sábado, 1 de abril de 2017

Novidades Planeta para Abril

Título: A Rainha Subjugada
Série Os Tudor
Autor: Philippa Gregory
N.º de Páginas: 440
PVP: 19,95 €
Disponível a partir de 5 de Abril

Um retrato profundamente intimista da última mulher de Henrique VIII: uma mulher que ansiava por paixão, poder e instrução na corte de um assassino medieval.
Intriga, ambição, poder, amor e história, com uma pesquisa rigorosa e contada de forma soberba sobre Catarina Parr.
A última e sexta mulher sobrevivente de Henrique VIII.
Uma mulher forte, intelectual, culta e de uma beleza cativadora.

«A maior autora contemporânea de romance histórico. Os seus
romances caracterizam-se por mulheres fortes e determinadas que
tomam as rédeas do destino nas suas mãos.» Financial Times

«Gregory cria heroínas atraentes e determinadas, enérgicas, convincentes, vívidas e cativantes.» Daily Express

Por que casaria uma mulher com um assassino em série?
Por não poder recusar...
Catarina Parr, uma viúva de trinta e um anos envolvida num caso amoroso secreto com um novo amante não tem por onde escolher quando um homem com idade suficiente para ser seu pai e que já enterrou quatro esposas – o rei Henrique VIII – lhe ordena que case com ele.
Catarina não tem dúvidas sobre o perigo que enfrenta: a última rainha durou dezasseis meses, a anterior a essa apenas meio ano.
Mas Henrique adora a nova esposa e a confiança de Catarina nele aumenta à medida que consegue reunir a família real, cria um círculo de estudos no coração da corte e governa o reino como regente.
Mas será o suficiente para mantê-la a salvo? Líder de uma reforma religiosa e autora publicada, Catarina destaca-se como uma mulher independente, que pensa pela sua cabeça.
Mas não pode salvar os protestantes, ameaçados devido à sua fé, e o olhar perigoso de Henrique volta-se para ela. O clero tradicional e rivais que lhe disputam o poder acusam-na de heresia – o castigo é morte na fogueira e a assinatura do rei está no mandado de prisão...

Sobre a autora
Nascida no Quénia a 9 de Janeiro de 1954, esta famosa escritora de romances históricos, mudou-se para Bristol, Inglaterra, aos dois anos.
Formada em História pela Universidade de Sussex e doutorada em Literatura do Século XVIII pela Universidade de Edimburgo.
Além de escritora de romances, também escreve críticas para jornais britânicos e revistas. É também conhecida pelos programas de rádio e televisão. Philippa vive com a família – o marido, dois filhos e enteados – numa quinta do Yorkshire, onde cria cavalos, galinhas e patos. Gosta de jardinagem, equitação e caminhadas.
Também é activa em projectos de caridade e fundou o Gardens for the Gambia. O seu período preferido da História é a Era Tudor, sobre o qual já escreveu vários romances, alguns adaptados para televisão e cinema.
Philippa Gregory também tem vários livros infantis publicados, além de romances com histórias modernas.


Título: Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa
Autor: Miguel Real
N.º de Páginas: 248
PVP: 17,76€
Nas livrarias a partir de 5 de Abril

Da autoria de um dos mais destacados estudiosos de temas da Cultura Portuguesa da última década, esta é uma obra fundamental para todos os que se interessam pela história, cultura e identidade nacionais.

«A presente obra que Miguel Real oferece ao grande público sobre alguns dos mais relevantes traços da nossa cultura, acaba por atalhar de forma analítica, fazendo um ponto da situação, aqueles que constituem os nós górdios e aos mesmo tempo os principais «complexos» da história da cultura portuguesa.
Prof. José Eduardo Franco, do Prefácio.

Miguel Real aponta, nesta obra, as constantes históricas e as irrupções daqueles que considera serem os quatro complexos culturais que, cruzados, «constituem a representação mental geral dos portugueses que historicamente o têm definido como povo: o complexo viriatino (de Viriato; povo humilde mas ousado), o complexo vieirino (de padre António Vieira; povo que supera as próprias forças e dimensão territorial atingindo níveis históricos grandiloquentes), o complexo pombalino (de Marquês de Pombal, povo que imita acriticamente tudo o que no estrangeiro é nomeado com sucesso, considerando o que provém do exterior superior ao que é nacional) e o complexo canibalista (um povo embrutecido e fanatizado, mesquinho, invejoso e bárbaro que, desde a segunda metade do século XVI, com alguns intervalos de liberdade, vive na ânsia de agradar a chefes e instituições numa ortodoxia capaz da denúncia, da prisão, da tortura e da morte do adversário).»
«Hoje, apenas os portugueses com menos de 30 anos conhecem […] uma existência sem repressão política e sem guerra, não sendo assim motivo de espanto que esta nova geração, já plenamente europeia nos costumes, tanto positivos quanto negativos, assuma em consciência a face de um novo Portugal urbano e cosmopolita, eticamente relativista, em total ruptura com o antigo Portugal rural e religioso, eticamente absolutista. […]Com esta nova geração urbana e europeia, em tudo similar às gerações dos países da Europa Central, prepara-se Portugal para enfrentar o século XXI, libertando-se definitivamente de um passado económico, político e cultural que há meio milénio, com breves excepções, a mais forte das quais entre 1415 e 1539, sempre lhe atrofiou as virtualidades.» Miguel Real

Sobre o autor
Formado em Filosofia, especialista em cultura portuguesa e investigador do CLEPUL - Centro de Literaturas e Culturas Europeias e Lusófonas da Universidade de Lisboa, Miguel Real (n. Lisboa, 1953) tem publicado – além da obra ficcional e dramatúrgica que o tornou conhecido do grande público – um conjunto de estudos sobre figuras e temas da nossa cultura, que faz dele um dos mais constantes e produtivos pensadores da actualidade neste domínio.
Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa traduz a mais recente reflexão do autor sobre o tema, e constitui uma sequência imprescindível de Introdução à Cultura Portuguesa, também publicado pela Planeta.

Título: A Minha Revolução Anticancro
Autor: Dr.ª Odile Fernández
N.º de Páginas: 288
PVP: 18,85 €
Nas livrarias a partir de 5 de Abril


Um guia de auto-ajuda onde a autora, ela própria médica e sobrevivente de cancro com um diagnóstico muito pessimista, explica como prevenir e lutar contra a doença, numa linguagem simples, mas com todo o rigor científico.

«Sou a Odile, médica, mãe e sobrevivente de cancro.
Superei um tumor no ovário, com metástases, em 2010.
O cancro transformou-me e ensinou-me a VIVER.
Aprendi a nutrir o meu corpo e a minha mente.
Neste livro partilho consigo como foi a minha revolução anticancro. 
Um caminho prático e emocional que também pode melhorar a sua vida – fazemo-lo juntos?»

Neste livro encontrará
Informação sobre cancro e saúde.
Iniciação à meditação e ao mindfulness.
Rituais para dizer adeus à tristeza, ao medo e ao stress.
Páginas para colorir, escrever, riscar e desenhar.
Receitas de pratos saudáveis.
Exercícios de ioga e relaxamento.
Frases motivadoras para partilhar.
Conselhos para doentes com cancro.
Testemunhos de pessoas que já se juntaram a esta revolução anticancro.

Sobre a autora
A médica Odile Fernández nasceu em 1978 em Granada, Espanha.
É especialista em Medicina Familiar e Comunitária e pós-graduada em Medicina Preventiva e Saúde Pública. Também é mãe de três filhos e sobrevivente de cancro. Dedica-se à divulgação científica e dá conferências internacionais sobre a doença.
Com os seus livros e o seu blogue, tem como objectivo proporcionar ferramentas e informação pertinente e comprovada aos leitores para que possam assumir-se como os verdadeiros protagonistas da sua vida e da sua saúde.
Saiba mais em: www.misrecetasanticancer.com



quinta-feira, 30 de março de 2017

Novo livro de Karin Slaughter entre as novidades para Abril da HarperCollins

Título: A Mulher Oculta
Autor: Karin Slaughter
Publicação:  Abril 2017
PVP: 17,70 €
Páginas: 416
Tema: Thriller

Maridos e esposas. Mães e filhas. O passado e o futuro.
Os segredos unem-nos e os segredos podem destruí-los.

A autora do famoso Flores cortadas regressa com um eletrizante thriller, muito complexo emocionalmente, e que submergirá o protagonista nas obscuras profundidades de um caso que pode destruí-lo.

A descoberta de um assassinato numa obra abandonada, conduz Will Trent e o Bureau de Investigação da Geórgia a um caso que se torna muito mais perigoso quando o cadáver é identificado como sendo o de um ex-polícia.

Depois de fazer a autópsia, Sara Linto, a nova forense do GBI e amante de Will, descobre que a grande quantidade de sangue encontrada não pertence à vítima. Decerto, um rasto de sangue que não encaixa na cena do crime, indica que há outra vítima, uma mulher que desapareceu… e, se não a encontrarem rapidamente, morrerá.

A cena do crime pertence ao habitante mais famoso da cidade: um atleta rico, poderoso e politicamente bem relacionado, protegido pelos advogados mais caros dos Estados Unidos, um homem que já se tinha livrado de um caso de violação, apesar dos esforços de Will para o prender. Mas o pior ainda está para vir. As provas ligam o passado turbulento de Will ao caso… e as consequências irão arrasar a sua vida com a força de um tornado, causando estragos a Will e a todos os que estão à sua volta, inclusive aos seus colegas, familiares, amigos e também aos suspeitos que persegue.

Um suspense implacável e com um ritmo frenético, habitado por personagens conflituosas, que ganham vida para lá das páginas.
A mulher oculta é um romance abrasador de amor, perda e redenção.


Título: Encontra-me
Autor: J. S. Monroe
Publicação: Abril 2017
PVP: 17,70 €
Páginas: 416
Tema: Thriller

Há cinco anos, Rosa percorreu o cais em plena noite, contemplou a água escura e turbulenta e saltou. Era uma jovem brilhante que estudava em Cambridge e acabava de perder o pai. A sua morte foi trágica, mas não inesperada.

Foi realmente isso que sucedeu?

As investigações determinaram que sim, mas Jar, o namorado de Rosa, não se dá por vencido. Vê Rosa em todo o lado: vislumbra o seu rosto no comboio, julga distinguir a sua figura na falésia. Está obcecado pelo desejo de demonstrar que continua viva. E eis que recebe um e-mail.

Encontra-me, Jar. Encontra-me antes que eles me encontrem.

Mas Rosa terá realmente morrido? E se morreu, quem anda a brincar com os seus entes queridos?

«Jar suscitará uma rápida empatia nos leitores, e a experiência do autor como jornalista acrescenta aspetos sumamente realistas à investigação. Inteligente, bem escrito e repleto de volte-faces inusitados: um thriller psicológico de primeira.»



100 anos de Fátima, 100 anos de milagres, segredos e fé

Título: Factos e Figuras de Fátima – Um DICIONÁRIO
Autor: Helder Guégués
N.º de Páginas: 208
PVP: 14,90 €
Não Ficção/Religião
Nas livrarias a 5 de Abril
Guerra e Paz Editores | Clube do Livro SIC

Sinopse
Aqui está Fátima desde o primeiro dia. Da tantas vezes esquecida primeira aparição do anjo, até à vinda, agora, do último peregrino, o Papa Francisco. Todos os factos importantes, todas as figuras, todas as aparições de Nossa Senhora, desde a aparição de Maio de 1917. Todas as palavras da Virgem Maria e dos pastorinhos.

Nesta obra, em forma de dicionário, o autor refere as principais figuras e factos relacionados com as aparições de Fátima, desde 1917 até à actualidade, com a comemoração do centenário deste acontecimento religioso que marcou o século XX em Portugal e no mundo, atraindo cada ano mais de cinco milhões de peregrinos.

Sobre o autor
Helder Guégués. É o autor de Em Português, Se Faz Favor (2015) e Todos os Dias com Francisco (2016), ambos publicados pela Guerra e Paz, Editores.

Revisor e tradutor, é também autor dos blogues Assim Mesmo (2005-2011) e Linguagista (desde 2011). Colabora, há uma década e meia, como autor, revisor e tradutor, em publicações periódicas cristãs.


"O Ano da Dançarina" o novo livro de Carla M. Soares

Título: O Ano da Dançarina
Autor: Carla M. Soares
​Nas livrarias a 05 de Abril​
​Género: Romance Histórico 
Nº de Páginas: 392
PVP: 18,50€

TODAS AS FAMÍLIAS TÊM UMA GRANDE HISTÓRIA
No ano de 1918, o jovem médico tenente Nicolau Lopes Moreira regressa da Frente francesa, ferido e traumatizado, para o seio de uma família burguesa de posses e para um país marcado pelo esforço de guerra, pela eleição de Sidónio Pais e pela pobreza e agitação social e política.

No regresso, Nicolau vê-se confrontado com uma antiga relação com Rosalinda, dançarina e amante de senhores endinheirados, e com as peculiaridades de uma família progressista.

Enquanto a Guerra se precipita para o fim e, em Lisboa, se vive a aflição da epidemia e da difícil situação política, a família experimenta o medo e perda, e Nicolau conhece um amor inesperado enquanto trava as suas próprias batalhas contra a doença e os próprios fantasmas.

Este é um romance de grande fôlego, histórico, empolgante e profundo, sobre a superação pessoal e uma saga familiar num tempo de grande mudança e turbulência em Portugal.

Da autora de:​
Imagem intercalada 1
​Carla M. Soares é professora, formada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras de Lisboa, tem um Mestrado em Estudos Americanos - Literatura Gótica e Film Studies. A tese de Doutoramento em História da Arte, iniciada na Faculdade onde se formou, aguarda dias mais tranquilos para uma elaboração cuidada.
Autora do romance de época Alma Rebelde, A Chama ao Vento e O Cavalheiro Inglês, da coleção Os Livros RTP, da editora Marcador.​


quarta-feira, 29 de março de 2017

Se eu Fosse Tua, de Meredith Russo (Nuvem de Tinta), o primeiro romance YA a abordar a temática do género

Título: Se Eu Fosse Tua
Autor: Meredith Russo
Editor: Nuvem de Tinta
N.º de Páginas: 264
PVP 16,30€

Uma história de amor ente duas pessoas improváveis
O primeiro romance juvenil que aborda a questão do género

Sobre o autor:
Só porque tens um passado, não quer dizer que não possas ter um futuro.

Mudar de escola no último ano e ser a miúda nova do liceu nunca é fácil para ninguém. Amanda Hardy não é excepção: se quiser fazer amigos e sentir-se aceite, terá de baixar as defesas e deixar que os outros se aproximem. Mas como, quando guarda um segredo tão grande? Quando tenta a todo o custo esconder o seu passado e começar uma vida nova?

Para piorar as coisas, apaixona-se perdidamente pelo rapaz mais popular do liceu e tudo o que mais quer é contar-lhe a verdade# Será que ele é tão especial quanto parece? Poderá confiar nele?

Uma história inspiradora e comovente que nos enche o coração e nos ensina que o amor mais verdadeiro e profundo nasce da coragem de sermos nós mesmos.

Sobre a autora:
Meredith Russo nasceu no Tennessee, onde vive ainda hoje. A sua verdadeira vida começou em 2013 e, desde então, nunca mais olhou para trás. Se eu fosse tua, o primeiro romance que púbica, é parcialmente inspirado na sua própria experiência enquanto mulher transgénero e, tal como Amanda, a protagonista desta história, Meredith é grande fã de jogos de vídeo e da saga Guerra das Estrelas. Se Eu Fosse Tua recebeu o Stonewall Book Award e foi considerado um dos melhores livros do ano pelas revistas Publishers Weekly, Kirkus Reviews, e pelas livrarias da Amazon, Goodreads e Barnes and Noble.




Novidade Quinta Essência: Desaparecida, de Elizabeth Adler

Título: Desaparecida
Autor: Elizabeth Adler
PVP 15,90€ 
N.º de Páginas: 368 páginas

Um romance pleno de mistério, paixão, intriga e glamour.

Tudo começou numa festa. Terminou com um crime, uma mulher desaparecida……e uma promessa de vingança!

Ao entardecer, na belíssima paisagem do Mar Egeu, uma mulher de cabelos ruivos cai da amurada de um iate de luxo. Em terra, o pintor Marco Polo Mahoney vê a queda, percebe que a jovem está ferida e assiste, perplexo, à embarcação a afastar-se deliberadamente. Marco tenta imediatamente salvá-la mas não a consegue encontrar. É como se a bela ruiva nunca tivesse existido. Mas ele tem a certeza do que viu. E está disposto a tudo para resolver o mistério.

Angie Morse acabou de ser atingida na cabeça com uma garrafa de champanhe. Caiu no mar, ferida, e os seus companheiros parecem estar a abandoná-la. O iate onde ela seguia está a afastar-se, levando consigo os supostos amigos e o namorado. E, embora cada um deles tivesse algo contra si, Angie estava longe de imaginar que quisessem vê-la morta. Agora, enquanto as ondas a tentam submergir, invade-a um sentimento apenas: raiva. É a raiva que lhe vai dar forças para sobreviver… e também para se vingar…

Sobre a autora:
Elizabeth Adler é britânica. Autora de mais de vinte romances, é reconhecida internacionalmente pelas suas histórias envolventes que combinam de forma magistral mistério, amor e destinos de sonho. Os seus livros estão publicados em vinte e cinco países, com mais de quatro milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Adler e o marido viveram em vários países até que fixaram residência em La Quinta, Califórnia, onde passam dias tranquilos na companhia dos seus dois gatos.


Resultado do passatempo "O Poder das pequenas coisas"

Obrigada a todos que participaram no passatempo "O Poder das pequenas coisas" realizado pelo Marcador de Livros e a Editorial Presença. 

A feliz contemplada com um exemplar do livro é:
Patrícia Pinho de S. João da Madeira


segunda-feira, 27 de março de 2017

"A Hora de Maria" de Nuno Lopes Tavares apresentado no Porto


Livro de poesia junta Dinu Flamand e António Lobo Antunes na Guerra e Paz

Título: Sombras e Falésias
Autor:  Dinu Flamand
N.º de Páginas: 96
PVP: 14,00 €
Género: Ficção/Poesia
Nas livrarias a 22 de Março
Guerra e Paz Editores

Sinopse
«Isto é Grande Poesia, sem uma baixa, uma falha, um tropeço. Um livro em torno da morte da mãe, com um pudor e uma contensão admiráveis. Um Requiem majestoso.» ANTÓNIO LOBO ANTUNES

Sobre o autor:
Dinu Flamand. Nasceu a 24 de Junho de 1947, na região de Bistrita-Nasaud, no norte da Transilvânia, Roménia. É poeta, ensaísta, jornalista, tradutor e comentador da actualidade política na imprensa romena e internacional.

Licenciou-se em Filologia pela Universidade Babes-Bolyai, em Cluj, em 1970. Ainda estudava quando se tornou membro fundador da revista Echinox, que marcou várias gerações literárias pelo seu espírito antidogmático. Depois, trabalhou em redacções de jornais e revistas e em editoras, em Bucareste.

Nos anos 80, obteve asilo político em Paris, de onde denunciou o regime opressivo da Roménia, através dos jornais (Libération, Le Monde) e da rádio (RFI, BBC, Free Europe). Foi jornalista bilingue da RFI de 1989 a 2009.

Depois da queda do regime comunista, reintegrou-se na literatura romena. Em 2011, foi reconhecido com o Prémio Nacional Mihai Eminescu, pelo conjunto da sua obra poética.

Nesse ano, tornou-se conselheiro do ministro dos Negócios Estrangeiros da Roménia e representante do país na Organização Internacional da Francofonia.


Porto Editora - O primeiro romance de Francisco José Viegas

Título: Regresso por um rio
Autor: Francisco José Viegas
Págs.: 144
PVP: 15,50 €

Francisco José Viegas tinha 26 anos quando publicou o seu primeiro romance, Regresso por um rio. Três décadas depois é lançada uma nova edição deste livro, a 30 de março, pela Porto Editora.
Tendo como pano de fundo uma estranha vaga de mortos no rio Douro, este romance é sobretudo uma homenagem à terra onde o autor nasceu e cresceu, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro, ao Pocinho e outras vilas vizinhas, mas também às pessoas, principalmente aos mais velhos vistos pelos olhos da infância. Regresso por um rio é ainda um livro de memória, mistério e beleza onde já são dadas algumas pistas do que viria a ser a vasta obra deste autor que conta já com mais de 12 romances publicados, mas também livros de poesia, crónica, teatro e viagens.

Sinopse:
História íntima do rio do autor, o Douro destas páginas, muito longe do cartão de visita dos dias de hoje, surge como um enigma de dimensão mágica que invade a própria linguagem de que se faz este livro. Fantasmagoria que encerra em si algo de sagrado, puro, pode ser lido como num sonho, as personagens pairando sobre as palavras sem um traçado completamente definido. Há, no entanto, um triângulo que podemos identificar: Aníbal, Catarina - o vestido branco, claro, comprido, as rendas, os braços nus - e Henrique, cujo destino, entregue à vontade da poeira e dos ventos, não resistirá ao chamamento do rio.
Publicado originalmente há trinta anos, neste que foi o seu primeiro romance, Francisco José Viegas regressa, com o rio para lá da janela do comboio, às memórias da sua infância, aos seus cheiros e sons, à terra e às suas vozes. Uma homenagem aos segredos e à vida do Douro, que indicia pistas de uma carreira literária que o futuro veio a confirmar e de um género que viria a reinventar à sua medida, o policial.

«Podes vasculhar por toda a eternidade em baús cheios de fotografias antigas, pequenas e grandes maravilhas, arquivos e papéis velhos, o rosto dela está aí: um anjo bate as asas levemente, o seu rosto é o de uma mulher cuja melancolia arrasta consigo a poeira da tarde. Quando o viste pela primeira vez?» 

Sobre o autor:
Francisco José Viegas nasceu em 1962. Professor, jornalista e editor, é responsável pela revista Ler e foi também diretor da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. De junho de 2011 a outubro de 2012 exerceu o cargo de Secretário de Estado da Cultura.
Colaborou em vários jornais e revistas, e foi autor de vários programas na rádio (TSF e Antena Um) e televisão (Livro Aberto, Escrita em Dia, Ler para Crer, Primeira Página, Avenida Brasil, Prazeres, Um Café no Majestic, A Torto e a Direito, Nada de Cultura). Da sua obra destacam-se livros de poesia (Metade da Vida, O Puro e o Impuro, Se Me Comovesse o Amor) e os romances Regresso por um Rio, Crime em Ponta Delgada, Morte no Estádio, As Duas Águas do Mar, Um Céu Demasiado Azul, Um Crime na Exposição, Um Crime Capital, Lourenço Marques, Longe de Manaus (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 2005), O Mar em Casablanca, O Colecionador de Erva e A Poeira que Cai sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos.

Imprensa:
«Contam-se pelos dedos (de uma mão?) os anti-heróis da ficção portuguesa que perduram, ganhando substância na memória dos leitores. Um desses heróis é Jaime Ramos.» Visão
«Com os seus livros, Francisco José Viegas dá uma reviravolta no modelo do romance policial. Um estilo de alto voo.» Le Point
«A sua meteorologia atormentada transforma-se numa metáfora do destino humano.» Le Monde
«Viegas reinventa um género (o policial), e, acima de tudo, faz uma notável biografia de Portugal.» Expresso
«O que menos interessa é o enigma policial. Viegas constrói seus personagens como seres abandonados no mundo, e desenha paisagens únicas, de cinema.» Folha de São Paulo


Papa Francisco aborda, em «Quem Sou Eu para Julgar», ​temas fortes e polémicos para a Igreja

Já nas livrarias, Quem Sou Eu para Julgar, de Papa Francisco, aborda diversos temas, entre os quais alguns fortes e polémicos para a Igreja: divorciados, separados, recasados, famílias em crise, presos, homossexuais, novos escravos, idosos, crianças jovens, fundamentalismo, pedofilia, máfia, eutanásia, fé e religião, homens e mulheres, sexualidade, famílias e futuro, uniões civis e laicidade, vida em comum, matrimónio, género, marxismo, ecumenismo e outras religiões, o drama do desemprego, ambiente e ecologia, o aborto, a eutanásia, a homossexualidade, a contraceção.


​** **​

Não julgueis para não serdes julgados; Não condeneis para não serdes condenados.

Segundo o Papa Francisco, a humildade evangélica leva-nos a não apontar o dedo aos outros para julgá-los, mas a estender-lhes a mão para levantá-los, sem nunca nos sentirmos superiores. Se quisermos seguir o caminho de Jesus, mais do que acusadores, deveremos ser defensores dos outros diante do Pai. Convém recordá-lo na vida de todos os dias, quando por vezes sentimos vontade de falar mal dos outros, de os julgar.

Em Quem Sou Eu para Julgar (Nascente l 240 pp l 14,99€), e com base nesta advertência, o Papa Francisco foca-se em diversos temas, sem excluir assuntos polémicos no seio da Igreja Católica – homossexualidade, aborto, contraceção, divórcio, pedofilia, eutanásia, alterações climáticas, liberdade religiosa, entre muitos outros igualmente controversos e aqui abordados.

A posição de Sua Santidade em relação a todas estas matérias e a sua profunda visão humana sobre as grandes questões da atualidade tem constituído incentivo para um frutífero debate dentro da comunidade cristã, além de ter conseguido atrair também a curiosidade e simpatia dos não crentes.

Sobre a Homossexualidade

«Escreve-se tanto acerca do lobby gay. Eu ainda não encontrei quem me apresentasse um bilhete de identidade, no Vaticano, em que estivesse escrito «gay». Dizem que os há. Creio que, quando nos encontramos com uma pessoa assim, deveremos distinguir o facto de se ser gay do facto de se criar um lobby, porque os lobbies — todos os lobbies — não são bons. São maus. Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vonta­de, quem sou eu para julgá-la? O problema não é ter essa tendência. Não é. O problema é fazer dessa tendência um lobby: lobby de avarentos, lobby de políticos, lobby de maçons, tan­tos lobbies. (…)Os homossexuais devem ser tratados com delicadeza e não devem ser marginalizados. Antes de mais, gosto que se fale de «pessoas homossexuais»: primeiro, há a pessoa, na sua integridade e dignidade. E a pessoa não é definida apenas pela sua tendência sexual — não esqueçamos que todos nós somos criaturas amadas por Deus, destinatárias do seu amor infinito.

** **

Sobre a Pedofilia 
Um bispo que muda um sacerdote de paróquia quando se verifica um caso de pedofilia é um inconsciente, e a melhor coisa que pode fazer é apresentar a renúncia.​


*​* **

Sobre os Divorciados

Que fazemos com os divorciados que voltaram a casar? Que porta se lhes pode abrir? Existe, a este propósito, uma inquietação pastoral: devemos então dar-lhes a comunhão? Dar-lhes a comunhão não é uma solução. Só isso não é a solu­ção. A solução é a integração. Não estão excomungados. Contudo, não podem ser padri­nhos de batismo, não podem ler as leituras na missa, não podem distribuir a comunhão, não podem ensinar o catecis­mo, não podem fazer sete coisas… — tenho a lista ali. Se eu vos contasse tudo, pareceria até que estão excomungados de facto! Então, há que abrir um pouco mais as portas. Porque é que não podem ser padrinhos? 




É lançado amanhã em Portugal o livro de poesia de Rupi Kaur