segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Portugal - Uma História de Conquista :: Novo livro de John dos Passos dia 4 outubro nas livrarias

Título: Portugal – uma história de conquista
Tradução de Isabel Jardim
N.º de Páginas: 448 
PVP: 18,50€
Nas livrarias a partir de 4 de outubro


No início do século XV, as caravelas portuguesas começaram a explorar a costa africana e o Atlântico. Um século depois, os galeões nacionais atravessavam o oceano para o Brasil e dobravam o Cabo da Boa Esperança para alcançar o Oriente. Durante um século procuraram, sem perder a esperança, Preste João, considerando que seria um importante aliado na luta contra os muçulmanos e os turcos.

Portugal – uma história de conquista não relata apenas estes e outros factos mais conhecidos. Nesta obra, John dos Passos descreve os maiores acontecimentos da nossa História, mas também os eventos aparentemente insignificantes que tornaram Portugal numa das maiores potências europeias no século XV.

Neste livro rico em pormenores, o autor explora a complexidade das intrigas nas cortes e esboça retratos notáveis dos membros da família real. Tendo por base uma investigação histórica, Portugal – uma história de conquista é um relato extraordinário sobre o esforço de um grupo de pessoas para alargar horizontes.

«Dos Passos foi um dos maiores escritores do século XX.» National Review




VOGAIS: Hitler e a dependência de drogas no Terceiro Reich



«Espantoso, cativante, convincente. A história por contar da relação do Terceiro Reich com as drogas, incluindo cocaína, heroína, morfina e, sobretudo, metanfetaminas. Altera o que pensávamos saber sobre a Segunda Guerra Mundial.» — The Guardian

«Um livro verdadeiramente extraordinário» — BBC News

«Fantástico e energético. Reconta a história da guerra pelo prisma de um comprimido. Tem a capacidade incomum de perturbar.» — The Times

Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich, do romancista premiado, argumentista e jornalista alemão Norman Ohler (Ed. Vogais | 320 pp| 18,79€), nasce de uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi, nomeadamente de cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas.

O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha.

Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. Delírio Total é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.

Este livro entra na pele de assassinos em massa ávidos de sangue e de um povo obediente que era necessário limpar de todo o veneno, racial ou outro, penetrando nas suas veias e artérias. Nelas não corria a pureza ariana mas sim a química alemã, por sinal bastante tóxica. E isto porque, onde a ideologia já não conseguia chegar, e apesar de todas as proibições, dava-se uma ajuda com substâncias farmacológicas excitantes e estimulantes, que não eram reprimidas, tanto na base como no topo. Hitler também fez o mesmo, tal como as próprias Forças Armadas, que recorreram, em grande dimensão, à substância estimulante metanfetamina (hoje conhecida como crystal meth) para as suas campanhas de conquista. Na sua manipulação das drogas, esses criminosos mostraram uma hipocrisia cuja revelação esclarece agora aspetos decisivos do que fizeram. Caiu uma máscara que nunca pudemos saber que existia. — Norman Ohler


 

SOBRE NORMAN OHLER:
Norman Ohler é um romancista premiado, argumentista e jornalista alemão. Passou cinco anos a pesquisar para Delírio Total em numerosos arquivos na Alemanha e nos Estados Unidos, e falou com testemunhas, historiadores militares e médicos. Publicou três romances, um dos quais o primeiro romance hipertexto do mundo, e coescreveu o argumento do filme de Wim Wenders, Palermo Shooting. Mais sobre o autor: www.normanohler.de




Topseller: Histórias poderosas e inspiradoras



Depois da publicação de A Mulher do Plantador de Chá, Dinah Jefferies, um dos nomes mais consagrados da literatura de época, apresenta-nos uma história apaixonante de uma família destruída por mentiras, em que o amor de uma mãe consegue suplantar a distância e o tempo.

Sinopse:
O que acontece quando mãe e filhas são separadas?

Malásia, 1955. Lydia Cartwright regressa a casa, onde apenas o vazio a espera. Os criados, o marido e, o pior de tudo, as filhas foram-se embora sem deixar rasto. Desesperada e sem rumo, ela contacta o patrão do marido à procura de pistas. Eles estão bem, diz-lhe. Estão noutra região do país. Mas algo não bate certo. Porque é que não esperaram por ela? Porque é que não lhe deixaram uma carta a explicar a mudança?

Seguindo a sua única pista, Lydia embarca numa perigosa viagem por um país em guerra. E é então que, enquanto atravessa a selva minada de grupos de guerrilheiros, se vê forçada a pedir ajuda a Jack Harding, o homem que amou no passado e que abandonou.

Com o coração de mãe apertado, Lydia sabe que terá de sacrificar tudo para reencontrar as filhas. Mas será que está preparada para a terrível traição que a aguarda e para as consequências devastadoras?

O relato comovente de uma família dividida pela mentira, e de como o amor de uma mãe ultrapassa a barreira do tempo e atravessa continentes.

Sobre Dinah Jefferies:
Dinah Jefferies nasceu na Malásia e mudou-se para Inglaterra com 9 anos. Estudou na Birmingham School of Art e, mais tarde, na Ulster University, onde se formou em Literatura Inglesa.

Autora bestseller do Sunday Times, colabora com alguns jornais, entre eles o The Guardian. Depois de ter vivido em Itália e Espanha, regressou a Inglaterra, onde vive com o marido e o seu cão, e passa os dias a escrever e a desfrutar dos tempos livres com os netos.

O seu livro anterior, A Mulher do Plantador de Chá, foi bestseller do Sunday Times e selecionado para o Richard and Judy Bookclub, e está publicado na Topseller.

A Separação é uma edição Topseller (18,79€ | 416 pp.) e as primeiras páginas podem ser lidas aqui.




«Elizabeth Chadwick é uma romancista exímia. Altamente recomendado!» Historical Novel Society

Autora bestseller do New York Times, Elizabeth Chadwick conta com mais de 20 romances históricos publicados em diversas línguas. Os seus livros foram contemplados com inúmeros prémios, entre os quais o de Melhor Romance Histórico, pela Romantic Novelists Association, e o Betty Trask Award.

Apaixonada pela Idade Média e pelo dia a dia desta época, Elizabeth é hoje uma das mais importantes romancistas históricas da Grã-Bretanha e foi considerada pela Historical Novel Society como «a melhor escritora de ficção medieval» da atualidade.

O Trono do Outono é o terceiro volume de uma série centrada na figura história de Leonor de Aquitânia, uma das mais ricas e poderosas mulheres da Idade Média e mãe do Rei Ricardo Coração de Leão.

​Sinopse:​
LEONOR DE AQUITÂNIA

Uma das mulheres mais poderosas da História

Estamos em Inglaterra, no ano 1176, e Leonor de Aquitânia foi aprisionada pelo marido, o Rei Henrique II, por recusar submeter-se às suas ordens. Desesperada com os esforços do rei por mantê-la longe dos filhos, Leonor não tem outro remédio senão aguardar.

Com a morte do rei, tudo muda. Leonor torna-se rainha-mãe e ganha finalmente liberdade para tentar reparar todos os danos que Henrique causou. Os seus filhos veem-se envolvidos numa perigosa rivalidade acicatada pelo pai, enquanto as suas filhas foram afastadas das posições de poder que lhes cabiam.

Leonor vai precisar de toda a sua coragem e força para os poder proteger de si mesmos. Para tal, terá de viajar continuamente por uma Europa medieval em guerra, e até mesmo cruzar os Alpes durante o inverno. Conseguirá Leonor manter a paz entre os filhos? E estará ela à altura de todas as provas que o destino lhe reserva?

Leonor de Aquitânia. O Trono do Outono é uma edição Topseller (21,98€ | 464 pp.) e as primeiras páginas podem ser lidas aqui.​




Novidade Esfera dos Livros: O Indesejado, de Nuno Galopim

Um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa – a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. Esta nova informação ameaça seriamente a estabilidade do reino e coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro.

Depois da sua primeira ficção, sobre a vida de D. Manuel II, Os Últimos Dias do Rei, Nuno Galopim traz-nos desta vez um empolgante romance, passado em finais do século XVII, em que o controverso D. Afonso VI, O Indesejado é a figura central.

Um monarca maldito.
Uma traição entre irmãos.
Uma revelação que pode abalar o reino.


Sobre o autor: 
Nuno Galopim, nascido em 1967 começou por traçar um futuro nas ciências, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema acabaram por falar mais alto. Com 28 anos de carreira nos media, escreve hoje no Expresso e Blitz e é autor dos blogues Sound+Vision e Máquina de Escrever. Tem também trabalho feito na música (do álbum Humanos à série «O Melhor do Pop-Rock Português»), no cinema (como ator, produtor, consultor, programador) e televisão, devendo estrear este ano um documentário da sua autoria. Em 2016 iniciou um trabalho com a RTP como consultor para o Festival da Canção e Festival da Eurovisão. No passado trabalhou em jornais como O Independente e Diário de Notícias e em revistas como a Billboard e Time Out. Teve programas nas estações de rádio Antena 1, Antena 2, Antena 3, XFM, TSF e Radar. Nos livros estreou-se com Vida e Morte dos Dinossáurios (1992), assinado em co-autoria com o pai, o Professor Galopim de Carvalho. É ainda autor dos livros Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho (2005), Os Marcianos Somos Nós (2015) e The Gift – 20 (2015). Os Últimos Dias do Rei, dedicado à figura de D. Manuel II, foi a sua primeira obra de ficção, publicada em 2016 pela Esfera dos Livros. O Indesejado, que tem D. Afonso VI como figura central, é o seu segundo romance.






Ronaldo Wrobel estreia-se em Portugal com As duas vidas de Sofia Stern

Título: As duas vidas de Sofia Stern
Autor: Ronaldo Wrobel
Págs.: 264
Capa: mole com badanas
PVP: 17,70

Uma amizade interrompida e um amor eterno num romance misterioso e pleno de suspense.
No dia 28 de setembro a Porto Editora publica As Duas Vidas de Sofia Stern, de Ronaldo Wrobel, um romance narrado entre a Alemanha dos nossos dias e a das vésperas da II Grande Guerra.
Empenhado em criar um romance envolvente e fiel ao rigor dos acontecimentos históricos, o autor investigou centenas de documentos e viajou para a Alemanha para entrevistar sobreviventes das atrocidades do regime nazi.
No Rio de Janeiro, Ronaldo vive com a sua avó, Sofia Stern, uma misteriosa nonagenária. Quando este encontra um velho diário, Sofia é obrigada a revelar alguns dos segredos que ali guardava desde que fugira da Alemanha de Hitler.
Anos antes, em Hamburgo, a construção de um centro comercial é interrompida devido à descoberta das ruínas de um banco nazi. Entre os escombros é encontrado um cofre e, no seu interior, uma pequena fortuna.
As descobertas do Rio de Janeiro e Hamburgo cruzam-se quando Ronaldo recebe um telefonema de uma juíza alemã que vai mudar as suas vidas: Sofia Stern pode ser a legítima proprietária do cofre encontrado em Hamburgo. Mas tem de o provar.
Na tentativa de provar que a avó é a legítima proprietária de uma fortuna escondida durante 70 anos, o seu neto, um jovem advogado, depara-se com um dilema: fazer justiça ou ficar milionário.
Bem-recebido pela crítica brasileira, com romances publicados em 7 países europeus e finalista do Prémio São Paulo de Literatura em 2011, Ronaldo Wrobel apresenta-se em Portugal com As duas Vidas de Sofia Stern.

Sinopse:
Sofia Stern nasceu na Alemanha em 1919 e fugiu para o Brasil nas vésperas da Segunda Guerra Mundial. Filha de um judeu cego afinador de pianos e duma enfermeira que a abandonou ainda bebé, Sofia terá sido sempre tratada com o desprezo e humilhação que os alemães reservavam aos judeus.
Ronaldo é neto de Sofia, vive em Copacabana e, certo dia, recebe o telefonema de uma juíza alemã às voltas com um processo judicial que o pode tornar multimilionário.
Com a descoberta do diário da avó, Ronaldo reconstitui a juventude da pacata senhora e da sua conturbada amizade com Klara Hansen, revelando peças de um passado que envolve paixões, inveja, traições, dinheiro e a morte de Klara, em 1938.
Quando outros factos surpreendentes e inesperados vêm à tona, Ronaldo depara-se com uma série de dilemas morais.

Sobre o autor:
Ronaldo Wrobel nasceu em 1968 no Rio de Janeiro, é escritor e advogado. Tem cinco livros publicados: três romances, uma coletânea de contos e um título infantojuvenil.
Publicado em oito países, o seu romance Traduzindo Hannah (Record, 2010) foi finalista do Prémio São Paulo de Literatura, na categoria de melhor livro do ano.



quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Obra de Peter Singer nomeada para prémio literário da Pen American Center

“Ética no mundo real” é o nome da obra de Peter Singer que foi agora nomeada para o Prémio da Arte do Ensaio de 2017 do PEN/ Diamonstein-Spielvogel, da Pen American Center. Neste livro, lançado recentemente em Portugal pela Edições 70, o autor faz uma reflexão sobre questões relacionadas com problemas adjacentes a domínios tão díspares como a bioética, a homossexualidade, a política, o desporto, o trabalho, os direitos dos animais, o aborto ou a eutanásia.

O livro “Ética no mundo real – 82 breves ensaios sobre coisas realmente importantes”, de Peter Singer, é um dos nomeados para o Prémio da Arte do Ensaio de 2017 do PEN/ Diamonstein-Spielvogel, da Pen American Center.

Esta obra foi lançada em Portugal em abril deste ano, pela Edições 70, uma chancela do Grupo Almedina. Nela, e à semelhança do que acontece nos seus livros anteriores, Peter Singer tenta, em grande medida, responder a questões importantes da atualidade, fazendo com que a discussão saia dos departamentos de filosofia e chegue a todos.

Peter Singer – nome sonante da Filosofia Contemporânea – defende que o que não puder ser dito claramente, também não pode ser pensado com clareza. Assim, e de acordo com esta linha de pensamento, “Ética no mundo real” reúne vários textos publicados em jornais e revistas, num estilo que, com a pressão de não exceder as mil palavras, deveria privilegiar tanto a clareza como a concisão.

De forma a cativar o leitor para a reflexão filosófica livre, sem o peso dos formalismos académicos, e sem perder com isso o próprio rigor da filosofia, “Ética no mundo Real” é, assim, uma compilação de 82 ensaios, traduzidos por Desidério Murcho, que pretende levar os leitores a refletir sobre questões relacionadas com problemas que nos acompanham em domínios tão diferentes como a bioética, a homossexualidade, a política, o desporto, o trabalho, os direitos dos animais, o aborto ou a eutanásia.

Esta obra, disponível em Portugal, está à venda por 16,90 €.

Sobre o autor:
Peter Singer nasceu em Melbourne, na Austrália, em 1946. Estudou na Universidade de Oxford e é professor de Bioética na Universidade de Princeton (University Center for Human Values) e na Universidade de Melbourne (Centre for Applied Philosophy and Public Ethics). Dirige o Centre for Human Bioethics e o Centre for Applied Philosophy and Public Ethics. Autor de uma vasta bibliografia sobre Ética Prática, na qual trata os problemas filosóficos a partir de uma perspetiva utilitarista, tornou-se particularmente conhecido com o livro "Libertação Animal", publicado em meados da década de 70 e considerado a bíblia do movimento com o mesmo nome. Da sua vasta bibliografia destacam-se também "Ética prática", "A vida que podemos salvar" e "Como havemos de viver?". Dele a Edições 70 publicou "O maior bem que podemos fazer - Como o altruísmo eficaz está a mudar as ideias sobre viver eticamente".


Assírio & Alvim - Toda a obra poética de Eugénio de Andrade

Título: Poesia
Autor: Eugénio de Andrade
Prefácio: José Tolentino Mendonça
N.º de Páginas: 672
PVP: 44,00 €

A Assírio & Alvim publica a 21 de setembro Poesia, a reunião de toda a poesia de Eugénio de Andrade, a partir da última edição revista em vida pelo autor e com prefácio de José Tolentino Mendonça, que sobre o poeta escreve: «Já passou uma década do seu desaparecimento, e o tempo encarregar-se-á de revelá-lo, sempre mais decididamente, como um clássico da literatura portuguesa e europeia. Há que dizê-lo com as letras todas: Eugénio de Andrade revolucionou a nossa poesia.»

UM SIMPLES PENSAMENTO
É a música, este romper do escuro.
Vem de longe, certamente doutros dias,
doutros lugares. Talvez tenha sido
a semente de um choupo, o riso
de uma criança, o pulo de um pardal.
Qualquer coisa em que ninguém
sequer reparou, que deixou de ser
para se tornar melodia. Trazida
por um vento pequeno, um sopro,
ou pouco mais, para tua alegria.
E agora demora-se, este sol materno,
fica contigo o resto dos dias.
Como o lume, ao chegar o inverno.

Sobre o autor:
Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no
Fundão. Em 1947 ingressou na função pública, como funcionário dos Serviços Médico-Sociais, e em 1950 fixou residência no Porto.
Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais cinquenta anos de atividade poética. Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950Os Amantes sem Dinheiro (já publicados pela Assírio & Alvim). Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida  foi distinguido com inúmeros  prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001.


Flávio Capuleto regressa com Inferno em Lisboa

Flávio Capuleto regressa com o Inferno em Lisboa. O novo livro do autor português estará disponível nas livrarias a 29 de setembro.

Sinopse:
Inferno em Lisboa começa com o desaparecimento de Sílvia Frattini, uma jornalista famosa, casada com um ex-político toxicodependente, ciumento e vingativo. Rapto? Assassínio? A Polícia abre um inquérito e o caso é entregue ao inspector Mortágua que, ao tentar descobrir o paradeiro da repórter, se vê enredado numa teia de crimes por esclarecer. Um corpo decapitado encontrado a flutuar nas águas do Tejo, esqueletos de recém-nascidos escondidos num sótão e um vírus letal criado em laboratório dificultam a investigação e adensam o mistério.
Tendo como cenário a cidade de Lisboa e com um enredo apaixonante, este thriller é uma emocionante história de amor, traição, intriga e vingança, que irá prender o leitor até à última página.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

«Nenhuma Verdade se Escreve no Singular», o romance vívido e intrigante de Cláudia Cruz Santos

Título: Nenhuma verdade se escreve no singular
Autor: Cláudia Cruz Santos
Género: Literatura / Ficção
N.º de páginas: 232
Data de lançamento: 22 de setembro
PVP: € 16,60

Cláudia Cruz Santos, professora universitária e autora de várias obras jurídicas, estreia-se na ficção com um romance bastante real. Fruto da sua larga experiência na área da justiça, «Nenhuma Verdade se Escreve no Singular» expõe um retrato vívido dos nossos tribunais, com personagens complexas, cenários incertos, e uma figura central aparentemente decidida e emancipada mas simultaneamente hesitante e carente.
Amália vivia tranquilamente a sua independência e valorizava sua liberdade, nunca tendo planeado constituir família. A par do desaparecimento súbito do homem que ama, a entrada inesperada na sua vida de uma menina de 11 anos, Marta, leva-a a questionar e a mudar o seu estilo de vida. O conforto da individualidade dá lugar ao incómodo da incerteza, uma insegurança a que a juíza não estava acostumada.
Um quadro singular, oferecido pelo homem que a deixou, pode conter as respostas para muitas das perguntas de Amália, mas acima de tudo, torna-se paradoxalmente uma metáfora do passado que a aprisiona e da liberdade que ambiciona.
Com histórias que não caem em lugares-comuns, Cláudia Cruz Santos explora a essência humana, o amor, e a capacidade de seguir em frente. Um olhar sensível sobre o coração e a mente, que apresenta uma perspetiva multifacetada sobre o passar do tempo e as expetativas frustradas. Nas livrarias a 22 de setembro.

Sinopse:
«A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, repatriados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra «liberdade».

Sobre a autora:
Cláudia Cruz Santos nasceu em Aveiro em 1971. Doutorou-se em Ciências Jurídico-Criminais pela Faculdade de Direito de Coimbra, onde é professora auxiliar e docente de Direito Processual Penal e de Criminologia. Foi a primeira mulher a presidir a um Órgão Disciplinar das competições profissionais de futebol em Portugal, foi assessora do Ministro da Justiça entre 2000 e 2002 e foi uma das representantes portuguesas no Grupo de Estados contra a Corrupção do Conselho da Europa. É autora de várias obras jurídicas já publicadas. Este é o seu primeiro romance.



Nicholas Sparks vem a Portugal em Outubro

Nicholas Sparks, o escritor estrangeiro que mais vende em Portugal e que reúne milhões de fãs em todo o mundo, vem a Lisboa em Outubro, a convite da ASA, a sua editora, para um encontro com os leitores no âmbito da tour europeia de apresentação do seu último romance, Só Nós Dois. O reencontro do escritor bestseller norte-americano com o público português terá lugar no dia 21 de outubro, às 17 horas, no Picadeiro Real (antigo Museu dos Coches), em Lisboa. O evento terá entrada gratuita.

Com 21 livros publicados nos últimos 21 anos, Nicholas Sparks já vendeu mais de 108 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas histórias consolidaram-no como um dos mais aclamados escritores da atualidade. Todos os seus livros são bestsellers do New York Times e estão traduzidos para mais de 50 línguas. Onze dos romances de Nicholas Sparks já foram adaptados para cinema, sendo Uma Escolha Por Amor (2016) o filme mais recente.

Nicholas Sparks escreveu o livro que deu início à sua carreira meteórica e um dos seus títulos mais famosos - O Diário da Nossa Paixão - com apenas 28 anos. Por ocasião da vinda do escritor a Portugal, a ASA vai publicar esta história de amor que comoveu milhões de leitores e levou o mundo a render-se à escrita de Nicholas Sparks. O romance O Diário da Nossa Paixãochegará às livrarias no dia 17 de outubro.

Do autor estão já publicados na ASA os livros Só Nós Dois, No Teu Olhar, As Palavras que Nunca Te Direi, Um Momento Inesquecível, Corações em Silêncio, Uma Escolha por Amor, A Alquimia do Amor, Três Semanas com o Meu Irmão, À Primeira Vista, Quem Ama Acredita, O Sorriso das Estrelas, Uma Vida ao Teu Lado, Laços que Perduram e Uma Promessa para Toda a Vida.

Nicholas Sparks nasceu em Omaha, no Nebraska, Estados Unidos, a 31 de dezembro de 1965. Leitor compulsivo e ávido praticante de desporto, Nicholas Sparks apoia ativamente diversas instituições de beneficência e contribui para o programa de Escrita Criativa da Universidade de Notre Dame. Vive na Carolina do Norte, Estados Unidos.

«Laëtitia ou o fim dos homens»: quando a verdade supera a ficção - um livro híbrido que conquistou o mundo literário


Título: Laëtitia ou o fim dos homens
Autor: Ivan Jablonka,
Género: Literatura / Não ficção
Tradução: Patrícia Xavier
N.º de páginas: 360
PVP: € 17,70

Laëtitia ou o fim dos homens, de Ivan Jablonka, que consiste numa investigação sobre um caso policial, chega hoje às livrarias. O autor estará em Lisboa nos dias 21 e 22 de novembro para promover o livro, no âmbito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres.
Em 2011, toda a França se mobilizou para assistir ao desenrolar do caso da adolescente que tinha sido raptada, violada, morta e desmembrada. Ivan Jablonka, historiador e sociólogo, mergulha no relato desta história com uma mestria que fez de Laëtitia ou o fim dos homens o livro-sensação da rentrée literária francesa de 2016, e valeu-lhe o prémio literário Le Monde e o Médicis, tornou-o finalista do Renaudot, na categoria de ensaio, e integrou-o na lista para o Goncourt, na categoria de literatura.
O caso, que comoveu o país, foi muitas vezes usado para fins políticos – a desestruturação das famílias e o estado das zonas suburbanas francesas – e como objeto, por parte do seu assassino. Com este livro, Jablonka quis resgatar a dignidade da vítima, não ignorando porém que o assassinato, e a vida desta jovem, são também um símbolo e um retrato de um certo estado da sociedade.
O autor, avesso à “pasteurização” dos textos históricos, examina neste volume a semiologia do horror, num “ensaio” subjetivo, documentando a história num registo mais verdadeiro do que a realidade. Esta é uma obra eminentemente literária: no ritmo das frases e da narração, bem como no tom, que oscila entre o lírico e o didático. Um texto que se lê com paixão e voracidade.
Se a História se faz das palavras dos sobreviventes, Ivan Jablonka quer anular a narrativa que sobreviveu: a do assassino, reabilitando a da vítima. Aqui é Laëtitia que importa, renascendo a cada página como a heroína da sua própria história.

Sinopse:
Um livro muito original, que encerra diversos registos e géneros: literatura, atualidade, investigação, história, sociologia e política. Escrito de uma maneira muito pessoal em certos momentos, sempre envolvente. Sofremos com a história de Laëtitia, indignamo-nos com o funcionamento das instituições sociais e com a persistente violência das nossas sociedades (neste caso em particular, contra as mulheres) e paramos para pensar no significado desta vida num contexto mais amplo.
Laëtitia, raptada, violada e assassinada em 2011 em França, renasce a cada página deste livro, finalmente heroína da sua história.

Sobre o autor:
Ivan Jablonka é sociólogo e interessou-se pela história de Laëtitia, tendo decidido escrever sobre a sua vida e morte.





Um romance extraordinário. O retrato escaldante dos mercados financeiros e do seu estilo de vida

Título: Piedade para os Pecadores
Autor: Manuel Lemos Macedo
N.º de Páginas: 280
PVP:17,50 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores

Sinopse
Presidente de uma firma familiar com três mil empregados, Miguel tem a vida plácida e cheia de encantos de um menino rico. Mas, com um dia-a-dia previsível e repetitivo, não se consegue libertar da inquietante sensação de que morrerá sem nunca ter conhecido a verdadeira vida. Aproveita o 25 de Abril de 1974 para se demitir e partir sozinho para Paris, onde tem a intenção de se «pôr à prova». Como broker, entra no mundo dos mercados financeiros, e as aventuras românticas não se fazem esperar…
Poder-se-á pensar que a vida do narrador tem uma alarmante semelhança com a do autor e que este terá escrito uma autobiografia. Não é verdade, ainda que os dois tenham seguido caminhos semelhantes. O autor não tem de ajustar contas com ninguém, mas reconhece que teve a mesma profissão do narrador e que também se envolveu numas quantas intrigas amorosas. Ainda assim, adverte que qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

Sobre o autor:
Manuel Lemos Macedo. Nasceu em Tomar. Estudou no University College Dublin, na Irlanda, e na Columbia Business School, nos EUA.
Depois da nacionalização da firma familiar da qual era presidente, foi viver para a Irlanda. Seguiu-se Paris e Madrid, onde trabalhou em bancos de investimento. Em 1989, criou uma sociedade de serviços financeiros em Lisboa, com a família Rothschild, da qual foi sócio-gerente até 1997. Desde então, dedica-se ao que verdadeiramente lhe interessa: a leitura, a escrita, o campo e a sociedade de alguns dos seus amigos.
Tem autores preferidos (todos mortos), que relê continuamente. Interessou-se por vozes modernas, que só leu uma vez e nem sempre até ao fim. Leva para a cama sempre os mesmos, entre os quais Proust, Waugh e Lermontov. Nunca percebeu porque é que Goethe é considerado um grande homem.
Piedade para os Pecadores é o segundo livro que publica.


Pierre Lemaitre regressa com A Cicatriz do Mal

Dagger Award * Romance Policial Europeu * Prix du Premier Roman Policier

A CICATRIZ DO MAL

O regresso do mestre do thriller que também venceu o Goncourt, Pierre Lemaitre

«Lemaitre eleva o género negro a um nível que raramente se encontra: o lugar onde mora a literatura.» Le Figaro Magazine

«Um excelente escritor de livros de suspense.» Stephen King

«Uma trama que proporciona o melhor de Lemaitre: qualidade literária, ritmo, controlo da narrativa e uma personagem distinta, por vezes enternecedora e sempre tocante.» El País

«Lemaitre é um autor imprescindível no panorama literário atual. […] A cicatriz do mal é um romance de ação vibrante, visualmente perfeito.» El Periódico de Catalunya

«Lemaitre sabe renovar-se constantemente, surpreender a cada romance, e isso torna a verificar-se nesta obra, construída graças a uma maquinaria perfeita, com desenvolvimentos imprevisíveis. Decididamente, estamos perante um verdadeiro escritor.» L’Humanité

«Fascínio e medo. Uma arte maior.» Avantages



Há boas e más notícias para os leitores portugueses. Camille Verhoeven está de regresso às livrarias nacionais mas A Cicatriz do Mal é o último livro da trilogia protagonizada pelo célebre comandante Verhoeven criado por Pierre Lemaitre.

Verhoeven é uma personagem inesquecível, que se dá a conhecer ainda mais profundamente neste livro. Bom amigo, bom polícia, de convicções fortes e incomparável capacidade de argumentação, Verhoeven vai certamente deixar saudades.

Neste livro, como sempre acontece com Pierre Lemaitre, temos a impressão de se tratar de uma narrativa clássica, numa abordagem literária ao mais alto nível. E a verdade é que A Cicatriz do Mal revela um escritor na plena posse das suas qualidades estilísticas.

Sinopse:
Galerie Monier, Paris. Uma mulher é apanhada de surpresa por três homens armados que assaltam uma joalharia em plena galeria de lojas dos Campos Elísios. A mulher chama-se Anne Forestier. Trata-se nada mais nada menos do que a companheira do comissário Camille Verhœven, responsável pela Brigada Criminal. Fazendo tábua rasa da lei e correndo o risco de perder o posto de trabalho, o comissário esconde dos demais polícias o facto de conhecer Anne e toma a investigação a seu cargo. É o primeiro passo de uma manipulação orquestrada por um assassino vingativo. Na realidade, quem dá caça a quem? E quem é a verdadeira presa?

Gravemente ferida e coberta de cicatrizes, Anne fica internada no hospital, até que Camille a esconde na casa isolada que herdou da mãe. Perseguida por um dos atacantes, esta misteriosa mulher manterá o comissário na corda bamba, tanto a nível pessoal como profissional. Digno herdeiro de Sherlock Holmes e Hercule Poirot, com uma costela de Philip Marlowe, o comandante é um mestre na arte de bem investigar, mas este caso revela-se uma manipulação com requintes de vingança pessoal.

Como habitualmente acontece na escrita de Lemaitre, as aparências enganam, e Camille acabará por compreender que é vítima de uma intriga que remonta ao passado, vendo-se obrigado a recorrer a todos os expedientes e mais algum para descobrir o responsável, bem como as razões que motivam o enigmático assassino.

Sobre o autor:
Pierre Lemaitre nasceu em Paris, em 1951. Deu aulas de Literatura francesa e americana durante vários anos e atualmente dedica-se à escrita e ao teatro.

Os cinco thrillers que escreveu, premiados pela crítica e aplaudidos pelos leitores, fizeram dele um dos grandes nomes das letras francesas e granjearam-lhe o reconhecimento internacional.

A trilogia do comandante Camille Verhoeven recebeu, entre outros, os prémios Dagger, Prix du Premier Roman Policier de Cognac, the Prix du Meilleur Polar Francophone e Melhor Romance Policial Europeu. Até nos vermos lá em cima, a sua primeira incursão fora do romance «negro», foi galardoado com o Prémio Goncourt de 2013, o Prix du roman France Télévision, o Prix des lycéens en toutes lettres, o Prix des librairies Nancy/Le Point e o Prix littéraire de la ville de Brignoles.

As suas obras estão traduzidas em trinta línguas, e várias foram adaptados ao cinema e ao teatro.



Hoje!! Rainbow Rowell na página de FB da Saída de Emergência



domingo, 17 de setembro de 2017

Porto Editora - "O Diário de Anne Frank" como nunca o lemos

Título: O Diário de Anne Frank
Autores: Ari Folman (guião) e David Polonsky (ilustração)
Págs.: 160
PVP: 18,80 €

Sete décadas depois, o Diário mais famoso do mundo é adaptado para banda desenhada, com o rigor e talento de Ali Folman e David Polonsky
O Diário de Anne Frank começou a ser escrito há 75 anos, foi publicado pela primeira vez há 70, e para celebrar as efemérides vai ser agora lançado numa nova versão: a sua primeira e única adaptação a banda desenhada. Tendo como base os textos originais de Anne Frank presentes na versão definitiva do Diário, este livro ganha nova vida pelas mãos do argumentista e realizador Ari Folman e do ilustrador David Polonsky e é publicado pela Porto Editora a 21 de setembro.
Esta edição inaugura um novo conceito, o de «diário gráfico», patenteado pela Fundação Anne Frank, principal dinamizadora deste projeto que ilustra os 743 dias que Anne Frank viveu escondida, com mais 7 pessoas, num anexo em Amesterdão.

Sobre O Diário de Anne Frank
«12 de junho de 1942: Espero poder confiar-te tudo, como nunca pude confiar em ninguém, e espero que venhas a ser uma grande fonte de conforto e apoio.»
No verão de 1942, com a ocupação nazi da Holanda, Anne Frank e a família são forçados a esconder-se. Durante dois longos anos, vivem com um grupo de outros judeus num pequeno anexo secreto
em Amesterdão, temendo diariamente ser descobertos. Anne tinha treze anos quando entrou para o anexo e levou com ela um diário que manteve no decorrer de todo este período, anotando os seus pensamentos mais íntimos, os seus receios e esperanças, e dando conta do dia a dia da vida em reclusão. Em 1947, após o fim da Segunda Guerra Mundial — a que Anne não sobreviveria —, o seu pai publicou este diário, um documento inspirador que é ainda hoje um dos livros mais acarinhados em todo o mundo e uma obra marcante na história do século xx.
Lançada mundialmente em celebração do 70.º aniversário de O Diário de Anne Frank, esta é a sua primeira adaptação para banda desenhada, realizada com a autorização da família e tendo por base os textos originais do diário.

Sobre os autores: 
Ari Folman nasceu a 17 de dezembro de 1962, em Haifa, Israel, e é um premiado realizador de cinema, argumentista e compositor de bandas sonoras. Escreveu e realizou o filme A Valsa com Bashir, nomeado para os Óscares e vencedor de um Globo de Ouro para melhor filme estrangeiro, em 2008.
David Polonsky nasceu em Kiev, na Ucrânia, em 1973, e é um ilustrador e designer premiado. Foi responsável pelas ilustrações de A Valsa com Bashir.
Anne Frank nasceu a 12 de junho de 1929 em Frankfurt, na Alemanha, no seio de uma família judaica. Em 1933, após a tomada de poder pelos nazis, a sua família muda-se para Amesterdão, na Holanda. Passam dois anos escondidos num anexo, mas são descobertos e detidos em agosto de 1944. Anne Frank é encaminhada para o campo de concentração de Bergen-Belsen, onde morre em março de 1945. O diário que escreveu durante o período de reclusão viria a tornar-se uma das obras de não ficção mais lidas em todo o mundo.


Refugiados | 50 Vidas Sem Pátria e com História

Título: Refugiados – 50 Vidas Sem pátria e com História
Autor: José Jorge Letria
N.º de Páginas: 184
PVP: 18,50 €
Não Ficção / História
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores

Sinopse
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção.
E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.

Sobre o autor
José Jorge Letria. É ficcionista, mas também jornalista, poeta, dramaturgo. Nasceu em Cascais, em 1951, onde foi vereador da Cultura entre 1994 e 2002. Tem livros traduzidos em mais de uma dezena de idiomas e foi premiado em Portugal e no estrangeiro, destacando-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queiroz – Município de Lisboa e o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte. O essencial da sua obra poética encontra-se condensado nos dois volumes da antologia O Fantasma da Obra. Ao lado de nomes como José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, foi um dos mais destacados cantores políticos portugueses, tendo sido agraciado em 1997 com a Ordem da Liberdade. Mestre em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação, é presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e do Comité Europeu de Sociedades de Autores da CISAC – Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores. Muros: Os Muros Que Nos Dividem, Grandes Histórias de Amor: O Livro dos Amantes e Zeca Afonso: O Que Faz Falta são os seus livros mais recentes, publicados pela Guerra e Paz.

Novidades Planeta a partir de 20 de setembro

Título: A Mulher do Meu Marido
Autor: Jane Corry
N.º de Pàginas: 464
PVP: 18,85 €
A partir de 20 de Setembro

Uma montanha-russa de emoções, intriga e mistério.
E se a sua vida foi construída sobre uma mentira?
A estreia electrizante de um novo talento internacional no género do suspense psicológico.

«Sempre pensei que as prisões eram lugares aterradores para pessoas que tinham feito coisas terríveis. Mas quando o meu primeiro casamento acabou, dei por mim a trabalhar numa, e descobri um mundo que nunca teria podido imaginar se não tivesse lá estado. Um mundo onde ninguém é bem aquilo que parece. Um mundo que achei estranhamente viciante... tanto que conseguiu insinuar-se neste livro.» Jane Corry

Mais de 100 000 exemplares vendidos em Inglaterra.
Best-seller do Sunday Times
Kindle top 10 bestseller
PRH bestselling debut fiction audiobook of 2016
Várias semanas no Top Publishers Weekly.

O QUE DIZ A CRÍTICA INTERNACIONAL
«Este romance é tão provocante como o seu título.» Washington Post
«Uma estreia brilhante. Este thriller psicológico tem surpresas até ao fim.» Publishers Weekly
«As mentiras multiplicam-se, minando relacionamentos íntimos neste thriller psicológico.» Booklist
«Se gostaram de Em Parte Incerta e do Talentoso Mr. Ripley, vão adorar A Mulher do Meu Marido. O triunvirato do thriller: amor, casamento e assassínio.» Parade

A HISTÓRIA
Lily é advogada e, quando casa com Ed, está decidida a recomeçar do zero. A deixar para trás os segredos do passado. Mas quando aceita o seu primeiro caso criminal, começa a sentir-se estranhamente atraída pelo cliente.
Um homem acusado de assassínio. Um homem pelo qual estará em breve disposta a arriscar tudo.
Mas será ele inocente? E quem é ela para julgar?
Mas Lily não é a única a ter segredos. A sua pequena vizinha Carla só tem nove anos, mas já percebeu que os segredos são coisas poderosas, para obter o que deseja.
Quando Lily encontra Carla à sua porta dezasseis anos depois, uma cadeia de acontecimentos é posta em marcha e só pode acabar de uma forma… a pior que Lily podia imaginar.

A AUTORA
É escritora, jornalista e professora de escrita criativa. Ao fim de três anos a trabalhar numa prisão de alta segurança para homens, decidiu escrever o seu primeiro thriller. A Mulher do Meu Marido inspira-se em algumas das suas experiências durante este período.

Título: DESTRÓI ESTE DIÁRIO
Autor: Keri Smith
N.º de Páginas: 224
PVP: 13,95€
Data de publicação: 20 de Setembro

Regressa o grande bestseller mundial de Keri Smith, publicado pela primeira vez em 2007, agora a cores e com novas actividades, para todos os espíritos criativos e inconformistas de todas as idades!
UM CASO SÉRIO DE SUCESSO NO MUNDO 10 ANOS
7 MILHÕES DE EXEMPLARES VENDIDOS
EM PORTUGAL 10 EDIÇÕES
26.000 EXEMPLARES VENDIDOS

Sempre quis destruir um livro e nunca teve coragem?
Destrói este Diário é para todos aqueles que sempre quiseram, mas não conseguiram começar, manter ou acabar um diário.
Missão: Trate o pior que puder as páginas em branco. Estratégia: Rasgue páginas, pinte fora das linhas, leve o livro para o banho. Aviso: Durante a destruição deste livro vai sujar-se. Pode ficar cheio de tinta ou outras substâncias estranhas e vai molhar-se. Pode lamentar-se pelo estado em que o seu livro ficou desde que está nas suas mãos. Pode ser que comece a viver de uma forma mais destemida.
TRATE MAL AS PÁGINAS EM BRANCO E VEJA COMO ELAS RESPONDEM BEM!

Título: O DOM DA IRA
Autor: Arun Gandhi
N.º de Páginas: 248
PVP: 16,60 €
Nas livrarias a partir de 20 de Setembro

Mahatma Gandhi deixou uma marca no mundo com a sua doutrina. Os seus ideais de resistência pela desobediência não violenta tiveram milhares de seguidores e influenciaram líderes mundiais lendários, como Martin Luther King e Nelson Mandela.
O legado que deixou ao seu neto Arun Gandhi – que agora o
transmite neste livro – serve-nos de orientação a todos para uma vida mais serena e feliz.
Prático e emocional, com lições simples que aprendeu com o avô, sobre autoconhecimento, identidade, amizade, família, solidão, depressão, o autor ensina os benefícios do bom aproveitamento das emoções.
A ira, defendia o guru espiritual, é uma arma poderosa quando a transformamos em energia motivadora de acção.
«O meu avô ostentava a profunda calma e contentamento que todos nós sonhamos ter. Ele não venceu todas as lutas e não foi capaz de refazer completamente o mundo à luz da imagem que imaginava, mas manteve-se totalmente empenhado, todos os dias, em tornar-se melhor a si e ao mundo.
“A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento que isto envolve”, dizia ele, “não na vitória em si mesma.» Arun Gandhi

Revelando episódios inéditos, o autor recupera ensinamentos de Gandhi e adapta-os aos dias de hoje, num livro tão útil como surpreendente, que nos dá a conhecer o mítico líder pacifista na intimidade, através de numerosas histórias magníficas e inspiradoras.

Sobre o autor
Arun Gandhi, o quinto neto do lendário líder pacifista Mahatmna Gandhi, viveu com o avô dos 12 aos 14 anos. Esse período haveria de lhe marcar e definir a vida para sempre. Também ele se tornou um activista da não-violência e hoje em dia é um reputado orador de reconhecimento internacional.
Desde que fundou o M. K. Gandhi Institute for Nonviolence, em 1987, depois de uma carreira de 30 anos como jornalista no The Times of India, Arun Gandhi fala regularmente em cerca de 50 a 60 palestras todos os anos, por todo o mundo. Entre as centenas de instituições em que já falou sobre pacifismo, não-violência, autocontrolo e gestão das emoções, incluem-se as Nações Unidas.
Os programas de luta contra a pobreza que desenvolveu já melhoraram as condições de vida de mais de meio milhão de pessoas em cerca de 300 aldeias da Índia.
Nascido em Durban, na África do Sul, em 1934, hoje mora em Rochester, no estado de Nova Iorque.

Título: A CÉU ABERTO
Autor: Antonio Iturbe
N.º de Páginas: 560
PVP: 20,95 €
Nas livrarias a partir de 20 de Setembro

Prémio Biblioteca Breve 2017
«Destaca-se a cuidada recriação da figura de Antoine de Saint‑Exupery e o tratamento da épica saga dos primeiros anos da aviação civil num romance de arriscadas aventuras com um fiel pano de fundo histórico.» Júri do Premio Biblioteca Breve 2017

Um romance apaixonante, muito bem documentado, graças ao cuidado equilíbrio entre a acção trepidante e a subtil emotividade projectada pelo olhar de Saint-Exupéry sobre o mundo, a perfeita caracterização das personagens e a recriação do ambiente tanto dos salões parisienses e dos círculos literários nova-iorquinos como o universo que rodeou aqueles lendários aviadores.
Uma celebração da essência da literatura numa narrativa de amizade,
de sonhos impossíveis, de amor, de paixão, do prazer de voar e descobrir do céu, um planeta bonito carregado de mistérios.
Conhecido principalmente pela sua faceta de escritor e pela obra O Principezinho, poucos sabem que o escritor foi um piloto exímio e que contribuiu de forma decisiva para abrir novas rotas na aviação. A Céu Aberto conta as incríveis proezas de três grandes amigos, figuras míticas do século XX, que marcaram a história da aviação, sendo, também, uma homenagem ao autor de O Principezinho, um escritor inesquecível que soube ver a realidade com olhos de criança.
Um retrato intimista e biográfico desta grande figura histórica, as suas amizades, os seus amores, os círculos literários onde se movia, os seus medos, a sua coragem e os seus anseios.
A acção decorre numa época histórica em que os totalitarismos grassam na Europa, e França começa a temer a ameaça alemã, e como estes homens se transformam em pilotos de guerra.

França, anos de 1920.
Só os melhores pilotos são aceites em Latécoère.
Entre os eleitos estão Jean Mermoz, Henri Guillaumet e Antoine de Saint-Exupéry, três heróicos aviadores que abriram as primeiras linhas de negociação de correio em rotas inexploradas.
Nenhuma distância era demasiado extensa para eles, nenhuma montanha demasiado alta: as cartas devem chegar ao seu destino.
Quando aterram, enfrentam as turbulências da vida, num século dilacerado pelas guerras

Sobre o autor
Nasceu em Saragoça (Espanha) em 1967 e cresceu em Barcelona.
Publicou os romances Rectos Torcidos (2005) Dias de Sal (2008) e A Bibliotecária de Auschwitz (2012), obra vencedora do Prémio Troa  «Libros con Valores»
Dedica-se há mais de vinte anos ao jornalismo cultural e actualmente dá aulas na Universidade de Barcelona e na Universidade Autónoma de Madrid.



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Saída de Emergência: Saiba como foi "O Implacável Cerco de Almada"

Esta semana saiu para as livrarias O Implacável Cerco de Almada que conta a história da Crise de 1383-1385, sob o prisma da gente miúda dos concelhos, que, contra a vontade dos poderosos, após a morte de D. Fernando, tomou o Mestre de Avis como Regedor e Defensor do Reino.

Sinopse:
1384. Os exércitos de Castela sitiam Lisboa e começa o mais famoso cerco da História de Portugal. Mas na margem oposta do Tejo, um cerco que hoje poucos recordam vai revelar-se ainda mais terrível e cruel: o da vila de Almada. João Galo, filho do regedor de Almada, perde o pai nos primeiros dias do cerco. Ao ver-se subitamente no papel de chefe de família e com a responsabilidade de proteger a casa e as irmãs, terá de encontrar coragem para participar nos ataques de D. Nuno Álvares Pereira aos castelhanos e força para resistir à paixão pela prostituta Rosa. Num ambiente de guerra civil, esta é a história de heróis, mas também do povo anónimo que, à revelia da nobreza portuguesa, toma os castelos do Reino e os entrega a D. João I, Mestre de Avis. Uma saga de heroísmo, traição e superação que só terminará com a mais épica batalha da nossa História: Aljubarrota.

Sobre o autor:
ANTÓNIO DA COSTA NEVES é licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, durante anos, publicado, regularmente, poesia em diversos jornais e revistas. Em 2006, o seu primeiro romance, Mataram o Chefe de Posto, sobre a temática da guerra colonial, ganhou o Prémio Literário Cidade de Almada-2007. Depois disso, o autor já publicou mais sete romances, alguns deles igualmente premiados. Adamastor, um romance de 2008, foi objeto de ensaio académico e tema de seminário na Universidade de Coimbra, e o romance Mea Culpa! foi selecionado, em 2010, como obra de referência para o Concurso Nacional de Leitura do Ensino Secundário. No campo da poesia, o autor venceu recentemente o Prémio de Poesia e Ficção de Almada-Poesia 2016, com a obra Trinta Sonetos Triviais.



A verdade que precisamos de descobrir. Um livro para ler, reler e não esquecer

Título: E Se eu fosse deus?
Autor: Fernando Correia
N.º de Páginas: 224
PVP: 15,90 €
Género: Ficção / Romance
Nas livrarias a 20 de Setembro
Guerra e Paz Editores

Sinopse
A casa de Henrique é a Natureza. Henrique é um sem-abrigo de corpo, mas a sua alma guarda a única realidade que aceita e lhe chega através de uma entidade superior. «E se eu fosse Deus?», pergunta.
O autor percorre as ruas de Lisboa com Henrique, que lhe mostra as histórias de outros sem-abrigo e um submundo perturbante. A prostituição, a droga, a dor, a loucura, a violência, mesmo o suicídio fazem parte deste submundo, que a maioria de nós tende a ignorar. E se Deus estivesse, como um sopro, em cada um destes rostos de sofrimento? E se a beleza se esconder onde menos esperamos?
Este é um romance baseado em testemunhos e factos reais. Por vezes, o duro dia-a-dia supera qualquer ficção.

Sobre o autor: 
Fernando Correia. Jornalista, comentador de rádio e televisão, professor, nasceu em 1935 e dividiu a sua infância entre a Mouraria, o Alto de Santo Amaro e São Domingos de Benfica.
Entrou para a Emissora Nacional em 1958. Trabalhou depois na RDP, Rádio Clube Português, Rádio Comercial e TSF. Foi director do Diário Desportivo e redactor e colaborador dos jornais Record, A Capital, O Diário, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias e Diário Popular.
Actualmente, colabora na Rádio Amália e é comentador residente da TVI. Sportinguista assumido, colabora também com a Sporting TV, depois de ter sido director adjunto e director do jornal do clube.
É casado, pai de cinco filhos e avô de dez netos. Nascido num dia quente de Verão, é caranguejo de signo.
Na Guerra e Paz, publicou os livros Piso 3, Quarto 313, O Homem Que Não Tinha Idade e Moniz Pereira: Vida e Obra do Senhor Atletismo.




Novidades: LIVRO DO GALO de Jorge Reis-Sá

Título: Livro do Galo
Autor: Jorge Reis-Sá
Género: Não-Ficção
Nr. Págs: 136
PVP: 15,50€

O guia para encontrar a felicidade de ser português

Sinopse:
Diz-se que Portugal é o país da melancolia, do «quase», do «vai-se andando». O Livro do Galo mostra-nos a forma peculiar, e bem lusitana, de estarmos felizes – mesmo que o não saibamos, «porque o português é feliz estando triste. Porque o português é triste estando feliz».
Do sol ao mar, da comida ao desenrascanço, da língua à maledicência, da seriedade da literatura à obsessão com a Selecção Nacional, este livro, repleto de humor e perspectiva.
Mas o Livro do Galo é também um guia, passo a passo, para
encontrar a felicidade de ser português, ajudando o leitor a lidar com a melancolia, a ciclotimia ou até a histeria (no trânsito), porque, como diz o Galo, «ser feliz à portuguesa é perceber que tudo vai correr mal no fim. Mas que, no entretanto, nos vamos safar maravilhosamente bem».
Porque a melhor definição de saudade, como escreve o autor, é arroz de cabidela.

Sobre o autor:
Jorge Reis-Sá é editor e consultor editorial.
Enquanto escritor, estreou-se em 1999 com um livro de poemas. Desde aí, publicou poesia, contos, crónicas e romances. Colabora desde essa altura com a comunicação social, tendo sido cronista da LER e da revista Sábado, entre outras publicações. Editado no Brasil pela Record, viu o seu romance Todos os Dias (Dom Quixote, 2006) ser considerado um dos livros do ano pela revista Os Meus Livros.
Co-organizou, com Rui Lage, a maior antologia de poesia portuguesa alguma vez feita, Poemas Portugueses – Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI.
Em 2015, publicou o seu segundo romance, A Definição do Amor, na Guerra & Paz, com edição brasileira pela Tordesilhas.


Livros encantadores para mentes sonhadoras



Cheio de magia e ciência, humor negro, amor, geeks e um universo no apocalipse, este é um livro demasiado importante para deixar passar ao lado.

«Combinando conto de fadas com aventura, Os Pássaros no Fim do Mundo mostra-nos como a ciência e a magia podem ser os dois lados da mesma moeda.» - Washington Post

«Anders tem um entendimento profundo sobre como é difícil travar amizades quando se é tido como “diferente”.» - Kirkus Reviews

Sobre Os Pássaros no Fim do Mundo:
Patricia e Laurence tornaram-se amigos quando o resto da escola decidiu marginalizá-los: Laurence por ser um geek dos computadores, e Patricia por ser uma suposta bruxa que fala com animais. Mas a interferência das famílias e a ocorrência de circunstâncias muito invulgares acabam por ditar o fim da amizade.

Quando chegam à idade adulta, os dois têm vidas muito diferentes, mas um objetivo em comum: Laurence tornou-se um génio da engenharia e está envolvido na criação de uma máquina de viagens intergaláticas para salvar os humanos do colapso do planeta; e Patricia, formada na academia secreta de magia, trabalha para reparar os eternos problemas da Terra e dos seus habitantes.

Inevitavelmente, os dois amigos voltam a reunir-se, graças a uma força maior do que eles: algo gigantesco e imperial que trará o apocalipse. E Patricia e Laurence nem imaginam que serão as suas escolhas a determinar o destino do planeta e de toda a Humanidade.

Sobre Charlie Jane Anders:
É uma autora e jornalista norte-americana, que antes de se dedicar à ficção a tempo inteiro, fundou o site sobre ficção científica e fantástico io9.com, onde trabalha como editora.
O seu primeiro romance, Choir Boy, venceu o Lambda Literary Award (2006), e a novela «Six Months, Three Days» venceu o Hugo Award (2013), tendo sido proposta para uma adaptação televisiva.
Amplamente elogiado e premiado, Os Pássaros no Fim do Mundo é o primeiro romance da autora a ser publicado em Portugal.

Os Pássaros no Fim do Mundo acaba de chegar às livrarias (Ed. Topseller | 18,79€ | 368 pp.) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura imediata aqui.

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​«Ao leitores  ​​vão celebrar de cada vez que Jubilee é posta à prova e deliciar-se com os seus triunfos. Uma história romântica e doce sobre arriscar e viver a vida ao máximo.» - Kirkus Reviews

Ideal para quem gosta de histórias românticas passadas entre pilhas de livros.

Sobre Perto Demais:
Uma vez, um rapaz beijou-me e eu quase morri…

Jubilee Jenkins é bibliotecária e uma mulher muito invulgar: é alérgica a humanos. Qualquer toque pode efetivamente matá-la. E por isso se isolou de tudo e de todos durante nove anos, rodeando-se apenas de livros. Até ao dia em que uma notícia inesperada a leva a ter de enfrentar o mundo novamente. Está na hora de sair da zona de conforto! Armada com luvas de proteção e uma bicicleta, ela aventura-se finalmente porta afora, em direção ao seu futuro.

Uma das pessoas com quem Jubilee está destinada a cruzar-se é Eric Keegan. Divorciado, com uma filha que não lhe fala e um filho adotivo que acha que tem poderes sobrenaturais, ele é um homem com muita bagagem. Quando conhece Jubilee — entre as estantes da biblioteca da sua nova cidade —, ele encontra um pouco de luz na sua vida. Só não esperava que esta mulher tivesse tanto de bela como de excêntrico…

Uma história de amor bem-humorada e ternurenta, para aqueles que sempre desejaram algo — ou alguém — fora de alcance.

Sobre Colleen Oakley:
É uma autora norte-americana que trabalhou como editora na revista Marie Claire e como chefe editorial na Women’s Health & Fitness, antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro. Os seus artigos, ensaios e entrevistas foram também publicados no e New York Times, Redbook, Martha Stewart Weddings, Ladie’s Home e Parade.
O seu primeiro romance, Before I Go, foi muito bem recebido pelo público, tendo sido selecionado para as listas de leitura da People Magazine e daUS Weekly.
Atualmente, a autora vive em Atlanta com o marido e os quatro filhos.


Perto Demais é o primeiro romance de Colleen Oakley a ser lançado em Portugal.​ Acaba de chegar às livrarias (Ed. Topseller | 18,79€ | 384 pp.) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura imediata aqui.