segunda-feira, 17 de julho de 2017

«A Torre Negra VII», o final da obra mais visionária de Stephen King

Título: A Torre Negra VII
Autor: Stephen King
Género: Literatura / Fantástica
Tradução: Rosa Amorim
N.º de páginas: 888
Data de lançamento: 11 de agosto
PVP: € 24,90

Chega a 11 de agosto às livrarias portuguesas o último livro da saga «A Torre Negra», de Stephen King. O sétimo volume da coleção, um dos livros do autor mais esperados pelo público, será apresentado pela Bertrand Editora em Lisboa, a 25 de julho, num evento que celebrará com os leitores o universo de Stephen King.
Inspirada no universo de J.R.R. Tolkien e num poema de Robert Browning, a coleção acompanha Roland Deschain, o último pistoleiro do Mundo Médio, na sua viagem num cenário pós-apocalíptico em busca de um edifício mágico no Fim do Mundo conhecido como A Torre Negra, o eixo do espaço-tempo contínuo. Com um equilíbrio perfeito entre ficção científica, fantasia e suspense, esta saga tem cativado leitores de todo o mundo e, agora, os leitores portugueses poderão finalmente conhecer um dos desfechos mais ousados, visionários e cativantes de sempre. No sétimo volume, o protagonista e o seu ka-tet viajam em inúmeros quandos e ondes em múltiplas camadas de mundos e, finalmente, conhece-se o destino de Roland, Susannah, Jake, padre Callahan, Oi e Eddie.
A apresentação do livro acontecerá na FNAC do Centro Colombo, em Lisboa, no dia 25 de julho, terça-feira, às 18:30, no qual os fãs do autor poderão não apenas ter acesso em primeira-mão ao livro, como poderão participar numa conversa com fãs e conhecedores da obra de Stephen King para celebrar a chegada de um dos seus livros mais esperados e, ainda, a adaptação cinematográfica.
O filme, realizado por Nikolaj Arcel, foi adaptado a partir dos dois primeiros volumes da coleção, «O Pistoleiro» e «A Escolha dos Três», e conta com Matthew McConaughey, Katheryn Winnick, Idris Elba, entre outros. A estreia em Portugal será também em agosto.

Referências na Imprensa Internacional:
«O sétimo volume desta obra magna termina à beria do maior momento de suspense de Stephen King.»; «Um olhar atento ao universo complexo e brilhante da Torre Negra explica por que razão este autor best-seller recebeu finalmente o reconhecimento pelo seu contributo para o cânone literário contemporâneo.» Publishers Weekly
«Um final perfeito para um épico americano ímpar.» The Washington Post

Sinopse:
Stephen King cria «pura magia narrativa» (The Washington Post) a cada revelação na sua história, ultrapassando todas as expectativas no impressionante final da sua obra-prima, uma narrativa épica constituída por sete tomos. Entrelaçando histórias e mundos numa tela ampla e complexa, chegamos por fim à conclusão por que os leitores tanto esperaram: um final de uma imaginação estonteante, visionário, ousado e cativante.
Roland Deschain e o seu ka-tet viajaram juntos e separadamente, espalhados por múltiplas camadas de mundos, inúmeros quandos e ondes. O destino de Roland, Susannah, Jake, do padre Callahan, Oy e Eddie prende-se com a própria Torre, que agora os puxa para mais perto de si, para fim de todos e novos inícios… e para um turbilhão de emoções, violência e descobertas.
Sobre o autor:
Stephen King é um dos mais populares autores contemporâneos. Escreveu mais de quarenta livros, incluindo Carrie, A História de Lisey e Cell, Chamada para a Morte. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Bram Stoker Award, o World Fantasy Award, o Nebula Award e o prestigiado National Book Award. Conta hoje com mais de trezentos milhões de exemplares vendidos em cerca de trinta e cinco países. Números e um currículo impressionantes a fazerem jus ao seu estatuto de escritor mais bem pago do mundo.


Novo livro de Jodi Picoult: «Terra de Espíritos»

Título: Terra de Espíritos
Autor: Jodi Picoult
Género: Literatura
Género: Romance
N.º de páginas: 512
PVP: € 18,80

Jodi Picoult, uma das autoras mais populares da atualidade, está de regresso com um novo livro: Terra de Espíritos. Desta vez a autora aventura-se na temática do paranormal, mas sem nunca abandonar as questões éticas e morais que estão sempre presentes nos seus livros.
Terra de Espíritos conta-nos uma extraordinária história de espíritos, de amor e de destino, marcada por um crime passional e centrando-se numa parte obscura e pouco conhecida da história norte-americana: o projeto eugénico dos anos 30, que visava “melhorar” o património genético da raça humana.
Neste contexto, é explorada a maneira como as coisas voltam para nos assombrar. Tanto literal como figuradamente.
«O amor verdadeiro é como os fantasmas: todos falam dele, mas poucos o viram».

Referências na imprensa internacional:
«Uma histórica de fantasmas complexa e cheia de suspense que encanta e ilumina até à sua fortíssima conclusão.» Amazon.com
«Um romance hipnotizante que olha para o espírito humano e para a profundidade do amor.» Publishers Weekly
«Uma cativante história de amor e de segundas oportunidades.» Booklist

Sinopse:
Numa pequena cidade de Vermont, um pequeno terreno é posto à venda, levantando uma onda de protestos. Segundo os índios Abenaki, naquele terreno situa-se um ancestral cemitério índio. Para os acalmar, o investidor que ali pretende fazer um centro comercial contrata Ross Wakeman, um especialista em investigação paranormal.
Ross tentou o suicídio por diversas vezes, na esperança de se juntar a Aimee, a noiva que morreu oito anos antes. Mas após diversas noites a investigar, tudo o que Ross encontra é Lia Beaumont, uma mulher misteriosa que, tal como Ross, pretende desafiar as fronteiras que separam a vida da morte.
Assim tem início uma extraordinária história de amor, marcada pelo destino e por um crime passional.
Jodi Picoult centra-se numa parte obscura e pouco conhecida da história norte-americana, o projeto eugénico dos anos 30, para neste contexto explorar a maneira como as coisas voltam para nos assombrar – tanto literal como figuradamente.

Sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram a autora a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e foi professora de Inglês. É uma das autoras mais populares da atualidade. Em 2003, foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.



Gervásio Lobato: a actualidade apanhada em flagrante delito

Título: Lisboa em Camisa
Autor: Gervásio Lobato
N.º de Páginas: 240
PVP: 16,00 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 19 de Julho
Guerra e Paz Editores

Sinopse
 – Então esses croquetes... gritou Justino já irritado […].

Gervásio Lobato fez furor há mais de um século. Jornalista e romancista, o seu humor e comicidade passaram de mãos em mãos, de geração em geração. Lisboa em Camisa foi, desde a publicação em 1882, o seu mais estrondoso êxito, com inúmeras edições. E quem conhece Gervásio Lobato? Outrora um dos grandes nomes do humor português, hoje é um autor esquecido, recordado apenas por uma rua com o seu nome, em Campo de Ourique.
Lobato capta pequenos quadros da vida quotidiana lisboeta e esmiúça comportamentos, ridiculariza-os e leva-os a um extremo em que o riso é inevitável. Tudo se passa em finais do século XIX, mas a paródia é actual: assistimos à sede de protagonismo, à mania da superioridade, a um certo cerimonialismo ou à falta dele.
As peripécias da família Antunes, dos seus sogros Martim (sem s), da família Torres, do conselheiro com as filhas casadoiras, e do Dr. Formigal, entre outras personagens muito caricatas.
O tema é Lisboa, uma Lisboa que o autor despe ou surpreende em camisa. Um romance que lido hoje é a actualidade apanhada em flagrante delito.

– Cala a boca, não respondas ao papá […].


Sobre o autor: 
Gervásio Lobato. Nasceu a 23 de Maio de 1850, em Lisboa, e morreu a 26 de Maio de 1895, na mesma cidade. Fundou, aos 15 anos, o jornal literário A Voz Académica. Um homem votado ao jornalismo, sobretudo ao género folhetinesco, colaborou em inúmeros jornais, nomeadamente: Gazeta de Portugal, Gazeta Literária, Recreio, Jornal da Noite, Diário Ilustrado, Progresso, Correio da Noite, Século, Diário de Notícias. É no Diário da Manhã, para o qual entrou a pedido de Pinheiros Chagas, que ganha notoriedade como folhetinista. Aqui, num suplemento intitulado Vida de Lisboa, publica A Comédia de Lisboa, com o pseudónimo de Gilberto. Foi também um grande homem do teatro, como dramaturgo e comediógrafo. Dotado de uma graça inesgotável, fez rir o público que acorria com frequência ao Teatro do Ginásio, e tem sido comparado a Rafael Bordalo Pinheiro no que toca ao seu talento de caricaturista. Foi agraciado pelo rei com o oficialato da Ordem de Santiago.



O regresso de Huckleberry Finn: a história de um rapaz e de um rio

Título: As Aventuras de Huckleberry Finn
Autor: Mark Twain
N.º de Páginas: 312
PVP: 17,00 €
Género: Ficção / Literatura Estrangeira
Nas livrarias a 19 de Julho
Guerra e Paz Editores

Sinopse
Esta é a obra-prima de Mark Twain, o grande escritor americano. Huckleberry Finn ultrapassa os limites da literatura e é agora um mito, um mito comparável a Ulisses, Fausto, Quixote, Dom Juan, Hamlet, segundo T. S. Eliot. Sozinho, fundou a literatura de um país. É Hemingway a dizê-lo, e acrescenta: é «uma inovação, uma nova descoberta da língua inglesa».
É a história de um rapaz e de um rio. De viagens e aventuras. De perseguições e amizade. Mark Twain, com um aprumado sentido do cómico e uma fina ironia, guia-nos numa história eterna, contando as sortes e os azares do jovem Huckleberry e do escravo Jim, dois amigos fugindo da civilização. Numa prosa ágil, precisa e inovadora, aborda-se o racismo, a violência, a liberdade. Huckleberry Finn é, por isso, um livro actual.

ESTA EDIÇÃO INCLUI:
Nota introdutória ∙ Lista de personagens ∙ Considerações de T. S. Eliot, Norman Mailer e Ernest Hemingway

Tradução: Miguel Nogueira

Sobre o autor: 
Mark Twain. Pseudónimo de Samuel Langhorne Clemens, nasceu em 1835. Cresceu no Missouri e trabalhou, na juventude, como tipógrafo e piloto de navios fluviais. Em 1861, torna-se jornalista e, em 1865, publica o seu primeiro grande sucesso, A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras. Ao longo da vida, investiu em vários negócios, que se revelaram sempre ruinosos, obrigando-o a manter uma escrita regular para pagar as dívidas. Politicamente, foi um progressista, dedicando-se, por exemplo, à causa do anti-imperialismo.
As Aventuras de Tom Sawyer (1876) foi o seu primeiro romance. Este e As Aventuras de Huckleberry Finn são os seus romances mais conhecidos. Publicou ainda livros de viagens, contos, ensaios e, em 2010, foi publicado o primeiro volume da sua autobiografia, que se mantivera inédita por vontade do próprio. Morreu em 1910.


Booksmile: Ser Quem Sou, o novo livro de Margarida Fonseca Santos

Crescer é um desafio enorme. E a adolescência é fértil em escolhas difíceis. Nos livros da coleção «A Escolha é Minha», de Margarida Fonseca Santos, os silêncios transformam-se em histórias. Cada livro quebra tabus e encara os problemas de frente. Para os jovens leitores fazerem o mesmo. Ser Quem Sou, o novo volume da coleção, aborda as dificuldades que aparecem na escolha de um futuro profissional e na revelação aos pais da orientação sexual.

Nos outros títulos, Bicicleta à Chuva, À Sombra da Vida, Reconstruir os Dias e Está nas Tuas Mãos, Margarida escreveu sobre temas atuais entre os jovens, como o bullying e amizade, o divórcio e o alcoolismo, a morte e a capacidade de reconstruir a vida depois de uma perda, saber lidar com uma doença crónica, mas também com a importância de nunca desistir.

​Sinopse:
Aquelas férias, em que os primos iam estar todos juntos - a Matilde, o João Pedro, o Jorge e o Vicente -, prometiam ser divertidas e fantásticas.

De repente, a discussão instala-se em redor da Matilde e dos seus pais, que a querem forçar a escolher um curso do Secundário que não lhe interessa. E esta não é a única prima com problemas por desvendar e por resolver. Também o João Pedro receia a reação dos seus pais quando lhes revelar a sua orientação sexual.

Ainda assim, aquelas serão as melhores férias de sempre, porque, entre discussões, partilhas e cumplicidades, cada um tem a coragem de assumir ser quem é e revela abertura para aceitar as diferenças dos outros.​


sábado, 15 de julho de 2017

Novidade Esfera dos Livros: Os Grandes Mistérios do Antigo Egito

Passaram mais de 2 mil anos sobre o fim da civilização egípcia mas o Antigo Egípcio continua a fascinar-nos e são ainda muitos os mistérios sobre os seus costumes, política, religião ou cultura que continuam por desvendar. Luís Manuel de Araújo, prestigiado egiptólogo autor de Os Grandes Faraós do Antigo Egito, editado também pela Esfera dos Livros, apresenta-nos agora um livro ilustrado que resulta de muitos anos de investigação e onde revela o essencial para melhor compreendermos a civilização dos faraós.

Quem fundou a monarquia egípcia?
O que havia no túmulo de Tutankhamon?
Os egípcios acreditavam no Além?
O «Livro dos Mortos» era mesmo um livro?
O que significa a maldição das múmias?
Os egípcios faziam sacrifícios humanos?
Porquê tantos escaravelhos?
Onde estão os grandes palácios reais?
Como eram os haréns faraónicos?
Já havia pornografia no Antigo Egito?
Quem assaltou os túmulos reais?
Onde estão os túmulos de Alexandre e Cleópatra?
Quem foi o maior faraó do Egito?
Os egípcios eram mesmo negros?
Como foram construídas as pirâmides?


Foto Luis AraújoSobre o autor: 
LUÍS MANUEL DE ARAÚJO é doutorado em Letras (História e Cultura Pré-clássica) pela Universidade de Lisboa, onde fez a agregação em 2008, sendo licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com estágio de pós-graduação em Egiptologia na Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo.

É professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no Departamento de História (Instituto Oriental) e investigador do Centro de História da mesma Universidade.

Para uma biografia mais detalhada, consulte o site http://esferadoslivros.pt/book-author/luis-manuel-de-araujo/


Livros do Brasil - Novos livros de S. S. Van Dine e John Steinbeck

Título: Ratos e Homens
Autor: John Steinbeck
Tradução: Érico Veríssimo
N.º de Páginas: 104
PVP: 12,20 €
Coleção: Dois Mundos

Nova edição de Ratos e Homens na Livros do Brasil
Considerado um dos mais importantes romances de John
Steinbeck, Ratos e Homens volta às livrarias a 20 de julho com
nova edição pela Livros do Brasil. Uma história sobre amizade,
sobre dignidade e sacrifício, mas também uma parábola implacável
sobre o ruir do sonho americano, foi publicada originalmente em
1937 e várias vezes adaptada ao teatro e ao cinema. Este é um
título recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, como sugestão
de leitura para o Ensino Secundário.
De John Steinbeck estão já incluídos na coleção Dois Mundos, da
Livros do Brasil, os livros Bairro da Lata, As Vinhas da Ira, Batalha Incerta, Viagens com o Charlie, A Pérola, A Taça de Ouro e O Inverno do nosso Descontentamento.

Sinopse:
George e Lennie vagueiam de herdade em herdade na Califórnia da Grande Depressão, numa sobrevivência sustentada por trabalhos episódicos. Mas os dois amigos têm um plano: vão juntar o suficiente para comprar um bocado de terra com uma casinha e aí poderão viver tranquilamente e dedicar-se à criação de coelhos.
George é pequeno e vivo, e é ele quem toma as decisões; Lennie é um gigante simpático, mas tem dificuldade em lembrar-se das coisas e em medir a sua força excecional. Quando arranjam trabalho a carregar cevada numa herdade junto ao rio Salinas, George e Lennie veem o seu sonho aproximar-se a passos largos da concretização – até que a mulher do patrão entra em cena.

Sobre o autor:
John Steinbeck nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso. Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco (Tortilla Flat na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. A sua ficção está marcada por uma imensa preocupação com os problemas dos trabalhadores rurais e também por um grande fascínio para com a terra. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura, em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de dezembro de 1968.

Título: O Caso Benson
Autor: S. S. Van Dine
Tradução: Pepita de Leão
N.º de Páginas: 304
PVP: 7,70 €
Coleção: Vampiro

A Livros do Brasil publica o romance de estreia com a assinatura S. S. Van Dine, O Caso Benson. Lançado em 1926, foi o primeiro de muitos crimes em que Philo Vance figurou como parceiro informal – mas indispensável – nas investigações levadas a cabo por Markham. Uma história empolgante, repleta de ironia e de sagacidade.
«A verdade só pode ser descoberta por uma análise dos fatores psicológicos do crime.» É com esta convicção que o erudito Philo Vance se junta a John Markham, procurador público do distrito de Nova Iorque, na resolução do sensacional caso da morte de Alvin Benson, conhecido corretor de Wall Street atingido com um tiro na cabeça no interior da sua própria mansão. Uma bolsa e um par de luvas de senhora encontrados no local fazem apontar a investigação na direção da mulher que na véspera do crime fizera companhia a Benson. Mas Vance está decidido a demonstrar a Markham e a toda a polícia que quanto mais o enfoque é dirigido para indícios materiais e provas circunstanciais menor será a capacidade para discernir o verdadeiro culpado.

Sobre o autor:
S. S. Van Dine (pseudónimo de Willard Huntington Wright) nasceu a 15 de outubro de 1888, em Charlottesville, EUA. Aluno brilhante, estudou em Harvard antes de partir para Paris e Munique, onde prosseguiu a sua formação em artes e letras e iniciou carreira como editor e crítico de arte. Em 1923, na convalescença de uma tuberculose, lê uma série de romances policiais e fica fascinado pelo género. Três anos mais tarde, lança o seu primeiro romance com assinatura S. S. Van Dine, O Caso Benson, que se revela um best-seller imediato. Este será o primeiro de uma série de romances protagonizados por Philo Vance, um detetive amador algo arrogante que privilegia os indícios psicológicos dos casos a que se dedica. Com várias adaptações de obras suas ao cinema, Van Dine torna-se um nome fundamental da literatura policial norte-americana dos anos 20 e 30. Morre a 11 de abril de 1939 em Nova Iorque.




Cavalo de Ferro: «A História da Minha Mulher de Milán Füst

A História da Minha Mulher, até agora inédito em Portugal, é o romance mais conhecido de Milán Füst (1888-1967), autor que influenciou sucessivas gerações de escritores da Europa central

Tradução de Ernesto Rodrigues

Sobre o livro
O comandante de navios de longo curso, Jacques Störr, gigante holandês, desajeitado e rude, cansado da solidão dos mares e dos prazeres da vida, sobretudo gastronómicos, toma a decisão de se casar com Lizzy, uma francesa extrovertida, coquete e volúvel. Será um casamento entre duas almas irrequietas e opostas, pleno de peripécias, desentendimentos e provisórias reconciliações. A suspeita de que a sua jovem e adorável mulher o engana e a tentativa de o provar ditarão todas as ações e comportamentos de Störr, até se tornar, mais do que uma ideia fixa, o verdadeiro propósito da sua vida, que nem mesmo a morte dela conseguirá apagar.

Romance repleto de humor e, ao mesmo tempo, de uma visão profunda e melancólica da vida, que descreve o desconcerto do indivíduo perante um mundo em mudança, A História da Minha Mulher é a obra mais representativa de Milán Füst e uma das mais importantes da literatura húngara e europeia do século XX. Traduzida em numerosas línguas, encontrava-se até agora inédita no nosso país.

Elogios
«[A História da Minha Mulher] é um desses livros que produzem no leitor um efeito tão sedutor e febril que este, ao se deixar levar pelo seu feitiço, corre o risco de reavaliar qualquer outro livro, para não mencionar o sentido da própria vida.» Chicago Tribune




Sobre o autor: 
Milán Füst (Budapeste, 1888–1967), escritor, dramaturgo e poeta húngaro, nasce no seio de uma família judia pertencente à pequena nobreza empobrecida. Depois de completar estudos em Direito e Economia, leciona numa escola comercial. Em 1908, trava conhecimento com o escritor ErnőOsvát e publica o seu primeiro texto na revista literária Nyugat («Ocidente»), para a qual colaborará até ao seu fecho, em 1941. A sua obra, sobretudo na poesia, evidencia um deliberado pessimismo perante a vida e o mundo, bem como um interesse pelo destino e condição do Homem. Foi influência decisiva para a sucessiva geração de poetas e escritores húngaros. Recebeu o prémio Kossuth em 1948 e foi apontado como a escolha óbvia para o prémio Nobel de Literatura em 1965, que, porém, acabaria por não lhe ser atribuído. O romance A feleségem története («A História da Minha Mulher») foi publicado em 1942 e está traduzido em diversas línguas. Encontrava-se até hoje, assim como a restante obra deste importante escritor, inédito em Portugal.


Guionista de 'Morangos com Açúcar' estreia-se na literatura

Livro divertido e profundo procura companheiro/a sério e dedicado para uma relação duradoura. É simples, gosta de aventuras, de conhecer pessoas e sítios novos, sem lugar para momentos aborrecidos. Promete o melhor das Quatro Estações do ano ao longo das suas páginas e espera em retorno a lealdade de quem lhe dará sempre uma espreitadela, nem que seja antes de dormir.

Se achas que estás à altura não faltes ao desafio desta relação.

Marta Coelho apresenta A Ilha das Quatro EstaçõesAqui não são permitidos telemóveis, computadores nem tablets. Só te resta viver.

Marta Coelho nasceu em Lisboa em 1986. Sonhava ser jornalista desportiva, mas cedo percebeu que o seu futuro passava por outro tipo de escrita. Licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e trabalha como argumentista para televisão desde 2007. Fez parte da equipa de autores das séries juvenis «Morangos com Açúcar» e «I Love It» e de novelas como «Mundo ao Contrário» ou «Mulheres».



Thriller «A Mulher do Camarote 10» vai ser adaptado para cinema pela CBS Films

A adaptação do novo bestseller internacional de Ruth Ware para o grande ecrã foi recentemente assegurada pela CBS Films, que disputava os respetivos direitos com a DreamWorks e a Sony. O argumento do filme será adaptado por Hillary Seitz e a produção está a cargo da The Gotham Group. A Mulher do Camarote 10, nas livrarias a partir de hoje, bestseller do Sunday Times e do New York Times, esteve nos principais Tops de Vendas durante várias semanas consecutivas e os direitos de publicação do livro já foram vendidos para mais de 30 países.

O novo thriller de Ruth Ware, cujo talento literário tem sido comparado ao de Agatha Christie, centra-se na história de uma jornalista que é convidada para fazer a cobertura da viagem inaugural de um cruzeiro de luxo. Só que o que parecia uma grande oportunidade profissional revela-se um pesadelo quando ela testemunha um possível crime no camarote ao lado do seu. Porém, para sua surpresa, todos os passageiros continuam a bordo. Não falta ninguém e ninguém pode sair do navio…


«Este romance transporta os suspeitos de Agatha Christie para o mar, confirmando Ruth Ware como a sucessora natural da autora no século XXI.»
Guardian



Topseller: A Rapariga do Casaco Azul

A Rapariga do Casaco Azul é o primeiro romance histórico para jovens adultos de Monica Hesse e é também a estreia da autora em Portugal. Um pouco por todo o mundo, tem sido amplamente aplaudido pela crítica, contando já com as mais diversas nomeações e distinções, como:

Best Young Adult Mystery Novel Edgar Award, 2017
Best Book for Teens New York Public Library, 2016
Best YA Book Entertainment Weekly, 2016
Best Young Adult Book Booklist, 2016

Um livro multipremiado de extraordinária beleza, que faz lembrar clássicos como A Rapariga Que Roubava Livros e O Rapaz do Pijama às Riscas. Inesquecível!

Sobre o livro:
Amesterdão, 1943. Enquanto a Europa é engolida pelo véu nazi, Hanneke percorre diariamente as ruas da cidade. Com apenas 18 anos, ela consegue arranjar os bens raros que as pessoas procuram no mercado negro: chocolate, café, tecidos… Pequenos pedaços de normalidade, preciosos em tempos de conflito. E Hanneke fá-lo apenas por dinheiro! Não há espaço para bondade num mundo devastado por uma guerra que lhe roubou a vida e os sonhos.
Até ao dia em que uma das clientes de Hanneke lhe faz um pedido tão perigoso quanto desafiante: que encontre a pequena Mirjam, uma rapariga judia que a senhora mantinha escondida em casa. A única pista que Hanneke tem é que, no dia em que desapareceu, Mirjam vestia um casaco azul.
Contrariando o seu instinto, Hanneke decide procurar a rapariga. O que ela não sabe é que, ao procurar a pequena Mirjam, vai reencontrar uma parte de si mesma, aquela que Hanneke pensava ter sido completamente destruída com o som das primeiras bombas.
Uma história poderosa e envolvente. Um olhar sobre a cidade de Anne Frank e sobre a força daqueles que, com pequenos gestos, lutaram contra o terror nazi.

Sobre a autora:
Monica Hesse, além de escritora de romances para jovens adultos, é jornalista do Washington Post. Devido à sua versatilidade jornalística, esta autora norte-americana é convidada frequentemente para comentar temas da atualidade na televisão e na rádio. Os seus artigos valeram-lhe já diversas nomeações para prémios jornalísticos como o Livingston Award e o James Beard Award.

A Rapariga do Casaco Azul é uma edição Topseller (17,69€ | 320 pp.) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura aqui.​



A última viagem, de Inês Pinheiro, é o mais recente romance publicado pela Coolbooks

Título: A última viagem
Autor: Inês Pinheiro
Formato: e-wook / capa mole
N.º páginas: 256
PVP: 6,99€ / 15,50 €

Voluntariado no Bangladesh inspira o mais recente título publicado pela Coolbooks
A última viagem, de Inês Pinheiro, é o mais recente romance publicado pela Coolbooks e está disponível a partir de hoje (em formato físico e digital), na livraria virtual Wook, na Bertrand.pt e no Espaço Professor da Porto Editora.
Depois de ter visitado o Bangladesh em trabalho, Inês Pinheiro decidiu voltar ao país para uma experiência de voluntariado. Após a visita a um hospital e ao assistir às condições de tratamento existentes, geram-se as primeiras sementes desta A última viagem.
Baseado nestas duas viagens, este livro irá conduzir os leitores pelas ruas de Daca, acompanhando os protagonistas na sua luta pela construção de um hospital pediátrico.
Um romance cativante sobre tudo aquilo de que um ser humano é capaz de abdicar para atingir os seus sonhos e, também uma homenagem à perseverança e à capacidade de superação das crianças de Daca, improváveis heróis que lutam diariamente pela sobrevivência em condições inimagináveis.

Sinopse: 
Baseado em acontecimentos reais, vividos pela autora durante as viagens que fez ao Bangladesh, A última viagem conta a história da luta de Maria Eduarda pela construção de um hospital pediátrico em Daca.
Após a trágica perda do marido, a vontade de continuar com o projeto que iniciaram juntos esmorece. A vida, contudo, não lhe permite esquecer, e Maria Eduarda regressa ao Bangladesh para honrar o compromisso que, afinal, nunca tinha abandonado.
O aparecimento de Carlos, diretor de um laboratório farmacêutico, faz com que a concretização do sonho se torne possível, mas em condições bastante peculiares. Maria Eduarda será obrigada a testar a integridade dos seus valores enquanto assiste a uma mudança improvável na sua vida, da qual parece ter perdido todo o controlo.

Este é um romance construído à volta das relações interpessoais e de tudo aquilo que o ser humano é capaz de abdicar, por amor a quem nasceu com quase nada. Se as crianças de Daca são o fio condutor de toda a narrativa, heróis improváveis que lutam diariamente por uma sobrevivência dura e muitas vezes inglória, o amor é a energia invisível que transforma sonhos em algo verdadeiramente lendário.

Sobre a autora:
Tem 35 anos e vive no Porto.
Iniciou o seu percurso profissional na área da saúde, como enfermeira. Trabalhou durante cinco anos num serviço de psiquiatria, onde aprendeu muito do que sabe acerca do ser humano e dos seus limites.
Abandonou a enfermagem para se dedicar a um projeto pessoal na área da restauração/turismo, mas, três anos mais tarde, a paixão de sempre falou mais alto, passando a dedicar-se inteiramente à fotografia e, mais tarde, à escrita.
O facto de gostar muito de línguas levou-a ao Bangladesh pela primeira vez, como tradutora. Regressou um ano mais tarde para integrar um projeto de voluntariado. Foram duas viagens, que encara como uma só. Juntas fecharam um ciclo do qual, no fim, precisou de se afastar. Só agora, cerca de cinco anos depois, se sentiu capaz de escrever sobre tudo o que viu e viveu. São viagens que acontecem e nos mudam.


«A Denúncia», de John Grisham, quer pôr fim à corrupção no seio da justiça

Título: A Denúncia
Autor: John Grisham
Género: Literatura / Thriller
Tradução: Fernanda Oliveira
N.º de páginas: 384
PVP: € 17,70

Ao fim de 30 livros protagonizados por heróis masculinos, John Grisham traz-nos a advogada Lacy Stoltz, perita em questões sobre o comportamento dos juízes. Este é outro ambicioso olhar sobre a corrupção, desta vez envolvendo uma juíza.
Lacy é uma experiente investigadora da Comissão de Conduta Judicial da Flórida. Um dia, surge no seu escritório Greg Myers, um advogado caído em desgraça, ex-presidiário, que vive num barco, bebe cerveja ao som de Jimmy Buffett e tenta agora recuperar alguma da sua dignidade. Greg traz-lhes o caso de alguém que quer denunciar a juíza mais corrupta «na história da jurisprudência americana».
Durante quase duas décadas, a juíza em causa esteve envolvida na construção de um casino, em território nativo americano, financiado pela máfia. A juíza deixa-os agir impunemente e recebe a sua parte. Mas Greg quer acabar com este esquema danoso e ajudar o seu cliente, a fonte da denúncia, que procura ainda uma recompensa pelas suas ações. Lacy aceita o caso mas cedo percebe que este processo tem todos os ingredientes para se tornar perigoso. Muito perigoso.
Uma história que mistura assassinatos, corrupção e dinheiro sujo, muito sujo. O livro mais eletrizante do ano.

Notas de imprensa:
«Escrito com inteligência.» USA Today
«Um clássico de Grisham.»The Los Angeles Times
«Recomendo este livro a qualquer pessoa que goste de ler mistérios.» Scholastic News

Sinopse:
Lacy Stoltz é uma advogada que se dedica a analisar as queixas relacionadas com o comportamento de juízes. Depois de nove anos de experiência, sabe bem que a maior parte dos problemas é provocada por incompetência, não por corrupção.
Mas surge de facto na sua secretária um caso de corrupção. Um advogado que foi expulso da ordem regressa com uma nova identidade. Agora chama-se Greg Myers e diz conhecer uma juíza da Florida que roubou mais dinheiro do que todos os juízes corruptos na história da América.
Parece que a juíza esteve secretamente envolvida na construção de um grande casino em território nativo americano. A Máfia financiou o projeto e agora está a ter lucros extraordinários. A juíza vira a cara para o lado e recebe a sua parte. Todos ficam a ganhar.
Mas Greg quer pôr fim ao jogo. O seu único cliente é uma pessoa que quer pôr a boca no trombone e receber milhões por isso. É Lacy Stoltz quem fica com o processo de Greg, e ela percebe imediatamente que este caso pode ser perigoso. Ou mesmo fatal.

Sobre o autor:
John Grisham nasceu no Arkansas a 8 de fevereiro de 1955. Antes de se tornar escritor a tempo inteiro, licenciou-se em Direito, exerceu advocacia e tornou-se profundo conhecedor do sistema jurídico americano. Inspirou-se na sua experiência profissional em toda a sua obra literária, que se inicia em 1989 com a publicação de Tempo de Matar. Desde então, escreveu mais de vinte romances. Com cerca de 250 milhões de exemplares vendidos e traduzido para quase trinta línguas, é um autor que ocupa permanentemente os lugares cimeiros nas listas dos livros mais vendidos. A sua enorme popularidade e mestria da escrita fazem de John Grisham um autor com intensa atividade na redação de guiões cinematográficos e de séries televisivas.


Novidade Topseller: O Desejo mais Escaldante, de J. Kenner

Depois de O Segredo mais Sombrio, O Desejo mais Escaldante vem dar continuação à excitante história de Jane e Dallas, em que o erotismo sem limites e o amor apaixonante se misturam num romance irresistível e viciante.

Autora cinco vezes finalista e uma vez vencedora do prémio RITA para Melhor Romance Erótico.

Sobre o livro:
Ninguém pode saber que vivem uma paixão secreta… e escondê-la só a torna mais escaldante.

Dallas Sykes é conhecido pelas suas festas, pelo seu dinheiro e, acima de tudo, pelas inúmeras mulheres que leva para a cama. No entanto, tanto ele como Jane Sykes, a mulher que deseja ardentemente e com quem vive um amor secreto, sabem que isso é apenas uma fachada para encobrir o coração de um homem que carrega um segredo demasiado sombrio: a tortura sexual a que foi submetido durante o rapto de que ele e Jane foram vítimas na adolescência.

Ambos prometeram viver intensamente a sua paixão e entregar-se ao incontrolável desejo que os une. Mas prometeram igualmente que não voltariam a ocultar segredos um do outro… até ao dia em que Dallas pensa ter descoberto a identidade de um dos seus sequestradores e decide não contar a Jane para não voltar a magoá-la.

Conseguirá o seu amor sobreviver a mais um segredo?



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Sobre a autora:
J. Kenner é uma autora norte-americana cujas obras estão em todas as listas de bestsellers do seu país, incluindo as do New York Times e do USA Today. Publicou mais de 70 romances, novelas e contos sobre várias temáticas, tendo cerca de três milhões de livros vendidos em todo o mundo, traduzidos em mais de 20 línguas.

Depois de ter sido cinco vezes finalista do Prémio RITA para Melhor Romance Erótico, atribuído pela Associação Americana de Escritores de Romance, em 2014 a autora recebeu finalmente o prémio, com a obra Deseja-me. A Topseller, que já publicou as suas séries Stark, Most Wanted e Stark International, publica agora o segundo volume da série S.I.N. — O Desejo Mais Escaldante —, dando continuidade à história iniciada em O Segredo mais Sombrio.

J. Kenner vive no interior do Texas com o marido, duas filhas adoráveis e dois gatos irrequietos.

O Desejo mais Escaldante nas livrarias desde 10 de julho (Ed. Topseller | 17,69€ | 304 pp.) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura aqui.​


Porto Editora: "A Arte de Caçar Destinos", de Alberto S. Santos

Título: A arte de caçar destinos
Autor: Alberto S. Santos
Prefácio: Fernando Alves
Posfácio: Germano Silva
Págs.: 288
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

A tradição e a alma portuguesa em sete inquietantes histórias do autor bestseller de A Escrava de Córdova
Reconhecido pelos seus romances históricos de grande sucesso – de que são exemplo A Escrava de Córdova ou O Segredo de Compostela – o autor trilha novos caminhos em A Arte De Caçar Destinos. Dos lugares longínquos e costumes exóticos retratados em obras anteriores, as tradições e práticas mágico-religiosas de Portugal (mais concretamente, do norte do país) são o foco das misteriosas histórias deste livro. Nestes sete contos, em que o sobrenatural se insinua, vive o património da memória das festas ligadas aos ciclos agrários, dos rituais profanos conquistados pelas religiões instituídas, da essência da alma portuguesa e do imaginário coletivo.
A Arte De Caçar Destinos é prefaciado pelo jornalista da TSF, Fernando Alves, que irá também conduzir a sessão de apresentação. Germano Silva, jornalista e historiador, assina o posfácio.

Sinopse: 
Sete inquietantes histórias inspiradas no imaginário da tradição portuguesa.
O sete significa a perfeição e a abertura ao desconhecido. Os olhos de Deus e as cabeças do Diabo. É este o místico número de histórias narradas em A Arte de Caçar Destinos, onde vidas normais são perturbadas pelo inexplicável e sobrenatural.
Alberto S. Santos capta neste livro a essência da alma portuguesa que se preserva na tradição oral, nas festas dos ciclos agrários, nas práticas mágico-religiosas, onde o sagrado e o profano se unem para a salvação das almas.
Entre de mansinho neste sedutor jogo de sombras, maldições ancestrais, poções mágicas, vidas interrompidas e caçadores de fados, e descubra o seu próprio destino. Nem sempre a vida é o que parece. Nem sempre está completamente nas nossas mãos.

Excerto do prefácio de Fernando Alves
Alberto S. Santos é uma espécie de Aladino contemporâneo, revelando neste livro o mais esconso da alma humana.

Excerto do posfácio de Germano Silva
Alberto S. Santos faz reviver, não apenas a História, mas também tradições, crenças e costumes que o tempo, impiedosamente, tenta apagar. Ele sabe, como poucos, usar as palavras.

Sobre o autor: 
Alberto S. Santos é formado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. É natural de Paço de Sousa, Penafiel, onde reside. Publicou os romances bestsellers A Escrava de Córdova (2008), A Profecia de Istambul (2010), O Segredo de Compostela (2013) e Para lá de Bagdad (2016). É autor desta coletânea de histórias A Arte de Caçar Destinos (2017) e participa ainda na série de contos de autores lusófonos Roça Língua (2014).


Topseller: Nem Um Somo novo livro de Heather Gudenkauf

Um silêncio aterrador, uma leitura de cortar a respiração, da autora de Teia de Mentiras.

«Gudenkauf vai maximizando a tensão e o suspense até chegar a um final de cortar a respiração.» — Publishers Weekly

«Uma trama com personagens memoráveis, reviravoltas inteligentes e um confronto final pleno de tensão.» — Kirkus Reviews

Sobre o livro:
Para sobreviver ao perigo num mundo sem sons, todos os outros sentidos têm de estar em alerta máximo.

Após um trágico acidente, Amelia Winn perde a audição, entrando numa espiral de depressão que a leva a procurar conforto no álcool e a afastar-se de tudo o que de mais importante tem: o trabalho, o marido e, sobretudo, a enteada, que tanto ama.

Agora, passados dois anos, e com a ajuda do seu cão de assistência, Stitch, Amelia decide retomar a sua vida. Mas, quando o corpo de uma enfermeira sua amiga surge a flutuar num rio perto de casa, Amelia mergulha num mistério perturbador que ameaça destruir tudo outra vez.

À medida que as pistas começam a aparecer, o perigo volta a rondar a vida de Amelia. Quanto estará ela disposta a arriscar para trazer a verdade à superfície?



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Sobre a autora:
Heather Gudenkauf é uma autora norte-americana, bestseller do New York Times e do USA Today, que já conta com cinco romances publicados.Nem Um Som é o seu segundo thriller na Topseller, depois de Teia de Mentiras (2016).

Nascida no Dakota do Sul e criada no Iowa, desde muito pequena que se apaixonou pelos livros e encontrou na leitura o seu lugar de eleição, tornando-se uma leitora voraz e plantando, assim, a semente da escrita. Licenciou-se em Educação e tornou-se professora, ocupação que ainda exerce em paralelo com a sua atividade de escritora.

Vive no Iowa com o marido e os três filhos.

Saiba mais sobre a autora em: www.heathergudenkauf.com.

Nem Um Som já está nas livrarias (Ed. Topseller | 18,79€ | 320 pp.) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura aqui.


VOGAIS: Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido, regressa com «Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César»

O primeiro considerava-se o «favorito dos deuses», o segundo abriu as portas a uma época de terror, o terceiro fez da depravação a sua marca, o quarto morreu envenenado e o quinto ficou conhecido por ter ateado um dos maiores incêndios da história. Eis as glórias e tragédias dos imperadores da primeira dinastia do Império Romano, cuja lenda atravessou os séculos.

Envolta em exageros e falsidades, a família que transformou para sempre os destinos da Roma imperial é o tema de Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César (Vogais | 512 pp I 24,99€), o novo livro de Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido e autor de várias obras sobre a antiguidade clássica, como Fogo Persa, Rubicão ou Milénio.

Recém-editado pela Vogais, Dinastia retrata a ascensão e queda da Casa de César. São mais de 500 páginas de leitura compulsiva, num relato empolgante que já mereceu o aplauso da crítica e da academia. «Uma maravilhosa narrativa que deve ser lida por todos os que se interessam por história, política e natureza humana», defendeu Boris Johnson, ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, no jornal Mail on Sunday. «Um relato magistral desse primeiro e perverso século do Império Romano», louvou Adam Nicolson no Sunday Times. «Absolutamente vertiginoso», escreveu Tim Stanley no History Today.

O retrato da família que transformou o Império Romano para sempre
Augusto | Tibério | Calígula | Cláudio | Nero

Primeiro governada por reis, Roma tornar-se-ia uma república. Mas no fim, após conquistar o mundo, a república desmoronou-se. Roma afogou-se em sangue. As guerras civis foram tão terríveis, que o povo romano acolheu de bom grado o governo de um autocrata que lhes poderia dar a paz. «Augusto», o seu novo senhor, intitulava-se «O Divino Favorito».

O fantástico esplendor da dinastia fundada por Augusto nunca esmoreceu. Nenhuma outra família se compara em fascínio com a sua galeria de personagens: Tibério, o grande general que acabou os seus dias como um recluso amargurado, célebre pelas suas perversões; Calígula, o mestre da crueldade e humilhação; Agripina, a mãe de Nero, cujas manobras levaram o filho ao poder, e que acabaria por morrer por ordem dele; Nero, que pontapeou a mulher grávida até à morte, que se casou com um eunuco, e que ergueu um palácio de prazer no centro dos escombros de uma Roma destruída pelo fogo.


Sobre o autor: 
Tom Holland é autor de Rubicão, O Triunfo e a Tragédia da República Romana (ed. Aletheia, 2008), que ganhou o prémio Hessell-Tiltman for History e fez parte da shortlist do prémio Samuel Johnson. Persian Fire, a sua história das guerras Greco-Pérsicas, ganhou o Prémio Anglo-Hellenic League’s Runciman em 2006.

Já adaptou obras de Homero, Heródoto, Tucídides e Virgílio para a BBC. Em 2007, foi o vencedor do prémio Classical Association, atribuído ao «indivíduo que mais fez pela promoção do estudo da língua, literatura e civilização das antigas Grécia e Roma». É apresentador do programaMaking History na BBC Radio 4. Saiba mais sobre o autor em: www.tom-holland.org






Ano Bolaño prossegue com «Putas Assassinas»

Título: Putas Assassinas
Autor: Roberto Bolaño
Género: Literatura/Contos
N.º de páginas: 248|
PVP: € 17,70

Até agora inédito entre nós, Putas Assassinas, é um deslumbrante conjunto de histórias do maior escritor latino-americano do século XXI. Neste sugestivo livro de 2001, agora publicado pela Quetzal Editores, surgem algumas das grandes personagens que habitam outros títulos posteriores, como Lalo Cura ou Arturo Belano, protagonista de Os Detetives Selvagens.
Em Putas Assassinas, a realidade confunde-se com o sonho, a vida com a morte, o mar com a terra, os homens com as mulheres. É uma ficção autobiográfica ou uma autobiografia ficcional? Bolaño deixa o leitor decidir o que, em cada prosa, é memória ou fantasia no derradeiro livro de histórias publicado em vida do autor e onde estão presentes as características centrais da obra do escritor chileno. Com uma verve inesgotável, torna-se fácil de perceber porque é que, à data sua prematura morte, aos 50 anos, em 2003, Bolaño era já considerado um dos principais escritores latino-americanos. Susan Sontag considerou-o «o mais influente romancista da sua geração no mundo de língua espanhola». Vivendo na obscuridade até à década de 1990 e sobrevivendo no exílio graças a trabalhos precários e temporários, esta fragilidade reflete-se no desenho de personagens e situações inesquecíveis, surreais e cativantes.
Este é um livro indispensável para os amantes da obra de Roberto Bolaño, autor de referência da Quetzal – que tem vindo a publicar o conjunto da sua obra, incluindo inéditos como O Espírito da Ficção Científica, que chegou às livrarias em março passado. De recordar que Putas Assassinas faz parte do destaque que a Quetzal Editores tem estado a dar ao autor ao longo de 2017 (o ano Bolaño), que contará ainda com novas edições das suas obras mais emblemáticas, incluindo, já em setembro, uma nova tradução de Os Detetives Selvagens.
Cristina Rodriguez e Artur Guerra assinam a tradução de mais uma obra de Roberto Bolaño.

Sinopse:
«As mulheres são putas assassinas, Max, são macacos transidos de frio que contemplam o horizonte numa árvore doente, são princesas que te procuram na escuridão, chorando, indagando as palavras que nunca poderão dizer», dias a personagem (uma assassina?, uma prostituta?, ambos?) na história que dá título a este livro. Em «Últimos entardeceres na Terra» há uma viagem para Acapulco que se transforma num pesadelo. Em «Buba», uma história de futebol em três partes: a de um futebolista sul-americano, a de um jogador africano e de um espanhol, e a da sua equipa do coração, que poderia muito bem ser o Barcelona; em «Caderninho de Baile» são apresentadas 69 razões para não falar com Pablo Neruda; em «Prefiguração de Lalo Cura» mergulhamos num mundo de traficantes de droga e realizadores de pornografia — finalmente, em «Fotos» regressamos aos mistérios de Arturo Belano, o protagonista de Os Detetives Selvagens. Um livro interminável.

Sobre o autor:
Roberto Bolaño nasceu em 1953, em Santiago do Chile. Aos 15 anos mudou-se com a família para a Cidade do México. Durante a adolescência leu vorazmente e escreveu poesia. Fundou com amigos o Infrarrealismo, um movimento literário punk-surrealista, que consistia na «provocação e no apelo às armas» contra o establishment das letras latino-americanas. Nos anos 70, Bolaño vagabundeou pela Europa, após o que se instalou em Espanha, na Costa Brava, com a mulher e os filhos. Aí, dedicou os últimos 10 anos da sua vida à escrita. Fê-lo febrilmente, com urgência, até à morte (em Barcelona, em julho de 2003), aos 50 anos. A sua herança literária é de uma grandeza ímpar, sendo considerado o mais importante escritor latino-americano da sua geração – e da atualidade. Entre outros prémios, como o Rómulo Gallegos ou o Herralde, Roberto Bolaño já não pôde receber o prestigiado National Book Critics Circle Award, o da Fundación Lara, o Salambó, o Ciudad de Barcelona, o Santiago de Chile e o Altazor, todos atribuídos a 2666, unanimemente aclamado o maior fenómeno literário da última década.



sexta-feira, 30 de junho de 2017

O blogue vai de férias

Como é habitual nesta época, o Marcador de Livros vai de férias, mas os livrinhos não serão esquecidos. Na mala, juntamente com as coisas essenciais, está um espaço reservado para as minhas leituras. Resta saber se vou conseguir lê-los todos.

A estante está mais cheia #53

Junho, mês de Feira do Livro, e consequentemente, mês em que vieram muitos livrinhos cá para casa.
Apesar de prometer a mim mesma conter-me nas compras até porque tenho muitos, imensos livros por ler cá em casa, não consigo resistir às novidades ou a comprar livros que já tenho na minha wishlist há algum tempo. Então, logo que encontre uma oportunidade, um livro mais barato, um leilão, lá estou eu presente.
A Filha Prometida de Jane Shemilt e Sapatos Italianos de Henning Mankell são disso exemplo. Foram boas compras em leilões e chegaram cá a casa impecáveis.
De uma compra de ocasião chegou também o novo livro de Rodrigo Guedes de Carvalho, O Pianista de Hotel e O Sono da Morte de Dick Haskins. 
Café Amargo de Simonetta Agnello Hornby, cuja opinião já se encontra no blogue (aqui) e A Mulher do Camarote 10 de Ruth Ware foram oferta gentil da Clube do Autor. Adorei Café Amargo e estou com grandes expectativas em relação ao de Ruth Ware já que gostei muito do seu livro anterior, Numa Floresta Muito Escura.
A Rapariga no Gelo de Robert Bryndza foi oferta da editora Alma dos Livros e promete ser uma óptima leitura.
Da Guerra e Paz, e já com opinião no blogue, chegou Entre Mortos e Feridos Ninguém Escapa de Peter Brooklyn. Podem ler a minha opinião aqui
O novo livro de Marc Levy, Ela e Elechegou à estante através da oferta da Bertrand e vai ser uma das minhas próximas leituras já que gosto muito do escritor.
A minha leitura atual chegou da Marcador e é um livro que já faz sucesso por cá: Estou a Ver-te, o novo livro de Clare Mackintosh.
Da Topseller chegou O Olhar da Mente de Hakan Nesser, mais um policial que me criou muitas expectativas.
O Porto das Almas da dupla Lars Kepler, cuja opinião está aqui e O Prodígio de Emma Donoghue foram oferta gentil da Porto Editora.
E da FLL, além dos livros infantis que trouxe para a mais pequena, vieram comigo Irmãs de Claire Douglas, Morrer Duas Vezes de Tess Gerristsen e Não me Apanhas de Lisa Gardner.





No dia 6 de julho, a Porto Editora publica A amiga, o mais recente romance de Dorothy Koomson

Título: A amiga
Autor: Dorothy Koomson
Tradução: Irene Ramalho
Págs.: 496
Capa: mole com badanas
PVP: 17,70 €

No dia 6 de julho, a Porto Editora publica A amiga, o mais recente romance de Dorothy Koomson, uma das autoras preferidas das leitoras portuguesas.
A promoção do marido de Cece Solarin e consequente mudança para Brighton é a oportunidade ideal para um recomeço na vida da sua família. Tudo parece bem quando Cece descobre que a cidade vive na ressaca de um violento crime ainda por resolver e no qual, preocupada com a segurança dos filhos, se vê envolvida.
Dorothy Koomson confessa que “adorou escrever este livro, principalmente de criar estas personagens” admitindo que “embora pareça estranho, é muitas vezes uma surpresa para mim o que acontece com as personagens e a forma como as suas histórias se desenrolam”.
Em 2006 a escritora deu a conhecer A filha da minha melhor amiga – já na 19.ª edição –, e desde aí a Porto Editora tem vindo a publicar com regularidade a obra de Dorothy Koomson. O sucesso em Portugal é apenas parte do crescente prestígio internacional desta autora, que conta com mais de 2 milhões de exemplares de livros vendidos em todo o mundo, com edições em 30 línguas.

Sinopse:
Quando o marido é promovido, Cece Solarin muda-se para Brighton com os três filhos, animada com a possibilidade de um recomeço. No entanto, o ambiente do bairro que a acolhe parece-lhe ansioso e os vizinhos sobressaltados.
Cece descobre que, três semanas antes, Yvonne, uma das mães mais populares da zona, foi deixada às portas da morte, no pátio da escola dos filhos - a mesma onde se vê obrigada a inscrever os seus.
No primeiro dia de aulas, Cece conhece três mães muito diferentes que parecem querer ajudá-la neste novo começo. Mas Maxie, Anaya e Hazel são também amigas de Yvonne, e a polícia desconfia que uma delas poderá estar envolvida no crime. Preocupada com a segurança dos filhos, Cece está decidida a descobrir a verdade…

Sobre a autora:
Traduzida em 30 línguas e com mais de 2 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Dorothy Koomson é hoje uma das maiores referências do romance feminino.
Ao livro mais emblemático – A filha da minha melhor amiga – seguiram-se outros sucessos que a tornaram uma das autoras preferidas dos leitores portugueses.


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Booksmile: Já estamos a pensar no Dia dos Avós!


Os avós têm cada vez mais um papel fundamental no crescimento dos netos. São eles os verdadeiros guardiões das histórias de família. Os avós desenvolvem a união familiar, a transmissão de valores e de tradições, assim como a aquisição de experiência de conhecimentos. São um abrigo que acompanham os netos pela vida fora.
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No dia 26 de julho celebra-se o Dia dos Avós e Giles Andreae, um dos autores infantis de maior sucesso da atualidade, com mais de três milhões de livros vendidos em todo o mundo, traz-nos duas histórias divertidas e ternurentas, perfeitas para festejar este dia tão especial.

Eu Adoro a Minha Avó e Eu Adoro o Meu Avô são a prenda ideal para os mais pequenos oferecerem aos melhores avós do mundo. E depois, de livro na mão, fortalecerem laços e partilharem momentos de boa disposição.

Com textos simples e em rima, e ilustrações encantadoras, de Emma Dood, Eu Adoro a Minha Avó e Eu Adoro o Meu Avô são a leitura ideal para partilhar, ler e reler em qualquer momento. Dois livros ternurentos que mostram que a chave para a felicidade está nas coisas mais simples. Uma celebração do amor entre avós e netos.




Perca-se como nunca se perdeu no Algarve. Perca-se com Teresa Conceição

Título: Ir é o Melhor Remédio - Algarve
Autor: Teresa Conceição
N.º de Páginas: 224
PVP: 15,90 €
Não Ficção/Turismo
Nas livrarias a 5 de Julho
Guerra e Paz Editores | Clube do Livro SIC

Sinopse
Esta é uma visita guiada ao Algarve. Feita na primeira pessoa. Teresa Conceição, jornalista e algarvia, leva-nos de Barlavento a Sotavento, passando pela Serra e pelas ilhas formosas, num aventuroso périplo de sensações, numa festa de cinco sentidos. De passeio em passeio, de restaurante em restaurante, de praia em praia, de hotel em hotel, este IR ao ALGARVE é um roteiro com histórias dentro. Um roteiro que revela um Algarve desconhecido e que redescobre, com outros olhos, o Algarve que já se julgava conhecer.
Com centenas de fotos, números de telefone, preços e mapas. E nem por isso o leitor deixará de se perder! Vai perder-se de gosto e vai perder-se de amores nesse lençol pendurado do «V» de Vila do Bispo ao «V» de Vila Real de Santo António.
O «meu Algarve» de Teresa Conceição vai passar a ser o «seu Algarve».

Sobre a autora:
Teresa Conceição. É uma jornalista terra-a-terra, o que só lhe fica bem na hora de criar roteiros para o tempo livre. Em reportagem na SIC desde 1992, palmilhou muito para reunir as sugestões que agora partilha e onde as paisagens portuguesas são campo de aventuras para viver em dueto ou em família. É autora da rubrica do Jornal da Noite da SIC «IR é o Melhor Remédio», em que divide passeios e rivalidades com o jornalista Martim Cabral e que está no ar há 10 anos, tendo conquistado em 2017 o Prémio da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) na categoria de melhor Programa de Divulgação de Oferta Turística. Por mais que filme, a autora nunca consegue mostrar, num programa de televisão, todo o país que quer divulgar. Lançou-se, por isso, noutros esforços inglórios, e assim nasceram dois livros: Ir é o Melhor Remédio e este novíssimo Ir é o Melhor Remédio – Algarve. Cheios de histórias e boas ideias para quem gosta de se aventurar por caminhos pouco trilhados em chão nacional.