sexta-feira, 22 de abril de 2016

A Vingança Serve-se Quente - M. J. Arlidge [Opinião]

Título: A Vingança Serve-se Quente
Autor: M. J. Arlidge
Páginas: 352
Editor: TopSeller
PVP: 18,79€

Sinopse:
SEIS INCÊNDIOS EM VINTE E QUATRO HORAS,
DOIS MORTOS E VÁRIOS FERIDOS…

Na calada da noite, três violentos incêndios iluminam os céus da cidade. Para a detetive Helen Grace, as chamas anunciam algo mais do que uma coincidência trágica — este cenário infernal de morte e destruição revela uma ameaça nunca antes vivenciada.
No decurso da investigação, descobre-se que aquele que procuram não é apenas um incendiário em busca de emoções fortes — os atos criminosos denunciam um assassino meticuloso e calculista. Alguém que pretende reduzir as suas vítimas a cinzas…
Uma nuvem negra de medo e desconfiança estende-se sobre a cidade, à espera da faísca que provocará a próxima tragédia. Conseguirá Helen descobrir a tempo quem será a próxima vítima?

A minha opinião: 
Três incêndios na mesma noite, com suspeita de fogo posto, colocam a detective Helen Grace em estado de alerta. Além de ocorridos na mesma noite, os incêndios são deflagrados com pouco tempo entre eles o que leva a detective a suspeitar que dois deles podem ser uma manobra de diversão para ocultar o que o criminoso pretende no terceiro incêndio: fazer vítimas.

Tudo se torna mais evidente quando pouco depois mais três incêndios são reportados aos bombeiros e um deles acaba por fazer nova vítima. Aí já não pode haver coincidência e há um assassino a soldo que é urgente apanhar.

Os crimes são feitos com uma malvadez tal que chega a ser arrepiante só de pensar como é possível alguém ser capaz de fazer uma coisa dessas. Terá de ser alguém com muito desejo de vingança.

A Vingança Serve-se Quente é o quarto livro da série Helen Grace e como apreciadora dos anteriores livros de M. J. Arlidge aguardava ansiosamente por ler este. Com um ritmo considerável, o livro, como aliás todos os outros do escritor, pauta-se por capítulos curtos, como eu gosto, o que nos leva a querer ler mais e mais, desvendar o mistério a cada virar de página.

A par da história principal vamos acompanhando o dia a dia de Helen, os problemas já habituais com a jornalista com um costela portuguesa e o novo chefe...

A sua vida pessoal continua a ensombrá-la e a forma como ela lida com isso pode não ser a melhor, e poderá acabar por levá-la a sérios problemas a nível profissional.

O desfecho deixa uma pista para o que se seguirá nos próximos livros, o que me leva a desejar que seja publicado o quinto livro da série o mais rápido possível. M. J. Arlidge começa a ser viciante. Gosto cada vez mais disso.


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