sábado, 1 de outubro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

A estante está mais cheia #44

Setembro foi um mês recheado de compras de livros, mas também de muitas ofertas.
Da Sophie Hannah chegou cá a casa Herança Fatal e A vida dos Outros, o segundo comprei na Feira do Livro do Porto. Também da Feira do Livro do Porto veio cá para casa Veneza pode Esperar de Rita Ferro e Dezanove Minutos de Jodi Picoult
A Espia de Paulo Coelho foi uma gentil oferta da Pergaminho/Bertrand cuja opinião já está no blogue (podem ver aqui) e participar para a oferta de um livro aqui.
Sou fã confessa de Agatha Christie e, não obstante ter comprado os dois livros da Sophie Hannah cuja personagem principal dos seus livros é Hercule Poirot, não resisti em comprar três novos livros da coleção da Asa: A Premonição, O Mistério das Caraíbas e O Misterioso Mr. Quin.
Da Chiado a pedido do próprio autor Ricardo Gomes chegou Aamir um livro cuja história estou desejosa de conhecer.
Da Individual chegaram Adeus, de Susana Almeida (quero muito ler), Baker's Magic A Magia do Pão de Diane Zahler, Deuses de dois mundos PJ Pereira e Valquíria de Kate O'Hearn.
Da Guerra e Paz chegou Mulherzinhas de Louisa May Alcott, uma das minhas próximas leituras.
Se eu ficar de Gayle Forman foi comprado numas promoções do Continente e já me disseram ser muito bom.
Viver sem Ti a sequela de Viver depois de Ti de Jojo Moyes foi oferta da Porto Editora e cuja opinião já se encontra aqui
E depois de ter lido tão boas críticas acerca do último livro de Paulo M. Morais não podia deixar de comprar Uma Parte Errada de Mim. Conto lê-lo em breve.
Obrigada às editoras parceiras por me terem oferecido tantos e tão bons livros.



Novidade Oficina do Livro: INDOCHINA – fui dar uma volta

Título: INDOCHINA – fui dar uma volta
Autor: Jorge Vassalo.
N.º de Páginas: 440 
PVP 16,90€

O livro Indochina não é só uma emocionante colecção de histórias de viagem, encontros e desencontros, curiosidades e peripécias várias. É uma viagem em si mesmo que põe à prova os sentidos, as emoções e as opiniões. E é também uma ferramenta essencial para quem planeia viajar no Vietname, Camboja e Laos, pois inclui dicas e sugestões de quem conhece esta zona do mundo como poucos.

Ao longo do livro, o leitor tanto será transportado para um comboio preso no meio de um furacão como será testemunha de momentos tensos de um assalto a meio da noite. Mas poderá também anotar receitas, aprender sobre religião e mitologia ou debater a relação dos turistas com as crianças locais ou com os elefantes.

Para uns, este livro será um eco da viagem que fizeram em tempos. Para outros, a projecção de um plano concreto – ou de um sonho –, da aventura que vão viver um dia. Seja como for, é um livro aberto, que não se esgota nas palavras impressas. Sublinhe o que achar essencial, acrescente notas, opiniões, mapas e bilhetes.

Sobre o autor:
Jorge Vassallo nasceu em Lisboa, mas viveu e cresceu em Sintra, rodeado de magia e nevoeiro, a ouvir histórias da Índia portuguesa, a ver filmes do Indiana Jones, a ler as aventuras de Júlio Verne e os livros de Salman Rushdie. Gosta de histórias, de personagens, de cenários e das relações entre uns e outros. E gosta de pôr todos os sentidos à prova – a curiosidade é a grande força que o leva a viajar. Licenciado em Marketing e Publicidade, fez também um curso de Escrita Criativa e, nos anos em que trabalhou como copywriter em publicidade, lançou-se em aventuras várias pela Europa... e estreou-se na Ásia em 2001. Foi amor à primeira vista.


 

Guerra e Paz: Mark Twain e Rudyard Kipling presos e levados a tribunal popular

Foram identificados e detidos os suspeitos que desencadearam a invasão animal que ontem assolou o país. Mark Twain e Rudyard Kipling, ambos com um considerável historial de delinquência literária, foram formalmente acusados pelas autoridades de forjarem rãs saltadoras e mangustos assassinos. Os indícios recolhidos, milhares de livros amarelos, com a capa que se anexa como prova, serão agora presentes a tribunal popular. As audições vão ter lugar em todas as livrarias portuguesas.

É já possível proceder a uma primeira descrição da prova principal. É este Livro Amarelo, pintado à mão às quatro faces do miolo, contendo em primeiro lugar um texto, A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras, da autoria de Mark Twain. O livro fecha com outro texto, Rikki-tikki-tavi, assinado por Rudyard Kipling. Esses dois textos vêm no livro em edição bilingue, ou seja, em belíssimo inglês e na tradução portuguesa que lhes deu António Rodrigues.

O editor, Manuel S. Fonseca, escreveu as biografias dos dois autores e um texto, A Rã Saltadora e o Heróico Mangusto, que procura justificar a associação terrivelmente cúmplice destes dois textos, povoados de apostas fraudulentas, conflitos e crimes ecológicos perpetrados pela crua Natureza.

São 168 páginas de aventuras, perseguições a algumas gotas de sangue. Contêm, portanto, dois contos que estão longe de ser gémeos. O de Mark Twain é marcado por uma viva ironia. O de Kilpling, por um amável moralismo. São ambos contos próximos da oralidade: um de taberna, outra de charla familiar. Mark Twain escreve DE ouvido. Rudyard Kipling PARA o ouvido. Crime: neste tempo em que se diz que ninguém lê, são dois hinos à leitura.

Um conselho: não olhe para este livro com displicência. Destas páginas amarelas podem muito bem cair-lhe em cima uma rã saltadora ou um mangusto em fúria. Mas sejamos honestos, que interesse é que tem a literatura se não for um caso de vida ou de morte? 






quinta-feira, 29 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Viver sem ti - Jojo Moyes [Opinião]

Título: Viver Sem Ti
Autor:
Jojo Moyes
Tradução: Ana Maria Chaves e Márcia Montenegro
Págs.: 408
Capa: mole com badanas
PVP: 17,70 €

Sinopse:
Louisa Clark já não é uma jovem banal a viver uma vida banal. O tempo que passou com Will Traynor transformou-a, sendo agora uma pessoa diferente que tem de enfrentar a vida sem ele. Quando um insólito acidente obriga Lou a regressar a casa dos pais, é impossível não sentir que está de volta ao ponto de partida.
Lou sabe que precisa de um empurrão que a traga de novo à vida. E é assim que acaba por ir parar ao grupo de apoio Seguir em Frente, cujos membros partilham sentimentos, alegrias, frustrações e bolos intragáveis. Serão também eles que a levarão até Sam Fielding - um paramédico que trabalha entre a vida e a morte, e o único homem que talvez seja capaz de a compreender. Mas eis que uma personagem do passado de Will surge de repente e lhe altera todos os planos, lançando-a num futuro muito diferente…. Para Lou Clark, a vida depois de Will Traynor significa reaprender a apaixonar-se, com todos os riscos que isso implica.
Em Viver Sem Ti, Jojo Moyes traz-nos duas famílias, tão reais como a nossa, cujas alegrias e tristezas nos tocarão profundamente ao longo de uma história feita de surpresas.

A minha opinião: 
Viver sem ti é a sequela do famoso livro de Jojo Moyes, que já passou para o grande ecrã, Viver depois de ti. Para os fãs do primeiro livro como eu (dei 5 estrelas no Goodreads) a continuação era há muito esperada. A curiosidade em saber o que teria acontecido a Lou depois da morte de Will levou-me a pegar no livro logo que chegou pelo correio, e as minhas expectativas não foram defraudadas. Logicamente já esperava que Viver sem ti nunca poderia igualar ao seu congénere, pelo que não fiquei muito admirada deste livro ser menos intenso. Depois de toda a infelicidade que Lou passa é normal que a sua vida desse uma reviravolta e que esta tentasse encontrar paz, tal como prometera a Will.

Depois de sabermos que Lou ficou em Paris, é estranho saber que, apesar de todas as promessas feitas a Will, a jovem não conseguiu arcar com o peso da perda e tenha regressado a Londres. É ai que vive agora e que também trabalha, embora o emprego que arranjou para si não tenha nada a ver consigo. 

Numa noite de maior fragilidade, Lou bebe uns copos a mais e cai da varanda de um prédio. A queda de cinco andares leva-a ao hospital com múltiplas fraturas e os seus pais e restante equipa médica pensam que se tratou de uma tentativa de suicídio. 

Isso tudo faz com que a jovem vá recuperar para casa dos pais e regressar à sua terra natal, Storfold, dezoito meses depois de ter partido. Este é o local onde cuidou e foi feliz com Will, e o seu regresso vai fazê-la recordar desse tempo. 

Depois de regressar novamente a Londres Lou decide "ingressar" num grupo de apoio, Seguir em Frente, cujos membros têm algo em comum com ela: a partida de entes queridos. 

Apesar de estar reticente em relação ao grupo e lhe custar falar sobre os seus sentimentos, Lou acaba por gostar dos membros e isso leva-a a conhecer pessoas novas. 

Mas é fora do grupo que acaba por conhecer uma mais especial que as outras todas e isso vai ser a história principal dentro do próprio livro. 

Muito mais que uma sequela, Viver sem Ti é uma história de esperança, de recuperar a vida depois de se ter perdido uma pessoa tão importante. Penso que a autora não teve pretensões de fazer um livro tão ou melhor que o Viver depois de ti. Quis, isso sim, mostrar que a protagonista conseguiu "sobreviver" a todas as adversidades, mesmo que tenha custado um pouco. A infelicidade fez com que as suas roupas, imagem de marca de Lou, tivessem ficado em caixotes; e que a sua vivacidade tenha também ela ficado encerrada num qualquer lugar distante. 

Durante estes últimos dias, Jojo Moyes proporcionou-me mais uma excelente leitura, tornando-se, cada vez, uma das minhas escritoras preferidas. 






Novidades Planeta para outubro

Ficção
Título: Oferenda à Tempestade
Autor: Dolores Redondo
N.º de Páginas: 488
PVP: 20,95€
Nas livrarias a partir de 4 de Outubro

Chega ao fim a trilogia do Baztán, com o terceiro livro de uma série diferente, onde o imaginário e a mitologia se entrecruzam na vida real.

Mais de 1 milhão de leitores.
Um sucesso em todo o mundo
Publicado em 34 países.
Um thriller poderoso e intenso, repleto de tensão e intriga.
«Três romances policiais de alto nível, com uma protagonista
fascinante e um belíssimo olhar sobre a mitologia basca» Isabel Allende
«Dolores Redondo inova como poucos escritores conseguem num
tempo tão saturado de livros policiais.» João Céu e Silva, Diário de Notícias

Uma história inquietante apoiada numa investigação forense exímia, e intensificada pela atmosfera mística das lendas bascas.
Uma trilogia que partilha com o romance escandinavo a sua faceta mais negra e psicólogica, e com o thriller norte-americano a parte mais racional e científica.
Peter Nardermann, produtor de Millenium, comprou os direitos para filme e as filmagens já começaram na povoação basca de Elizondo.

O QUE SE DESTACA NESTA TRILOGIA
A protagonista, Amaia Salazar, uma inspectora da Polícia Foral, mulher forte, determinada e competente, chefia uma investigação macabra. Uma mulher independente mas ensombrada pelo passado.
A atmosfera misteriosa do vale de Baztán é a grande personagem de fundo.
A riqueza da descrição dos locais do crime, denota uma profunda investigação da autora.
A exploração da vida pessoal e segredos das personagens que a autora desenvolve de forma paralela no decorrer da investigação.
Os elementos místicos da história: a imprensa dá um nome ao perigoso assassino em série, Basajaun, uma vez que desaparece sem deixar rasto, e deixa os cadáveres de raparigas adolescentes em cenas macabras: afogadas com cordas, roupas rasgadas, pêlos púbicos rapados e as mãos dispostas em posição virginal.
A diferença: uma história poderosa onde o imaginário e a mitologia se entrecuzam na vida real.

O QUE DIZ A CRÍTICA INTERNACIONAL
«Legado nos Ossos segue a estrela de O Guardião Invisível, mas é um romance de maior maturidade, com mais interesse do que o anterior.» El Correo Español
«Mito e realidade misturam-se neste sofisticado e acutilante thriller. Todos os esqueletos batem às portas para serem libertados e são-no nesta enérgica, fascinante e cativante história.» Steve Berry, autor best-seller do The New York Times
«O pano de fundo basco dá a este thriller uma força especialmente intrigante de profundidade; as superstições e mitologias desde os dias da Inquisição espanhola penetram no mistério de tal forma que o leitor se sente transportado.» Library Journal

A HISTÓRIA CHEGA AO FIM
Já passou um mês desde que a inspectora da Policía Foral recuperou o filho e prendeu Berasategui. Contudo, apesar de tanto a Guardia Civil como o juiz Markina darem Rosario como morta, Amaia sente que não está livre de perigo, um desassossego que só Jonan compreende.
A morte súbita de uma menina em Elizondo é suspeita: o bebé apresenta marcas avermelhadas no rosto que indicam que existiu pressão digital e o pai da criança tenta roubar o cadáver.
A bisavó da pequenita defende que a tragédia é obra de Inguma, o demónio que imobiliza os que dormem, que lhes bebe a respiração e lhes arrebata a vida durante o sono.
No entanto, serão as análises forenses do doutor San Martín que convencem Amaia Salazar a investigar outras mortes de bebés, que depressa revelarão um rasto inaudito no vale.
Berasategui morre, de forma inexplicável na cela, o que desencadeia uma trepidante investigação que levará Amaia à verdadeira origem dos acontecimentos que assolam o vale de Baztán. E entretanto, vinda do bosque, uma impressionante tempestade chega para sepultar a mais demolidora verdade.

Sobre a autora
Nasceu em Donostia-San Sebastián em 1969. O Guardião Invisível, o primeiro romance da Trilogia do Baztán, granjeou-lhe o entusiasmo de editores de inúmeros países e hoje são já 23 as chancelas editoriais que publicaram a obra em todo o mundo.
Foi aclamada pela crítica como uma das propostas mais originais e contundentes do thriller em Espanha, e está programada a versão cinematográfica pela mão dos produtores da trilogia Millennium.

Título: A RAPARIGA DO CALENDÁRIO – Livro 4
Autor: Audrey Carlan
N.º de Páginas: 384
PVP: 17,99€
A partir de 4 de Outubro

O FENÓMENO DO ANO!
Uma nova história de êxito na auto-publicação.
Mais de 2.500.000 exemplares vendidos da série nos EUA.
1.º LUGAR NO TOP DO THE NEW YORK TIMES,
DURANTE 4 SEMANAS.
Direitos do livro vendidos para 27 países e para série televisiva, pelos mesmos produtores de Gossip Girl.
Audrey Carlan autopublicou online o seu primeiro livro, em Agosto de 2015. O sucesso foi imediato.
A editora norte-americana Waterhouse descobriu o fenómeno e publicou-o em livro - em quatro volumes -, tendo alcançado os tops de venda mais importantes, como o The New York Times e USA Today.
12 MESES. 12 VIDAS. 1 AMOR

Mia Saunders, a Rapariga do Calendário, percorreu um longo caminho.
Termina a jornada de um ano em Hollywood, Nova Iorque e Aspen.
Em Outubro, Mia começa a sua nova vida a trabalhar num programa de TV matinal, onde faz uma rubrica sobre viver em beleza. O seu homem lida com as sequelas do cativeiro, e juntos encontram maneira de fazer face a todas as tormentas.
A seguir, Mia viaja até Nova Iorque para gravar um programa sobre as razões que as pessoas têm para dar graças. Todos os sonhos se estão a realizar...excepto um.
Finalmente, em Dezembro, a nossa menina dá por si no País das Maravilhas invernal, Aspen, no Colorado, para filmar uma rubrica sobre artistas locais. Só que as circunstâncias são muito peculiares.
Prepare-se para uma surpresa quando a jornada de Mia se funde no fim que todos esperam.
Uma série sedutora, doce e tão escaldante que o seu livro pode derreter.
«Fresca, divertida, e incrivelmente sexy, a série A Rapariga do Calendário vai fazer com se apaixone uma e outra vez e morra de ansiedade por ler o próximo volume.» Meredith Wild, autora da série Hacker, n.º1 do The New York Times

Sobre a autora
Audrey Carlan é autora best-seller do New York Times, USA Today, e Wall Street Journal. Escreve histórias de amor sensuais e eróticas de forma a dar ao leitor uma experiência romântica e sexy. Vive em California Valley com os dois filhos e o amor da sua vida. Quando não escreve, ensina ioga, bebe vinho com suas souls sisters ou está com o nariz enfiado num romance ímpio.

Não Ficção

A verdadeira e violenta história da colonização portuguesa, que não é contada nos livros escolares.

Uma obra fundamental, capaz de mudar a maneira como encaramos o nascimento do maior país de língua portuguesa.

Título: A Conquista do Brasil 1500-1600
Autor: Thales Guaracy
N.º de Páginas: 208 pags + 8 extratextos
PVP: 16,95€
Nas livrarias a partir de 4 de Outubro

Como um caçador de homens, um padre gago e um exército exterminador transformaram a terra inóspita dos primeiros viajantes no maior país da América Latina.
«Este livro merece ser lido.» Laurentino Gomes, autor de 1808
A Conquista do Brasil, que alia conhecimento profundo a um texto leve, fluido e fácil de entender, conduz o leitor por uma das mais extraordinárias aventuras humanas, da épica aventura de Portugal pelo «Mar Tenebroso» à violenta ocupação nas terras então incógnitas do Novo Mundo.

A partir de documentos originais, esta obra fundamental revê aHistória do Descobrimento do Brasil e os seus principais personagens.
Entre eles estão João Ramalho, o desterrado que se adaptou à vida com os índios e fundou uma dinastia de mestiços caçadores de escravos;
Os jesuítas, que aplicaram as implacáveis directrizes da Inquisição contra uma coligação de «hereges» – os franceses protestantes e seus aliados canibais;
E nativos como Cunhambebe, líder da resistência indígena, que apavorava os portugueses colonizadores porque, literalmente, devorava os inimigos.
« [...] Um desses mitos sustenta que o brasileiro seria um povo pacífico, tolerante e cordial, que aceita de forma resignada as transformações políticas, sem sangue e sem sofrimento. Não é isso que se vê logo ao longo dos capítulos de A Conquista do Brasil. Essa é uma história violenta, cruel, repleta de sangue e sofrimento – como a de qualquer outro povo em qualquer outro período da história da humanidade.”» Laurentino Gomes, autor de 1808

Sobre o autor
Thales Guaracy, 52 anos, é escritor, jornalista e editor.
Trabalhou em alguns dos principais órgãos de comunicação social do Brasil, entre os quais a Veja, a Exame e O Estado de São Paulo.
Como escritor, lançou mais de 20 livros: romances, contos e poesia, além de reportagens e outras obras de não ficção.

Iris não sabe explicar por palavras o que sente, mas descobriu como comunicar através das tintas e dos pincéis.
O talento desta menina autista de seis anos tem sido mundialmente reconhecido e famosos, como Brad Pitt e Angelina Jolie, renderam-se às suas obras.

Título: Iris Grace
Autor: Arabella Carter-Johnson
N.º de Paginas: 264 pags + 24 extratextos
PVP: 19,95€
Nas livrarias a partir de 4 de Outubro

Contada pela mãe, Arabella, esta é a história real e comovente de como a extraordinária relação entre uma gata e uma menina autista de seis anos salvou uma família.
Iris Grace tem seis anos e autismo severo. Nos primeiros anos da sua vida, praticamente não comunicou – mal olhava para as outras pessoas, raramente sorria ou falava.
A sua mãe, Arabella, desesperava – a menina parecia presa no seu próprio mundo, inalcançável.
Um dia, a família arranjou uma gata – com quem Iris teve uma afinidade imediata. Iris comunicava com Thula como nunca antes tinha feito.
Tornou-se mais confiante e começou a explorar o mundo à sua volta.
Desabrochou.
A ligação com a gata não é a única coisa que Iris tem de notável. Ela é também uma artista extraordinariamente dotada, que sente a natureza de um modo intenso.
Com Thula ao lado, pinta durante horas, e as suas criações são impressionantes.
A mãe, fotógrafa profissional, procurou descobrir os interesses da filha. E as menina revelou cumplicidade com as telas e pincéis. Os quadros revelam a maneira como Iris se sente e como vê o mundo e foram a chave para comunicar com ela.
A gata Thula tem tido um papel fundamental na vida desta família. É uma espécie de feiticeira que conseguiu penetrar na bolha em que Iris vivia.
Com este livro, Arabella pretende pintar o autismo de outra maneira e mostrar que ser diferente pode ser brilhante.

Sobre a autora
Arabella Carter-Johnson é mãe de Iris Grace e fotógrafa profissional.
Em 2008, ela e o marido, Peter-Jon, instalaram-se nas colinas de Leicestershire, em Inglaterra.
Iris Grace nasceu em 2009 e mudou as suas vidas para sempre.
Arabella documentou a difícil e tocante história de Iris e da família em diários e fotografias.





quarta-feira, 28 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

«Inferno» de Dan Brown adaptado ao cinema por Ron Howard

A 13 de outubro, «Inferno» chega às salas de cinema portuguesas. Depois do enorme sucesso com a adaptação dos livros «O Código da Vinci» e «Anjos e Demónios», de Dan Brown, Ron Howard promete aproximadamente duas horas de emoções e reviravoltas.
Contando mais uma vez com Tom Hanks como Robert Langdon, «Inferno» é o resultado de uma enorme mistura de intriga e momentos emocionantes. Lançado em julho de 2013, o livro inicia-se com Robert Langdon, o reputado simbologista de Harvard, que acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou como ali chegou. Ao virar de cada página, o protagonista apercebe-se que está envolvido numa luta contra o tempo para salvar o mundo de uma ameaça terrível.
«Inferno», que esteve no primeiro lugar de vendas nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, já vendeu mais de 6 milhões de cópias em todo o mundo.
«O Inferno está repleto de truques (…) O senhor Brown acaba não só por nos deixar um trilho de migalhas acerca de Dante (afinal de contas, isto é o Inferno), mas também por brincar com os conceitos de tempo, género, identidade, célebres atrações turísticas e medicina futurista.(...) A grande ênfase está na prodigiosa pesquisa e na paixão por factoides que enformam as histórias do senhor Brown, a facilidade com que os põe em ação, os truques engenhosos e os grandes clímaces.» - The New York Times
«O mais próximo que um livro pode ser de um filme de verão estrondoso.» - USA Today
«Rápido, inteligente, bem informado. Dan Brown é o mestre do thriller intelectual.» - The Wall Street Journal
«Dan Brown no seu melhor.» - The Washington Post
«Puro divertimento, mensagens codificadas, história da arte, ciência e uma catástrofe iminente.» - Daily News

Sinopse:
«Procura e encontrarás.»
É com o eco destas palavras na cabeça que Robert Langdon, o reputado simbologista de Harvard, acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou como ali chegou. Também não sabe explicar a origem de certo objeto macabro encontrado escondido entre os seus pertences.
Uma ameaça contra a sua vida irá lançar Langdon e uma jovem médica, Sienna Brooks, numa corrida alucinante pela cidade de Florença. A única coisa que os pode salvar das garras dos desconhecidos que os perseguem é o conhecimento que Langdon tem das passagens ocultas e dos segredos antigos que se escondem por detrás das fachadas históricas.
Tendo como guia apenas alguns versos do Inferno, a obra-prima de Dante, épica e negra, veem-se obrigados a decifrar uma sequência de códigos encerrados em alguns dos artefactos mais célebres da Renascença - esculturas, quadros, edifícios -, de modo a poderem encontrar a solução de um enigma que pode, ou não, ajudá-los a salvar o mundo de uma ameaça terrível…
Passado num cenário extraordinário, inspirado por um dos mais funestos clássicos da literatura, Inferno é o romance mais emocionante e provocador que Dan Brown já escreveu, uma corrida contra o tempo de cortar a respiração, que vai prender o leitor desde a primeira página e não o largará até que feche o livro no final.

Sobre o autor:
Dan Brown nasceu em 1964 nos Estados Unidos. É autor de vários best-sellers, incluindo O Código Da Vinci, que se tornou um dos livros mais vendidos de todos os tempos. Logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil cópias. Chegou a Portugal em 2004 e em poucos meses atingiu as onze edições. O sucesso do livro foi de tal ordem que foi adaptado ao cinema, tal como o romance que escreveu em 2000: Anjos e Demónios.
Os livros de Brown estão publicados em 52 línguas e já vendeu mais de 200 milhões de exemplares em todo o mundo. Em 2005 foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista TIME.
Filho de um professor de matemática e de uma intérprete de música sacra, Dan Brown estudou numa escola onde desenvolveu um fascínio paradoxal entre ciência e religião. Temas estes que são a base para os seus livros. É graduado pelo Amherst College e pela Phillips Exeter Academy. Entre todos os seus feitos, está o de conseguir colocar simultaneamente os seus quatro primeiros livros na lista de mais vendidos do The New York Times.
http://www.danbrown.com/

A Livros do Brasil publica amanhã Batalha Incerta, de John Steinbeck

Título: Batalha Incerta
Autor: John Steinbeck
Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues
N.º de Páginas: 328
PVP: 16,60 €
Coleção: Dois Mundos

A Livros do Brasil publica a 29 de setembro Batalha Incerta, de John Steinbeck, um romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar sobre a agitação social e política e a história de um jovem que procura definir a sua identidade. Batalha Incerta foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck – lançado em 1936 – e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.

Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada.
No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço.

Sobre o autor:
John Steinbeck nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso.
Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco (Tortilla Flat na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. Em 1939, publicaria aquela que, por muitos, é considerada a sua obra-prima, As Vinhas da Ira. Entre os seus livros, destacam-se ainda os romances A Leste do Paraíso e O Inverno do Nosso Descontentamento, bem como Viagens com o Charley, em que relata uma viagem de três meses por quarenta Estados norte-americanos. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de dezembro de 1968.

Porto Editora: "Como Vento Selvagem" marca o regresso de Sveva Casati Modignani


Título: Como vento selvagem
Autor: Sveva Casati Modignani
Tradução: Regina Valente
Págs.: 376
Capa: mole com badanas
PVP: 17,50 €

A Porto Editora publica, no próximo dia 4 de outubro,
Como Vento Selvagem, romance de Sveva Casati Modignani até agora inédito em Portugal.
Numa história tão romântica quanto dolorosa, a grande signora da narrativa italiana transporta os leitores através da Itália dos anos 90, do charme dos circuitos de Fórmula Um ao submundo da máfia.
Após um acidente na pista de Monza, o carismático campeão Mistral Vernati luta pela sobrevivência no hospital. No estilo inconfundível daquela que é uma das autoras de maior sucesso em Portugal, a soberba intriga criada por
Sveva Casati Modignani dá vida a personagens inesquecíveis, com motivações diversas e nem sempre confessáveis, que irão culminar na descoberta da verdadeira história de Mistral.
Com obras como Baunilha e Chocolate, Um Dia Naquele Inverno, A Família Sogliano ou ainda o mais recente A Vinha do Anjo, Sveva é um caso ímpar de popularidade e fidelidade entre os leitores portugueses.
Como Vento Selvagem é o seu décimo quinto título publicado pela Porto Editora.

Sinopse: 
Mistral Vernati, o grande campeão de Fórmula Um, está em coma no hospital, depois de um terrível acidente na pista de Monza. Enquanto Mistral luta pela vida, uma pequena multidão de personagens move-se à sua volta, com motivações diversas e nem sempre confessáveis. Maria, a companheira, o seu primeiro e único amor; a mãe, que nunca conseguiu compreender as suas opções de vida, mas para quem ele era a sua razão de viver; Chantal, a mulher que nunca o libertou de um casamento falhado, e que mesmo naquele momento dramático só pensa em arruiná-lo; os filhos,
Manuel e Fiamma. Entre recordações e segredos, descobriremos a verdadeira história de Mistral e Maria.

Sobre a autora:
Reconhecida como a grande signora do bestseller italiano, com mais de 11 milhões de exemplares vendidos, Sveva Casati Modignani está traduzida em 17 países e é hoje uma das autoras mais populares em Portugal. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia, O Esplendor da Vida, A Siciliana, Mister Gregory, A Viela da Duquesa, Um Dia Naquele Inverno, O Barão, A Família Sogliano, 6 de abril ’96 e A Vinha do Anjo. A sua obra autobiográfica, O Diabo e a Gemada também já se encontra publicada no catálogo da Porto Editora.


Viagem ao Café Gelo, numa Lisboa dos anos 40

Título: Conversas do Café Gelo
Autor: Victor Sousa Lopes
N.º de Páginas: 304 páginas a cores
PVP: 17,00 €
Género: Não Ficção/História
Nas livrarias a 4 de Outubro
Guerra e Paz Editores

Sinopse
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre – a II Guerra Mundial –, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.

Sobre o autor:
Victor Sousa Lopes. Nascido em Lisboa, em 1949, cursou o ensino industrial. Embora se tenha aplicado ao exercício das ciências tecnológicas, o estudo e divulgação de temas de história da arte e de azulejaria é o seu grande objectivo. Publicou pela primeira vez em 1983, embora localize a sua estreia literária em 2001, com o livro Testemunho nas Paredes: Ensaios de Azulejaria. Além de colaboração dispersa por jornais e revistas, é autor de mais de 30 títulos, entre eles Os Dias do “Barracuda”: A última das “armas secretas” classe Albacora da Marinha Portuguesa, lançado em Novembro de 2012, encontrando-se em fase de conclusão o livro 1942 – O Ano que Abalou Lisboa: À Espera do Invasor – Uma História por Contar.


terça-feira, 27 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Comemorações dos 20 anos de livros de Valter Hugo Mãe

Para celebrar os 20 anos de livros de Valter Hugo Mãe, a Porto Editora preparou dois grandes eventos, no Porto e em Lisboa. As iniciativas, que duram todo o dia, contam com o apoio da Câmara Municipal do Porto, que quis associar-se à efeméride. No próximo domingo, 2 de outubro, a Casa da Música, no Porto, recebe o primeiro evento, que conta com a participação de artistas como Teresa Salgueiro, Ana Deus ou Adolfo Luxúria Canibal, para além de diversos académicos de diferentes proveniências e de momentos dedicados às crianças. A 8 de outubro, sábado, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, acontece um evento de contornos semelhantes, mas que conta com nomes como Márcia, Ana Bacalhau ou Pedro Lamares. Em ambas as iniciativas vão ser apresentados o novo romance do escritor, Homens imprudentemente poéticos, e ainda um volume de textos académicos dedicados à obra do escritor, de autores de vários países. Os bilhetes (gratuitos) já disponíveis para levantamento na Casa da Música e no Teatro S. Luiz.

Desde 1996, Valter Hugo Mãe ofereceu aos leitores cerca de uma dezena de livros de poesia, quatro obras para crianças, um livro de contos e sete romances. O percurso deste autor, que em 2016 ano liderou as listas de vendas na Islândia, que, entre outros países, se vê prestigiado em França ou Croácia e aclamado no Brasil, faz dele um dos nomes imprescindíveis da literatura portuguesa contemporânea. Não espanta, portanto, que as mais recentes edições dos seus livros (Porto Editora) estejam entusiasticamente prefaciadas por figuras como Ferreira Gullar (o nosso reino, 7.ª ed.), José Saramago (o remorso de baltazar serapião, 10.ª ed.), Adonis (o apocalipse dos trabalhadores, 9.ª ed.), Caetano Veloso (a máquina de fazer espanhóis, 19.ª ed.), Alberto Manguel (O filho de mil homens, 12.ª ed.) ou Mia Couto (Contos de cãs e maus lobos, 3.ª ed.).


Guerra e Paz publica romance inédito em Fevereiro: Humberto Delgado

«Elsa – Romance de Costumes Políticos Portugueses» chega às livrarias a 13 de Fevereiro de 2017, no mesmo dia em que se completam 52 anos do assassinato pela PIDE do seu autor, o General Sem Medo, Humberto Delgado. Trata-se de um romance inédito, de cariz marcadamente autobiográfico, escrito no exílio, há mais de 50 anos e, até agora, depositado no processo de Humberto Delgado no Arquivo Histórico da Força Aérea. São 185 páginas dactilografadas em papel A4 que, segundo o seu neto e biógrafo Frederico Delgado Rosa, terão sido escritas entre 1959 e 1963, período em que Humberto Delgado viveu exilado, no Rio de Janeiro, depois de ter sido candidato da oposição nas eleições presidenciais de 1958.

A redescoberta deste romance perdido de Humberto Delgado aconteceu durante os trabalhos preparatórios da exposição “General da Liberdade e Escritor”, patrocinada pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).

Ilídio Vasco
Os herdeiros do General Sem Medo, em conjugação com a Sociedade Portuguesa de Autores, entenderam que a Guerra e Paz Editores deveria ser a editora responsável pela publicação. «Elsa» narra a relação entre um militar, Armando Dias, e a protagonista, que dá o nome ao romance, uma jovem cinéfila e intelectualmente curiosa, apesar da sua origem humilde, filha ilegítima de uma criada. O romance mergulha os leitores num quadro de surda revolta social, de que as perseguições e as torturas da PIDE fazem parte integrante e sufocante.

São estas as primeiras palavras do romance de Humberto Delgado: «Já para a cozinha! Estúpida! Apontando a porta, insulta a jovem que ri, despreocupadamente, sentada no sofá. Ao increpá-la, tremem-lhe as adiposas curvas de matrona. De olhos parados, Elsa hesita em aceitar o vexame sem reacção.»


Teolinda Gersão regressa com um livro de contos, Prantos, amores e outros desvarios, a 6 de outubro.

Título: Prantos, amores e outros desvarios
Autor: Teolinda Gersão
Págs.: 140
PVP: 14,40 €

Um ano depois de receber, por unanimidade do júri, o Prémio Fernando Namora pelo romance Passagens, Teolinda Gersão regressa com um novo livro, desta vez de contos, Prantos, amores e outros desvarios, que a Porto Editora publica a 6 de outubro.
Autora de grande versatilidade, os seus livros de contos têm vindo a ser distinguidos em Portugal e no estrangeiro. Em Prantos, amores e outros desvarios encontramos histórias de paixões, angústias, desgostos e loucura – “O que Teolinda faz é escrever a vida”, escreveu no Jornal de Letras, Artes e Ideias Maria Alzira Seixo. Pelos seus livros de contos, Teolinda Gersão foi já premiada com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, Prémio de Literatura Fundação Inês de Castro e Prémio Máxima de Literatura.
A sessão de lançamento deste livro está marcada para dia 18 de outubro, às 18:30, na FNAC Chiado.

Sobre o livro:
A morte de um homem amado; o pranto de uma mulher que falha uma promessa e se julga castigada; uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias; uma mulher que se extravia dentro dos seus sonhos; aquele elevador com alguém preso lá dentro; o futebol, implacável jogo bravo; setenta e cinco rosas cor de salmão, seguras por um laço de seda e embrulhadas em papel de prata; solidariedade machista, conselhos de um velho a um rapaz; uma água-marinha que traz uma mensagem; não cobiçar as coisas alheias; uma teia de enredos, e a Alice que caiu num buraco do qual dificilmente conseguirá sair.
Catorze contos extraordinários, de uma das autoras mais consagradas e inquietantes da literatura atual, que nunca deixa de nos surpreender com a acutilância e profundidade da sua escrita.

Sobre a autora:
Teolinda Gersão estudou nas universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. Viveu três anos na Alemanha, dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde se passa o romance A árvore das palavras (1997). É autora de 14 livros de ficção, traduzidos em 11 línguas.
Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008), o Prémio Ciranda e o Prémio da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses, 2011). Alguns dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia. Foi escritora residente na Universidade de Berkeley em 2004.
Página pessoal: www.teolinda-gersao.com
Página no Facebook: www.facebook.com/teolindagersao

Imprensa:
Uma das nossas melhores contistas, uma das nossas melhores romancistas. Miguel Real, Jornal de Letras, Artes e Ideias
No fim de cada um destes contos descobriremos que a vida, a nossa própria vida, não estava exatamente no lugar que pensávamos. (…) Teolinda sobe as escadas do banal quotidiano para alcançar a câmara escura do ser. Inês Pedrosa sobre Histórias de ver e andar
O que Teolinda faz é escrever a vida. Maria Alzira Seixo, Jornal de Letras, Artes e Ideias sobre A Cidade de Ulisses


domingo, 25 de setembro de 2016 | By: Maria Manuel Magalhaes

Passatempo A Espia - Paulo Coelho

O Marcador de Livros, em conjunto com a Pergaminho tem para oferecer, em passatempo, um exemplar de A Espia de Paulo Coelho.
A juntar à oferta do livro, pequenos blocos de apontamentos com a capa do livro.

Para aguçar ainda mais o apetite deixo a minha opinião sobre o livro aqui