários editores nova-iorquinos – foi escrito e reescrito ao longo de toda a Segunda Guerra Mundial e que o seu manuscrito resistiu ao Desembarque na Normandia.
J.D. Salinger viveu sempre afastado dos holofotes da fama, levando uma vida anónima, quase de reclusão. Publicou o seu último livro em 1965 e deu a sua última entrevista em 1980. Morreu em New Hampshire em 2010


Novidade Esfera dos Livros: Saiba quem foi "Constança. A princesa traída por Pedro e Inês"

Baseado numa investigação rigorosa e retractando de forma sublime uma época de grandes convulsões políticas, Isabel Machado revela-nos a outra verdade sobre o romance de Pedro e Inês, uma história sobre a esperança e a traição.

Sinopse:

Uma história sobre esperança e traição
A outra verdade sobre o romance de Pedro e Inês.

1336. A Península Ibérica está a ferro e fogo. A bela Constança, rainha de Castela, é repudiada pelo marido, Afonso XI, e o desejo de vingança do pai da jovem soberana leva-o a celebrar uma aliança com o rei de Portugal: a filha casará com o herdeiro do trono português, o infante D. Pedro. Constança, inteligente, devota e sofredora, anseia há muito por um destino ao lado do príncipe. Não imagina, porém, que, na sua vida recheada de infortúnios, a maior tragédia está ainda por acontecer, nem que a traição irá partir daqueles que mais ama e em quem mais confia: Pedro, o seu impetuoso marido, e Inês, a sua aia, amiga e confidente. Baseado numa investigação rigorosa e retratando de forma sublime uma época de grandes convulsões políticas, Constança é um romance de leitura compulsiva que nos dá a conhecer a protagonista involuntária, e esquecida pela memória colectiva, do grande mito romântico da História de Portugal.

Sobre a autora:
Isabel Machado é jornalista, nasceu em Lisboa, concluiu o 12.º ano nos Estados Unidos e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Nos anos 80 recebeu o primeiro prémio nacional de um concurso europeu de dissertação, promovido pela Alliance Française de Paris e, em 2003, foi-lhe atribuído um prémio de jornalismo da fundação Roche e da Liga Portuguesa Contra o Cancro, por uma reportagem publicada na revista LuxWoman sobre cancro infantil. Fez trabalhos de tradução e de interpretação simultânea, lecionou Português e Francês no ensino básico e Português como língua estrangeira. Durante 11 anos foi pivot e jornalista da Televisão de Macau, colaborando regularmente com publicações locais. Em Portugal, foi pivot do Canal Parlamento desde 2003 até janeiro de 2011. Em 2012 publicou o seu primeiro romance histórico intitulado Isabel I e o seu Médico Português e, em 2014, Vitória de Inglaterra – A rainha que amou e ameaçou Portugal (2.ª edição).




Novidade Bertrand: Os Pecados do Pai, o 2º volume da série de Jeffrey Archer

Título: Os Pecados do Pai
Autor: Jeffrey Archer
Género: Thriller
Tradução: Fernanda Oliveira
N.º de páginas: 368
Data de lançamento: 2 de outubro
PVP: 17,70€

Segundo volume da série As Crónicas de Clifton, do escritor de sucesso que conta com 250 milhões de livros vendidos em 97 países.
A Grã-Bretanha está na iminência de declarar guerra à Alemanha. Harry Clifton, na esperança de fugir às consequências de um escândalo familiar, e percebendo que nunca poderá casar com Emma Barrington, alista-se na Marinha Mercante. Quando um U-Boot alemão lhe afunda o navio, Harry e um punhado de marinheiros, entre eles um americano chamado Tom Bradshaw, são salvos pelo SS Kansas Star. Nessa noite, quando Bradshaw morre, Harry aproveita a oportunidade para enterrar o seu passado e assume a identidade do morto.

Nova Iorque, 1939. Tom Bradshaw é preso por homicídio qualificado. É acusado de matar o irmão. Quando Sefton Jelks, um advogado de primeira linha de Manhattan, lhe oferece os seus serviços a troco de nada, Tom, que não tem dinheiro, não tem grande alternativa a não ser aceitar a sua garantia de uma sentença mais ligeira. Depois de julgado e condenado, Jelks desaparece e a única maneira que Tom tem de provar a sua inocência é revelando a sua verdadeira identidade, algo que ele jurou nunca fazer de forma a proteger a mulher que ama.
Entretanto, a jovem em questão viaja até Nova Iorque, deixando para trás, em Inglaterra, o filho de ambos. Recusa-se a acreditar que o homem com quem ia casar tenha morrido no mar e está decidida a fazer o que for preciso para o encontrar. A única prova que tem é uma carta, que ficou por abrir numa consola de lareira em Bristol durante mais de um ano.

Sobre o autor:Tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e 37 idiomas. Autor de 16 romances, seis coleções de contos, três peças de teatro, três volumes do seu diário da prisão e um evangelho. É o único autor que foi número 1 em ficção (15 vezes), contos (quatro vezes) e não ficção (Os Diários da Prisão). Archer é casado com Dame Mary Archer DBE, têm dois filhos e vivem em Londres e Cambridge.
http://www.jeffreyarcher.co.uk/site/

Imprensa:
«Um dos maiores contadores de histórias do mundo.» Los Angeles Times
«Não há melhor contador de histórias vivo.» Larry King
«Um contador de histórias da estirpe de Alexandre Dumas… um talento inultrapassável.» The Washington Post
«Archer é um mestre da ficção.» Time

segunda-feira, 5 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

Henning Mankell morre aos 67 anos

Imagem retirada da internet
O escritor sueco Henning Mankell faleceu hoje, aos 67 anos, após uma longa luta contra o cancro na coluna.

Conhecido sobretudo pelos seus romances policiais, e criador do inspector KurtWallander, os seus livros viriam inclusive a ser adaptados para televisão.

Mankell nasceu em Estocolmo, em 1948. Escreveu dezenas de peças de teatro, romances, livros e roteiros das crianças. Mas foi a série Wallander que o tornou famoso e que fez vender mais de 40 milhões de livros.

Era casado com Eva Bergman, filha do realizador Ingmar Bergman.
 

Iniciativa Projecto Adamastor: Votação «Os Melhores Romances Escritos em Língua Portuguesa»


O Projecto Adamastor tem em "mãos" mais uma excelente iniciativa. Trata-se de uma votação intitulada «Os Melhores Romances Escritos em Língua Portuguesa». Tal como o nome indica, a intenção é elaborar uma lista dos melhores romances de autores lusófonos, contando, para isso, com a opinião do público em geral, ou seja, da vossa opinião. 
A votação decorrerá até ao final deste ano e os resultados serão apresentados em janeiro de 2016.
Podem saber mais informações aqui e votar aqui

Participem. Eu já participei.



domingo, 4 de outubro de 2015 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Ilha das Mil Fontes de Sarah Lark é novidade Marcador à venda a partir de 7 de outubro

Título: A Ilha das Mil Fontes
Autor: Sarah Lark
Editora: Marcador
Nº de Páginas: 584
PVP: 21,95 €
À VENDA A PARTIR DE 07 DE OUTUBRO 

Ilha da Jamaica. Após a morte do seu primeiro amor, Nora, a filha de um comerciante londrino, une-se, através de um casamento por conveniência, a Elias, um viúvo proprietário de uma plantação de açúcar. Contudo, a vida nas Caraíbas não é como Nora sonhara. Depois de um assalto noturno à plantação. Nora ver-se-á envolvida nos tumultos provocados pelos escravos, relacionados com a Avó Nanny, que também fora escrava. Nora perde tudo, exceto a vida e a esperança de encontrar de novo o amor e de decidir livremente sobre o seu futuro.

Com A Ilha das Mil Fontes, Sarah Lark transporta-nos agora para as Caraíbas e para a beleza destas ilhas: um território exótico, recriado magistralmente através de uma história familiar inesquecível e única.

Sobre a autora:
Sarah Lark é um pseudónimo de Christiane Gohl. Nascida na Alemanha, vive atualmente em Almería, Espanha. Formou-se em Educação e trabalhou como guia turística, redatora publicitária e jornalista. A inclinação para a escrita marcou todos os empregos por onde passou. Com uma produção literária vastíssima, alcançou o sucesso de vendas e o reconhecimento literário graças à saga maori. A sua Trilogia da Nuvem Branca (No Pais da Nuvem Branca, A Canção dos Maoris e O Grito da Terra – a publicar brevemente) atingiu a categoria de bestseller internacional, com um impressionante acolhimento por parte de milhões de leitores, num fenómeno de «passa a palavra» sem precedentes. Em A Ilha das Mil Fontes, Sarah Lark inicia a Saga das Caraíbas e transporta-nos agora para a beleza destas ilhas afrodisíacas.