sábado, 13 de janeiro de 2018

Eu e o Kobo

No Natal recebi de presente uma coisa que já andava a desejar há algum tempo: um eReader. Depois de analisado bem optei pelo Kobo e transmiti isso ao meu marido que depois de alguma insistência lá mo deu.

Inicialmente fui uma das resistentes a esta nova forma de ler, mas com o passar do tempo acabei por concordar que andar com livros para todo o lado que vá não é propriamente prático. E sim eu levo os livros para todo o lado, mesmo sabendo à partida que não vou ter tempo para os ler. Penso sempre que pode haver uma oportunidade de leitura, nem que seja de uma página e, que naquele tempo de espera não tenho nada para fazer.

E a minha experiência só podia ser positiva. Estou a gostar mesmo muito de ler em formato ebook, o kobo não o ecrã com brilhos, o que torna a leitura muito diferente de um ecrã de um telemóvel ou tablet que acabava por cansar a vista.

A somar a isso o meu Kobo (o Aura) tem luz, o que me permite ler com ausência total de iluminação, o que é uma enorme vantagem.

De facto, a partir daí posso andar com uma gama maior de livros comigo, sem que precise de andar mais carregada por isso. Mas a satisfação de ver uma estante cheia de livros físicos perde-se completamente com o kobo. E o preço dos ebooks também não é muito convidativo, pelo menos por enquanto.

Se o Kobo substitui o livro físico? Não. Mas também nunca foi isso que pretendi. Apenas é um complemento. Os livros físicos leio em casa, na comodidade do lar, mas quando saio é sempre mais fácil colocar o Kobo dentro da carteira e levá-lo comigo.




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