sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Lançamento de Céu Nublado com Boas Abertas, com apresentação de Luísa Costa Gomes



Lançamento do romance de estreia de Helena Vasconcelos, com apresentação de Anabela Mota Ribeiro



“DOM DINIS - A QUEM CHAMARAM O LAVRADOR” disponível em e-book

Foi no passado dia 24 de Fevereiro editado em eBook o livro “Dom Dinis - a quem chamaram o Lavrador”, da autoria de Cristina Torrão. O livro digital, que poderá ser adquirido na Leyaonline bem como nas livrarias online associadas, é uma reedição revista e melhorada da versão em papel, editada em 2010 pela Editora Ésquilo. 
O texto foi devidamente trabalhado, de forma a dar mais realce ao enredo do que aos factos históricos, que podem tornar fastidiosa a leitura de um romance histórico.

Título: Dom Dinis - a quem chamaram o Lavrador 
Autora:
Cristina Torrão
Editora: edição de autor - Escrytos
Nº de Páginas: 300
Preço: 6,99 €

Sobre o livro:
Dom Dinis, o Lavrador ou o Poeta?

Há ainda quem lhe chame o Trovador. E, no entanto, para fazermos justiça ao sexto rei de Portugal, teríamos de ir mais longe. Podíamos chamar-lhe o Legislador, o Reformador, ou até o Defensor, tanto ele fez pela defesa e delimitação das fronteiras do reino, apesar de não ter sido um rei propriamente guerreiro.

Dom Dinis não foi, porém, apenas o homem público. Dele se diz que, não se furtando a amores adúlteros, muito fez sofrer a rainha com quem esteve casado durante cerca de quarenta e quatro anos, uma rainha que foi canonizada. E, apesar de ter ficado na história como um rei justo e culto, debateu-se numa guerra civil contra o seu próprio filho e herdeiro, uma guerra que massacrou o reino português e amargurou os últimos cinco anos de vida do monarca, talvez até lhe tenha acelerado a morte.

«Quantas contendas são provocadas e quantas mágoas se guardam por palavras silenciadas? Palavras que se adivinham, mas que não são ditas? Não se duvida do amor de um pai por um filho e, no entanto, se não for continuamente expresso, seja por falas, seja por atos, deixará o filho eternamente insatisfeito, desconfiando desse afeto. Qualquer pessoa, desde o mais baixo serviçal, ao mais alto dos soberanos, há mister da aprovação e do apoio expresso de seus orientadores. É um erro abrigarmo-nos sob a capa das evidências. Amar não é apenas um conceito, é prová-lo, todos os dias, a todas as horas. Quer se trate de um pai, de uma mãe, seja de quem for: quem não pratica o amor, não o recebe de volta. Quanto desprezo, quanto abandono e, muitas vezes, quanto sarcasmo aguentaram aqueles de quem se diz não serem bons filhos?» (palavras da rainha Santa Isabel, neste romance)

Sobre a autora:
Cristina Torrão nasceu a 16 de Julho de 1965, em Castelo de Paiva. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Ingleses e Alemães) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em Julho de 2007 venceu a segunda edição do Concurso Literário “O meu 1º Best-Seller”, levado a cabo pela Modelo/Continente em parceria com as Edições Asa e a revista Visão, com o livro “A Moura e o Cruzado”. No ano seguinte publicou, com a editora Ésquilo, o seu segundo romance histórico “Afonso Henriques - - o Homem”, a que se seguiu uma reedição da sua primeira obra, que recebeu o título “A Cruz de Esmeraldas”, e “D. Dinis - a quem chamaram o Lavrador”. Em 2014 publicou, sob a chancela da Poética, “Os Segredos de Jacinta”, o percurso de uma jovem no século XII português.

Lojas online onde o livro está disponível:
LeyaOnline, Amazon, Apple Store, Barnes & Noble, Fnac.pt, Gato Sabido, IBA, Kobo, Livraria Cultura, Submarino, Wook entre outras.

Link direto para compra na LeyaOnline:
http://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/dom-dinis-a-quem-chamaram-o-lavrador-ebook/

Blogues da autora:
http://andancasmedievais.blogspot.com
http://anodomdinis.blogs.sapo.pt 


Podem ainda ver a minha opinião sobre o livro aqui

«Os Ambiciosos», de Michelle Miller: Um dos thrillers mais aguardados do ano chega agora às livrarias

Título: Os Ambiciosos
Autor: Michelle Miller
N.º de Páginas: 400
PVP: 17,70€

Os Ambiciosos, de Michelle Miller, um dos thrillers mais aguardados do ano, chega a Portugal com a chancela da ASA. Extraordinário sucesso mediático e de vendas nos Estados Unidos, com direitos de publicação vendidos para 19 países, o aclamado romance de Michelle Miller, que começou por ser uma série on-line e depressa ganhou vida própria, está atualmente a ser adaptado para televisão.

Amor, mistério, dinheiro, vingança e ambição são os elementos principais de Os Ambiciosos, um thrillerintenso cuja acção se desenrola no mundo vertiginoso de Wall Street. A história é contada a um ritmo alucinante, através dos pontos de vista de Todd, Neha, Beau e Tara, um grupo de jovens ambiciosos que vêem na Hook, uma promissora aplicação social, a oportunidade de realizarem o negócio de uma vida. Perante a possível ligação da misteriosa morte de uma estudante universitária com a aplicação, veremos até onde a ambição levará os quatro amigos...

Sobre o livro:
OS AMBICIOSOS. NO AMOR. NO DINHEIRO. NA VINGANÇA.
Todd, Neha, Beau e Tara são jovens e ambiciosos. Todd é um promissor lobo de Wall Street; implacável e sensual, é um líder nato. Neha é tímida e reservada em todas as áreas da vida exceto uma: o trabalho. No extremo oposto está Beau, o bon vivant oriundo de boas famílias que nunca teve de se esforçar por nada. Por seu lado, Tara parece ter tudo: é atraente, inteligente e perfecionista, mas paga com solidão o preço de uma carreira exemplar.
Juntos - acreditam - vão conquistar o mundo. A oportunidade surge com uma nova aplicação social – a Hook – que promete revolucionar os encontros amorosos. Todas as empresas de Wall Street querem representá-la mas são os quatro amigos que conseguem o negócio. O único senão: têm apenas dois meses para o concluir. Um prazo quase impossível de cumprir. O que se exige é nada menos do que dedicação e exclusividade totais. Durante dois meses de claustrofóbica proximidade física e emocional, as relações entre eles serão postas à prova, a sua ambição testada ao limite.
Mas no mundo vertiginoso e implacável de Wall Street onde nada é o que aparenta ser, a misteriosa morte de uma estudante universitária vai desencadear uma espiral descontrolada de acontecimentos. Poderá este crime estar relacionado com a tão badalada aplicação? Os quatro jovens estão perante o negócio de uma vida. Até onde irão para o defender?

Crítica Internacional:

“Um retrato exuberante dos jovens ricos de Manhattan. Preparem-se: não vão conseguir pousar este livro.“ Lauren Weisberger, autora de O Diabo Veste Prada
“Suculento, bem escrito e com muito ritmo. Uma leitura fantástica.” The Times
“A atmosfera d’Os Ambiciosos é implacável mas Michelle Miller permite aos seus personagens momentos surpreendentes de redenção. Deve ser difícil escrever um livro tão escaldante sobre Wall Street, mas ela conseguiu.” The Guardian
“Michelle Miller é um génio do ritmo. Atenção a todos os que gostam de adrenalina: este livro é vertiginoso.” Glamour
“Um Gossip Girl para a ‘geração smartphone’.” Elle
“Um livro complexo e único.” refinery29




Novidade Coolbooks: O longo caminho de regresso, de António Bizarro


Título: O longo caminho de regresso
Autor: António Bizarro
Formato: e-wook
N.º páginas (estimado): 160
PVP: 4.99€

O longo caminho de regresso, de António Bizarro, é a mais recente novidade da chancela digital da Porto Editora e está agora disponível em coolbooks.pt e também na livraria virtual wook.pt. São onze contos passados numa cidade em que cabem milhões de histórias. Construída às margens do rio Árion, Saint Paul é uma urbe negra que surge da fusão entre São Paulo, Barreiro e Lisboa. Em O longo caminho de regresso, neste cenário cinzento e industrial, o leitor encontra contos inspirados por eventos reais – por exemplo, Johanna e os Demónios, baseado numa situação ocorrida em Portugal, no ano de 1933, numa aldeia que ficou conhecida pelo epónimo sinistro de Mataqueima – ou a presença de personagens recorrentes, como Tony Dornbusch, um escritor em busca de respostas e a projeção autobiográfica quase caricatural do autor. Dominada pela sombra do Instituto MacLaren, que parece insinuar uma nefasta influência nos incidentes misteriosos que acontecem por toda a obra, Saint Paul será palco de homícidios, exorcismos e confrontos pelo futuro da Humanidade.
Para ler um excerto deste ebook, clique aqui

Sobre o autor:
António Bizarro nasceu em 1978 na cidade de São Paulo e cresceu no Barreiro. Atualmente vive em Pirescoxe, a meio caminho entre um castelo do século XV e uma oliveira milenar. Editou o seu primeiro livro de contos, Siamese Dream, em 2010. Integrou a compilação Seek and Thistroy! da Thisco Records, com o projeto de música eletrónica City of Industry. Em 2015, lançou o seu primeiro álbum em nome próprio, Opus I: Dark Room, disponível no seu blog Android:Apocalypse.


Novidade Clube do Autor: Jornalista João Paulo Guerra lança novo romance

Título: Corações Irritáveis
Autor: João Paulo Guerra
N.º de Páginas: 224
PVP: 14,00€

Guerra Colonial no centro do novo romance do jornalista João Paulo Guerra
Em Corações Irritáveis, a partir de hoje nas livrarias, o jornalista João Paulo Guerra infiltra-se nos bastidores da mais recente guerra da história militar portuguesa, decorridos que estão 55 anos desde o início da Guerra do Ultramar. Corações Irritáveis é um romance sobre os mistérios da Guerra Colonial e uma viagem a um tempo que não tem fim.
Sinopse Ou foi a guerra que o fez a ele? Adélia levanta a dúvida. Certo é que décadas após terminarem as guerras coloniais, Henrique, como muitos dos outros 800 mil homens que combateram, ainda não assinou o cessar-fogo consigo próprio nem conseguiu apagar as tatuagens da memória. E é assim que para eles – e são milhares – a guerra ainda não acabou.
Quando Henrique fez a guerra colonial, o Ultramar não se discutia. A guerra envolveu muitos segredos e ainda hoje há mistérios por explicar. E quando Adélia começou a perscrutar os segredos de Henrique, no mundo caótico dos papéis que ele escrevia, riscava, rasgava e reescrevia, em busca de uma verdade, era tarde para salvar o seu homem e ela própria já mergulhara nos infernos que há para além do inferno.
– Que fizemos de nós, Henrique? Que fizemos nós?

Sobre o autor:
João Paulo Guerra é jornalista profissional. Trabalhou na rádio (Rádio Clube Português, TSF, Antena 1) e em jornais (Diário de Lisboa, A Capital, O Diário, Público, O Jornal, Diário Económico). Conquistou diversos prémios e é autor de vários livros de pesquisa jornalística e histórica. Assinou a adaptação para teatro do romance Clarabóia, de José Saramago, em 2015.





quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Os Lusíadas e O Amante de Lady Chatterley, os novos livros dos "Clássicos da Guerra & Paz"

A 2 de Março a Guerra e Paz faz chegar às livrarias não um, mas dois títulos da colecção de Clássicos da Literatura: Os Lusíadas, de Luís de Camões, e O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence. São dois livros que vêm reforçar o carácter distintivo, mas variado em estilos e épocas, que distingue a colecção “Clássicos da Guerra & Paz”, em que já foram publicadas obras imperdíveis de Eça de Queiroz, Camilo de Castelo Branco e Robert Louis Stevenson.

Esta não é uma versão de Os Lusíadas para pôr nas estantes. É uma edição para ler. Com actualização ortográfica, que não respeita, no entanto, o Novo Acordo, a fixação de texto de Helder Guégués aproxima a obra do leitor moderno. Este Os Lusíadas inclui também uma sinopse de cada um dos dez cantos do poema e tem mais de 1300 notas, soluções que facilitam a leitura e constituem uma ajuda preciosa para o leitor contemporâneo.

O Amante de Lady Chatterley, proscrito durante décadas como se fosse uma obra pornográfica, é hoje um clássico da literatura. A Guerra e Paz edita-o com uma novíssima tradução e prefácio de Maria João Madeira, crítica e programadora de cinema na Cinemateca Portuguesa. Nesta edição, o leitor vai encontrar a versão integral, tal como D. H. Lawrence a queria publicar. É a versão integral do mais proibido dos romances do século XX, celebrado pela franqueza das cenas de sexo explícito e da relação adúltera e pelo choque das diferenças de classe de dois amantes que entendem o amor como uma fusão absoluta de corpo e espírito, o que despertou a fúria do puritanismo inglês.

As capas, como já é marca emblemática nesta colecção, têm assinatura de Ilídio Vasco.


Título: Os Lusíadas
Autor: Luís de Camões
N.º de Páginas: 312
PVP: 13,00 €
Género: Ficção/Literatura Portuguesa
Nas livrarias a 2 de Março
Guerra e Paz Editores

Sinopse:
Os Lusíadas é um poema épico, da autoria de Luís Vaz de Camões. Terá sido concluído em 1556 e foi publicado em 1572.
A obra está dividida em dez cantos e começa com a pri­meira viagem de Vasco da Gama à Índia, sendo a história de Portugal, desde os seus primórdios, o pano de fundo da narrativa.
N’Os Lusíadas perpassa o sentimento da multidão, do povo, da História daquela época. Fascinam-nos a remota geo­grafia e os estranhos costumes de povos longínquos. O que impressiona o leitor contemporâneo é o fôlego poderoso, o prazer que se solta da sonoridade dos versos de um mestre de uma língua e do seu ritmo. Camões é o poeta de uma poesia mais próxima da música, da pintura e da escultura do que de toda essa literatura que não é poesia.
Este é o livro que é preciso ler para se compreender a iden­tidade portuguesa.

Sobre o autor:
Luís de Camões. Luís Vaz de Camões terá nascido em Lisboa por volta de 1524, filho de Simão Vaz de Camões e de Ana de Sá e Macedo. Viveu algum tempo em Coimbra, onde terá frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de Santa Cruz, onde tinha um tio padre.

Há notícia de dois desterros seus. Um foi em Ceuta, como soldado, tendo perdido um olho em combate. O outro, em Constância, entre 1547 e 1550, por ofensa a uma dama da corte.

Regressou a Lisboa, levando então uma vida de boémia. Em 1553, depois de ter sido preso por causa de uma rixa com um funcionário da Corte e consequente prisão, parte para a Índia.

Fixou-se na cidade de Goa, com passagem por Macau, tendo escrito grande parte da sua obra no Oriente. Na viagem atribulada de regresso a Portugal, começa por ficar, sem meios, em Moçambique, onde terá sobrevivido da esmola de amigos. Em 1569, pobre e doente, está já em Lisboa. Consegue publicar Os Lusíadas, em 1572, graças à influência de alguns amigos junto do rei D. Sebastião. Faleceu em Lisboa no dia 10 de Junho de 1580. É uma das maiores figuras da literatura portuguesa, poeta em cuja obra, como disse Eduardo Lourenço, «tudo se eleva a uma espécie de reflexão intemporal», a uma «visão geral sobre o sentido do mundo e o lugar aí reservado ao homem».

Título: O Amante de Lady Chatterley
Autor: D. H. Lawrence
N.º de Páginas: 368 páginas
PVP: 16,50 €
Género: Ficção/Literatura Estrangeira
Nas livrarias a 2 de Março
Guerra e Paz Editores

Sinopse:
Proibido, proscrito durante décadas como uma obra porno­gráfica, O Amante de Lady Chatterley é hoje um clássico da literatura.

A história da ligação erótica entre Lady Chatterley e o seu amante, Mellors, guarda de caça na aristocrática proprieda­de inglesa do marido dela, despertou a fúria do puritanismo inglês, que não aceitou a natureza do erotismo deste livro, alicerçado na comunhão e fusão espiritual que só a mais física intimidade permite. Uma explosão de sensualidade faz nas­cer entre os amantes uma «ávida adoração» e Lady Chatterley, numa escrita lírica e veemente, desvela o que de mais instinti­vo e sublime há na natureza humana.

Esta é a versão integral do romance, tal como D. H. Lawrence a queria publicar, com nova tradução de Maria João Madeira.

Sobre o autor:
D. H. Lawrence. Nasceu a 11 de Setembro de 1885, em Nottingham. É um dos grandes escritores do século xx. Escreveu romances, contos, poesia e ensaios. Filhos e Amantes, Mulheres Apaixonadas e A Serpente Emplumada são alguns dos seus romances maiores. Mas seria a proibição de O Amante de Lady Chatterley a conferir-lhe uma aura de escritor maldito. Fortemente humanista, a sua obra sublinha tudo o que no humano é vitalidade, espontaneidade e instinto. Desgostado com as perseguições e proibições que a sua obra sofreu, remeteu-se, nos seus últimos anos, a uma vida de exílio, a que ele mesmo chamou «peregrinação selvagem». Morreu em Vence, França, aos 44 anos.


Novidade Topseller: A Vingança dos Tudor, o novo livro de C. W. Gortner

Título: A Vingança dos Tudor 
Autor: C. W. Gortner
N.º de Páginas: 304
PVP: 19,99€
Saída a 29 de fevereiro

C. W. Gortner é um conceituado autor de romances históricos. Depois dos aclamados bestseller internacionais O Segredo dos Tudor e A Conspiração dos Tudor , C. W. Gortner regressa com mais uma história desta intrigante dinastia inglesa que governou durante mais de um século.
Em 1558, após a morte da Rainha Maria, Isabel Tudor ascende ao trono. Brendan Prescott, o espião privado de Isabel, é chamado à corte inglesa, depois de um exílio de quatro anos na Suíça. A rainha incumbe-o então de investigar o desaparecimento de uma das suas aias, Lady Parry, que tinha ido visitar a família a uma aldeia distante e nunca mais foi vista.
Ao chegar ao destino, e após conhecer os familiares de Lady Perry, Prescott apercebe-se de que estes escondem um segredo que poderá pôr fim ao reinado de Isabel. O desenrolar dos acontecimentos leva-o também a ter a certeza de que alguém se quer vingar. Resta saber se o alvo da vingança é Isabel ou ele próprio.
Numa atmosfera repleta de segredos, Prescott lutará até ao fim para cumprir a sua missão, procurando nunca pôr em causa aquilo por que sempre lutou: a sua lealdade à rainha.

Elogios:
«Um romance vertiginoso, fruto de uma pesquisa cuidada, que evoca a atmosfera da Inglaterra isabelina em toda a sua glória e intriga. Gortner atrai os leitores para todos os aspetos da história e irá deixar os seus fãs mais do que satisfeitos» - RT Book Reviews

Sobre o autor:
C. W. Gortner possui um mestrado em Escrita na especialidade de Estudos Renascentistas, pelo New College of California.
Os seus romances históricos, sempre fruto de intenso trabalho de pesquisa, têm-lhe granjeado elogios por parte da crítica internacional. Já foram traduzidos para 21 línguas. De ascendência espanhola, C. W. Gortner vive atualmente na Califórnia.
Saiba mais sobre o autor em www.cwgortner.com


O Meças, novo romance de J. Rentes de Carvalho, nas livrarias a 4 de março

Título: O Meças
Autor: J. Rentes de Carvalho
Género: Romance
N.º de páginas: 184
Data de lançamento: 4 de março
PVP: 15,50€

Novo romance de Rentes de Carvalho. Uma história de violência, em que a progressiva definição dos contornos da memória trará novas e dolorosas verdades.
Romance inédito que conta a história de António Roque, homem atormentado, possesso do demónio de funestas memórias. As imagens do passado que regularmente se apoderam dele transformam-no num monstro capaz dos piores actos. No entanto, a obscura história da irmã e do homem abastado que se servia dela e que, apesar de morto, continua a instigar-lhe um ódio devastador, não é exatamente como ele pensa que se lembra.
Depois de anos emigrado na Alemanha, o Meças regressa à sua aldeia de origem. Com ele vivem o filho (a quem detesta) e a nora (a quem deseja, mas inferniza a vida), atemorizando de resto todos os que com ele se cruzam.

«O Meças é um romance sobre a maldade – e sobre Portugal, transfigurado numa história «no mundo rural», longe das cidades, dos círculos «bem-educados» e cosmopolitas, da hipocrisia e do esquecimento.» Francisco José Viegas

«Rentes de Carvalho, vivo e ativo, é um dos melhores prosadores da língua lusa.» João Pereira Coutinho, Folha de São Paulo

«O melhor de um livro de Rentes de Carvalho é tudo.» Sara Figueiredo Costa, Time Out

Sobre o autor:
J. Rentes de Carvalho nasceu em 1930, em Vila Nova de Gaia. Obrigado a abandonar o país por motivos políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris, trabalhando para vários jornais. Em 1956, passou a viver em Amesterdão, onde se licenciou e foi docente de Literatura Portuguesa, entre 1964 e 1988. Dedica-se, desde então, exclusivamente à escrita e a uma vasta colaboração em jornais portugueses, brasileiros, belgas e holandeses, além de várias revistas literárias. A sua extensa obra ficcional e cronista tem sido publicada na Holanda e recebida com grande reconhecimento, quer por parte da crítica, quer por parte dos leitores em geral, tendo alguns títulos chegado a alcançar o estatuto de best-seller. Os seus livros Com os Holandeses, Ernestina, A Amante Holandesa, Tempo Contado, La Coca, Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia, O Rebate, Mazagran, Mentiras e Diamantes, Montedor, Portugal, a Flor e a Foice e Pó, Cinza e Recordações. estão atualmente disponíveis na Quetzal, que continuará a publicar o conjunto das suas obras.
J. Rentes de Carvalho foi galardoado, em 2012, com o Prémio APE para a Escrita Biográfica (com o livro Tempo Contado) e, em 2013, com o Prémio APE para a Crónica, com o livro Mazagran.


Porto de Encontro marcado com Pedro Eiras

Escritor é o convidado para a sessão do próximo domingo, 28 de fevereiro, às 17:00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett
A 43.ª edição do “Porto de Encontro” tem como convidado Pedro Eiras, que se vem distinguindo enquanto escritor (ficção e ensaio) e dramaturgo. A sessão realiza-se na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, às 17:00 do próximo domingo, 28 de fevereiro, sendo de realçar as participações especiais da Academia de Música de Vilar do Paraíso (em momentos musicais) e de Maria do Céu Ribeiro (leituras).
Nascido em 1975, Pedro Eiras é Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, desde 2001, publicou diversas obras de ficção (Os Três Desejos de Octávio C., A Cura, Bach), teatro (Um Forte Cheiro a Maçã, Uma Carta a Cassandra, Um Punhado de Terra, Bela Dona), ensaio (Esquecer Fausto, Tentações, Os Ícones de Andrei, Constelações) e crónica (Boomerang, Substâncias Perigosas), tendo também vários livros publicados em França, na Roménia e no Brasil. As suas peças de teatro têm sido encenadas e lidas em diversos países.
Esta edição do “Porto de Encontro” conta com a colaboração da C.M. Porto e tem o apoio do Jornal de Notícias, da Antena 1, do Porto Canal, das Livrarias Bertrand e da Arcádia.
Esta iniciativa está a ser divulgada no sítio do Porto de Encontro em:
www.portoeditora.pt/portodeencontro
www.facebook.com/portodeencontro

O Espião Inglês de Daniel Silva é novidade de março da HarperCollins Ibérica

Título: O Espião Inglês
Autor: Daniel Silva
Data publicação: março 2016
Encadernação capa rústica com abas
PVP: 17,70€
Páginas: 560
Género: Espionagem

Sinopse:
Ela é um ícone da família real britânica, amada tanto pela beleza como pela sua atividade humanitária e detestada pelo ex-marido e pela rainha de Inglaterra, sua ex-sogra. Quando uma bomba rebenta a bordo do iate onde passa as férias, os serviços de inteligência britânicos recorrem a um estrangeiro, o lendário espião e assassino profissional Gabriel Allon, para seguir a pista do autor material do atentado.
O objetivo de Gabriel recai em Eamon Quinn, perito no fabrico de explosivos e sicário ao serviço do melhor licitador. Quinn é um homem esquivo, um habitante das sombras («um sussurro numa capela na penumbra, um fio solto na bainha de uma vestimenta descartada»), mas por sorte Gabriel não está sozinho no seu encalço. Conta com a ajuda do britânico Christopher Keller, um antigo militar de elite convertido em assassino profissional, conhecedor em primeira mão da eficácia mortífera de Quinn.

Marketing e promoção
- Contratação de espaços publicitários
- Expositores
- Difusão nas redes sociais
- Microsite
- Booktrailer
- Comunicação aos meios principais
- Material de merchandising


Sobre o autor:
Daniel Silva, número um da lista de best-sellers do New York Times, é o galardoado autor de O Espião Improvável, O Confessor, Morte em Viena, As Regras de Moscovo e A Rapariga Inglesa. Os seus livros, publicados em mais de trinta países, encontram-se entre os mais vendidos em todo o mundo. Membro do Conselho do Museu do Holocausto dos Estados Unidos, Daniel Silva vive atualmente na Florida com a mulher, Jamie Gangel, e os dois filhos, Lily e Nicholas.
«Um livro admiravelmente notável de um escritor deveras talentoso» Sun
«Allon é o James Bond do século 21 - elegantemente pacato, subtil e bem-informado.» Daily Mail
«O perturbador e sensual Allon... deve ser o superespião mais famoso não interpretado por Daniel Craig» Daily Telegraph
«Ao estilo de Bauer, tiroteios, raptos e conspirações terroristas internacionais perseguem Gabriel Allon para onde quer que vá» USA Today
«Silva cria tensão com fascinantes duplos e triplos volte-faces do enredo» People
«Um mestre de craveira internacional na ficção de espionagem» Washington Post



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Planeta: Novidades Março

Ficção

Título: O PAI
Autor: Anders Roslund & Stefan Thunberg
N.º de Páginas: 520
PVP: 21,90€
Nas livrarias a partir de 2 de Março

Um thriller intenso e inquietante inspirado na extraordinária história real de três irmãos – os irmãos de um dos autores deste romance, Stefan Thunberg - que cometeram dez audaciosos assaltos a bancos na Suécia, em apenas dois anos.
Nunca nenhum cometera um crime.
Todos tinham menos de vinte e quatro anos.
Transformaram-se nos criminosos mais procurados da Suécia.
O seu vínculo foi forjado enquanto cresceram sob o jugo de uma família violenta.
E do homem que os moldou dessa forma: o pai.
Quando o seu incrível percurso chegou ao fim no turbilhão da imprensa internacional, todos mudaram para sempre como indivíduos e como família.
Baseado numa série de acontecimentos violentos e macabros que marcaram a Suécia na década de 1990, o livro é a história de um destino comovente de uma família, do amor que une três irmãos e da complexa relação entre pais e filhos.
O livro é narrado a dois tempos: no passado, onde podemos perceber a dinâmica familiar, assim como a tirania e influência negativa do pai, e no presente, onde decorrem os assaltos.
A fuga durante meses do trio de assaltantes que ludibriava a polícia acaba com a sua prisão pelo detective John Bronk e com uma pena exemplar na história da Suécia.

«Uma poderosa e real história de vida» The Guardian
«Superior… de cortar a respiração» The Sun

Os direitos para filme já foram comprados pela Dreamworks, e a realização estará a cargo de Steven Spielberg.

Sobre os autores:
ANDERS ROSLUND
É um jornalista galardoado e um dos mais bem-sucedidos escritores escandinavos de criminalidade dos nossos dias. É também autor best-seller do New York Times de Três Segundos, livro que obteve entre outros prémios o CWA Dagger International, o The Glass Key e o Crime Writers’ Award.
STEFAN THUNBERG
É um dos mais célebres guionistas da Escandinávia. Enquanto alcançou a fama neste campo, o resto da família celebrizou-se de forma muito diferente: o pai e irmãos tornaram-se nos mais procurados e famosos assaltantes de bancos da Suécia, o que lhes valeu a alcunha de Militärligan (O Gangue Militar), assim baptizados pelos meios de comunicação.

ENTREVISTA
A verdade por trás da ficção
Anders Roslund: Escrever um romance baseado em acontecimentos verídicos é estilhaçar a realidade e voltar a reconstitui‑la, e a única maneira de o fazer é começar por encontrar o Pulsar do romance: o conflito central que o conduz para o inevitável fim. 
Qual é então, Stefan, o pulsar desta história?
Stefan Thunberg: Um acontecimento que me tem assombrado há mais de vinte anos. Estava‑se a 23 de Dezembro, um dia antes das Festas de Natal, e três assaltantes de bancos eram perseguidos pela polícia no meio de uma tempestade de neve depois de se despistarem e atirado o carro de fuga para uma valeta. Quando vi as notícias, soube no mesmo instante que eram o meu irmão mais velho e o meu amigo de infância… mas, pouco a pouco, compreendi que o terceiro homem tinha de ser o meu pai. Não conseguia perceber como, ao cabo de anos e anos de conflito, o meu irmão e o meu pai haviam decidido assaltar um banco juntos – o último assalto levado a cabo pela Liga Militar. Naquela noite de tempestade, fugiram para uma floresta e, à medida que o nó apertava, refugiaram‑se, exaustos, numa casa de Verão abandonada. Cercados pelas forças de elite da polícia, sem terem por onde fugir, pai e filho foram obrigados a resolver o conflito que os seguira ao
longo de todas as suas vidas – ao longo de toda a minha vida. O que disseram um ao outro durante aquelas longas horas, antes de a polícia lançar granadas de gás lacrimogénio e tomar a cabana de assalto?
AR: Quando descobriu pela primeira vez o que os seus irmãos faziam?
ST: Estava presente quando começaram a planear o roubo das armas. Cheguei ao apartamento do meu irmão e encontrei os outros a comer piza e a discutir a melhor maneira de perfurar um chão de betão. A partir daí, ao princípio calavam‑se quando eu aparecia, mas não tardou que continuassem a falar como se eu fizesse parte daquilo. Ao fim e ao cabo, era da família: nunca houvera segredos entre nós, os irmãos. E então, depois de cometerem o primeiro assalto armado, eu estava sentado no sofá enquanto se felicitavam uns aos outros, carregados de adrenalina, e acompanhámos a acção da polícia na televisão enquanto despachávamos uma grade de cerveja Kronenbourg. Pode parecer estranho, mas fora assim que eu e os meus irmãos tínhamos sido criados pelo nosso pai – nunca, em circunstância alguma, trair alguém da família.
AR: Quais das principais personagens são inventadas e quais foram mais de perto inspiradas pela realidade?
ST: Os três irmãos, o pai e a mãe no romance têm uma relação muito estreita com a realidade. Jasper é uma personagem ficcionada, embora alguns elementos dele tenham sido inspirados por uma combinação de dois amigos que participaram em alguns (mas não todos) dos assaltos. Não estiveram presentes na minha infância tão cedo como vem descrito no livro. Além disso, na parte «presente» do livro, Jasper tem um papel dramático que na realidade não corresponde ao de qualquer desses dois amigos. A personagem representa alienação, alguém que nunca será respeitado nos mesmos termos, nunca será aceite na irmandade, e por isso é usado por Leo para levar a cabo tarefas que não quer confiar aos irmãos. A sua presença na história esclarece que os laços entre os irmãos são mais fortes do que tudo o mais – para o melhor e para o pior – e isso reforça a ruptura quando esses laços se quebram. Anneli é ficcionada, sobretudo a situação familiar antes de conhecer Leo. O filho, Sebastian, é inspirado por vários miúdos diferentes. John e Sam Broncks são personagens ficcionadas, construídas para retratar o verdadeiro trabalho da polícia e como um reflexo da situação de Leo.
AR: E quanto a tempo e lugar?
ST: Não alterámos nenhum dos locais, nem na infância nem no presente, mas excluímos alguns e comprimimos o fluxo do tempo – os assaltos no livro ocorrem ao longo de catorze meses, mas na realidade foram vinte e seis.
AR: Foi‑lhe muito difícil escrever a respeito da sua infância?
ST: Pelo contrário, essa questão da infância deu‑me a oportunidade de participar na história sem ser retratado como uma das personagens. A minha experiência, a minha presença, foram colocadas, no livro, nos corpos dos meus irmãos, sobretudo no de Felix, porque na realidade eu sou o mais próximo, em idade, de Leo, e por isso fui o que experimentei mais vezes as coisas que Felix experimenta no romance: era eu que estava deitado no chão a ver o meu pai e o meu irmão a fazer cocktails Molotov para atirar contra a casa onde a minha mãe se escondia. Por isso as situações nas partes do livro sobre a infância não são menos verdadeiras; pelo contrário, o
conflito entre pai e filho a que assisti tão de perto na realidade é a verdade inerente na resolução da história anos mais tarde, naquela tempestade de neve.
AR: Quais foram, na sua opinião, os acontecimentos mais importantes que alteramos em relação ao que na realidade aconteceu?
ST: Nunca fomos numa direcção diferente, mas claro que há algumas anomalias: como e por que razão a cara sorridente foi desenhada a tiro no vidro do banco; o envolvimento de Anneli, porque a pessoa em que a personagem se inspira conduziu mais vezes o carro de fuga do que é dito no
romance, e sobretudo a bomba, tanto no que respeita ao assalto com que estava relacionada e ao facto de Jasper a ter preparado de propósito para explodir, uma acusação feita em tribunal, mas de que o assaltante em questão foi considerado inocente.
AR: Como sabe, fizemos muita pesquisa, mas quanto vem também da sua memória?
ST: Ao princípio, tentei o mais possível evitar documentação escrita e tentei em vez disso recriar as situações, baseado nas minhas recordações emocionais. Mas, claro, é impossível, para conseguir os melhores resultados, fazermos só o que queremos, sobretudo quando se trabalha com outro
escritor. Fomos obrigados a mergulhar numa das mais extensas investigações da polícia sueca, incluindo as investigações preliminares e os interrogatórios da minha família que eu, antes de iniciarmos o processo de escrita, nunca lera – e isso teve consequências. Depois disso, tive durante
muito tempo crises graves de ansiedade. Fugi da escrita tanto física como psicologicamente, mas voltei a ela quando decidimos estilhaçar a realidade e reconstitui‑la como ficção.
AR: O que aconteceu aos assaltantes?
ST: Foram todos capturados e sentenciados com a máxima severidade que a lei permitia, dada a natureza dos seus crimes, uma sentença que foi excepcional na altura, considerando que nunca mataram ninguém. Nas audiências, ficou muito claro que eu nunca estivera envolvido, e de acordo
com a lei sueca ninguém pode ser obrigado a testemunhar contra um familiar. E a minha mãe e eu tivemos uma perspectiva única do sistema prisional sueco depois de muitas, muitas visitas a várias prisões diferentes ao longo de muitos anos.
AR: Como reagiram os seus irmãos quando leram o livro?
ST: Todos reagiram à sua maneira. Um deles (o que inspirou «Felix») ligou‑me logo a seguir a ter acabado de ler o livro e disse‑me: «Stefan, odeio‑te, mas adorei a porra do livro que vocês escreveram», e então desligou o telefone e pôs fim à nossa relação – não voltámos a falar‑nos. Outro (que inspirou «Vincent») não disse uma palavra depois de várias leituras do livro, mas após a quinta disse em voz baixa: «Agora compreendo o que fiz; este sou eu naquela altura, o que retrataste foi um ‘eu’ com dezassete anos, não o homem que sou agora.» Por fim, o terceiro irmão (o que inspirou «Leo») ficou profundamente comovido e escreveu‑me uma carta fantástica em que explicava como agora compreende a loucura a que se tinha exposto a si mesmo e aos que o rodeavam.

Banda Desenhada


Título: STAR WARS
O DESPERTAR DA FORÇA
LIVRO DO FILME
N.º de Páginas: 112 
PVP: 14,41€
Nas livrarias a partir de 2 de Março


Chega o livro oficial, em capa dura, com a história completa do novo filme da saga de ficção com mais êxito de todos os tempos.
Especialmente pensado para os jovens que começam a ler e a gostar desta fascinante saga intergaláctica.

Novas histórias. Novos personagens. Novas emoções
Que a Força te acompanhe.!





Filipa de Lencastre - Isabel Stilwell [Opinião]

Título: Filipa de Lencastre
A rainha que mudou Portugal
Autor: Isabel Stilwell
Edição/reimpressão: 2016
Páginas: 560
Editor: Livros Horizonte
PVP: 21€

Sinopse:
Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 28 anos, o primeiro dos seus oito filhos - a chamada Ínclita Geração, que, como ela, mudaria para sempre os destinos da nação.

A minha opinião: 
Divido em duas partes distintas, Filipa de Lencastre de Isabel Stilwell retrata a vida de uma das rainhas mais interessantes da nossa história. Inglesa, veio para Portugal aos 26 anos para casar com D. João I e, segundo o livro, apesar de não ser uma mulher muito bonita, era extremamente inteligente.

A primeira parte do livro retrata a vida de Philippa enquanto princesa inglesa. Filha de John of Gaunt (filho do rei Edward III de Inglaterra) e de Blanche of Lancaster. Primogénita, Philippa era uma princesa calma, um pouco insegura com a sua beleza, mas muito curiosa em relação a todos os conhecimentos que se iam passando em Inglaterra, cedo mostrou que seria uma mulher muito inteligente.

A família seria muito importante para a Philippa que mesmo adoptando Portugal nunca esqueceria e trocaria cartas com a sua irmã Elizabeth e com a sua madrasta Katherine. Mesmo na corte viveu sempre rodeada de pessoas da sua confiança, inglesas, a quem fazia confidências, embora tivesse contacto com algumas portuguesas de quem gostava muito. 
A segunda parte do livro surge com a vinda de Filipa, agora em nome português, para o nosso país e com o casamento desta com D. João I, no sentido de estreitar relações com os dois países. 

"- E é boa? Boa de carnes, de feições, de corpo? Dizem-me que é feia e anda sempre de terço na mão.
... Philippa sabia tanto sobre a política e as guerras dos povos quanto sobre as rotas do comércio, os preços dos mercados, a situação das gentes que trabalhavam a terra, e do perigo das revoluções que sofrera na pele."

"É inteligente, lê e escreve fluentemente em latim, francês, e inglês. Tem gosto pela aventura; Vossa Majestade havia de a ver de astrolábio a olhar os céus. É reta, leal, submissa, mas também determinada quando sente que as suas convicções estão em causa. É a rainha de que Portugal precisa..." 

Mas este casamento não teria apenas esta finalidade. Filipa de Lencastre seria determinante no apoio à conquista de Ceuta, embora tivesse falecido de peste, tal como a sua mãe, na véspera da partida da expedição em 1415.
 

"Casara a medo com aquela inglesa aos seus olhos já velha, e ganhara em toda a linha uma mulher que apesar da idade lhe dera um rol de filhos, uma política e diplomata que o ajudara a cimentar as suas relações comerciais, irmã da rainha de castela e leão e agora irmã de sangue do rei mais poderoso do mundo."  

Para quem gosta de história e de romances históricos Filipa de Lencastre é uma personagem encantadora. Nem tudo o que é relatado no livro é verídico, até porque é um romance histórico e não um livro de História, mas o certo é que ao ler este primeiro livro de Isabel Stilwell gostei da forma como foi contada a história de uma das rainhas mais emblemáticas da nossa História. Que com 26 anos casa com um rei português, tem 8 filhos, dois deles morrem e os que sobrevivem são chamados de Ínclita Geração por Luís de Camões. 

Foi ainda a principal responsável pela reconstrução de alguns palácios como o Palácio da Vila, em Sintra, sendo responsável pelas chaminés emblemáticas. 

Gostei muito do livro, achei-o bastante documentado, embota senti-se falta das intrigas da corte, dos jogos políticos, tão característicos da época. Relativamente à linguagem achei que esteve, por vezes, pouco adequada ao tempo. 

Esta nova edição da Livros Horizonte traz ainda um roteiro, em período limitado, dos Caminhos de Filipa de Lencastre, que é absolutamente fantástico. Apesar de conhecer muitos dos locais portugueses mencionados, há outros que ainda não visitei. Fiquei agora ainda mais curiosa para conhecer. 



Apresentação de Equilíbrio de Cláudio Ramos



Javier Cercas vence Prémio Literário Casino da Póvoa

A principal distinção do “Correntes D’Escritas” atribuída ao autor de As Leis da Fronteira (Assírio & Alvim).
Conhecidos também os vencedores do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Porto Editora.

Esta manhã, na Sessão Oficial de Abertura do “Correntes D’Escritas”, o mais importante evento literário realizado em Portugal, foi anunciada a atribuição do Prémio Literário Casino da Póvoa ao escritor espanhol Javier Cercas pela obra As Leis da Fronteira, publicada pela Assírio & Alvim (Grupo Porto Editora) em maio de 2014.

Considerada uma “obra prima da narrativa” (La Repubblica), As Leis da Fronteira é uma impetuosa história de amor e desamor, de enganos e violência, de lealdades e traições, de enigmas por resolver e de vinganças inesperadas.

O Prémio Literário Casino da Póvoa vem reforçar o estatuto de Javier Cercas como um dos escritores mais importantes da narrativa contemporânea. Nascido em Ibahernando, Cáceres, em 1962.

Javier Cercas tem os seus livros traduzidos em mais de trinta línguas e já foi distinguido com diversos prémios, de que destacamos: Prémio Nacional de Literatura, Prémio Cidade de Barcelona, Prémio Salambó, Prémio da Crítica do Chile, Prémio Llibreter, Prémio Qué Leer, Prémio Grinzane Cavour, Prémio The Independent Foreign Fiction, Prémio Arcebispo Juan de San Clemente, Prémio Cálamo, Prémio Mondello, Prémio Internacional Terenci Moix e The European Athens Prize for Literature. Em 2011 foi-lhe atribuído o Prémio Internacional do Salão do Livro de Turim pelo conjunto da sua obra.
De realçar que, para este Prémio Literário Casino da Póvoa, estavam nomeadas outras obras publicadas pela Porto Editora: A Desumanização, de Valter Hugo Mãe; A Liberdade de Pátio, de Mário de Carvalho; e Hereges, de Leonardo Padura.


Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Casino da Póvoa
Também esta manhã, na sessão realizada no Casino da Póvoa, foram anunciados os trabalhos distinguidos no âmbito da VIII edição do Prémio Conto infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Porto Editora, ao qual concorreram centenas de alunos de escolas de todo o país.
A lista completa dos vencedores é a seguinte:
Primeiro Lugar: “A magia de Ahmed”, do 4.º ano A, da Escola Básica José Manuel Durão Barroso, de Armamar
Segundo Lugar: “A árvore da amizade”, do 4.º ano CL2, da Escola Básica de Lama, Barcelos
Terceiro lugar: “Uma história não acaba, pode nascer outra vez”, do 4.º ano A, da Escola EB1 do Areeiro, Coimbra
Menção Honrosa de Texto: “Façamos o Mundo Feliz”, do 4.º ano 6, da Escola Básica do Vale do Âncora, Vila Praia de Âncora
Menção Honrosa de Ilustração: “Sebastião. O Lápis Sabichão”, do 4º. B, do Colégio Paulo VI, de Gondomar
Menção Honrosa de Ilustração: “Maria Trigueirinha”, do 4º. A, da Escola EB1 de Cadilhe, Amorim, Póvoa de Varzim
De referir que esta iniciativa dirigida aos alunos e professores do 4.º ano de escolaridade tem como objetivos promover os hábitos de leitura e de escrita, a criatividade e a imaginação através do desenho e, não menos importante, contribuir para o desenvolvimento de um espírito de grupo, de colaboração e de partilha de objetivos comuns. O desafio lançado é escrever e ilustrar um conto original, havendo total liberdade temática, através de um trabalho coletivo e sob a supervisão do professor.
Os prémios serão entregues na sessão de encerramento agendada para as 18:00 de sábado, dia 27.
Lançamentos e autores
Como é habitual, vários autores da Porto Editora e das suas chancelas Assírio & Alvim e Sextante Editora vão participar no “Correntes D’Escritas”: Alfredo Cunha, Álvaro Magalhães, Ana Luísa Amaral, Ana Zanatti, Filipa Leal, Francisco José Viegas, Javier Cercas, Luís Filipe Castro Mendes, Luis Sepúlveda, Mário de Carvalho e Valter Hugo Mãe.
No entanto, merecem especial relevo os lançamentos dos novos livros de Ana Zanatti, Luís Filipe Castro Mendes e Filipa Leal. Na sexta-feira, 26 de fevereiro, às 12:00, no Cine-Teatro Garrett, serão lançados O sexo inútil (Ana Zanatti, Sextante Editora) e Outro Ulisses regressa a casa (Luís Filipe Castro Mendes, Assírio & Alvim); no dia seguinte, à mesma hora e no mesmo local, será a vez de se apresentar o livro Vem à quinta-feira (Filipa Leal, Assírio & Alvim).
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

A Vida é Fácil, Não te Preocupes, de Agnes Martin-Lugand, nas livrarias a 2 de março

Título: A Vida É Fácil, Não Te Preocupes
Autor: Agnes Martin-Lugand
A autora de Pessoas Felizes Lêem e Bebem Café
Chancela: Suma de Letras
N.º de Páginas: 232
PVP: 15,90€

Sobre o livro:
Desde o seu regresso da Irlanda, Diane virou a página da sua tumultuosa história com Edward, determinada a reconstruir sua vida em Paris. Com a ajuda do seu amigo Felix, lança-se de cabeça na compra e abertura do seu café literário. E é aí, em As pessoas felizes lêem e bebem café, o seu refúgio, que conhece Olivier. É simpático, atencioso e principalmente compreende e aceite a sua recusa em ser mãe novamente. Diane sabe que nunca vai se recuperar da perda da sua filha.
No entanto, um evento inesperado muda tudo: as certezas de Diane, as suas escolhas, pelas quais tanto lutou, vão entrar em colapso, uma após a outra.
Será que Diane tem a coragem necessária para aceitar um outro caminho?

O que os leitores dizem:
“Se gostou de As pessoas felizes leia rapidamente A vida é fácil. As personagens, a história e a escrita são fiéis à primeira parte. Uma óptima sequela. Adorei”.

“Delicado, simples, vai directo ao coração! Um desses livros que temos muita pena de acabar. Uma grande história com personagens muito cativantes.”
“Ainda melhor do que o primeiro. Uma história maravilhosa. Uma leitura fácil e agradável. Difícil de deixar. Impaciente por ler mais livros desta autora.”
“Amei, mais ainda do que o primeiro. A vida é fácil é mais memorável. Não consegui de parar de o ler até o terminar.”
“Um livro cheio de emoções, uma escrita simples e cativante e um final que nos lembra que tudo é possível.”
“Um bom romance cheio de sentimentos, de sensibilidade… e relaxante. Uma pequena história que nos faz muito bem ao coração e à cabeça.”
“Uma segunda parte que não decepciona. Espero que a autora continue a escrever histórias destas.”

Sobre a autora:
Agnès Martin-Lugand, nascida em Saint-Malo, é uma escritora francesa e um fenómeno editorial. Psicóloga clínica com seis nos de experiência, auto-publicou o seu primeiro romance As pessoas felizes lêem e bebem café, em França, em 2013, (lançado em Portugal em 2014) e, dado ao seu enorme sucesso, entrou rapidamente para o mundo editorial tradicional. Os direitos de tradução foram vendidos para 16 países e, em breve, a história será adaptada ao cinema.

“Martin-Lugand analisa e disseca com fineza, humor e ternura os mecanismos da alma humana para nos entregar histórias que nos falam directamente ao coração.” Blog Le Baiser de la mouche


Curiosidades do Vaticano - Luís Miguel Rocha [Opinião]

Título: Curiosidades do Vaticano
Autor: Luís Miguel Rocha 
Págs.: 184
Capa: mole com badanas
PVP: 15,50 €

Sinopse:
Autor bestseller do referencial The New York Times, Luís Miguel Rocha apaixonou milhares de leitores em todo o mundo, com histórias de intriga e mistério passadas no seio da Igreja Católica. Mas partiu demasiado cedo. Cumprindo a vontade do autor, a família e a Porto Editora anunciam a publicação, a 18 de fevereiro, de um livro inédito de não ficção da autoria de Luís Miguel Rocha, intitulado Curiosidades do Vaticano.
Nesta obra, os leitores podem encontrar textos, parte deles publicada pelo autor na respetiva página no Facebook, sobre as mulheres que influenciaram os papas, o interior do Palácio Apostólico, o Papa implacável que transformou Roma, as forças de segurança do Vaticano, os Papas assassinados, a história do conclave e muitos outros temas.

A minha opinião: 
Ler, talvez, a última obra de um autor que se gosta muito nunca é fácil. O saber que nunca mais se vai ler nada de novo, aprender mais nada com ele é triste, muito triste... 

Por isso, ler Curiosidades do Vaticano foi tão bom, foi especial. Apesar de bastante diferente do que nos habituou Luís Miguel Rocha, a família e a Porto Editora decidiram reunir os textos que o autor, parte deles publicados no Facebook e transformá-los num livro que nos revela o que está para lá do Vaticano. 

São pequenas curiosidades, que me deixaram ainda com sede de saber mais. Depois de ter lido O Último Papa, o segundo livro de Luís Miguel Rocha e o seu primeiro thriller religioso, fiquei a gostar muito da história do Papa do Sorriso. 

Infelizmente ainda não tive oportunidade de visitar o Vaticano, mas quando surgir a oportunidade levarei o livro do Luís debaixo do braço para não perder pitada. Até porque há pormenores que não devem ser perdidos, sobretudo os arquitectónicos. 



Depois há outras curiosidades que nunca tinha pensado sequer: o vencimento do Papa, a influência do Vaticano nos dias da semana, que é o lugar com o maior consumo de vinho do mundo, e que são permitidos alguns animais domésticos no Vaticano, mas só alguns. A Betinha, aqui ao lado do livro, não podia ir, assim como não foi o gato do estimação do Papa Bento XVI. 
Curiosos? Recomendo a leitura. 






segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

A 3 de março chega às livrarias o quinto título da série, Stalker da dulpa Lars Kepler

Título: Stalker
Autor: Lars Kepler
Tradutor: Ana Diniz
Págs.: 576
PVP: 17,70 €

Em 2010, a Porto Editora publicou O Hipnotista, a estreia da saga policial de Lars Kepler que alcançou o sucesso e o reconhecimento da crítica. A 3 de março chega às livrarias o quinto título da série, Stalker, cuja trama inclui o inspetor Joona Linna, como é habitual, mas também o hipnotista Erik Maria Bark que cativou os leitores do primeiro livro.
Graças ao suspense, à complexidade do enredo e às personagens cativantes, Stalker foi o livro mais vendido na Suécia no ano da sua publicação. A dupla Lars Kepler, composta por Alexander Ahndoril e pela luso-descendente Alexandra Coelho Ahndoril, é já uma marca no panorama do thriller nórdico, e a sua série já ultrapassa os 5 milhões de exemplares vendidos nos 40 países em que está publicada.

Sinopse:
Um assassino em série aterroriza Estocolmo. Qual voyeurista, ele filma as suas presas, sempre mulheres, na intimidade das suas casas e depois coloca os vídeos no YouTube, enviando em simultâneo um link para o Departamento da Polícia Criminal.
Quando a primeira mulher aparece morta, vítima de um brutal homicídio, a Polícia começa as suas investigações, mas os vídeos que se sucedem não permitem identificar os alvos. Desconfiando de que o marido da segunda vítima, Björn Kern, traumatizado após ter encontrado o corpo da mulher, detém informações cruciais que podem ajudar o caso, a Polícia decide pedir ajuda ao hipnotista Erik Maria Bark. No entanto, aquilo que Björn lhe conta leva Erik a mentir à Polícia.
Se as luzes estiverem acesas, um stalker consegue ver a sua presa do lado de fora, mas, se estiverem apagadas, é impossível ver um stalker que já se encontre dentro de casa. Tranque as portas e corra as cortinas – os Lars Kepler regressaram com um novo thriller de cortar a respiração.

Sobre os autores:
Lars Kepler é o pseudónimo de uma dupla de escritores de sucesso na Suécia: Alexander Ahndoril e Alexandra Coelho Ahndoril. O Hipnotista, primeiro volume da saga, alcançou um enorme sucesso internacional e foi adaptado ao cinema pela mão do realizador Lasse Hallström. Depois de O Hipnotista, O Executor, A Vidente e O Homem da Areia, chega-nos Stalker.
Mais informações em www.larskepler.com

Imprensa:
«Lars Kepler, os sucessores de Larsson.» El Mundo

«Joona Linna é um polícia deveras merecedor de uma série de romances.» José Riço Direitinho, Ípsilon

«Incrível […] Este livro consegue ser melhor do que os anteriores.» Berglingske

«Uma receita fantástica com ingredientes capazes de despertar os maiores medos e as fantasias mais obscuras.» Dagsavisen


Autobiografia de ​Bruce Springsteen editada em setembro pelo grupo 20l20 Editora

«Escrever sobre nós próprios é um trabalho complicado… Mas, num projeto como este, o escritor faz uma promessa: mostrar ao leitor o seu pensamento. Foi o que tentei fazer nestas páginas.»
— Bruce Springsteen, em Born to Run

Em 2009, Bruce Springsteen e a E Street Band tocaram no espetáculo de intervalo do Super Bowl, a mediática final da NFL. A experiência foi tão arrebatadora que Bruce decidiu escrever sobre ela. Foi assim que nasceu Born to Run, a extraordinária autobiografia que a 20|20 Editora publicará em setembro, em simultâneo com a edição norte-americana.

Ao longo dos últimos seis anos, Bruce Springsteen (brucespringsteen.net) dedicou-se, em confidência, a escrever a história da sua vida, transportando para essas páginas a honestidade, o humor e a originalidade que encontramos na sua música.

Em Born to Run, ele descreve o seu crescimento e a educação católica em Freehold, Nova Jérsia, rodeado de poesia, perigo e escuridão, que alimentavam a sua criatividade, num crescendo até ao momento fulcral do início da sua carreira, a que ele se refere como o seu «Big Bang»: ver a estreia de Elvis Presley na televisão norte-americana, no Ed Sullivan Show. Recorda vivamente a sua motivação inabalável para se tornar músico, os primeiros tempos enquanto rei das bandas de bar em Asbury Park, e a formação da E Street Band. Com uma candura desarmante, conta, pela primeira vez, a história das batalhas pessoais que inspiraram os seus melhores trabalhos, e mostra-nos por que motivo a canção «Born to Run» revela mais do que as ideias que percebemos quando a ouvimos.

Born to Run será uma revelação para todos os que gostam da música de Bruce Springsteen, mas este livro é muito mais do que as memórias de uma lenda do rock: é um livro para os sonhadores e os trabalhadores, para pais e crianças, para amantes e solitários, para artistas, para freaks, e para todos os que, alguma vez, tenham tido a vontade de ser «batizados no rio sagrado do rock'n'roll».

São raros os exemplos de artistas que tenham contado a sua própria história com uma força e um êxtase semelhantes ao que encontramos neste livro. Escrito com o lirismo de um músico incomparável e a sabedoria de um homem que pensou longamente sobre as suas experiências, Born to Run é um livro incomum, uma das raras obras que têm a capacidade de expandir e aprofundar a compreensão do que significa viver.

Como muitas das suas canções («Thunder Road», «Badlands», «Darkness on the Edge of Town», «The River», «Born in the USA», «The Rising» e «The Ghost of Tom Joad», para nomear apenas algumas), este livro entrará instantaneamente para a lista dos clássicos intemporais.

Vozes de Chernobyl, a obra mais aclamada da Prémio Nobel de Literatura de 2015 Svetlana Alexievich, nas livrarias a 29 de fevereiro

Título: Vozes de Chernobyl
Autor:  Svetlana Alexievich
N.º de Páginas: 336 
PVP: 17,69€ 
Saída a 29 de fevereiro

Vozes de Chernobyl é a obra mais aclamada de Svetlana Alexievich, Prémio Nobel de Literatura 2015, tida como o seu trabalho mais duro e impactante.
A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa.
Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes.

Prefácio de Paulo Moura e tradução de Galina Mitrakhovich.
«Se o leitor tem curiosidade sobre o futuro, sugiro que leia este livro com caráter de urgência. A Chernobyl de Alexievich é um lugar de extremos e do desconhecido, palco das consequências da tecnologia.
No posfácio, a autora refere: "Estas pessoas já tinham visto o que, para todos os outros, era ainda desconhecido. Senti que estava a registar o futuro." Tenho a certeza de que ela esta certa.»
The Telegraph

Elogios:
«A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nos, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» The Telegraph

«Terríveis e grotescas, as histórias de Vozes de Chernobyl acrescem página após página como a radiação alojada nos corpos dos sobreviventes.» The New York Times

«Quão genuinamente humanas são estas histórias: cada voz expressa fúria, medo, ignorância, estoicidade, compaixão e amor. Alexievich pôs a sua saúde em risco para reunir estes inestimáveis testemunhos de quem viveu o desastre na linha da frente, transformados aqui numa obra literária essencial e assombrosa.» Donna Seaman, Booklist

«Vozes de Chernobyl deixa queimaduras de radiação no cérebro dos seus leitores.» Julian Barnes, The Guardian

Sobre o autor:
Nasceu em 1948 em Ivano-Frankivsk, na Ucrânia, tendo crescido em Minsk, capital da Bielorrússia, onde vive atualmente. Jornalista e escritora, e autora de cinco livros e de vinte guiões de documentários. Entre muitos outros importantes galardões internacionais, recebeu o Prix Medicis Essai 2013, o premio Ryszard Kapuściński 2011 e o Book Critics Circle Award 2006 para não-ficção, antes da sua consagração definitiva com o Premio Nobel de Literatura 2015.
Svetlana Alexievich criou um novo género literário de não-ficção que é inteiramente seu. Escreve «romances de vozes». Desenvolveu este género livro após livro, apurando a estética da sua prosa documental, sempre escrita a partir de centenas de entrevistas. Com uma notável concisão artística, a sua perícia permite-lhe enlaçar as vozes originais dos testemunhos numa paisagem de almas.
As cinco obras em prosa de Svetlana constituem o projeto literário Vozes da Utopia, que reúne a história do espírito universal das pessoas - e não apenas do povo soviético. Deste projeto fazem parte Vozes de Chernobyl , A Guerra não Tem Rosto de Mulher (Elsinore, setembro de 2016), O Fim do Homem Soviético (Porto Editora, 2015), As Últimas Testemunhas e Rapazes de Zinco (ambos Elsinore, 2017).


Top Blog Awards 2015 - Nomeações

As votações estão oficialmente abertas!

A partir de agora já podem votar nos melhores blogues do ano. 

As votações terminam no dia 27 de fevereiro e os resultados serão anunciados no dia seguinte. Apenas é permitida uma votação por pessoa e para que a validação seja feita, a pessoa terá de  ter perfil no facebook. 
A organização vai oferecer 100 vales Fnac de 5 euros entre todos os que votem. 

Se gostam do Marcador de Livros podem votar no blogue através deste link: 

Como administradora do blogue desde já agradeço :D